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quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Alfaguara publica Consentimento, de Vanessa Springora, o livro de memórias que gerou polémica em França e reacendeu o debate sobre o #metoo

Título: Consentimento 

Autor: Vanessa Springora

Grande Prémio das Leitoras da revista Elle
*
Prémio Jean-Jacques Rousseau de Literatura Autobiográfica

Consentimento, o livro que chocou a sociedade francesa.

As memórias literárias em que a editora e escritora Vanessa Springora conta a sua relação com o premiado escritor Gabriel Matzneff nos anos 80. Poderia ser só uma história de amor, não fora o facto de Vanessa ter apenas 14 anos, e Gabriel 50.

O livro de Springora é publicado no contexto de uma onda de alegações de abuso sexual em França, após a notoriedade do movimento #MeToo. A sua publicação, no início deste ano, gerou violentas reações contra Matzneff, que está a ser julgado por abuso de menores e viu os seus livros retirados do mercado.

Mais de trinta anos volvidos sobre os factos, Vanessa Springora narra, de forma lúcida e fulgurante, esta história de amor e perversão. Uma história individual - a sua história com o escritor Gabriel Matzneff - que espelha tantas outras histórias de abuo, e que nos faz reflectir sobre a questão: Que tipo de sociedade é complacente com a pedofilia?

Corajoso e comovente, este romance autobiográfico incendiou o meio literário francês, reacendeu o debate sobre o consentimento um pouco por todo o mundo e apaixonou milhares de leitores.

Sobre o livro:
«Uma narração detalhada e implacável, escrita com mão firme, incisiva e impregnada de uma dor discreta. [...] Pagando ao predador na mesma moeda, Springora tece um texto catártico, que fará história.» Christine Rousseau, Le Monde

«Uma escrita simples, rigorosa e sábia, uma linguagem clássica, luminosa e precisa. Elegante e implacável. [...] Um livro maior.» Marie-Dominique Lelièvre, Le Nouveau Magazine Littéraire

«O livro de que todo o mundo fala. [...] De uma excelente qualidade literária.» Europe 1

Nas livrarias 29 de Setembro.



 

segunda-feira, 8 de junho de 2020

O regresso de Joël Dicker com o seu romance mais pessoal de sempre - A partir de hoje em pré-venda

Título: O enigma do quarto 622
Autor: Joël Dicker
Alfaguara
N.º de Páginas: 624 páginas
PVP: 22,00€

Depois do sucesso d’A verdade sobre o caso Harry Quebert e O desaparecimento de Stephanie Mailer, Dicker está de volta com um mistério vertiginoso, o seu romance mais pessoal de sempre.

Sobre o livro:
Numa noite de Dezembro, um cadáver jaz no chão do quarto 622 do Palace de Verbier, um luxuoso hotel nos Alpes suíços. A morte misteriosa ocorre em plena festa anual de um prestigiado banco suíço, nas vésperas da nomeação do seu presidente. A investigação policial nada conclui e a passagem do tempo leva a que o caso seja praticamente esquecido.

Quinze anos mais tarde, o escritor Joël Dicker hospeda-se nesse mesmo hotel para recuperar de um desgosto amoroso e para fazer o luto do seu estimado editor. Ao dar entrada no hotel para o que esperava ser uns dias de tranquilidade e inspiração, não imaginava que acabaria a investigar esse crime do passado. Não o fará sozinho: Scarlett, uma bela mulher hospedada no quarto ao lado do seu, acompanhá-lo-á na resolução do mistério, ao mesmo tempo que vai decifrando a receita para escrever um bom livro.

O que aconteceu naquela noite de Inverno no Palace de Verbier? Que crime terrível teve lugar no quarto 622? E porquê? Estas são as perguntas-chave deste thriller veloz, construído com a habitual mestria de Joël Dicker, que pela primeira vez nos leva ao seu país para narrar uma história surpreendente. Um triângulo amoroso, jogos de poder, traição e inveja – nada falta a esta intriga magnética, em que a verdade é muito diferente do que imaginávamos.

Sobre o autor:
Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985. Estreou-se na literatura com Os últimos dias dos nossos pais (Alfaguara, 2014). Mas foi a publicação do segundo romance que fez dele um fenómeno literário global: A verdade sobre o caso Harry Quebert (Alfaguara, 2013) foi publicado em trinta e três países, vendeu mais de quatro milhões de exemplares e venceu o prémio de melhor romance da Academia Francesa de Letras, o Prix Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para melhor romance em língua francesa.

Seguiu-se, em 2016, O Livro dos Baltimore e, em 2018, O desaparecimento de Stephanie Mailer. O mistério do quarto 622 é o seu quinto romance e confirma a mestria de Dicker no género do mistério literário.



Descubra mais sobre o autor e a sua obra em: www.joeldicker.com


quarta-feira, 2 de outubro de 2019

As memórias de Lucia Berlin, autora de Manual para mulheres de limpeza. Já nas livrarias


Título: BEM-VINDA A CASA [Memórias]
Autor: Lucia Berlin
Editora: Alfaguara
N.º de Páginas: 196
PVP: 17,70€

Sobre o livro:
Em 2015, com a publicação de Manual para mulheres de limpeza, Lucia Berlin foi finalmente aclamada como uma das grandes contistas americanas e uma das mais importantes redescobertas literárias do século. Pena que isso tivesse acontecido mais de cinquenta anos depois de publicar o primeiro conto, e sem que a escritora o pudesse celebrar.

Antes de morrer, Lucia Berlin estava a trabalhar num livro de textos autobiográficos a que tinha chamado Bem-vinda a casa. Para compor o volume inacabado, Jeff Berlin, filho da escritora, junta aos seus textos um conjunto de fotografias e cartas da sua vida preenchida, trágica e romântica. O volume constitui assim uma entrada privilegiada na vida de uma escritora fascinante, que se inspirava na própria vida — itinerante e variegada — para rechear

a sua ficção.

Do Alasca à Argentina, do Kentucky ao México, de Nova Iorque ao Chile, o mundo de Lucia Berlin era vasto. E a sua escrita, nestas memórias e cartas, é tudo aquilo a que a autora nos habituou nas suas histórias: irónica e sábia, trágica e divertida, exuberante e comovente. Berlin descreve os lugares onde viveu e as pessoas com quem se cruzou com a vivacidade, a candura e o sentido de humor que fizeram dela uma autora de culto um pouco por todo o mundo.

Bem-vinda a casa convida-nos a entrar nesse mundo tão particular e sedutor que foi o de Lucia Berlin.

O que diz a imprensa:
«Uma introdução divertida e por vezes bombástica à vida de montanha-russa de Berlin… Instantâneos da sua vida, crus, apaixonados, sem filtro e por isso deliciosos.» Los Angeles Review of Books

«Tal como a sua ficção, estes textos de Berlin são tão multifacetados como o diamante mais brilhante. Mas, em vez de nos cegarem com a sua luz, convidam-nos a observá-los com mais atenção e a perdermo-nos nas suas profundezas.» Nylon

«Este volume dá-nos um vislumbre da alegria de Lucia Berlin, que está tão intensamente presente na sua obra quanto a solidão e o desespero. A escrita dela adora o mundo, detém-se demoradamente em pequenos detalhes de texturas e de perfumes.» The Atlantic

«Este livro deveria aprofundar aquilo que pensávamos saber sobre Berlin e a sua vida. Os seus textos são sugestivos, comoventes, por vezes terra-a-terra, e completamente despidos de autopiedade. Lê-los é como ouvir alguém contar-nos a sua história de vida enquanto vemos fotografias desse tempo.» John Freeman, Boston Globe

«O olhar de Berlin é tão límpido, tão livre de arrependimento… Um relato singular de um passado caleidoscopicamente complexo.» Bookforum

Sobre a autora:
Lucia Berlin nasceu em 1936, no Alasca. Publicou os seus primeiros contos aos 24 anos em várias publicações, incluindo The Noble Savage, revista literária dirigida pelo escritor Saul Bellow. Escreveu de forma esporádica até à década de oitenta, altura em que decidiu publicar o primeiro livro de contos, Angels Laundromat. As suas histórias estão intimamente ligadas às suas próprias recordações: a infância em comunidades mineiras do interior do continente americano, a adolescência sofisticada em Santiago do Chile, a mudança constante de casa, os três casamentos falhados, o alcoolismo, ou os variadíssimos empregos que teve para criar os quatro filhos: enfermeira, telefonista, mulher de limpeza e professora de escrita criativa. Na década de 90, foi promovida a professora associada da Universidade de Colorado Boulder.

