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sexta-feira, 12 de março de 2010

Novidades Zéfiro: O Tarot Divinatório

Título: O Tarot Divinatório
Autor: Dulce Leal Abalada (Org. e Estudo)
Nº de Páginas: 232
Colecção: Ventos da Tradição
Categoria: Esoterismo / Tarot

PVP: 13, 90€

Este livro revela-nos a interpretação de cada uma das cartas do Tarot e a sua leitura simbólico-alegórica mais profunda. Nesta obra, escrita de uma forma detalhada, porém prática e simples, o leitor conhecerá a constituição e a interpretação de cada uma das 78 lâminas do Tarot, assim como o seu aspecto técnico: a combinação dos Arcanos e dos números da Tábua Astrológica. O baralho do Tarot é composto de 78 cartas designadas de Arcano – palavra originária do latim Arkanum que significa segredo, oculto, mistério. É um método de autoconhecimento e proporciona uma viagem ao interior de si próprio. Sendo aparentemente um baralho de cartas, torna-se algo diferente se o abordarmos à luz do seu significado mais profundo. Revela-se, então, como um autêntico livro de cariz filosófico-psicológico que pode ser interpretado das mais diversas formas. O Tarot é considerado o espelho da alma, uma viagem às profundezas do nosso ser interior e uma descoberta do Eu. Estudá-lo representa um passo importante para nos compreendermos a nós próprios e aos acontecimentos que nos rodeiam.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Novidades Editoriais da Zéfiro

Título: Princípios Ocultos da Saúde - O Homem e as suas Doenças
Autor: Max Heindel
N.º de Páginas: 88
Formato: 16 x 23 cm
Colecção: Ventos da Tradição
Categoria: Esoterismo

P.V.P.: 10 €

Qual é a Verdadeira Origem das Doenças? Será no Corpo Físico ou nos Corpos Mais Subtis?
O conhecimento ocultista de raiz teosófica que inicialmente influenciou Max Heindel diz-nos que a doença surge primeiro nos corpos mais subtis, invisíveis (seja no corpo vital, emocional ou mental), e que só mais tardiamente se reflecte no corpo físico.
Este primeiro volume da obra Princípios Ocultos da Saúde, relativo ao Homem e as suas Doenças, refere diversos aspectos ocultos que justificam o aparecimento da doença na vida do homem. Neste âmbito, aborda e analisa os aspectos hereditários ou a herança familiar impressa no corpo físico, a questão kármica que subjaz à reencarnação e os laços engendrados (causa/efeito) das nossas vidas passadas. Para o autor, estes são factores determinantes e condicionantes de toda a existência humana, bem como a causa da disfunção no corpo humano.

Sobre o autor:

