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domingo, 10 de fevereiro de 2019

VOGAIS: Biografia celebra 500 anos da morte de Leonardo Da Vinci

O ano de 2019 marca os 500 anos da morte de Leonardo Da Vinci, considerado, graças às suas contribuições em praticamente todos os campos do conhecimento humano, um dos artistas mais completos que o mundo já conheceu. O génio italiano morreu no dia 2 de maio de 1519.

E para celebrar esta efeméride, a editora Vogais acaba de lançar Pensar como Leonardo Da Vinci (240pp | 14,99€), uma biografia de leitura simples e inspiradora. Primeiros capítulos disponíveis para leitura aqui.

Arquétipo do homem renascentista, o alcance e a profundidade da sua obra fazem de Leonardo da Vinci um artista único na história. Famoso por criar algumas das imagens mais icónicas da arte — incluindo Mona Lisa e A Última Ceia — Leonardo da Vinci influenciou gerações de artistas e pensadores, continuando a fazê-lo 500 anos depois da sua morte, a 2 de maio de 1519. Embora não esteja ao alcance de todos seguir as suas pisadas, a atitude de Da Vinci em relação à vida é algo que todos podemos aprender.

Autodidata, além de pintor, Da Vinci foi também um escultor, arquiteto, músico, matemático, engenheiro e anatomista de talento. Com uma insaciável sede de conhecimento, Da Vinci nunca estava satisfeito com o que aprendia. Ele fez a ponte entre arte e ciência, e procurou sempre a perfeição e a precisão no seu trabalho, desenvolvendo técnicas que continuam a ser usadas até hoje. Combinando essas forças com uma imaginação única, Da Vinci desenhou invenções séculos à frente do seu tempo.

E que lições podemos aprender com este artista único e multifacetado?

Como aproveitar as oportunidades • Como tirar proveito dos seus talentos • Inovar, experimentar e imaginar o impossível • Manter as coisas em perspetiva • Combinar a arte e a ciência

Sobre o autor:
Daniel Smith é autor e editor de livros de não-ficção. Tem escrito sobre variados temas, incluindo política, economia e história social. É o autor de todos os livros da coleção «Pensar Como» (Ed. Vogais), onde se incluem as biografias inspiradoras de Steve Jobs, Einstein, Churchill, Bill Gates, Stephen Hawking, Sigmund Freud e Nelson Mandela, publicadas em 20 línguas. Contribui frequentemente com textos seus para o The Statesman’s Yearbook, guia geopolítico do mundo.


segunda-feira, 11 de junho de 2018

Novidade Vogais: O Carisma de Hitler, de Laurence Rees




O Carisma de Hitler: O Homem que Liderou Milhões até ao Abismo, de Laurence Rees (Vogais | 384 pp + 16 extratexto com fotografias| 23,99€)

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«TODA A MINHA VIDA PODE SER RESUMIDA NESTE MEU ESFORÇO INCESSANTE DE CONVENCER OS OUTROS.» — Adolf Hitler, 1942



Adolf Hitler era um líder improvável — alimentado por ódio, incapaz de aceitar uma crítica, socialmente e emocionalmente inadequado — e, no entanto, atraiu multidões. Como foi possível que se tenha tornado uma figura tão atrativa para milhões de pessoas? Essa é a pergunta que norteia O Carisma de Hitler, a mais recente obra de Laurence Rees, que entre os vários prémios com que já foi galardoado contam-se um BAFTA e dois Emmys.



Laurence Rees investiga a forma como Hitler construiu o seu mito e fez uso do seu carisma até se transformar num quase «messias» com contornos semidivinos — da retórica pomposa dos primeiros discursos antissemitas às massivas demonstrações de adoração retratadas nos filmes de Leni Riefenstahl —, entretecendo a personagem e a figura pública, para as confrontar com os testemunhos das vítimas do seu encanto e os seus opositores mais ferozes.



Ao mesmo tempo uma visão histórico-psicológica surpreendente e um estudo esclarecedor dos mecanismos de manipulação e credulidade humanas, este livro analisa a natureza do apelo de Hitler e revela o papel que o seu suposto «carisma» desempenhou no seu sucesso.


(Imagens do interior do livro O Carisma de Hitler)

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Sobre o autor: 
Laurence Rees, licenciado pela Universidade de Oxford, ganhou o British Book Award para Livro de História do Ano em 2006, pelo seu bestseller Auschwitz: Os Nazis e a «Solução Final» [Ed. Dom Quixote, 2005]. Diretor criativo de programas de História da BBC TV durante muitos anos, escreveu seis livros sobre os nazis e a Segunda Guerra Mundial, incluindo The Nazis: A Warning From History, World War II: Behind Closed Doors e Holocausto: Uma Nova História (Ed. Vogais, 2017), bem como os documentários televisivos que acompanharam os livros. Entre os vários prémios com que já foi galardoado, contam-se um BAFTA e dois Emmys. 





sexta-feira, 23 de março de 2018

Vogais: O fascinante mundo da cognição canina e felina


Se é dono de um cão, é provável que conviva com ele tão intimamente como com qualquer outro membro da família. Partilham grande parte do seu quotidiano, brincam juntos, passam os tempos livres a relaxar em conjunto, e quase metade dos donos de cães até gosta que durmam na sua cama. Já o gato parece mais uma página em branco, com alguns esgares faciais para nos ajudar. São animais reservados e ferozmente independentes com uma veia curiosa. Podem ser brincalhões mas pouco sociáveis. Comunicam connosco, mas nos seus termos, e muitas vezes deixam bem claro que não querem a nossa companhia.

Mas serão os cães realmente capazes de percorrer quilómetros para voltar a casa ou detetar um cancro antes de ser diagnosticado? Ou serão os gatos realmente capazes de pressentir a morte iminente de alguém ou a chegada de um terramoto?

O Que Sabe o Seu Cão? e O Que Sabe o Seu Gato? (Vogais | 192 pp | 15,49€) vem explorar o fascinante mundo da cognição canina e felina. Analisa os cinco sentidos básicos e apresenta uma visão do mundo pelos olhos dos cães e dos gatos, para que possamos compreender e comunicar com eles, oferecendo ainda testes práticos para aferir e até impulsionar a inteligência destes animais de estimação.

Curiosidades:
Sabia que, para além de serem conhecidos pelo alcance do seu faro, os cães são também exímios na utilização dos restantes sentidos. Conseguem ouvir sons a grandes distâncias e captá-los em frequências impossíveis para o ouvido humano, possuem uma boa visão periférica e são capazes de usar os bigodes para detetar alterações subtis na pressão do ar. Como tal, não é de admirar que o dono encontre o cão à porta assim que chega a casa.