Morreu em 2004 no dia do seu aniversário, na Califórnia, para onde se mudara poucos anos antes para viver perto dos filhos. Ao longo da vida, Lucia Berlin publicou seis livros de contos. Na Alfaguara estão publicados Manual para mulheres de limpeza (2016) e Anoitecer no Paraíso (2018).

www.luciaberlin.com 






segunda-feira, 3 de junho de 2019

Novidade Alfaguara: Cai a noite em Caracas, de Karina Sainz Borgo

Título: Cai a noite em Caracas
Autor: Karina Sainz Borgo 
Editora: Alfaguara
N.º de Páginas: 215 
PVP: 16,90 €

A história extraordinária de uma mulher lutando pela sobrevivência num dos lugares mais perigosos do mundo: a Venezuela.

Sobre o livro:
Caracas, Venezuela: Num país que antes da crise era a terra dos sonhos, da beleza e da prosperidade e que agora está esgaçado pela corrupção, pela criminalidade e pela repressão, Adelaida procura apenas sobreviver. A sua mãe, professora, grande companheira de toda a vida, acaba de morrer de uma doença prolongada. Adelaida, de trinta e oito anos, fica sem nada, sem ninguém, à deriva numa cidade em que tudo falta, menos a violência e a extorsão.

Poucos dias depois do funeral, Adelaida encontra a sua casa ocupada por um grupo de mulheres às ordens do regime. Decide procurar refúgio na casa da vizinha, mas quando bate à porta só recebe silêncio. Aurora Peralta, a quem todos chamam “a filha da espanhola”, está morta no chão da sala. Em cima da mesa, está uma carta a informá-la da concessão do passaporte espanhol: um salvo-conduto para fugir do inferno.

Para sobreviver, Adelaida terá de deixar de ser quem é.

Cai a noite em Caracas é o retrato de uma mulher que, frente a uma situação extrema, terá de transformar-se, renegar o pasado para se agarrar a uma nova vida. É a história de muitas outras mulheres, muitos outros homens, crianças, velhos, encurralados num país em que a violência, a miséria e a traição marcam o ritmo diário da existência. Um romance extraordinário, que anuncia uma grande promessa na literatura em espanhol.


O que diz a imprensa:
«É a próxima bomba literária. Recomendo que não a percam de vista. Vai dar que falar.» Álvaro Colomer, El Mundo

«Um romance intimista e torrencial. [...] Pura literatura, escrita a partir da raiva, do desenraizamento e das cicatrizes. Precisamente, o lugar onde nascem as histórias.» Ángeles López, La Razón

«A voz de uma consciência. [...] Escrita seca, concisa, directa, de uma força expressiva extraordinária. [...] Simplesmente magistral.» Fernando Aramburu

«Sainz Borgo retrata um país onde falta tudo, a Venezuela, através de uma narrativa que diríamos quase de aventuras. [...] Escreve sobre mulheres que lutam para que as deixem em paz.» Luis Alemany, El Mundo

«Uma história poderosa […] narrada com pulso, centrada na humanidade, e sem qualquer intenção política.» Jesús García Calero, ABC

«Condensação, capacidade de criar metáforas vivas, delicadeza no gosto, exigência intelectual.» Carlos Pardo, Babelia

Sobre a autora:
Karina Sainz Borgo nasceu em Caracas em 1982, quando tudo estava prestes a pegar fogo. Trabalha como jornalista especializada em temas culturais. Publicou livros jornalísticos sobre o seu país e tem o blogue Crónicas Barbitúricas. Cai a noite em Caracas, publicado em Espanha com o título La hija de la española, é o seu primeiro romance e será publicado em mais de vinte países.

A autora estará em Lisboa nos dias 17 e 18 de Junho. 



terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Em tudo havia beleza, de Manuel Vilas: Primeiro romance do autor a ser publicado em Portugal

Título: Em tudo havia Beleza (nas livrarias a 5 de Fevereiro)
Autor: Manuel Vilas
Editor: Alfaguara
N.º de Páginas: 398 
PVP: 21,90 €

«Melhor Livro do Ano»
El País * El Mundo * El Heraldo* La Vanguardia

A história profundamente íntima e comovente de um homem que procura no passado o caminho para regressar ao presente.

Sobre o livro:
Impelido por esta convicção, Manuel Vilas compõe, com uma voz corajosa, desencantada, poética, o relato íntimo de uma vida e de um país. Simultaneamente filho e pai, autor e narrador, Vilas escava no passado, procurando recompor as peças, lutando para fazer presente quem já não está. Porque os laços com a família, com os que amamos, mesmo que distantes ou ausentes, são o que nos sustém, o que nos define. São esses mesmos laços que nos permitem ver, à distância do tempo, que a beleza está nos mais simples gestos quotidianos, no afecto contido, inconfessado, e até nas palavras não ditas.

Falando desde as entranhas, Vilas revela a comovente debilidade humana, ao mesmo tempo que ilumina a força única da nossa condição, a inexaurível capacidade de nos levantarmos de novo e seguirmos em frente, mesmo quando não parece possível. É desenhando um caminho de regresso aos que amamos que o amor pode salvar-nos.

Confessional, provocador, comovente, Em tudo havia beleza é uma admirável peça de literatura, em que se entrelaçam destino pessoal e colectivo, romance e autobiografia. Manuel Vilas criou um relato íntimo de perda e vida, de luto e dor, de afecto e pudor, único na sua capacidade de comover o leitor, de fazer da sua história a história de todos nós.

O que diz a imprensa:
«Este é um livro escrito com uma clareza e uma força portentosas. Nenhuma retórica, nenhuma mentira.» El Mundo

«Basta ler a primeira página para perceber que aquele grito de socorro vem do mais fundo de nós. O livro reclama-nos, porque, de certo modo, além de seus protagonistas, somos também seus autores. (…) Descreve com palavras novas, ordenadas de forma insólita, aquilo que tínhamos sido e aquilo de que pretendíamos salvar-nos. E isto através de uma prosa que vai e vem num vaivém hipnótico, que alterna a ferocidade com a piedade, o sim com o não, o agora com o ontem.» Juan José Millás

«É necessária muita precisão para contar estas coisas, é necessário o ácido, a faca afiada, o alfinete que perfura o balão da vaidade. O que fica no final é a limpa emoção da verdade e o desconsolo de todo o que se perdeu.» Antonio Muñoz Molina

«Livro potente, sincero, por vezes descarnado, sobre a perda dos país, sobre a dor das palavras não ditas e sobre a necessidade de amar e ser amado. Além de tudo isto, muito bem escrito.» Fernando Aramburu

Sobre o autor:
Manuel Vilas é um premiado poeta e narrador espanhol nascido na Galiza (Barbastro, 1962). Entre os seus livros de poesía destacam-se El cielo (2000); Resurrección (2005; XV Premio Jaime Gil de Biedma); Calor (2008; VI Premio Fray Luis de León); Gran Vilas (2012; XXXIII Premio Ciudad de Melilla) e El hundimiento (2015; XVII Premio Internacional de Poesía Generación del 27). A sua poesia reunida publicou-se em 2010 com o título Amor, e a antologia Poesía completa saiu em 2016. É autor dos romances España (2008), que foi eleito pela revista literária Quimera como um dos dez romances mais importantes da primeira década do século XXI; Aire Nuestro (2009), distinguido com o Prémio Cálamo; Los inmortales (2012) e El luminoso regalo (2013). Também é autor de livros de contos e crónicas. Além dos prémios citados, venceu o Premio Llanes de literatura de viagens, e o Premio de Las Letras Aragonesas, em 2015. A sua obra poética e narrativa figura nas principais antologias espanholas. Escreve habitualmente na imprensa espanhola. Em tudo havia beleza (publicado em Espanha com o título Ordesa) é o seu mais recente romance e o primeiro a ser publicado em Portugal.


terça-feira, 27 de novembro de 2018

Os cães ladram facas, de Charles Bukowski | A antologia poética de Charles Bukowski que faltava em português

Título: Os Cães Ladram Facas
Autor: Charles Bukowski
Editora: Alfaguara
N.º de Páginas: 380
PVP: 18,90€

«se não rebentar de dentro de ti
a despeito de tudo,
não o faças.»

