Título: A Guerra Nunca Acaba
Autor: Manuel Jorge Marmelo
N.º de Páginas: 91
Sinopse:
Segundo foi revelado durante a década de 1960, Adolph Hitler terá perdido um testículo na sequência de um ferimento sofrido no dia 7 de Outubro de 1916, durante a I Guerra Mundial. Este é o ponto de partida para a ficção que, através da memória de um soldado francês que participou na Batalha do Somme, a mais mortífera do século XX, acompanha um peculiar voluntário português que reivindica a autoria a castração parcial do futuro ditador alemão.
A minha opinião:
A Guerra Nunca Acaba é o meu romance de estreia de Manuel Jorge Marmelo. Este romance, uma vez mais integrado na série integrante da revista Sábado sobre a I Guerra Mundial, conta com uma investigação do autor, que quis aprofundar a vida dos soldados nas trincheiras, relatando como era a vida de um soldado na Batalha de Somme, a maior e mais mortífera do séc. XX.
É aqui que surge Bonifácio, o tolo. Português, oriundo de uma aldeia beirã, Bonifácio parte para a frente de guerra muito antes do Corpo Expedicionário Português. Viaja clandestinamente num comboio de mantimentos para França depois do seu único irmão ter morrido em combate em Moçambique numa guerra contra os alemães.
Na frente de guerra pouca gente dava crédito a Bonifácio, excepto o narrador da história que via nele uma personagem intrigante.
Bonifácio passou a ser ainda mais interessante quando durante a batalha diz ter ferido Hitler, em 1916. O português diz ter-lhe inutilizado um testículo. O livro tem um fundo de verdade. Partindo da história verídica de que Hitler foi atingido na Batalha de Somme, Manuel Jorge Marmelo decide colocar um herói português como o causador da estirilidade do futuro ditador.
Dos 3 livro que li da série este foi, sem dúvida, o que mais gostei, o que me faz aumentar a curiosidade para continuar com a série, mas também a ler mais livros do autor.
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
As saudades que tenho de Inácia - Manuel Jorge Marmelo [Opinião]
Título: As saudades que tenho de Inácia (DN Contos Digitais #9)
Autor: Manuel Jorge Marmelo
Inácia é uma mulher da ilha de São Nicolau, em Cabo Verde. É feia e porca, e a sua vida resume-se a carregar, para trás e para a frente, cargas de lenha, água e sacos e grão. Na memória de um homem, porém, nha Nácia pode transformar-se numa doce recordação.
A minha opinião:
Um velho caboverdiano recorda com saudade Inácia, uma mulher, segundo ele, feia, com um grande bigode e porca. Uma mulher que todos gozavam...
Mas aquela velha feia conquistaria o coração do velho que recorda dos momentos de paixão, fugazes, que teve com ela, quanto ainda eram novos e lamenta não ter assumido a relação dos dois enquanto podia.
O conto de Manuel Jorge Marmelo gira à volta do mesmo, com o protagonista a relembrar-se das conversas que tinha com os seus amigos de café sobre Inácia e como todos desdenhavam da pobre coitada.
Apesar de não ser cativante não desgostei.
Autor: Manuel Jorge Marmelo
Inácia é uma mulher da ilha de São Nicolau, em Cabo Verde. É feia e porca, e a sua vida resume-se a carregar, para trás e para a frente, cargas de lenha, água e sacos e grão. Na memória de um homem, porém, nha Nácia pode transformar-se numa doce recordação.
A minha opinião:
Um velho caboverdiano recorda com saudade Inácia, uma mulher, segundo ele, feia, com um grande bigode e porca. Uma mulher que todos gozavam...
Mas aquela velha feia conquistaria o coração do velho que recorda dos momentos de paixão, fugazes, que teve com ela, quanto ainda eram novos e lamenta não ter assumido a relação dos dois enquanto podia.
O conto de Manuel Jorge Marmelo gira à volta do mesmo, com o protagonista a relembrar-se das conversas que tinha com os seus amigos de café sobre Inácia e como todos desdenhavam da pobre coitada.
Apesar de não ser cativante não desgostei.
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