No que se refere aos sentidos, os gatos têm vantagem sobre os humanos. Ouvem sons a distâncias mais longínquas e frequências de maior amplitude, têm um nariz mais sensível, apresentam uma melhor visão periférica e os seus bigodes conseguem detetar alterações subtis na pressão do ar. Como tal, não é de admirar que o gato se esgueire para a porta muito antes de o dono se aperceber de que alguém está a chegar.


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Novidade Vogais: A neta mestiça do brutal comandante nazi da Lista de Schindler, Amon Göth


«Uma memória espantosa de trauma cultural e identidade pessoal.» — Booklist

«Inesquecível… A demanda de Teege para descobrir a sua história pessoal é fortalecedora.» — Publisher’s Weekly

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Amon: O Meu Avô Podia Ter-me Matado (Vogais | 224 pp | 16,59€), já nas livrarias, conta a história extraordinária da mulher que um dia descobre que é neta de Amon Göth, o brutal comandante nazi imortalizado no filme A Lista de Schindler

É num livro de capa vermelha aninhado numa estante da Biblioteca Central de Hamburgo que Jennifer Teege reconhece o nome da mãe biológica e descobre um facto que viria a mudar para sempre a sua vida: o seu avô era Amon Göth, o sanguinário comandante nazi imortalizado ­por Ralph Fiennes no filme de Steven Spielberg, A Lista de Schindler.

Jennifer Teege é uma alemã de origem nigeriana que foi criada num orfanato e acabou por ser adotada aos 7 anos de idade. Apesar de ter mantido algum contacto com a família biológica, nem a mãe nem a avó alguma vez lhe contaram a verdade acerca do avô, o comandante do campo de Płaszów, que veio a ser enforcado em 1946 por crimes contra a Humanidade.

Aos 38 anos, a descoberta acerca do seu passado familiar provoca-lhe uma depressão profunda e o desejo de desenterrar toda a história, conduzindo-a numa demanda que a leva até Cracóvia — onde ficava o gueto que o avô «limpou» de judeus e o campo de concentração que dirigia — e de regresso a Israel, onde em tempos vivera e conhecera a realidade judaica.

Quanto mais Jennifer descobre sobre o avô, mais é assolada por uma certeza: se soubesse que tinha uma neta negra, Amon Göth tê-la-ia matado.

A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura aqui.


Sobre a autora:
Jeniffer Teege trabalha em publicidade desde 1999. Ainda sem qualquer noção do seu passado familiar, viveu durante quatro anos em Israel, onde se tornou fluente na língua hebraica e conheceu a realidade judaica, tomando também contacto com o conflito israelo-árabe. É licenciada em Estudos do Médio Oriente e Estudos Africanos pela Universidade de Telavive. Vive atualmente na Alemanha, com o marido e os seus dois filhos. Este é o seu primeiro livro.

Nikola Sellmair é licenciada pela Universidade Ludwig-Maximilians, de Munique, e já trabalhou em Hong Kong, Washington, Israel e Palestina. É jornalista da revista alemã Stern desde 2000, tendo recebido vários prémios pelo seu trabalho, nomeadamente o Prémio de Jornalismo Germano-Polaco, pelo primeiro artigo de sempre sobre a história de Jennifer Teege. Neste livro, junta a sua voz à de Jennifer, contribuindo com uma narrativa paralela, baseada em entrevistas a familiares e amigos da neta de Amon Göth.



quarta-feira, 1 de novembro de 2017

VOGAIS: De Laurence Rees, o livro mais esclarecedor alguma vez escrito sobre o Holocausto


«De longe, o livro mais esclarecedor alguma vez escrito sobre o holocausto, e também o melhor a explicar as suas origens e mentalidade grotesca, assim como o seu desenvolvimento caótico.» — Antony Beevor, autor de Dia D e A Queda de Berlim

«Quem pretenda uma explicação convincente e compreensível do como e porquê de o Holocausto ter acontecido, fundamentada em estudos recentes e que inclua entrevistas comovedoras e angustiantes com vítimas, bem como relatos dos responsáveis, não precisa de procurar mais. O livro de Laurence Rees engloba tudo isso.» — Sir Ian Kershaw, autor de Hitler: Uma Biografia

Este livro marcante responde a duas das mais fundamentais questões da História: como e porquê aconteceu o Holocausto.

Laurence Rees, autor multipremiado e visto como um dos maiores especialistas mundiais no período histórico da 2.ª Guerra Mundial, passou 25 anos a entrevistar sobreviventes e responsáveis pelo Holocausto, e agora, neste importante livro, conjuga esses testemunhos com a mais recente pesquisa académica sobre o tema, para criar o primeiro relato acessível e fidedigno do Holocausto em mais de três décadas.

Nesta verdadeiramente nova e inédita história do Holocausto, Rees cria uma narrativa vertiginosa, que contém muitos testemunhos nunca antes divulgados, enquadrando-os no contexto da análise do processo de decisão do Estado Nazi. Contudo, não cinge o seu estudo ao universo alemão, abrangendo todos os intervenientes neste período de perseguições e mortes que espalharam o horror por todo o continente europeu, não apenas entre os judeus mas também entre homossexuais, ciganos e deficientes.

A VOGAIS disponibiliza os primeiros capítulos para leitura aqui.


Quais foram as razões que levaram os nazis a decidir exterminar todo um grupo de pessoas? Porque pegaram eles em milhões de homens, mulheres e crianças e os gasearam, fuzilaram, mataram à fome, de pancada; porque é que os mataram de todas as formas possíveis? Qual era o lugar ocupado por este genocídio por entre o catálogo de horrores pelo qual os nazis foram responsáveis?

Durante os últimos 25 anos tenho pensado nestas questões, enquanto escrevia e produzia várias séries documentais televisivas sobre os nazis e a Segunda Guerra Mundial. No decurso do meu trabalho, viajei para muitos países e conheci centenas de testemunhas oculares deste período — incluindo aqueles que sofreram às mãos dos nazis, como Freda Wineman, aqueles que assistiram ao que se passava como observadores, e aqueles que cometeram crimes enquanto perpetradores. Apenas uma fração dos testemunhos reunidos para os meus filmes foi alguma vez publicada. O Holocausto é o crime mais infame da história do mundo. Temos de compreender como esta obscenidade foi possível. E este livro, baseando-se não apenas nesse material inédito, mas também em trabalhos académicos recentes e documentos da época, é a minha tentativa de fazer exatamente isso. (…) Finalmente, embora o conteúdo do livro que acabou de ler seja perturbante, creio que continua a ser importante compreender como e porque é que este crime aconteceu. Porque esta história nos conta, talvez mais do que qualquer outra, aquilo de que a nossa espécie é capaz. — Laurence Rees