A antologia poética de Charles Bukowski que faltava em português, uma antologia que recupera a violência graciosa que apenas a poesia consegue concretizar.

Sobre o livro:
«Das muitas histórias de que se compõe a incrível biografia de Bukowski, só dez por cento são mentira, como diria Manoel de Barros. E Bukowski em nada contribuiu para desmistificar algumas delas. Pelo contrário. O que sempre lhe interessou foi o tom, a forma, e não a tão implacável como estéril adequação factual. E quando lemos os livros de Bukowski e a sua biografia nada parece inverosímil ou inadequado. Porque se não aconteceu, podia ter acontecido.» Valério Romão, in prefácio

O legado poético de Charles Bukowski, além de implacável, visceral e transgressor, é, antes do mais, incontornável. Em todos os seus escritos, o génio atormentado e marginal de Henry Charles Bukowski, gerador de alguma da poesia mais marcante da literatura contemporânea, comete a proeza de identificar e isolar pontos de luz indefectíveis nos quotidianos mais negros, nas experiências de vida mais sombrias.

É inegável a sedução que a autenticidade dos seus poemas exerce sobre nós, leitores e espectadores das entranhas de uma vida como ela também pode ser, admiradores da força da vida, da morte, do sexo. Por isso, Charles Bukowski é, também, mais do que um fenómeno. Charles Bukowski é essencial.

Reunida a partir das várias dezenas de livros de poesia daquele que é considerado o poeta americano mais influente e imitado de sempre, esta antologia poética de Charles Bukowski hoje publicada pela Alfaguara foi seleccionada, organizada e prefaciada pelo escritor Valério Romão.

O que diz a imprensa:
«Um agitador profissional... representante da marginalidade de Los Angeles... Bukowski escreve, com uma insistência louca e romântica, que os falhados são menos falsos que os vencedores. E fá-lo com uma intensa compaixão pelas almas perdidas.» Newsweek

«Realismo sem artifícios, do padrinho da literatura marginal.» Uncut

«Ele trazia todos de volta à terra. Até os anjos.» Leonard Cohen

«O que acontece com Bukowski é que, quando lemos o que tem para dizer, ele tem razão.» Sean Penn

«Um laureado da vida marginal americana.»Time

«Bukowski é um daqueles escritores que descobrimos com entusiasmo transgressivo.» The New Yorker

Sobre o autor:
Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinco décadas. Publicou o seu primeiro conto em 1944, com apenas vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia dez anos depois. Morreu em 1994, aos setenta e três anos, pouco tempo depois de completar o seu último romance, Pulp. Viu publicados mais de quarenta e cinco livros de prosa e poesia, nove dos quais publicados pela Alfaguara: Pulp, Hollywood, A mulher mais bonita da cidade, Histórias da loucura normal, Mulheres, O capitão saiu para almoçar e os marinheiros tomaram o navio, A sul de nenhum norte, Factotum e Pão com fiambre. É, ainda hoje, um dos autores americanos contemporâneos mais conhecidos a nível mundial e considerado o poeta americano mais influente e imitado de sempre.



quinta-feira, 8 de novembro de 2018

O regresso de Lucia Berlin com novas histórias dia 12 de Novembro nas livrarias

Título: Anoitecer no Paraíso 
Autor: Lucia Berlin 
Alfaguara
N.º de Páginas: 275
PVP: 18,70€

Depois de Manual para mulheres de limpeza, chegam novas histórias de Lucia Berlin, uma das mais importantes redescobertas literárias dos últimos anos.

Sobre o livro:
Do Texas ao Chile, do México a Nova Iorque, Lucia Berlin vislumbra beleza nos lugares mais sombrios e pressente escuridão quando tudo parece ser cristalino.
Há um par de anos, o panorama literário mundial foi sacudido por uma colectânea de contos de uma escritora desaparecida e quase esquecida. Era Manual para mulheres de limpeza. A autora, Lucia Berlin, conquistou então o lugar que justamente lhe deveria ter pertencido antes: colocando-se entre os favoritos da crítica e dos leitores e ganhando comparações a Raymond Carver, Alice Munro, Anton Chekhov, Charles Bukowski.

A singular capacidade de Berlin para representar a beleza e a dor da rotina e da vida, a sua desarmante honestidade, o seu irresistível magnetismo, a sua subtil mas inquietante melancolia, as suas personagens tão próximas da vida. Tudo isto se encontra com grande intensidade em Anoitecer no paraíso, uma colectânea que é um deleite para os todos os leitores que se apaixonaram por Lucia Berlin ou um convite aos que ainda não o fizeram.

Volume indispensável da obra de Lucia Berlin, Anoitecer no paraíso foi preparado pelo filho da autora, e está recheado de pequenos tesouros da literatura, inéditos em português.

O que diz a imprensa:
«Nenhum autor desaparecido ganha tanta vida na página como Berlin: divertida, negra, e tão apaixonada pelo mundo.» Kirkus Reviews

«Lucia Berlin ergueu-se com este livro ao Olimpo das letras americanas. (...) Para Lucia Berlin, a vida é como é, e ela conta-a com crueza e nitidez, com observações atentas, inusitadas, minúcias que não se inventam, e uma linguagem conversada, inesperada, natural.» Pedro Mexia, Expresso

«As histórias de Lucia Berlin fazem-nos ficar maravilhados perante as contingências da nossa existência.» The New York Times

«Uma força literária única e avassaladora.» Booklist

«Lucia Berlin pode ser a melhor escritora de sempre.» Publishers Weekly

Sobre a autora:
Lucia Berlin nasceu em 1936, no Alasca. Publicou os seus primeiros contos aos 24 anos em várias publicações, incluindo The Noble Savage, revista literária dirigida pelo escritor Saul Bellow. Escreveu de forma esporádica até à década de oitenta, altura em que decidiu publicar o primeiro livro de contos, Angels Laundromat. As suas histórias estão intimamente ligadas às suas próprias recordações: a infância em comunidades mineiras do interior do continente americano, a adolescência sofisticada em Santiago do Chile, a mudança constante de casa, os três casamentos falhados, o alcoolismo, ou os variadíssimos empregos que teve para criar os quatro filhos: enfermeira, telefonista, mulher de limpeza e professora de escrita criativa. Na década de 90, foi promovida a professora associada da Universidade de Colorado Boulder.

Morreu em 2004 no dia do seu aniversário, na Califórnia, para onde se mudara poucos anos antes para viver perto dos filhos. Ao longo da vida, Lucia Berlin publicou seis livros de contos. Na Alfaguara estão publicados Manual para mulheres de limpeza (2016) e Anoitecer no Paraíso (2018).
www.luciaberlin.com 




quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Novo livro de Javier Marías, Berta Isla, já está nas livrarias

Título: Berta Isla 
Autor:
Javier Marías
Alfaguara
N.º de Páginas: 308
PVP: 23,50€
PRÉMIO NACIONAL DA CRÍTICA

MELHOR LIVRO DO ANO (EL PAÍS)

«Qualquer país gostaria de ter o seu Javier Marías.» António Lobo Antunes

Sobre o livro:
Berta Isla é a história de uma mulher que espera e se transforma.

A história de um amor imperfeito, como o são todos.

Berta Isla e Tomás Nevinson conheceram-se muito jovens, em Madrid, e rapidamente decidiram passar o resto da vida juntos. Não podiam adivinhar, enquanto estudantes no dealbar da idade adulta, que o futuro lhes reservava uma convivência intermitente, pontuada por um desaparecimento.

Berta casou com Tomás pensando que o conhecia desde sempre, convencida de ter encontrado o seu destino. Mas, na realidade, não sabia nada verdadeiramente importante sobre ele. Tomás escondia-lhe algo que não podia partilhar com ninguém, nem mesmo com ela. No tempo em que fora estudante em Oxford, um acidente num “dia estúpido” mudou tudo e condicionou a sua vida para sempre, e a de Berta também.

Berta Isla é a história de um homem que quer intervir na História, acabando desterrado do mundo. É a história de uma mulher que espera por uma vida completa e, nessa espera, se transforma. É sobretudo uma história da fragilidade e tenacidade de uma relação condenada ao segredo, ao fingimento, ao desencontro; uma história de amor em que lealdade e ressentimento se entrelaçam.