Carl Louis Fredrik von Grasshoff nasceu em Aarhus, Dinamarca a 23 de Julho de 1865. Em 1884 emigra para a Grã-Bretanha e em 1896 para Nova Iorque, Estados Unidos, onde adopta o nome de Max Heindel. Em 1903 parte para Los Angeles e no fim desse mesmo ano assiste a uma conferência de Leadbeater. Interessa-se pela Teosofia e inscreve-se na Loja de Los Angeles onde chega mais tarde a ser vice-presidente. Ao conhecer Augusta Foss desperta para a Astrologia e em 1905 inicia um ciclo de conferências sobre misticismo cristão e astrologia. No final de 1907 Max Heindel toma contacto com Rudolf Steiner, em Berlim, sob convite e influência da sua amiga Alma von Brandis, e durante meses estuda os seus ensinamentos. O início de 1908 viria a ser uma altura marcante da sua vida. Estando no seu quarto, sente uma presença e, apesar da sua visão etérea ser ainda muito incipiente, vê um homem em corpo vital, que o informa que deseja ajudá-lo a solucionar os problemas que o tinham trazido à Europa. Por vários dias essa visita repetiu-se ao longo dos quais a misteriosa personagem respondia às questões que Max Heindel levantava. Esses contactos mantiveram-se, mesmo após o seu regresso aos Estados Unidos, e o visitante instruiu-o, então, sobre a forma de chegar ao Templo da Rosa-Cruz – uma construção etérea, invisível para as pessoas da região, situada na Boémia, perto da fronteira entre a República Checa e a Alemanha. Nesse Templo foi iniciado e escreveu, em alemão, o rascunho de Conceito Rosacruz do Cosmos. O manuscrito foi finalizado no final de 1908 em Buffalo, Nova Iorque, para onde se mudara e aí criou o primeiro Centro Rosacruz. Em 1910 Max Heindel cria o novo Centro Rosacruz em Los Angeles. No mesmo ano o seu Mestre visita-o e diz-lhe que na nova década que tinha começado, ele teria o privilégio de transmitir ao mundo uma nova ciência de cura, e que a Fraternidade iria formar os auxiliares para esse grande trabalho. No início de 1911, William Patterson ofereceu-se para comparticipar na aquisição de um terreno onde se pudesse instalar a sede da Fraternidade. A pequena povoação costeira de Oceanside foi o local escolhido, com um terreno de 16 hectares. Max Heindel designou-a de Mount Ecclesia. Em Janeiro de 1919, Max Heindel termina a sua existência terrena ao sofrer uma síncope cardíaca, reflexo de um mal que já o vinha apoquentando há alguns anos.

Título: Princípios Ocultos da Saúde - A Cura
Autor: Max Heindel
N.º de Páginas: 96
Formato: 16 x 23 cm
Colecção: Ventos da Tradição
Categoria: Esoterismo

P.V.P.: 10€

Como Prevenir a Doença no Corpo Humano? Como Iniciar a Cura Através dos Corpos Mais Subtis?
O conhecimento ocultista de raiz teosófica que inicialmente influenciou Max Heindel diz-nos que a doença surge primeiro nos corpos mais subtis, invisíveis (seja no corpo vital, emocional ou mental), e que só mais tardiamente se reflecte no corpo físico.
Este segundo volume da obra Princípios Ocultos da Saúde, relativo à Cura, destaca vários aspectos a ter em conta para evitar e prevenir a doença no corpo humano, como a importância de uma dieta apropriada até ao afastamento dos desequilíbrios excessivos que possam impedir a manifestação harmoniosa do corpo ao longo da vida. Como nem sempre é possível evitar que o corpo sofra de alguma enfermidade, causando uma situação de ruptura (stress, esgotamento, depressão, etc.) no seu equilíbrio natural, o autor aprofunda a importância do processo de cura para restabelecer as condições de harmonia em cada pessoa.

Título: O Oráculo dos Segredos
Autor: Bento Serrano
N.º de Páginas: 96
Formato: 16 x 23 cm
Colecção: Ventos da Tradição
Categoria: Esoterismo / Sabedoria Popular

P.V.P.: 10 €

«Segredos Úteis às Pessoas para a Cura Radical de Muitas Moléstias»
O conteúdo desta obra pertence à mais profunda tradição popular portuguesa e, se percorrermos o país de Norte a Sul, são vários os testemunhos de receitas para prevenir males e manter a saúde, curar moléstias, cuidar da beleza ou melhorar algum aspecto da vida. A tradição popular afirma que a cura para todos os males que afligem o Homem se encontra na Natureza. Com o conhecimento que os nossos antepassados detinham das plantas, das ervas e das flores, extraíam a sua essência para restabelecer a saúde das pessoas que padeciam de algum mal. Esta era a antiga forma popular de cura através da Natureza. Infelizmente, com o progresso humano adveio o esquecimento desta sabedoria popular e, assim, rompeu-se o elo que ligava o homem à Natureza. E assim perdeu-se o segredo. Porém, ainda subsistem alguns resquícios destas tradições nas aldeias mergulhadas no Portugal profundo que têm sido preservadas pelos curandeiros populares. O objectivo desta obra é, assim, trazer este conhecimento à luz do dia.


