domingo, 30 de maio de 2021

O Quanto Amei - Sara Rodi [Opinião]

 

Título: O Quanto Amei
Autor: Sara Rodi
Editor: Editorial Planeta
N.º de Páginas: 456

Sinopse: 
28 de novembro de 1935. Fernando Pessoa dá entrada no Hospital de São Luís dos Franceses, em Lisboa, acometido de fortes dores no abdómen. A cumprir o seu turno, a enfermeira Alice procura tratar-lhe não só das dores físicas, mas também das maleitas da alma, desafiando-o a recordar a sua história, tão marcada pela presença de tantas figuras femininas.
Fernando Pessoa viveu a vida inteira rodeado de mulheres — e, ainda assim, reclamando da sua inabilidade para lidar com elas. As mulheres da família, como a mãe Maria, que parecia carregar o mundo às costas; as irmãs, que devolviam a Fernando Pessoa a sua infância perdida; Dionísia, a avó louca; as tias-avós «generalas»; a tia Anica e as sessões espíritas que organizava na sua casa... Também as mulheres com quem podia ter casado, como a eterna namorada Ofélia ou a inglesa Madge. As mulheres que o influenciaram, entre as figuras mais místicas do teu tempo e as escritoras que tentavam, tantas vezes em vão, afirmar-se. E as mulheres que o rodeavam: as empregadas, as vizinhas, as mulheres por quem morriam de amores os amigos...
Num tempo em que tanto se discutia o papel da mulher na vida pública e privada —, discussão que se arrasta até aos dias de hoje —, Fernando Pessoa é levado a questionar-se sobre a forma como cada uma das mulheres com quem se cruzou terá influenciado o seu percurso. A sua obra. O seu destino.

A minha opinião: 
Como apaixonada que sou por Fernando Pessoa, vida e obra, não consegui resistir em ler o último livro de @sararodi.oficial.

Muito bem escrito e com personagens reais apaixonantes, Sara Rodi criou um livro fabuloso que me deixou completamente viciada na sua leitura.




Para quem ama o que considero o maior poeta português não pode perder esta obra que, apesar de ficcionada em muitos aspetos tem o condão de nos impressonar.

A autora não se esquece de referir a importância que a mãe do poeta teve para ele, assim como todas as mulhres da família que se soube rodear. Desde a avó já demente, até a tia Anica, tia essa que acabou por cuidar dele quando acaba por vir viver para Portugal. 

E Ofélia, a tão amada Ofélia, que teve de atura o génio do poeta... 






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