O que diz a imprensa:
«Um extraordinário narrador, um dos grandes, no sentido mais absoluto. Berta Isla é uma obra-prima. Marías é um mestre na arte de misturar quotidiano e paixão, mistério e banalidade, segredo e insinuação. Um dos seus grandes temas é o casamento, território em que se encontram e entrecruzam o amor e o desamor, a proximidade e a ausência, o segredo e a entrega.» Claudio Magris, El Mundo

«Um romance maravilhoso. [...] Berta Isla recorda-nos por que razão a ficção, nas mãos dos seus melhores artesãos, continua a ser a única forma de nos conhecermos cabalmente.» Juan Gabriel Vásquez, Babelia, El País

«Marías reinventou de forma extraordinária a sua própria obra, alcançando uma precisão, uma emoção, um mistério que raramente se encontram na literatura dos seus contemporâneos. Um romance soberbo.» Fernando R. Lafuente, ABC Cultural

«Marías construiu uma obra-prima.» José María Pozuelo Yvancos, ABC Cultural

«Penso que Berta Isla é um dos melhores - talvez o melhor - romances de Marías. [...] Admiro a sua capacidade para sondar os mais recônditos recantos da alma humana.» Julia Navarro, ABC Cultural

«Berta Isla é um dos romances mais complexos e atrevidos romances do autor e, sem dúvida, o mais inquietante e desolado.» José-Carlos Mainer, Babelia, El País

«A autenticidade, aliada ao talento narrativo, é uma das grandes virtudes de Marías. Berta Isla é disso um exemplo magnífico.» J. A. Masoliver Ródenas, La Vanguardia

«O que cabe em Berta Isla somos nós. Aquilo que nos move e que nos dói. O que não sabemos, mas suspeitamos.» Antonio Lucas, El Mundo

«Javier Marías criou um romance excepcional. Instalado numa altíssima categoria de qualidade literária, o talento do escritor não esmorece nem se conforma com os caminhos já explorados.» Domingo Ródenas, El Periódico

Sobre o autor:
Javier Marías nasceu em Madrid, em 1951. É um dos mais destacados escritores espanhóis da actualidade. É autor, entre outros romances, livros de contos e de ensaio, de vários romances publicados em Portugal pela Alfaguara: Assim começa o mal, Os enamoramentos (Prémio Giuseppe Tomasi di Lampedusa, Prémio Qué Leer), Coração tão branco (Prémio da Crítica em Espanha, Prix l'Oeil et la Lettre, IMPAC Dublin Literary Award), Amanhã na batalha pensa em mim (Prémio Fastenrath, Prémio Rómulo Gallegos, Prix Fémina Étranger), além da trilogia O teu rosto amanhã.

Berta Isla venceu o Prémio Nacional da Crítica, em Espanha, e foi seleccionado pelo jornal El País como o melhor livro do ano.

Pelo conjunto da sua obra recebeu vários prémios: Em 1997 recebeu o Prémio Nelly Sachs, em Dortmund; em 1998, o Prémio Comunidad de Madrid; em 2000, os prémios Grinzane Cavour, em Turim, e Alberto Moravia, em Roma; em 2008, os prémios Alessio, em Turim, e José Donoso, no Chile; e, em 2011, o Prémio Nonino, em Udine, e o Prémio Literário Europeu. Entre as traduções de sua autoria, destaca-se a de Tristram Shandy. Foi professor na Universidade de Oxford e na Universidade Complutense de Madrid.A sua obra encontra-se publicada em quarenta idiomas e cinquenta países, com oito milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.

É membro da Real Academia Espanhola.



quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Finalmente em Portugal, a obra de JAMES BALDWIN, nome maior da literatura americana e do movimento dos direitos civis


Título: Se esta rua falasse
Autor: James Baldwin
Editora: Alfaguara
N.º de Páginas: 208 
PVP: 16,90 €

Finalmente em Portugal, a obra de JAMES BALDWIN, nome maior da literatura americana e do movimento dos direitos civis

* «Um dos melhores livros de Baldwin – talvez o melhor de todos.» The Philadelphia Inquirer

** «Uma história comovente, dolorosa, tão vividamente humana e tão fiel à realidade que a lemos como uma história intemporal.» Joyce Carol Oates, The New York Times

** «Se Van Gogh era o artista-santo do século dezanove, James Baldwin é o artista-santo do século vinte.» Michael Ondaatje

** «Uma obra importantíssima na literatura negra Americana… É o melhor romance de Baldwin, até os seus leitores mais fiéis ficarão rendidos.» The New Republic

Sobre o livro:
«Se esta rua falasse, esta seria a história que contaria: Tish, 19 anos, apaixona-se por Fonny, que conhece desde criança. Fazem juras de amor e conjuram sonhos para a vida a dois. Mas Fonny é atirado para a prisão, falsamente acusado de um crime horrível. Quando Tish descobre que está grávida de Fonny, as duas famílias lutam por encontrar provas que ilibem o rapaz do crime que não cometeu. Separados por uma fria parede de vidro, Tish e Fonny esperam e desesperam, transportados dia após dia após dia por um amor que procura transcender a desesperança, a injustiça, o racismo, o ódio. Entre o pulsante bairro de Harlem, onde Fonny sonha tornar-se escultor, e a ilha de Porto Rico, onde talvez se encontre a prova da sua inocência, desenrola-se uma corrida contra o tempo, pautada pelo crescimento da barriga de Tish.

Sensual, violento e profundamente comovente, este romance é uma bela canção de blues, de toada doce-amarga, com notas de raiva e ainda assim cheia de esperança.

Publicado pela primeira vez em 1974, Se esta rua falasse é o quinto romance de James Baldwin, um dos nomes maiores da literatura americana do século XX e uma das vozes mais influentes do activismo pelos direitos civis. Um romance-manifesto contra a injustiça da justiça e uma história de amor intemporal, é hoje tão pertinente e tão comovente quanto no dia da sua publicação.

Sobre o autor:
James Baldwin nasceu em Nova Iorque em 1924, no bairro de Harlem, onde cresceu e estudou. Partiu para França em 1948, fugindo ao racismo e homofobia do seu país de nascimento. Em 1953 publicou o primeiro romance, Go tell it on the mountain (Alfaguara, 2019), que foi recebido com excelentes críticas. Entre as suas obras mais importantes encontram-se Giovanni’s Room, The fire next time, Going to meet the man, Notes of a native son e Another country. Destacou-se desde cedo como romancista, ensaísta, poeta e dramaturgo, mas a par disso notabilizou-se como uma das vozes mais influentes do movimento de direitos civis. Foi o primeiro artista afro-americano a aparecer na capa da revista Time. Em 2017, trinta anos após a sua morte, voltou ao palco graças a um documentário baseado na sua obra: I am not your negro.


sexta-feira, 20 de julho de 2018

Já está nas livrarias o primeiro livro, publicado em Portugal, de Carmen Maria Machado

Título: CORPO DELA E OUTRAS PARTES
Autor: Carmen Maria Machado 
Alfaguara
N.º de Páginas: 288
PVP: 18,90€

«Nestas páginas, carregadas de um feminismo musculado, o corpo da mulher está envolto em sexo, poder, prazer e dor. Machado cria uma alquimia feroz.» The Boston Globe
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«Carmen Maria Machado usa uma lente vívida e original para mostrar a luta das mulheres por um lugar. Surpreendente!» The New Yorker
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«Um talento extraordinário que capta uma verdade vital mas até agora pouco falada sobre as mulheres.» Los Angeles Times
**
FINALISTA DO NATIONAL BOOK AWARD 2017 FICÇÃO
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VENCEDOR:
Bard Fiction Prize / John Leonard Prize / Crawford Award / ABA's Indies Choice Book Awards / Shirley Jackson Award / Lambda Literary Award for Lesbian Fiction / Bisexual Book Award for Fiction
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UM DOS MELHORES LIVROS DO ANO 2017: Barnes & Noble * Book Riot * Boston Globe * Chicago Review of Books * Elle * Huffington Post * Kirkus Reviews * Library Journal * Los Angeles Times * New York Times * Paris Review * Publishers Weekly * Washington Post * Esquire

Sobre o livro:
«As mulheres reais têm corpo.»

Uma mulher recusa deixar o marido tirar-lhe o misterioso laço verde que ela traz ao pescoço, é um pedaço sagrado, inviolável, de si e ninguém pode tocar-lhe. Outra mulher, isolada numa ilha enquanto uma praga aniquiladora se espalha pela Terra, lista os seus encontros sexuais ao longo da vida, tentando identificar aquele que a condenou. Há ainda uma outra epidemia que torna invisíveis algumas mulheres (sobretudo as jovens e bonitas), que depois reaparecem numa loja de vestidos num centro comercial, assombrando a empregada de balcão.