Índice:
A Consolidação do Poder (1933-1934) | As Leis de Nuremberga (1934-1935) | A Educação e a Construção de um Império (1935-1938 | A Radicalização (1938-1939) |O Início da Guerra Racial (1939-1940) | A Perseguição a Ocidente (1940-1941) | A Guerra de Extermínio (1941) | O Caminho para Wannsee (1941-1942) | Busca e Execução (1942) | Os Campos de Extermínio Nazis na Polónia (1942) | Matar e Persuadir Outros a Ajudar (1942-1943) | Opressão e Revolta (1943) | Auschwitz (1943-1944) | A Calamidade Húngara (1944) | Assassínio Até ao Fim (1944-1945)



Sobre o autor:
Laurence Rees, licenciado pela Universidade de Oxford, ganhou o British Book Award para Livro de História do Ano em 2006, pelo seu bestseller Auschwitz: Os Nazis e a «Solução Final» (Ed. D. Quixote, 2005). Diretor criativo de programas de História da BBC TV durante muitos anos, escreveu seis livros sobre os nazis e a Segunda Guerra Mundial, incluindo The Nazis: A Warning From History, World War II: Behind Closed Doors e The Dark Charisma of Adolf Hitler, bem como os documentários televisivos que acompanharam os livros. Entre os vários prémios com que já foi galardoado, contam-se um BAFTA e dois Emmys.



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

VOGAIS: Hitler e a dependência de drogas no Terceiro Reich



«Espantoso, cativante, convincente. A história por contar da relação do Terceiro Reich com as drogas, incluindo cocaína, heroína, morfina e, sobretudo, metanfetaminas. Altera o que pensávamos saber sobre a Segunda Guerra Mundial.» — The Guardian

«Um livro verdadeiramente extraordinário» — BBC News

«Fantástico e energético. Reconta a história da guerra pelo prisma de um comprimido. Tem a capacidade incomum de perturbar.» — The Times

Delírio Total: Hitler e as Drogas no Terceiro Reich, do romancista premiado, argumentista e jornalista alemão Norman Ohler (Ed. Vogais | 320 pp| 18,79€), nasce de uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi, nomeadamente de cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas.

O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha.

Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. Delírio Total é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.

Este livro entra na pele de assassinos em massa ávidos de sangue e de um povo obediente que era necessário limpar de todo o veneno, racial ou outro, penetrando nas suas veias e artérias. Nelas não corria a pureza ariana mas sim a química alemã, por sinal bastante tóxica. E isto porque, onde a ideologia já não conseguia chegar, e apesar de todas as proibições, dava-se uma ajuda com substâncias farmacológicas excitantes e estimulantes, que não eram reprimidas, tanto na base como no topo. Hitler também fez o mesmo, tal como as próprias Forças Armadas, que recorreram, em grande dimensão, à substância estimulante metanfetamina (hoje conhecida como crystal meth) para as suas campanhas de conquista. Na sua manipulação das drogas, esses criminosos mostraram uma hipocrisia cuja revelação esclarece agora aspetos decisivos do que fizeram. Caiu uma máscara que nunca pudemos saber que existia. — Norman Ohler


 

SOBRE NORMAN OHLER:
Norman Ohler é um romancista premiado, argumentista e jornalista alemão. Passou cinco anos a pesquisar para Delírio Total em numerosos arquivos na Alemanha e nos Estados Unidos, e falou com testemunhas, historiadores militares e médicos. Publicou três romances, um dos quais o primeiro romance hipertexto do mundo, e coescreveu o argumento do filme de Wim Wenders, Palermo Shooting. Mais sobre o autor: www.normanohler.de




sábado, 15 de julho de 2017

VOGAIS: Tom Holland, um dos historiadores mais prestigiados do Reino Unido, regressa com «Dinastia: Ascensão e Queda da Casa de César»

O primeiro considerava-se o «favorito dos deuses», o segundo abriu as portas a uma época de terror, o terceiro fez da depravação a sua marca, o quarto morreu envenenado e o quinto ficou conhecido por ter ateado um dos maiores incêndios da história. Eis as glórias e tragédias dos imperadores da primeira dinastia do Império Romano, cuja lenda atravessou os séculos.

Envolta em exageros e falsidades, a família que transformou para sempre os destinos da Roma imperial é o tema de Dinastia: Ascensão e Queda da Casa de César (Vogais | 512 pp I 24,99€), o novo livro de Tom Holland, um dos historiadores mais prestigiados do Reino Unido e autor de várias obras sobre a antiguidade clássica, como Fogo Persa, Rubicão ou Milénio.

Recém-editado pela Vogais, Dinastia retrata a ascensão e queda da Casa de César. São mais de 500 páginas de leitura compulsiva, num relato empolgante que já mereceu o aplauso da crítica e da academia. «Uma maravilhosa narrativa que deve ser lida por todos os que se interessam por história, política e natureza humana», defendeu Boris Johnson, ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, no jornal Mail on Sunday. «Um relato magistral desse primeiro e perverso século do Império Romano», louvou Adam Nicolson no Sunday Times. «Absolutamente vertiginoso», escreveu Tim Stanley no History Today.

O retrato da família que transformou o Império Romano para sempre
Augusto | Tibério | Calígula | Cláudio | Nero

Primeiro governada por reis, Roma tornar-se-ia uma república. Mas no fim, após conquistar o mundo, a república desmoronou-se. Roma afogou-se em sangue. As guerras civis foram tão terríveis, que o povo romano acolheu de bom grado o governo de um autocrata que lhes poderia dar a paz. «Augusto», o seu novo senhor, intitulava-se «O Divino Favorito».

O fantástico esplendor da dinastia fundada por Augusto nunca esmoreceu. Nenhuma outra família se compara em fascínio com a sua galeria de personagens: Tibério, o grande general que acabou os seus dias como um recluso amargurado, célebre pelas suas perversões; Calígula, o mestre da crueldade e humilhação; Agripina, a mãe de Nero, cujas manobras levaram o filho ao poder, e que acabaria por morrer por ordem dele; Nero, que pontapeou a mulher grávida até à morte, que se casou com um eunuco, e que ergueu um palácio de prazer no centro dos escombros de uma Roma destruída pelo fogo.


Sobre o autor: 
Tom Holland é autor de Rubicão, O Triunfo e a Tragédia da República Romana (ed. Aletheia, 2008), que ganhou o prémio Hessell-Tiltman for History e fez parte da shortlist do prémio Samuel Johnson. Persian Fire, a sua história das guerras Greco-Pérsicas, ganhou o Prémio Anglo-Hellenic League’s Runciman em 2006.

