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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A minha casa é o teu coração - Margarida Rebelo Pinto [Opinião]


Título: A minha casa é o teu Coração
Autor: Margarida Rebelo Pinto
PVP: 16, 95€
N.º de Páginas: 252

A autora mais lida em Portugal, com mais de um milhão de exemplares vendidos, regressa esta semana às livrarias nacionais com A Minha Casa é o Teu Coração, um novo livro de pequenas histórias de amor e humor. A meio caminho entre o romance e a crónica, A Minha Casa é o Teu Coração tem o melhor dos dois mundos: a ironia e a mordacidade que tão bem caracterizam a escrita da autora e a leveza e magia das pequenas narrativas.
O 16º livro da autora surpreende pela forma de dar voz ao sentir, pelo original puzzle narrativo cujas peças começam a encaixar-se história após história e pela intensidade emocional. Em A Minha Casa é o Teu Coração não há meias histórias, não há meias intenções nem há meios amores. Há, sim, um retrato vivo das intrincadas relações humanas e uma revelar das pequenas surpresas da vida. Este é um livro de histórias entre amigas, entre amantes, de mulheres para mulheres, de homens para mulheres e de mulheres para homens. Cada história é uma viagem pela condição humana. A amizade, a cumplicidade e a razão estão do lado do amor, da paixão, do abandono, da desilusão e da descoberta.
Assim como nos livros Diário da Tua Ausência e O Dia em que te Esqueci, A Minha Casa é o Teu Coração espelha a realidade tal como ela é: sem subterfúgios, sem pretextos, sem rodeios. A confirmar a voz única de Margarida Rebelo Pinto no universo literário português.
A minha opinião:
Para quem gosta de Margarida Rebelo Pinto penso que não se vai dececpionar com este novo livro “A minha casa é o meu coração”. O 16.º livro da escritora é mais do mesmo, parecendo que estamos a ler o mesmo livro repetidamente. Não traz nada de novo, sempre as mesmas personagens supérfulas que só pensam em homens, moda e pouco mais. Personagens vazias, ocas, que só falam de relações ocasionais, não lhes interessando nada mais do que isso.
Sinceramente, depois de ter gostado do livro “Português Suave” pensava que a autora iria mudar um pouco o estilo da sua escrita, mas enganei-me redondamente. Voltou ao estilo que sempre a caracterizou e, provavelmente, é essa a sua fórmula para vender milhares de exemplares. Por mim, tão cedo não vou querer ler qualquer livro da escritora.
Destaque positivo para a capa, que está lindíssima.

domingo, 27 de julho de 2008

Português Suave - Margarida Rebelo Pinto [Opinião]

Título: Português Suave
Autor: Margarida Rebelo Pinto
Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 264
Editor: Oficina do Livro
P.V.P.: 17€


Sinopse:
Um Retrato de Portugal a Preto e Branco e a Cores. Na década de 40, Mercês Perestrello é dada como louca e afastada dos seus filhos, Joana e Nuno. Nos anos 60, as gémeas Maria Teresa e Maria Luisa Belchior seguem caminhos opostos em busca de felicidade. Quarenta anos mais tarde, as primas Leonor e Naná desvendam segredos familiares nunca imaginados. A narrativa é contada alternadamente pelos vários personagens na primeira pessoa, reflectindo uma visão particular da realidade, revelando histórias dentro de histórias, como quem faz vários "puzzles" ao mesmo tempo. O resultado é um livro envolvente e apaixonante que denuncia o modo de ser tão português, um espelho fiel da burguesia tradicional que persiste ainda no século XXI, constituindo um retrato de um certo Portugal que ainda se mantém nos nossos dias. Este é o sétimo romance de Margarida Rebelo Pinto e o seu décimo quarto livro, somando o total de 1 milhão de exemplares vendidos.


A minha opinião:
Confesso que estava um bocadinho farta de ler as 'histórias' da Margarida Rebelo Pinto, até porque lendo um livro, os outros parecem que são todos iguais. Mas, ao ler a sinopse do mais recente Português Suave, até que me agradou a trama entre três gerações e as suas vivências em tempos completamente diferentes, em Portugal. Porém, pensei que iria ser bem mais explorado esse mesmo enredo, o que não veio a acontecer. A autora centrou-se, mais uma vez, nas historietas de duas melhores trintonas, que andam com catraios, e que gostam da vida que levam, snobs quanto baste.