As narrativas destas páginas misturam géneros, combinam realidade e cultura popular com mito, folclore e fábula, e assim desafiam fronteiras, questionam o género como identidade, e pelo caminho contribuem para mapear a vida das mulheres, a sua força e vulnerabilidade, os seus apetites e compulsões, as suas transgressões e agressões.

Histórias terrenas e surreais, excêntricas e sensuais, alegres e cáusticas, cómicas e profundamente sérias, em que o corpo pode ser inconsequente, os humanos podem ser monstros, e a raiva pode ser erótica. O corpo dela e outras partes é uma visão simultaneamente sombria e luminosa, simples e extravagante, sobre o mundo no feminino, estendendo ao leitor um espelho ligeiramente distorcido do mundo que conhecemos e um convite a repensarmos as escolhas e relações que nos definem.

O que diz a imprensa:
«Uma peça de ficção do outro mundo, coberta de lantejoulas e escamas…» New York Times

«Machado usa uma lente vívida e original para mostrar a luta das mulheres por um lugar. Surpreendente!» The New Yorker

«Um talento extraordinário que capta uma verdade vital mas até agora pouco falada sobre as mulheres.» Los Angeles Times

«Nestas páginas, carregadas de um feminismo musculado, o corpo da mulher está envolto em sexo, poder, prazer e dor. Machado cria uma alquimia feroz.» The Boston Globe

«Brilhante e inquietante… Machado está ao nível de Shirley Jackson e Margaret Atwood, e emprega todos os seus incríveis talentos para construir estas histórias sobre o tecido de que é feita a vida das mulheres.» Financial Times

«A fibra de Machado brilha nestas histórias que nunca são o que parecem e se revelam muito difíceis de esquecer.» Independent

«Simultaneamente excitantes e assustadoras, estas histórias abalam e encantam.» Chicago Tribune

«Machado esquece os tabus e trata a sexualidade das mulheres com lirismo e franqueza… Estas histórias são profundamente feministas, mas não de forma dogmática, revelando os momentos em que começamos a temer os nossos desejos e a desejar o que mais tememos.» Slate

«Nestas páginas está uma belíssima reflexão sobre o mundo em que vivemos, mas nelas tudo é um pouco mais sombrio, um pouco mais estranho, um pouco mais violento, e um pouco mais mágico do que aquilo a que estamos habituados.» Nylon

«Uma jóia literária e um manual de escrita num só livro. É um livro sem medo, que não será esquecido.» Los Angeles Review of Books

«Machado escreve com fúria e subtileza. Um primeiro livro excepcional, original e comovente.» Kirkus Reviews

«Machado cria mundos assustadores e diferentes, que espelham o nosso mundo, conseguindo com isso desafiar e comover o leitor.» Publishers Weekly

«A escrita é lírica, a narração é directa e refrescante, e o sexo abunda. Um livro que nos leva a repensar as escolhas e relações da nossa vida.» Booklist

«Uma nova voz literária, altamente recomendada.» Library Journal

Sobre a autora:
Carmen Maria Machado é uma escritora norte-americana. Os seus ensaios, contos e outros textos têm sido publicados em jornais e revistas como The New Yorker, New York Times, Granta, Tin House, VQR, McSweeney’s Quarterly Concern, The Believer, Guernica, entre outros. É Mestre pela prestigiada Iowa Writers’ Workshop. É escritora residente da Universidade da Pensilvânia, e vive em Filadélfia com a mulher. 





sexta-feira, 22 de junho de 2018

Novo livro de Joël Dicker dia 3 de julho nas livrarias

Título: O Desaparecimento de Stephanie Mailer 
Autor: Joël Dicker
Editora: Alfaguara
N.º de Páginas: 672
PVP: 24,50€

Apenas Joël Dicker poderia superar-se a si mesmo, com o thriller mais poderoso dos últimos anos, uma obra que não dá tréguas, tão sofisticada e viciante quanto
A verdade sobre o caso Harry Quebert.

Sobre o livro:
Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia… Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só pára quando encontra o seu corpo em frente à casa do presidente da Câmara. Dentro da casa, toda a família do presidente está morta. A investigação é entregue a Jesse Rosenberg e Derek Scott, dois jovens polícias do estado de Nova Iorque. Ambiciosos e tenazes, conseguem cercar o assassino e são condecorados por isso. Vinte anos mais tarde, na cerimónia de despedida de Rosenberg da Polícia, a jornalista Stephanie Mailer confronta-o com uma revelação inesperada: o assassino não é quem eles pensavam, e a jornalista reclama ter informações-chave para encontrar o verdadeiro culpado. Dias depois, Stephanie desaparece. Assim começa este thriller colossal, de ritmo vertiginoso, entrelaçando tramas, personagens, surpresas e volte-faces, sacudindo o leitor e impelindo-o, sem possibilidade de parar, até ao inesperado e inesquecível desenlace.O que aconteceu a Stephanie Mailer? E o que aconteceu realmente no Verão de 1994?

O que diz a imprensa:
«Stephanie Mailer, tal como Harry Quebert antes dela, mantém-nos agarrados. Felizmente, escrever não é meramente “juntar palavras que formam frases”. Escrever também é construir, e nisso Dicker é excelente.» La Liberté

«Como é o novo Dicker? Podemos responder, sem hesitação: extraordinário!» Le Point

«Cinco temporadas de uma série de televisão viciante num só livro. O desaparecimento de Stephanie Mailer mostra em pleno o talento do escritor: uma teia de intrigas que mantém o leitor preso por um fio.» Le Temps

«O autor redescobre a sua força sedutora: a combinação de eficácia visual à americana com a elegância do detalhe à europeia.» 24 Heures

«Dicker não larga a mão do leitor que, apesar da variedade de personagens, da avalanche de pistas falsas, nunca perde o fio à meada. A cada cinquenta páginas, o leitor pensa ter encontrado o verdadeiro assassino. Mas para isso terá de esperar: o autor é muito hábil e diverte-se como um louco a induzir o leitor em erro.» Le Figaro Littéraire

«Romance após romance, Joël Dicker impõe-se como um mestre de ilusionismo.» Elle

«Preciso, denso, dinâmico, rápido, divertido, atravessado por uma ironia refrescante. Mas a sua maior qualidade, e a sua evolução em relação aos livros anteriores, é que esta complexidade, esta rapidez de acção, não impede o romance de ser comovente e poético ao mesmo tempo. É um livro com alma.» Matin Dimanche

«Enquanto Agatha Christie punha em cena “apenas” dez suspeitos, Joël Dicker joga com dezenas de personagens a um ritmo inacreditável. De tirar o fôlego!» Madame Figaro

«Conhece aquele sentimento terrível de se sentir sozinho depois de acabar um romance incrível? Foi o que me aconteceu com este livro. Joël Dicker vai ainda mais longe do que antes com este livro.» Cosmopolitan

Sobre o autor:
Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985. Estreou-se na literatura com Os últimos dias dos nossos pais (Alfaguara, 2014). Mas foi a publicação do segundo romance que fez dele um fenómeno literário global: A verdade sobre o caso Harry Quebert (Alfaguara, 2013) foi publicado em trinta e três países, vendeu mais de três milhões de exemplares e venceu o prémio de melhor romance da Academia Francesa de Letras, o Prix Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para melhor romance em língua francesa. Seguiu-se, em 2016, O Livro dos Baltimore. O desaparecimento de Stephanie Mailer é o seu quarto romance e confirma a mestria de Dicker no género do mistério literário. www.joeldicker.com





terça-feira, 8 de maio de 2018

O Desaparecimento de Stéphanie Mailer, de Joël Dicker, chega dia 3 de julho

Depois d’A Verdade, O Desaparecimento…

Na noite de 30 de Julho de 1994 a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia… Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher. Só pára quando encontra o seu cadáver em frente à casa do presidente da câmara. Lá dentro, toda a família está morta.

A investigação é entregue a Jesse Rosenberg e Derek Scott, dois jovens polícias do estado de Nova Iorque. Ambiciosos e tenazes, conseguem cercar o assassino e são condecorados por isso.