Já adaptou obras de Homero, Heródoto, Tucídides e Virgílio para a BBC. Em 2007, foi o vencedor do prémio Classical Association, atribuído ao «indivíduo que mais fez pela promoção do estudo da língua, literatura e civilização das antigas Grécia e Roma». É apresentador do programaMaking History na BBC Radio 4. Saiba mais sobre o autor em: www.tom-holland.org






quarta-feira, 21 de junho de 2017

VOGAIS: Gestapo: O Mito e a Realidade da Polícia Secreta de Hitler

Uma visão lúcida e clara da mistura irracional de loucura com método, de dever com maldade, que a Gestapo praticava.» - The Telegraph

«O Professor Frank McDonough descobriu muita informação inovadora, que recolheu neste estudo lúcido e autorizado.» - The Times

«Um trabalho verdadeiramente esclarecedor sobre os métodos, motivações e histórias das pessoas que tentaram policiar o pensamento dos habitantes do Terceiro Reich.» - Independent

Frank McDonough é professor de História Internacional na Universidade John Moores em Liverpool, e o seu Twitter é um dos mais populares do mundo (com temática histórica) e pode ser encontrado em @FXMC1957.

Autor de vários livros sobre o Terceiro Reich, vê agora publicado em Portugal G​​estapo: O Mito e a Realidade da Polícia Secreta de Hitler (Vogais l 360 pp | 19,99€), uma investigação detalhada, rigorosa e atual sobre a polícia secreta de Hitler 

O objetivo central deste livro é explorar o impacto da Gestapo nos cidadãos alemães que viviam sob o regime de Hitler. Começa com uma explicação detalhada do modo como a Gestapo nasceu. Observa, em seguida, os antecedentes e métodos dos agentes da Gestapo, fornecendo alguma informação nova bastante surpreendente. Investiga depois as principais vítimas do terror nazi, com especial destaque para os dissidentes religiosos, os comunistas, os «marginais sociais» e os judeus. É nestes capítulos que as trágicas provações humanas das vítimas assumem o protagonismo. Sublinha-se de igual forma a extensão da ajuda fornecida à Gestapo pelo público, pela Polícia Criminal (Kripo), e pelas agências de assistência social. Segue-se um pormenorizado capítulo de conclusão que explica o destino dos agentes da Gestapo nos julgamentos do pós-guerra. No geral, este livro fornece uma contribuição muito importante para a compreensão do terror na sociedade nazi. -
​​Frank McDonough

A Gestapo tornou-se uma lenda. Descrita popularmente como uma espécie de Big Brother todo-poderoso do estado policial totalitário nazi, tinha como objetivo declarado a perseguição dos «inimigos do povo». Mas, de todas as histórias que se construíram à volta deste tão importante braço das SS, quais serão verdade?

Baseando-se numa investigação detalhada de documentos até hoje não publicados, Gestapo: O Mito e a Realidade da Polícia Secreta de Hitler(Vogais l 360 pp | 19,99€) debruça-se sobre as histórias fascinantes, vívidas e frequentemente perturbadoras de todos aqueles que na Alemanha se opuseram ao regime de Hitler. Conta também as narrativas dos seus vizinhos, amigos e familiares, que tantas vezes se viram apanhados na teia da Gestapo, como informadores ou mesmo trabalhando diretamente com a agência.

Ao questionar a versão oficial, expondo as limitações de pessoal que a Gestapo tinha, e que tornavam impossível vigiar a totalidade da população, ficamos finalmente a conhecer os métodos e as técnicas que a polícia política do regime usava de facto na sua insidiosa missão.

É ao investigar em grande pormenor casos da Gestapo que este livro oferece uma entrada original e provocante para a vida quotidiana na Alemanha nazi, e pinta um retrato gráfico de várias vítimas do terror nazi. - Frank McDonough

​A VOGAIS disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata aqui. ​






Sobre ​Frank McDonough 
Frank McDonough é professor de História Internacional na Universidade John Moores em Liverpool, cidade onde nasceu. Estudou História na Universidade de Oxford e obteve o seu doutoramento na Universidade de Lancaster.

É autor de vários livros sobre o Terceiro Reich, nos quais se incluem Hitler and the Rise of the Nazi Party (2012), The Holocaust (2008) ou Hitler and Nazi Germany (1999), assim como uma variedade de outros títulos sobre História e Política. É, ainda, presença frequente na rádio e televisão, em programas onde se discute o Terceiro Reich. Já colaborou com instituições como a National Geographic, o Discovery Channel, a BBC, o Channel 5 ou a Russia Today. Também já foi consultor da BBC no âmbito de programas dedicados à História. 






quarta-feira, 24 de maio de 2017

VOGAIS: O mundo de imaginação sem paralelo do artista Kerby Rosanes está de volta

O mundo de imaginação sem paralelo do artista Kerby Rosanes está de volta.

Mitomorphia (Vogais | 96 pp | 10,99€) é o mais recente livro do artista Kerby Rosanes, um jovem desenhador filipino que utiliza vulgares canetas pretas na criação do seu mundo encantado de desenhos exaustivamente detalhados.

A maior parte das suas obras evidencia-se pelos traços extravagantes e padrões complexos que se combinam de uma forma livre, criando composições grandiosas que ilustram experiências do quotidiano ou qualquer outra coisa que o inspire.

É hoje um dos desenhadores de livros para colorir mais populares em todo o mundo, com mais de dois milhões de seguidores na sua página de Facebook. Abandonou o seu emprego como designer gráfico para abraçar finalmente a sua paixão: criar mais arte para projetos pessoais e para diversos clientes, entre os quais se encontram empresas como a Nike, a Ford, a Mazda ou a Huawei. Depois do sucesso mundial que obteve com Animorphia e Imagimorphia, Kerby criou o presente Mitomorphia, o seu terceiro livro de colorir.

Neste novo livro, Kerby Rosanes desenhou criaturas mitológicas e bizarras, mundos de fantasia que deslumbram. O artista filipino está disponível para entrevistas e é possível ceder, para publicação, imagens do livro.



sábado, 8 de outubro de 2016

VOGAIS: David Bowie pelos olhos do editor da Rolling Stone, Rob Sheffield

«Bowie não representa apenas inovação em nome próprio, ele simboliza a modernidade no rock, enquanto expressão em que a palavra, a arte, a moda, o estilo, a sexualidade e a crítica social são apenas uma.» - Rolling Stone

«Divertido, comovente e perversamente sagaz.» - Billboard

O mundo da música mudou para sempre a 10 de janeiro de 2016. Apenas dois dias depois da edição de Blackstar, o último álbum de David Bowie, a notícia da morte do artista londrino provocou uma perturbadora surpresa entre fãs, admiradores e conhecedores da sua música. Foi quase tão chocante como a sua carreira, feita de experimentalismos sonoros, de ruturas e de um modernismo avassalador.

Em Sobre Bowie (Vogais l 224 pp l 15,98€), Rob Sheffield, crítico e editor da Rolling Stone desde 1997, partilha as suas observações e emoções mais intensas numa viagem pessoal, mas abrangente, pela vida e obra do músico britânico.


