O Doutor Grilo da autoria de Carlos Nuno Granja (texto) e Vasco Gargalo(ilustração), edição Opera Omnia.
A apresentação desta obra estará a cargo do escritor António Mota.
"Fulano de Tal e Grilo era um pobre carvoeiro que carregava o seu burro com carvão para o vender pelas aldeias, aproveitando para contar as suas histórias, inventadas ou realizadas. O que é certo é que este Grilo chegou a Doutor e nem ele sabe bem ao certo como o conseguiu. No imaginário dos Contos Tradicionais Portugueses temos histórias de encantar que soubemos preservar e assinalam a imaginação de um povo cheio de vivências e ensinamentos. Este reconto vem reformulado com ideias novas, mas não deixa de registar a verdadeira história do Grilo que se fez Doutor."
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sábado, 26 de setembro de 2015
sexta-feira, 7 de março de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
Novidade Opera Omnia: O Falcão de Bonaparte
Título: O Falcão de Bonaparte
Autor: Mariana Morais Pinheiro
O Falcão de Bonaparte é uma história de guerra, mas é, sobretudo, uma história de amor. É a história de um amor proibido entre um tenente francês e uma enfermeira portuguesa. E é também a história de amor de um povo pela sua pátria. O Falcão de Bonaparte leva-nos numa viagem pelos bastidores da guerra; pelos quartéis e pelos acampamentos militares onde se decidiam as estratégias; e pelos cenários terríveis dos campos de batalha. Com a II Invasão Francesa como pano de fundo, o romance espelha o triunfo do amor sobre a guerra e o sacrifício de um povo que batalhou de peito aberto contra o inimigo.
A quem se destina?
Escrita segundo o novo acordo ortográfico, O Falcão de Bonaparte é uma história cheia de romance e ação, destinada aos jovens com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos, mas que pode ser lida por toda a gente. Pautada pela busca do rigor histórico, foi minha intenção escrever um livro que pudesse andar de mãos dadas com o programa escolar do 6º, 8º e 11º anos, em que os temas da Revolução Francesa e das Invasões são abordados nas disciplinas de História.
Sobre a autora:
Mariana Morais Pinheiro nasceu em Braga, em 1985. Apaixonada pela imprensa escrita, há mais de uma década que se dedica ao jornalismo e a escrever a tempo inteiro. Começou a colaborar com jornais locais e regionais e estagiou no jornal Público depois de concluir o mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho. Passou ainda pelas redações do jornal Record, da revista Sábado e do jornal i, antes de emigrar para o Reino Unido em 2012. O Falcão de Bonaparte é o seu romance de estreia.
Autor: Mariana Morais Pinheiro
O Falcão de Bonaparte é uma história de guerra, mas é, sobretudo, uma história de amor. É a história de um amor proibido entre um tenente francês e uma enfermeira portuguesa. E é também a história de amor de um povo pela sua pátria. O Falcão de Bonaparte leva-nos numa viagem pelos bastidores da guerra; pelos quartéis e pelos acampamentos militares onde se decidiam as estratégias; e pelos cenários terríveis dos campos de batalha. Com a II Invasão Francesa como pano de fundo, o romance espelha o triunfo do amor sobre a guerra e o sacrifício de um povo que batalhou de peito aberto contra o inimigo.
A quem se destina?
Escrita segundo o novo acordo ortográfico, O Falcão de Bonaparte é uma história cheia de romance e ação, destinada aos jovens com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos, mas que pode ser lida por toda a gente. Pautada pela busca do rigor histórico, foi minha intenção escrever um livro que pudesse andar de mãos dadas com o programa escolar do 6º, 8º e 11º anos, em que os temas da Revolução Francesa e das Invasões são abordados nas disciplinas de História.
Sobre a autora:
Mariana Morais Pinheiro nasceu em Braga, em 1985. Apaixonada pela imprensa escrita, há mais de uma década que se dedica ao jornalismo e a escrever a tempo inteiro. Começou a colaborar com jornais locais e regionais e estagiou no jornal Público depois de concluir o mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho. Passou ainda pelas redações do jornal Record, da revista Sábado e do jornal i, antes de emigrar para o Reino Unido em 2012. O Falcão de Bonaparte é o seu romance de estreia.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Lançamento:"Acta Est Fabula Memórias - III - Lourenço Marques Revisited (1955 - 1976)" de Eugénio Lisboa, 24 Outubro
Eugénio Lisboa, de seu nome completo, Eugénio Almeida Lisboa, nasceu em Lourenço Marques (Moçambique), em 25 de Maio de 1930. Frequentou ali a escola primária e o liceu, tendo vindo estudar engenharia electrotécnica, em Lisboa (1947), no Instituto Superior Técnico. A extrema alta qualidade de professores que teve, no liceu, deu-lhe, para sempre, um amor não conflituoso pelas chamadas “duas culturas”. Os livros que seu pai lhe comprava, com evidente sacrifício e clandestino prazer, e o singular legado de um belo acervo bibliográfico feito por Abel Menano, colega de seu pai, permitiram-lhe, muito cedo, abrir-se aos marcos da cultura universal. Iniciação que, para sempre, o marcou.
No período final do seu curso de engenharia, coincidindo com o seu serviço militar em Portalegre, conheceu José Régio, que o marcou profundamente e foi responsável pela sua (relutante) iniciação como escritor.
Trabalhou, já de regresso a Moçambique, como engenheiro electrotécnico e como operador e gestor, no sector petrolífero, ensinou (literatura) em universidades de África e da Europa, foi Conselheiro Cultural, durante dezassete anos, na embaixada, em Londres, Presidente da Comissão Nacional da Unesco (1995 – 1998) e terminou a sua vida oficialmente activa, como Professor Catedrático Visitante da Universidade de Aveiro, pela qual guarda especial carinho.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
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