Vinte anos mais tarde, na cerimónia de despedida de Rosenberg da Polícia, a jornalista Stephanie Mailer confronta-o com o inesperado: o assassino não é quem eles pensam, e a jornalista reclama ter informações-chave para encontrar o verdadeiro culpado.

Dias depois, Stephanie desaparece.

Assim começa este thriller colossal, de ritmo vertiginoso, entrelaçando tramas, personagens, surpresas e volte-faces, sacudindo o leitor e empurrando-o sem travão possível até ao inesperado e inesquecível desenlace.

O que aconteceu a Stephanie Mailer?

E, sobretudo, o que aconteceu realmente no Verão de 1994?

O thriller mais poderoso dos últimos anos, uma obra que não dá tréguas, tão sofisticada e viciante quanto A verdade sobre o caso Harry Quebert.

Sobre o autor:

Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985.
O Livro dos Baltimore é o terceiro romance do aclamado autor de A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert e Os Últimos Dias dos Nossos Pais, ambos publicados pela Alfaguara em Portugal. Com mais de 3 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, o seu segundo romance, A Verdade Sobre o Caso Harry Quebertarrecadou, entre outros, o reconhecido Prémio da Academia Francesa, assim como o Prémio Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para melhor romance em língua francesa.
Descubra mais sobre o autor e sobre a sua obra em www.joeldicker.com



domingo, 22 de abril de 2018

No Jardim do Ogre, de Leila Slimani, chega em Maio. Autora em Portugal dias 31 de Maio e 1 de Junho

Título: No Jardim do Ogre (nas livrarias a 2 DE MAIO)
Autor: 
Leila Slimani
Alfaguara
N.º de Páginas: 184
PVP 16,50€

O primeiro romance de Leila Slimani, que chega agora a Portugal pela mão da Alfaguara, não hesita em aventurar-se no mundo do sexo obscuro, violento e complexo. Uma mulher viciada em sexo que acabará por sofrer as consequências da sua vida dupla. Um romance inquietante, perturbante, sobre a liberdade sexual.

Prémio Literário de La Mamounia 2015

O primeiro romance da autora-sensação da literatura francesa, vencedora do Prémio Goncourt com Canção Doce

A MADAME BOVARY DO SÉCULO XXI

O primeiro romance escrito pela autora franco-marroquina, que se aventura pelos caminhos obscuros, violentos e complexos de uma viciada do sexo.

Sobre o livro:
Adèle tem tudo para ser feliz. Mas falta-lhe tudo.

É jovem, atraente, trabalha como jornalista, é casada com um médico de sucesso que a adora, tem um filho pequeno, vive num bonito bairro de Paris.

Mas nada a satisfaz.

Vive sem prazer, numa solidão extrema. Dentro dela, um fogo consome-a vorazmente, sem piedade: um desejo insaciável, uma necessidade imparável de somar conquistas e amantes. Adèle só existe no desejo dos outros, vive para ser observada, cobiçada, possuída. Nunca quis ser outra coisa senão “uma boneca no jardim de um ogre”.

Vive uma vida dupla, no mais íntimo sentido da palavra. O risco é o seu impulso, o silêncio o seu cúmplice. Mas o segredo tem os dias contados. E as consequências serão implacáveis.

No jardim do ogre é a história de um corpo escravo das suas pulsões. Um romance de traições, mentiras e desilusões. Mas é, ainda assim e sobretudo, um romance de amor.

O que diz a imprensa:
«Leila Slimani é extraordinária a escrever sobre o corpo das mulheres.» The New Yorker

«Obscuro, fulgurante, vital. (…) Um romance que abala, agarra, desequilibra e fascina.» Marie Claire

«Uma entrada ousada e notável na literatura.» Élisabeth Philippe, Vanity Fair

«Impossível de largar: tem sexo, é cru, é frio, é violento.» Libération

«Um retrato simultaneamente cru e poético de uma mulher em busca do absoluto. Mergulha-nos, de forma intrigante, numa relação e leva-nos a descobrir os limites do amor.» Delphine Bouillo, Page

«É impossível não ser conquistado pela frontalidade com que Leila Slimani descreve a vida sexual da sua heroína. Algumas páginas, muito cruas, revelam uma inegável força literária, com palavras que magoam como um chicote.» Baptiste Liger, Lire

«Um romance de uma perfeita justiça, de uma sensibilidade rara.» Said Mahrane, Le Point

«Somos abalados e saímos comovidos, tocados pela história desta mulher.» Nicolas Blondeau, Le Progrès

«Os prazeres da carne nunca pareceram tão sórdidos como neste romance, exame clínico da ninfomania.» Lemenager Gregoire, Le Nouvel Observateur

Sobre a autora:
Leila Slimani nasceu em 1981, em Rabat, Marrocos, numa família de expressão francófona. Aos 17 anos partiu para Paris, onde estudou Ciências Políticas. Antes de se dedicar à escrita, trabalhou como jornalista. Pulicou o primeiro romance, No jardim do ogre, em 2014 e obteve imediato reconhecimento da crítica e dos leitores, conquistando também o Prémio Mamounia.
Canção doce, o seu segundo romance, reconfirmou o seu papel no panorama literário francês e valeu-lhe a atribuição do prestigiado Prémio Goncourt, o mais importante prémio literário francês.


segunda-feira, 9 de abril de 2018

Tu Não és Como as Outras Mães, de Angelika Schrobsdorff, um livro sobre uma mulher que ousou quebrar regras no tempo do nacional-socialismo

Título: Tu Não És Como as Outras Mães (nas livrarias a 17 de Abril)
Autor: Angelika Schrobsdorff
Editora: Alfaguara
N.º de Páginas: 568
PVP: 24,50€

Dia 2 de Maio, chega às livrarias o romance biográfico TU NÃO ÉS COMO AS OUTRAS MÃES, de Angelika Schrobsdorff. A autora escreve sobre a sua mãe, uma mulher que ousou viver a sua vida de uma forma livre e independente, colocando em causa os paradigmas de uma educação burguesa, numa Europa onde ascendia o nacional-socialismo.

«A autora deste livro não poderia dar-lhe um título melhor. E pode-se acrescentar: você, leitor, leitora, nunca leu um livro como este. É um livro fascinante, avassalador, único.» Andrés Trapiello, El País
Prémio Livro do Ano (Grémio dos Livreiros de Madrid)

Sobre o livro:
Enquanto jovem mulher, Else, uma menina mimada da burguesia de Berlim, fez duas promessas a si mesma: viver a vida intensamente e ter um filho de todos os homens que amasse.

Tu não és como as outras mães é a história real dessa vida intensa, extravagante, inconformista que foi a de Else Kirschner, uma mulher verdadeiramente livre, e uma mãe diferente de todas as outras. Nascida na conservadora burguesia judia de Berlim, Else estava prometida para casar com um bom partido. Mas os encantos de um artista cristão - «o maior amor e pior partido da sua vida» - foram o trampolim que procurava para renunciar ao conforto da casa paterna e ser dona do seu destino num mundo cheio de promessa.

Corriam os loucos anos vinte, dias efervescentes numa Berlim que parecia a capital do mundo, um tempo irrepetível de cultura, esplendor e liberdade. Else vivia no centro dessa boémia, incapaz de suspeitar que uma ameaça arrepiante cercava inexoravelmente a sua família. Quando as sombras do Nacional Socialismo tingiram a Europa de negro, Else, judia, teve de fugir com a família da cidade que tanto amava. No exílio, na Bulgária, tudo é miserável, tudo é muito pouco quando comparado com a primeira vida. Nessa segunda vida, Else arrepender-se-á de não ter protegido a família da calamidade, que se revela trágica para alguns.

Esta é a história de uma vida maior que a vida, um retalho de História extraordinário. Quem nos conta a história é Angelika Schrobsdorff, importante escritora de origem alemã. Era filha de Else e demorou quinze anos a pôr no papel a história da mãe, sem sentimentalismo mas com o amor e a admiração inevitáveis, criando um pedaço de grande literatura, um clássico do nosso tempo.