O planeta Terra está muito mais sombrio sem David Bowie, a maior estrela de rock que alguma vez passou neste ou em qualquer outro mundo. Ele era o vadio mais excitante, o vagabundo mais esquivo, a estrela mais bela a alguma vez ter gritado «Não estão sozinhos!» a uma plateia repleta dos miúdos mais solitários do mundo. Era o mais humano e o mais alienígena dos artistas de rock, enfrentando sem receio o incomum, comunicando com o freak que existe em qualquer um. Ele fitava-nos, nos olhos ansiosos de adolescente, para que soubéssemos que tínhamos rasgado o vestido e que a nossa cara estava uma miséria, mas que, no entanto, era precisamente por isso que triunfávamos. Independentemente do Bowie que mais adorássemos — o starman glam, o baladeiro elegante, o arquiduque de Berlim —, ele fazia-nos sentir mais corajosos e mais livres, e era por isso que o mundo nos parecia diferente depois de ouvirmos Bowie. A nave espacial deste homem sempre soube qual o caminho a seguir. - Rob Sheffield



Excerto:
Bowie também arranjava alguma publicidade ao liderar uma organização chamada Liga para a Prevenção da Crueldade contra os Homens de Cabelo Comprido. Fez com que fosse falado nos jornais, mas não com que aparecesse nos tops. Depois de o seu cabelo tê-lo afastado do programa pop da BBC Gadzooks! It’s All Happening, conseguiu protagonizar uma polémica suculenta nos tabloides. O produtor estava por dentro da tramoia, claro (mais tarde garantiu que a ideia fora sua), e forneceu à imprensa citações revoltadas, prometendo cancelar a atuação dos Manish Boys a menos que o cantor cortasse as melenas. No Daily Mirror, sob a manchete «Discussão por Causa do Cabelo de Davie», o artista declarava: «Não cortaria o meu cabelo pelo primeiro-ministro, muito menos pela BBC. A minha namorada também não gosta do meu cabelo. Talvez seja porque, quando estamos juntos, eu seja convidado mais vezes do que ela para sair.»


Sobre o autor:
Rob Sheffield é editor da Rolling Stone, onde tem escrito sobre música, televisão e cultura pop desde 1997. Sheffield é igualmente autor dos bestsellers internacionais Love Is a Mix Tape, Talking to Girls About Duran Duran e Turn Around Bright Eyes. Sobre Bowie é o seu livro mais recente. Vive com a mulher em Brooklyn. Saiba mais em: www.robsheffield.com



quinta-feira, 15 de setembro de 2016

VOGAIS: «Grit», o livro de não-ficção mais cobiçado em Frankfurt chega às livrarias

GRIT: O PODER DA DA PAIXÃO E DA PERSEVERANÇA, de Angela Duckworth foi o livro de não-ficção mais cobiçado da Feira de Frankfurt em 2014, mas só agora lançado mundialmente. Escrito a partir da TED Talk, uma das mais vistas de sempre com mais de 9 milhões de visualizações (vídeo).

Elogios:
One of "The Hottest Spring Nonfiction Books" — The Wall Street Journal

Grit is a persuasive and fascinating response to the cult of IQ fundamentalism. Duckworth reminds us that it is character and perseverance that set the successful apart.”— Malcolm Gladwell, author of The Tipping Point, Blink and Outliers

A "Must-Read Business Book for 2016" — Forbes

Angela Duckworth, doutorada em, Psicologia e bolseira da prestigiada Fundação MacArthur, explica neste livro que, para se alcançar o sucesso, mais do que ter talento ou sorte, é fundamental lutar com persistência pelos nossos sonhos – é essencial ter grit, determinação, garra.

Filha de um cientista que frequentemente a recriminava pela sua falta de génio, Angela Duckworth tornou-se investigadora, professora e consultora de renome. O seu premiado trabalho de investigação levou-a a descobrir que o que impulsionava o sucesso na carreira profissional, no percurso académico e na vida comum é uma combinação única de paixão e perseverança, conceito a que chamou grit.

O seu trabalho revela:
» Que os seus esforços suplementares colocam-no duas vezes mais próximo do seu objetivo;

» Que a perseverança pode ser aprendida, independentemente do quociente de inteligência ou das circunstâncias da sua vida;

» Que os interesses podem ser estimulados em permanência;

» O que é melhor para o seu filho – um abraço, padrões de vida e princípios sólidos;

» A regra mágica dos Objetivos Duradouros.

Grit: O Poder da Paixão e da Perseverança (Vogais l 352 pp l 19,99€) é um livro sobre o que lhe acontece quando tem um percalço, e de que forma a sua reação a esse obstáculo – e não o talento ou a sorte – faz toda a diferença para ser bem-sucedido.

Sobre a autora:
Angela Duckworth é professora de Psicologia na Universidade da Pensilvânia e bolseira da Fundação MacArthur desde 2013. A sua investigação foca-se em conceitos como o autocontrolo ou o grit, que assume como substitutos do quociente de inteligência na avaliação do potencial e na previsão do sucesso académico ou profissional. Neste contexto, é consultora para a Casa Branca, o Banco Mundial, várias equipas da NBA e da FNL, e alguns dos mais conceituados CEO do mundo.

É licenciada em Neurobiologia pela Universidade de Harvard, mestre em Neurociência pela Universidade de Oxford e doutorada em Psicologia pela Universidade da Pensilvânia. Antiga professora do ensino básico e secundário, Angela participou na criação do Laboratório do Caráter (Character Lab), organização de fins não lucrativos, cuja missão é investigar o desenvolvimento do caráter nas crianças.

Saiba mais sobre a autora: www.angeladuckworth.com


domingo, 11 de setembro de 2016

VOGAIS: A "guru" dos livros de pintar para adultos está de volta

Já passaram quase dois anos desde o lançamento de Jardim Secreto de Johanna Basford, o livro que dominou os tops de vendas por todo o mundo e que lançou a moda dos livros de pintar para adultos. Dois anos volvidos, pintar faz já parte dos hábitos de muitos portugueses “crescidos” e Johanna Basford continua a ser a autora mais desejada.

Selva Mágica (Vogais l 88 pp l 11,9€) é o mais recente livro de colorir para adultos da artista britânica e já chegou às livrarias. Faça uma pausa. Dê cor às fabulosas imagens de Johanna Basford e deixe-se tocar pelo seu efeito terapêutico.

Sinopse:
Embarque nesta maravilhosa expedição através da selva e descubra o caminho para o deslumbrante mundo da flora e da fauna mais exóticas e desconhecidas, a que ajudará a dar vida, colorindo-as. Entre rãs escondidas na vegetação abundante, aves tropicais ou flores únicas, deixe a sua imaginação correr livremente e usufrua de momentos de pura descontração.

Ao longo desta fabulosa viagem de cor, vai ainda encontrar muitas surpresas escondidas na floresta. Se alguma delas continuar camuflada na vegetação, poderá descobri-la nas soluções do final do livro.

Sobre a autora:
Johanna Basford é ilustradora, licenciada em Têxteis Impressos pelo Duncan of Jordanstone College of Art and Design. Prefere canetas e lápis a píxeis. As suas ilustrações intrincadas e totalmente desenhadas à mão são amadas nas selvas, mares, florestas e jardins de todo o mundo.

Os seus livros anteriores, Jardim Secreto e Floresta Encantada (ed. Edicare), e Sete Mares (ed. Vogais), são os livros de colorir para adultos mais bem-sucedidos em todo o mundo. Saiba mais sobre a autora: johannabasford.com


segunda-feira, 11 de julho de 2016

VOGAIS: Rainhas Trágicas: Quinze Mulheres que Moldaram o Destino da Europa

Uma viagem pelos perigos e paixões das mulheres que dominaram a Europa, do século XVI ao século XIX.

Uma rainha deveria ser recatada, inspirar respeito e ser modelo de virtude para todas as mulheres do reino. Enquanto princesa, recebia uma educação que a preparasse para servir ao marido e ao Estado. Uma vez esposa do monarca reinante, a sua principal obrigação era prover a coroa de herdeiros varões.

Contudo, algumas soberanas decidiram romper com o padrão de retidão feminina que lhes fora imposto, adotando uma nova conduta social, o que implicou uma reavaliação de papéis dentro da própria instituição.

Em Rainhas Trágicas: Quinze Mulheres que Moldaram o Destino da Europa (Vogais l 384 pp l 18,79€), o historiador Renato Drummond Neto traz ao leitor a vida de 15 soberanas que deixaram a sua marca na História, tais como Ana Bolena, Mary Stuart, Maria Antonieta, Maria I de Portugal ou Carlota Joaquina, e mostra de que forma transcenderam as regras do período em que viveram, pagando, por vezes, um preço demasiado alto. São diferentes perfis de mulher que, apesar de parecerem distintos, se complementam, mostrando, assim, a força e o poder feminino no regime monárquico.

Conheça as vidas de:
• Isabel de York • Margarida de Valois • Isabel I de Castela

• Vitória I do Reino Unido • Joana I de Castela

• Maria I de Portugal • Ana Bolena • Maria I de Inglaterra

• Elizabeth I • Mary Stuart • Catarina de Médici

• Maria Antonieta de Habsburgo-Lorena

• Carlota Joaquina de Bourbon • Maria Leopoldina da Áustria

• Amélia de Leuchtenberg

A VOGAIS disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.

  



Sobre o autor:
Renato Drummond Neto é historiador, licenciado pela Universidade Estadual de Santa Cruz e mestrando em Memória: Linguagem e Sociedade, pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Mantém, desde 2012, o site Rainhas Trágicas, dedicado à vida de mulheres célebres que deixaram a sua marca na História, além de colaborar com outras publicações relativas ao tema. Saiba mais em www.rainhastragicas.com.





segunda-feira, 23 de maio de 2016

A jornalista Conceição Queiroz mostra-nos «A Vida Privada das Elites do Estado Novo»

Jornalista há mais de 20 anos, Conceição Queiroz é uma cara bem conhecida que todas as semanas entra em casa dos portugueses.
Neste novo livro mostra-nos a vida privada das elites durante o período do Estado Novo, entre os anos de 1945-1968. As festas, as rotinas e os luxos mantidos em discrição e preservados pela tradição familiar.

Sobre a autora:
Nasceu na Ilha de Moçambique. É jornalista desde 1994. Trabalhou no grupo Semanário e no Rádio Clube Português, e foi diretora de informação da Televisão de Cabo Verde. É pivôt dos noticiários na TVI24 e, enquanto grande repórter na TVI, esteve em reportagem em Angola, no Reino Unido, em Moçambique, no Uganda, na África do Sul e num dos maiores campos de refugiados do mundo, no Quénia.

O seu trabalho foi distinguido por mais de uma dezena de prémios: entre os que recebeu encontram-se galardões da Unesco, da Liga Portuguesa Contra o Cancro e da AMI – Jornalismo Contra a Indiferença, e a distinção como Personalidade do Ano na área de Informação em Televisão.

Licenciada em Sociologia, é mestre em História Moderna e Contemporânea e doutoranda em Estudos Portugueses, com especialização em Literatura Portuguesa, na Universidade Nova de Lisboa. É membro do Centro de Investigação Media e Jornalismo.

Sobre o livro:
Esta é uma obra fundamental, que revela a ostentação e a celebração vividas no regime autoritário do Estado Novo.

Com o final da Segunda Guerra Mundial, Portugal conheceu um crescimento económico invulgar, contexto no qual se potenciou o poder e a riqueza dos mais influentes grupos económico-financeiros da ditadura, protegidos pelo regime salazarista. Nesses anos, era luxuosa, mas discreta, a vida dos membros das elites. Preservava-se a tradição familiar e investia-se fortemente na educação, num contraste evidente em relação às condições de vida da esmagadora maioria da população. Apesar das transformações sociais geradas pelo 25 de abril, estas famílias mantêm hoje a sua influência económica e política, sendo ainda das mais ricas do país.

Com recurso a depoimentos inéditos, Conceição Queiroz desmonta neste livro os sentidos das principais práticas sociais que unem os elementos das elites portuguesas no período de 1945-1968. São exemplos as idas ao Teatro Nacional de São Carlos para a ópera e para o ballet, as caçadas, o hipismo, o golfe e o ténis, os passeios de iate, as idas à neve, os encontros no Hotel Ritz, na Parada de Cascais e no Turf Club, as viagens intercontinentais ou as sofisticadas festas.

Com base na investigação que realizou para a sua tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea, a autora revela como as festas das elites eram meros pretextos para que «as grandes famílias» pudessem circular pelos mesmos espaços e a manter interesses em comum, que passavam de geração, em plena ditadura.


terça-feira, 10 de maio de 2016

VOGAIS: Imagimorphia - ​Entre no estranho e fabuloso mundo de Kerby Rosanes

Kerby Rosanes é um jovem desenhador filipino que utiliza vulgares canetas pretas na criação do seu mundo encantado de desenhos exaustivamente detalhados. As suas criações eram um hobby que se transformou em trabalho assim que surgiu o reconhecimento por parte de blogues de design, revistas e comunidades online. É hoje um dos desenhadores de doodles mais populares em todo o mundo, com mais de 2 milhões de seguidores na sua página de Facebook.

Abandonou recentemente o seu emprego como designer gráfico para abraçar finalmente a sua paixão: criar mais arte para projetos pessoais e para diversos clientes, entre os quais se encontram empresas como a Nike, a Ford, a Mazda ou a Huawei.

Imagimorphia (Vogais l 96 pp l 10,99€) é o mais recente livro para colorir de Kerby Rosanes, sucedendo a Animorphia, o livro de colorir mais cobiçado pelas editoras nas Feiras de Bolonha e Londres em 2015 e já editado em Portugal pela Vogais.