O que diz a imprensa:
«Um romance tremendamente importante, necessário e significativo.» Johannes Mario Simmel, Frankfurter Allgemeine Zeitung

«Terminada a leitura, sentimos que avançámos quilómetros no conhecimento da História e da alma humana, como acontece na boa literatura.» Isabel Verdú, Heraldo de Aragón

«Um retrato complexo, subtil, doloroso, mas tão comovente como as primeiras linhas que, no Dia da Mãe, um filho dedica à sua mãe numa folhinha pautada.» Luis Alemany, El Mundo

«As observações sinceras e inteligentes de Schrobsdorff criam um retrato compassivo, mas nada sentimentalista, de uma mãe que, trágica e gloriosamente, não era como as outras mães.» Publishers Weekly

«Um romance magnífico e torrencial.» Iñaki Ezkerra, El Correo

«Um soberbo romance expressionista, que parece clássico mas não é. Tal como não o são as partituras de Mozart.» Robert Saladrigas, La Vanguardia

«Um documento comovente sobre a Berlim de entre guerras que merece o enorme êxito que teve.» Le Nouvel Observateur

«A literatura alemã tem na escritora Angelika Schrobsdorff uma das suas mais brilhantes representantes, possivelmente a mais interessante de todos neste momento, sobretudo pelo carácter extremamente pessoal dos seus livros, em especial este Tu não és como as outras mães.» Antonio Bordón, La Provincia

Sobre a autora:
Angelika Schrobsdorff nasceu em Freiburg, na Alemanha, em 1927. Emigrou para a Bulgária em 1939 com a mãe e regressou à Alemanha em 1947, terminada a Segunda Guerra Mundial. Casou-se, em 1971, com o cineasta francês Claude Lanzmann, realizador do célebre documentário Shoah, com quem se mudou para Israel em 1983, depois de uma década a viver entre Paris e Munique. Viveu em Israel até 2006. Morreu em 2016, em Berlim, meses antes de cumprir noventa anos.

Converteu-se numa figura mítica na Alemanha, sobretudo graças ao romance autobiográfico que temos nas mãos, mas também graças à publicação do seu primeiro romance – Die Herren – que causou um escândalo na Alemanha e a celebrizou de imediato. É autora de dez romances e dois livros de contos que marcaram a história do romance da segunda metade do século XX.

Tu não és como as outras mães teve uma forte repercussão na Alemanha, conquistando mais de 500 mil leitores e inspirando um filme. Em Espanha arrebatou a crítica e os leitores e arrecadou o prémio de melhor livro do ano atribuído pelos livreiros de Madrid.




segunda-feira, 16 de maio de 2016

O Livro dos Baltimore é o novo livro de Joël Dicker

Título: O Livro dos Baltimore
Autor: Joël Dicker
Editor: Alfaguara 
Páginas: 552
PVP: 21,90€

Descubra o que aconteceu a Marcus Goldman antes d' A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert

Depois de conquistar 3 milhões de leitores em todo o mundo, Joël Dicker e Marcus Goldman estão de volta, na prequela d' A Verdade sobre o Caso Harry Quebert.

Sobre o livro:
Se encontrar este livro, por favor leia-o. Queria que alguém conhecesse a história dos Goldman de Baltimore.

Até ao dia do Drama, existiam dois ramos da família Goldman: os de Baltimore e os de Montclair. O ramo de Baltimore, próspero e bafejado pela sorte, mora numa luxuosa mansão. Encarna a imagem da elite americana, abastada e influente, que vive nos bairros exclusivos, passa férias nos Hamptons e frequenta colégios privados.. Já os Goldman de Montclair são uma típica família de classe média e vivem numa casa banal em Nova Jérsia. É a esta família modesta que pertence Marcus Goldman, autor do romance A Verdade sobre o Caso Harry Quebert. mas era à família feliz e privilegiada de Baltimore que Marcus secretamente desejava pertencer. Mas tudo isto se transforma com o Drama. 
Oito anos depois do dia que tudo mudou, é a história da sua família que Marcus Goldman decide investigar. Movido pelas memórias felizes dos tempos áureos de Baltimore, procura descobrir o que se passou no dia do Drama, que mudaria para sempre o destino da família. 
O que aconteceu realmente aos Goldman de Baltimore?

O que diz a imprensa:
«O novo golpe de mestre de Joël Dicker. Dicker consegue fazer-nos desfrutar de uma leitura como ninguém.» Culturebox
«Neste retrato de família adivinhamos a verde de Woody Allen, que já se perfilava n' A Verdade sobre o Caso Harry Quebert.» Le Temps
«Dicker aplica a mesma excelência mecânica - o mecanismo de relojoaria, uma vez que é suíço -, com os iscos de um romancista, para manter o suspense.» Leer
«Uma vez mais, Dicker demonstra o seu talento para prender o leitor.» RTL
«Dicker confirma o seu talento e regressa com um romance cativante e inteligente.» Tribune de Genève
«Dicker conseguiu encaixar na perfeição todas as peças do puzzle. Prende, tem ritmo e está muito bem construído.» Metrotime
«O Livro dos Baltimore tem a dose perfeita de suspense, que prende e surpreende o leitor a cada página.» Info-Culture
«Presos pelas inúmeras reviravoltas, deixamo-nos enredar numa teia complexa onde a emoção é ainda maior do que no livro anterior.» Télé Loisirs

O que disse a crítica portuguesa:
«Desde Stieg Larsson que não se via uma loucura assim. De repente, um thriller deixa as pessoas acordadas toda a noite.» Expresso
«Um thriller viciante. Puro entretenimento. Um livro capaz de destronar, com todo o mérito, os últimos grandes bestsellers.» Público
«Absolutamente imperdível.» Diário Digital 

Sobre o autor:
Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985. 
O Livro dos Baltimore é o terceiro romance do aclamado autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert e Os Últimos Dias dos Nossos Pais, ambos publicados pela Alfaguara em Portugal. 
Com mais de 3 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, o seu segundo romance, A verdade sobre o caso Harry Quebert arrecadou, entre outros, o reconhecido Prémio da Academia Francesa, assim como o Prémio Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para Melhor Romance em língua francesa.
Descubra mais sobre o autor e sobre a sua obra em www.joeldicker.com

O autor estará em Lisboa:
Para autógrafos na Feira do Livro, no dia 29 de maio, às 17h
Para o Lançamento d' O Livro dos Baltimore, na Fnac Colombo, dia 30, 18h30. 

 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Alfaguara lança no mercado edição limitada de livros de bolso com capa dura


A Alfaguara, chancela do Penguin Random House Grupo Editorial, lança no mercado três dos seus títulos numa edição limitada de livros de bolso com capa dura. 


Título: Os Enamoramentos

Edição Especial
Autor: Javier Marías
Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 384
Editor: Alfaguara Portugal
PVP: 12,50€

Sinopse:
Os Enamoramentos foi eleito o melhor livro do ano pela imprensa literária espanhola, no mesmo ano em que Javier Marías recebeu o Prémio Literário Europeu, pelo conjunto da sua obra.
Edição Premium, de capa dura e com sobrecapa, a um preço Especial.


Título: Jesus Cristo Bebia Cerveja
Edição Especial
Autor: Afonso Cruz
Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 252
Editor: Alfaguara Portugal
PVP: 10,50€

Sinopse:
Uma história comovente e irónica sobre a capacidade de transformação do ser humano e sobre as coisas fundamentais da vida: o amor, o sacrifício, e a cerveja.
Edição Premium, de capa dura e com sobrecapa, a um preço Especial.





Título: A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert
Edição Premium
Autor: Joël Dicker
Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 696
Editor: Alfaguara Portugal
PVP: 12,50€

Sinopse:
Livro fenómeno mundial agora em edição de luxo com preço premium.
Nola Kellergan, uma jovem de 15 anos, desaparece misteriosamente. Harry Quebert, um dos escritores mais respeitados do país, é preso e acusado de assassinar Nola. Convencido da inocência de Harry, Marcus abandona tudo e parte para conduzir a sua própria investigação. Quem matou Nola Kellergan?






segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Alfaguara publica Sonhos de Bunker Hill de John Fante

Título: Sonhos de Bunker Hill
Autor:
John Fante
N.º de Páginas: 180
PVP: 17,30€

Na Los Angeles de 1934, frenética e explosiva, Arturo Bandini, o jovem aspirante a escritor em busca de fama que conhecemos em Estrada para Los Angeles, continua a sua saga. Aos 21 anos, com os bolsos vazios e a alma carregada de sonhos ingénuos, Bandini tenta ganhar a vida como empregado de mesa no bairro de Bunker Hill, apinhado de imigrantes, bandidos e sonhadores.
Com genuína compaixão e admirável engenho, vai desfiando as histórias absurdas das personagens que o acompanham e que irão ser determinantes para que o nosso herói encontre finalmente aquilo que o trouxe à cidade de todas as promessas: uma voz.