N​​o estranho e fabuloso mundo de Kerby Rosanes, os animais e os objetos transformam--se numa explosão de pormenores. Ao dar vida a cada uma das intrincadas imagens, colorindo e descobrindo os objetos escondidos em cada página, sentimo​-​nos uns verdadeiros artistas. Após pintadas, as páginas de Imaginorphia revelam-se uma obra de arte, com uma qualidade extraordinária, muito acima do habitual em livros de colorir para adultos.


terça-feira, 3 de maio de 2016

VOGAIS: Os Últimos Sete Meses de Anne Frank

Willy Lindwer, cineasta, produtor e escritor holandês, é filho de pais judeus que passaram à clandestinidade durante o regime nazi. Realizador de inúmeros documentários, o seu trabalho mais célebre foca-se em questões relacionadas com o Holocausto e a Segunda Guerra Mundial, tendo sido premiado com um Emmy pelo seu documentário Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, que deu origem ao presente livro, recém-chegado às livrarias (Vogais l 272 pp, 16 pp com fotografias l 16,99€).

A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.

O extraordinário diário de Anne Frank tem vindo a comover milhares de leitores em todo o mundo, sendo um testemunho pungente e humano da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, sabe-se muito pouco da vida desta jovem após a sua captura, a 4 de agosto de 1944, e posterior envio para os campos de concentração. Como suportou ela a brutalidade do regime nazi? As respostas são-nos dadas, neste livro, pelas mulheres cujas vidas se cruzaram com Anne Frank em Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen.

Ao realizar o documentário Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, Willy Lindwer ficou impressionado com as entrevistas que realizou a seis mulheres que viveram e partilharam com Anne Frank os dias de horror nos campos de concentração nazis. Lindwer decidiu publicá-las integralmente, dando origem ao livro Os Últimos Sete Meses de Anne Frank.

Cada uma das seis entrevistadas tem uma história extraordinária para contar - exemplos de um terror inimaginável, mas, simultaneamente, histórias de coragem e compaixão. Ao relatarem as suas memórias, as mulheres sujeitaram‑se a um enorme stress emocional e psicológico. A vida de Anne Frank terminou pouco antes do seu décimo sexto aniversário. Estas mulheres tiveram mais sorte. Sobreviveram.

Anne Frank tornou‑se um dos símbolos mais conhecidos dos judeus assassinados na Segunda Guerra Mundial. O seu diário, escrito entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944, enquanto estava escondida no «Anexo», foi publicado em mais de 50 países. Inspirou inúmeras adaptações para teatro, cinema e televisão. O Anexo, ele próprio, é agora um museu, atraindo centenas de milhares de visitantes de todo o mundo.

Era inevitável que a imagem que emergiu do diário fosse romantizada por um vasto público, especialmente pela geração nascida depois da guerra. Muitas dessas pessoas leram as histórias que Anne escreveu durante um dos períodos mais trágicos da nossa história. Anne tinha 13 anos nessa altura e 15 quando morreu.

A 1 de agosto de 1944, terca‑feira, Anne Frank escreveu a última carta no seu diário. A 4 de agosto, o SD (Sicherheitsdienst, Serviço de Inteligência Alemão] invadiu o Anexo, no n.º 263 da Prinsengracht. Todos os que lá estavam escondidos foram presos. Os escritos terminaram aqui. Ao longo dos anos, pouca atenção foi dada à vida de Anne depois de ser presa e deportada. Não se fez uma pesquisa detalhada e, nalguns casos, as escassas fontes existentes contradiziam‑se umas às outras. Assim, pouco se sabia sobre os sete últimos e fatais meses da sua vida, ou sobre como ela suportou o amargo sofrimento de Westerbork e Auschwitz‑Birkenau. Anne morreu de doença, fome e exaustão em Bergen‑Belsen, em março de 1945 — poucas semanas antes da libertação.

Estes relatos são necessários. O fascismo, o nazismo, a discriminação racial e o antissemitismo ainda existem — até a autenticidade do diário chegou a ser questionada. Por estas razões, muitas das testemunhas dispuseram‑ se a contar as suas histórias. Quiseram expor as feridas causadas pelos nazis e, talvez com isso, combater a injustiça onde quer que ela exista.



quinta-feira, 21 de abril de 2016

VOGAIS: Elon Musk - O Génio que Está a Inventar o Nosso Futuro

«Um olhar tremendo sobre o empresário mais importante do mundo.» - The Washington Post

«No final deste livro, muitos leitores deixarão de o comparar a Steve Jobs. Temos de reconhecer o mérito de Elon Musk. Não há ninguém como ele.» - New York Times Book Review

«Um retrato fascinante do mais impressionante empresário de Silicon Valley desde Steve Jobs.» - Financial Times

Livro do ano 2015 pela revista Financial Times
Elon Musk é visto em Silicon Valley como o mais excitante, imprevisível e ambicioso empresário da atualidade - uma mistura de Steve Jobs e Bill Gates. Para muitos, este visionário pode mesmo vir a ter um impacto na humanidade sem paralelo. Este é o livro que conta a sua história.

Elon Musk construiu a sua fama e fez fortuna com algumas das mais bem-sucedidas empresas de tecnologia, como a PayPal, vendida à eBay por 1,5 mil milhões de dólares, investindo depois em projetos com potencial para revolucionar o mundo. A Tesla Motors, no fabrico de carros elétricos, a SpaceX, na indústria espacial, e a SolarCity, nos painéis solares, estão a transformar os seus segmentos industriais, provocando um salto evolutivo no setor empresarial americano.

A insistência de Elon Musk nestas áreas de alto risco, tocando em poderes fortemente instituídos, valeu-lhe assombros de falência e ruína; da sua resiliência e visão nasceria, porém, uma das maiores reviravoltas da história empresarial dos EUA, sendo hoje visto como um visionário de sucesso.

Para escrever Elon Musk: O Génio Que Está a Inventar o Nosso Futuro (Vogais l 416 pp + 16 pp extratexto a cores l 21,98€), livro que chega às livrarias a 25 de abril, o experiente jornalista Ashlee Vance (New York Times e Bloomberg Businessweek) obteve a autorização oficial e a colaboração do próprio Elon Musk, com quem teve inúmeras entrevistas e conversas ao longo dos mais de 2 anos em que acompanhou a sua vida. Em paralelo, as conversas com 300 pessoas das esferas pessoal e profissional de Musk permitiram mostrar todos os ângulos que compõem a história deste gestor e empreendedor genial, que está a dedicar a sua vida a inventar um futuro melhor.

Sobre o autor:
Ashlee Vance é atualmente um dos mais proeminentes jornalistas da área da Tecnologia. Depois de trabalhar vários anos para o New York Times, escrevendo sobre o Silicon Valley e a indústria de tecnologia, foi para a revista Bloomberg Businessweek, onde foi responsável por dezenas de artigos de capa e de reportagens sobre temas como a ciberespionagem, a sequenciação do ADN ou a exploração espacial.


terça-feira, 12 de abril de 2016

VOGAIS: Animalário - Descubra o artista que há em si

A moda de pintar, como forma de relaxar, veio para… ficar. Há livros com temas para todos os gostos e, entre os preferidos dos portugueses, estão os animais. O que pode então levar uma pessoa a escolher um título em detrimento de outro? A qualidade, complexidade e aquele cujo resultado final seja… inspirador e digno de se emoldurar.

Animalário (Vogais l 64 pp l 11,99€), de Claire Scully e Richard Merritt é, à semelhança do também editado pela Vogais Animorphia, um livro que oferece um sentimento de realização e relaxamento.



Recheado de maravilhosos desenhos de animais com pormenores muitíssimos elaborados para colorir e dar asas à criatividade, Animalário fará sentir qualquer pessoa um verdadeiro artista. As páginas são destacáveis para seja possível utilizá-las e colocá-las onde as puder admirar.

Desde um imponente veado a uma nobre girafa, passando por um coelho curioso e por um encantador panda, Animalário é já um dos livros referência no género. Dos ilustradores Richard Merrit e Claire Scully, foi considerado um dos livros do mês pela Amazon.com.



quarta-feira, 9 de março de 2016

Novidade Vogais: Baluartes: Episódios de Uma Vida com Banda Sonora - Diogo Lopes

Título: Baluartes: Episódios de Uma Vida com Banda Sonora
Autor: Diogo Lopes
Páginas: 208
Editor: Vogais
PVP: 15,49€
O Diogo Lopes tem dezasseis anos e uma família que o adora.
É pianista e poeta. Estuda Composição no Conservatório Nacional.
E sofre da doença de Charcot-Marie-Tooth, uma enfermidade neuromuscular degenerativa, rara e incurável.
A sua condição delicada provoca atrofia muscular, deformação óssea e perda de sensibilidade. Se no presente o seu equilíbrio já está afectado, no seu futuro está em causa a sua autonomia.
Quem já o viu na televisão portuguesa sabe que o Diogo tudo fará para continuar a tocar piano, estudar música e sorrir. Este livro é o seu testemunho, sentido, poético e emocionante, sobre a possibilidade de se ser feliz apesar dos obstáculos que a vida, por vezes, nos impõe.

«A maturidade do Diogo é inexplicável e quase inquietante. O que sabe ele da vida para saber tanto sobre ela? Para a descrever assim, com essa minúcia quase obsessiva de detalhes e conclusões lúcidas e inesperadas? É óbvio que muito vem da educação, da solidez do amor familiar e também das suas desilusões, da sua atenção nata pelo mundo e os seus pequenos movimentos. E depois, parte ainda mais importante, pela consciência crescente da sua doença e das suas consequências, e da sua progressão lenta mas implacável, como um futuro que se forma lá muito à frente, uma nuvem distante, e que no entanto nos suga e nos repele e nos fica próxima de repente. Foi tudo tão depressa.
"Adoro contar histórias", escreve quase logo ao início. E talvez seja essa a chave, um código de poucos números, do seu notável ímpeto narrativo e da sua inspiração, ao ir ter com aquilo que nos move a todos nós: contem-nos uma boa história que tenha a ver connosco. Com todos nós, se possível. Esta tem.» SÉRGIO GODINHO músico

«É este o jovem cheio de espírito que conheço desde Março de 2015. A sua genealogia artística provém mais da admirável linhagem da Torre e Honra d’Aqueles Que Escrevem Cada Nota Que Pensam. O Diogo assim permanecerá — quer como escritor, quer como compositor —, livre, igual a si próprio, inteiro e limpo, em sintonia com o famoso dito de Orson Welles: "I passionately hate the idea of being with it; I think an artist has always to be out of step with his time." O Diogo opera essa maravilha inspiradora de converter a energia negativa das adversidades em esplendor positivo: em graça, em espírito, em firmeza, em humor. Sou seu professor. Mas também gosto de ser seu aluno.» EURICO CARRAPATOSO compositor


«O Diogo é um escritor muito jovem, um puto, diga-se, mas tanto a modulação dos ritmos narrativos como o dosear das intensidades de humor (negro, às vezes) e poesia são já de uma grande maturidade.
Morrem regularmente escritores célebres, em idade avançada, sem terem atingido este nível. O Diogo escreve a sua vida. Imagina-a tanto quanto a testemunha. Calhou-lhe na rifa uma doença degenerativa, rara. O Diogo não se demove, Acredito numa predisposição para um futuro, e o leitor gostaria de poder partilhar daquela força, daquela confiança nos poderes da imaginação.» JOÃO PAULO ESTEVES DA SILVA pianista e compositor

«Sou uma pessoa movida pelo amor, pelas pessoas e pelas relações. Nesse sentido, sou afortunado. Família, amigos. Tenho tudo. Não consigo, ainda assim, iludir este sentimento de vazio. A vida. A minha vida. Condenada pela genética logo à partida. Tento agora uma forçosa correcção. Um corrector anatómico que actue a um plano celular. Algo. Alguém. Uma experiência de vida alternativa, rumos invulgares. Uma dimensão com uma constante banda sonora. Tic. O tempo sempre se exibiu como um impedimento. Nunca quis para mim o que eu quis fazer dele. Descreve a minha realidade de forma crua e calculista. Acumula-se o pó sobre as cadeiras, sobre os móveis. Representamos pouco mais do que um consumo de matéria-prima, energia espraiada sobre várias formas. Até a cadência final se aproximar. Tac. Procuramos atentamente uma razão que nos faça suprimir o mau humor provocado por se estar vivo. Não o tento fazer. Esforço-me por compreender a beleza da casualidade, do aleatório. Irei vaguear então pela orla fina a que chamamos vida. Tic.
Tentarei dar um sentido maior à minha. Criar impacto em terceiros e gerar assim uma extensão artificial do meu ser que permaneça impermutável. Acolhido nos cantos recônditos do lobo temporal medial de alguém. Tac. As minhas conclusões? Sou feliz.
Um rapaz pobre e mal-agradecido pela felicidade que tem. Alguém que quer sempre mais. Não lhe chamo ambição, apenas uma fome por saciar. Uma sede por sorrir. Tic. Afortunado pela vida. Ainda que modestamente. Tac. 6h00. Ainda deitado, empunho um pequeno livro que não cheguei a abrir. Tic.
Atrasado. Sempre atrasado. Tac. O quanto me apraz sentir estes devaneios de um presunçoso intelecto.
Tiquetaque.
Tiquetaque.
Tiquetaque.»