Será essa descoberta que o levará a Hollywood e, por fim, à tão almejada fama e fortuna. Mas conseguirá Bandini encontrar as respostas para as inquietações que o perseguem?

Sonhos de Bunker Hill é o quarto e último romance da famosa Saga de Arturo Bandini, um dos heróis mais autobiográficos da tradição literária. Ditado à mulher depois de ter cegado devido à diabetes, foi publicado em 1982, um ano antes da morte do autor.

Fante é considerado um dos autores mais importantes da literatura americana do século XX e o mais emblemático dos romancistas de Los Angeles, tendo ficado conhecido do grande público pela mão de Charles Bukowski, que via nele o seu principal mentor.

Sobre o autor:
John Fante nasceu em 1909, em Denver, Estado do Colorado. Começou a escrever em 1929 e viu o seu primeiro conto publicado em 1932. Em 1938, publicou A Primavera há-de chegar, Bandini, o primeiro romance da saga de Arturo Bandini, que inclui ainda Estrada para Los Angeles, Pergunta ao pó e Sonhos de Bunker Hill. Atingido pela diabetes em 1955, a doença levou-o à cegueira em 1978 e à amputação de ambas as pernas dois anos mais tarde. Não obstante, o sempre prolífico escritor continuou a escrever, ditando os seus textos à mulher. Sonhos de Bunker Hill, o último volume da saga de Arturo Bandini, foi terminado desta forma, em 1982. Morreu em 1983, aos 74 anos. Apesar de não ter conquistado reconhecimento em vida, é hoje visto como um dos grandes autores da sua geração, notabilizado por ter sido mentor de Charles Bukowski.

Fante era o meu deus. E eu sabia que os deuses não deviam ser importunados — não podíamos simplesmente bater-lhes à porta.» Charles Bukowski



quarta-feira, 23 de julho de 2014

Quatro Amigos (Alfaguara), de David Trueba, já nas livrarias

Título: Quatro Amigos
Autor: David Trueba
N.º de Páginas: 336
PVP: 17,00€

Quatro amigos, decididos a queimar os últimos cartuchos de uma juventude que terminou, deixam para trás os seus trabalhos, famílias e problemas e improvisam uma viagem de férias por Espanha, sem destino. Em Madrid, deixam frustrações e amarguras e partem juntos rumo a uma liberdade e a uma juventude perdidas, aos excessos adolescentes de álcool e mulheres.

E é assim que Solo, Blas, Raúl e Claudio vão descobrir que tudo tem um fim, que o passado passa sempre factura e que as gargalhadas desbragadas escondem, por vezes, tristezas profundas. Entre confissões, acusações e traições, os quatro amigos vão descobrindo a verdade sobre cada um, e é uma história de amor mal resolvida que dá o mote para uma outra viagem, interior, de encontro a uma lição de vida que a todos servirá: o importante é viver da melhor maneira possível. Quatro Amigos é o relato agridoce do final de uma era, de uma idade. David Trueba recupera, neste segundo romance, os temas e o tom que o caracterizam: as frustrações de uma geração e as amarguras do crescimento num tom contrastante entre a comédia e o romantismo, a ternura e o rancor. Um talento narrativo sem rival na nova literatura espanhola.

Sobre o autor:
David Trueba nasceu em Madrid em 1969. Trabalhou para a imprensa, rádio e televisão, onde co-realizou El peor programa de la semana. Escreveu argumentos cinematográficos, entre os quais se incluem Amo tu cama rica, Los peores años de nuestra vida, Two much e La niña de tus ojos. Estreou-se como realizador com La buena vida. Seguiram-se Obra maestra, Soldados de Salamina, Bienvenido a casa e La silla de Fernando. Vivir es fácil com los ojos cerrados (2013) valeu-lhe um dos famosos prémios Goya em 2014, na categoria de Melhor Guião Original. É autor das obras Saber perder (Alfaguara, 2009) e Aberto toda a noite (Alfaguara, 2012). Quatro amigos é o seu segundo romance, agora publicado pela Alfaguara.





quarta-feira, 21 de maio de 2014

Chega hoje às livrarias o novo livro infantil de David Machado "Acho que posso ajudar"

Título: Acho que posso ajudar
Autor: David Machado
Ilustradora: Mafalda Milhões

O esperado regresso de David Machado aos livros infantis

Vencedor do Prémio Branquinho da Fonseca, David Machado é um dos mais estimados e bem sucedidos autores de livros infantis. Neste livro, une o seu talento para imaginar histórias às belíssimas ilustrações de Mafalda Milhões, outra especialista em tudo o que diz respeito a livros para os mais novos.

ATENÇÃO: Dentro deste livro, há ratos, gatos, monstros, bruxas, corujas, palhaços com alergias, moleiros sem farinha, uma avó bem penteada, balões, estrelas, muita ventania e uma grande vontade de ajudar!

No interior também se encontra um livro de escrever e pintar, uma ferramenta que irá despertar os talentos de jovens ilustradores e escritores.

«Quem assim escreve e desenha um livro infanto-juvenil mostra como soube guardar no espírito as suas próprias infância e juventude. (…) À fantasia e traquinice dos verdes anos juntaram a maturidade e o talento para dar corpo a este livro — que também os “coroas” gostarão de saborear.» Mário Zambujal

«Uma história sábia e humilde, contada com humor, que nos faz voar como o vento até às estrelas. Acho que posso ajudar é um livro de esperança por um mundo melhor.» André Letria

«Este é um livro que acho que pode ajudar: a ter noites iluminadas com tinta azul-clara, a desatar balões que se prendem nas nuvens, a reaprender a ter medo de monstros, entre outras coisas maravilhosas; e, com muito humor, imaginação e beleza (numa história em que os vampiros não fazem falta), devolver-nos, a grandes e pequenos, bondade e poesia no quotidiano.» Afonso Cruz

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Sobre o autor:
David Machado nasceu em Lisboa em 1978. É o autor dos contos infantis A Noite dos Animais Inventados (Prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso), Os Quatro Comandantes da Cama Voadora, Um Homem Verde Num Buraco Muito Fundo, O Tubarão na Banheira (Prémio Autor SPA/RTP 2010 de Melhor Livro Infanto-Juvenil), A Mala Assombrada e Parece Um Pássaro. Escreveu ainda os romances Índice Médio de Felicidade, Deixem Falar as Pedras (2011) e O Fabuloso Teatro do Gigante (2006) e do livro de contos Histórias Possíveis (2008). Os seus livros estão publicados em Itália, França, Brasil e Marrocos. Os seus contos foram publicados em antologias e revistas literárias em Itália, Alemanha, Noruega, Reino Unido, Islândia, Sérvia e Marrocos.

Traduziu os livros O Herói das Mulheres, de Adolfo Bioy Casares, Obrigada pelo Lume, de Mario Benedetti, e Os Diários da Motocicleta, de Che Guevara.

Sobre a ilustradora:

Mafalda Milhões é uma mulher do Norte, nascida em Mirandela a 1 de Fevereiro de 1978. Não sabemos se não terá sido essa costela transmontana que a dotou do raro poder de acreditar nos projectos mais difíceis. É formada em Artes Gráficas, Conta histórias, é editora, livreira e também autora e ilustradora.

Uma Mediadora de Leitura que tem um sonho: construir uma comunidade de leitores inteligente, criativa e activa culturalmente.

Conhecedora do Universo da Literatura Infantil e dos processos de mediação, integra o grupo de dinamizadores do programa de itinerâncias da DGLB, ergueu um novo conceito de leitura integrado na educação. O reconhecimento nacional e internacional é público e leva esta artista a orientar projectos e equipas na área do livro e da educação dentro e fora do país.

Conta com mais de uma dezena de obras publicadas em Portugal e no estrangeiro, várias colaborações em exposições de ilustração colectivas e individuais.

A Livraria Histórias com Bicho, primeira livraria portuguesa especializada em literatura infantil - é um dos projectos que mais a caracteriza.

Quando a Matilde e a Maria nasceram transformaram-na numa mãe bicho com genes de galinha, papagaio, formiga, águia, leão e canguru.

Uma artista de campo, com raízes semeadas a norte do Portugal com olhos de ler o mundo.

www.obichinhodeconto.pt

www.mafaldamilhoes.com

 
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