Sobre o autor:
Bento Serrano dedicou grande parte da sua vida, no séc. XIX, ao estudo dos astros e à recolha da sabedoria tradicional e popular no gabinete improvisado e natural da gruta onde vivia. A obra Oráculo dos Segredos – Segredos úteis às pessoas para a cura radical de muitas moléstias faz parte de uma obra mais ampla de Bento Serrano (mais conhecido como o astrólogo da Serra da Estrela) denominada O Oráculo do Passado, do Presente e do Futuro ou o Verdadeiro modo de Aprender no Passado a Prevenir o Presente e a Adivinhar o Futuro.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Cartas de Amor de Fernando Pessoa

Título: Cartas de Amor de Fernando Pessoa
Autor: Fernando Pessoa
Nº de Páginas: 136
Colecção: Ventos da Lusophia
Categoria: Literatura Lusófona / Fernando Pessoa

P.V.P.: 12,50 Eur


«Não me conformo com a ideia de escrever; queria falar-te, ter-te sempre ao pé de mim, não ser necessário mandar-te cartas. As cartas são sinais de separação – sinais, pelo menos, pela necessidade de as escrevermos, de que estamos afastados.»

A CORRESPONDÊNCIA AMOROSA COM OPHÉLIA QUEIROZ, O ÚNICO AMOR CONHECIDO DO POETA

As cartas aqui apresentadas são fruto da correspondência amorosa entre Fernando Pessoa e Ophélia Queiroz, que teve lugar entre 1920 e 1930, e demonstram a faceta mais íntima e privada do poeta.
Por não se conhecer qualquer outro relacionamento amoroso de Pessoa para além de Ophélia, estas cinquenta cartas revestem-se assim de uma importância particular para uma maior compreensão da complexidade e diversidade do génio literário que foi Fernando Pessoa.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

No Próximo Sábado em Sesimbra: Lançamento da obra "Cartas de Noé para Nayma" de Carlos Aurélio‏

A obra Cartas de Noé para Nayma de Carlos Aurélio vai ser apresentada no próximo Sábado, dia 30, pelas 16h30, na Biblioteca Municipal de Sesimbra. A apresentação do livro estará a cargo de Pedro Sinde. Estará igualmente presente o director da colecção Nova Águia, Renato Epifânio.

Sinopse:
«Agora sei porque te escrevo estas cartas, Nayma. Por elas eu aprendo a falar. Renasço. Nelas escrevo o que me dizes ao ouvido, depois da minha ignorância racionalista te interrogar todos os dias, meu Anjo. Nestas cartas também seguem as palavras possíveis sobre a luz com que perscruto os caminhos ignorados do mistério que é a vida.
Eu bem escrevo e assino – Noé –, mas acredita que é como se fora o próprio Espírito a pegar-me na mão enquanto ensina as primeiras letras a um infante. Eu assino para haver um nome que fala contigo, umas letras e um som, à volta do qual se vão condensando os vislumbres espirituais que tu me dás. Por isso, com esse nome amo e rezo, o que aliás é o mesmo. Amar e rezar são dois irmãos gémeos às avessas: diferentes por fora e iguais por dentro.»


Sobre o autor:
Carlos Aurélio licenciou-se em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Actualmente é professor no Ensino Secundário. Dedica-se igualmente ao desenho, à pintura, fotografia e escrita. Espiritualista e fiel estudioso da escola da filosofia portuguesa, acompanha de perto o trabalho de António Telmo, ao lado de quem tem estado há mais de vinte anos. É autor de Mapa Metafísico da Europa e Considerando os Filósofos.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Novidade Zéfiro: "Os Últimos Dias da Monarquia" de Jorge Morais

Título: Os Últimos Dias da Monarquia
Autor: Jorge Morais
Colecção: Ventos da História
N.º de Páginas: 248
Formato: 16 x 23 cm


Sinopse:
1908 - 1910: Da Esperança de Tréguas à Instauração da República
Em 6 de Outubro de 1910, telegrafando o fim da Monarquia para a Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, Eduardo Schwalbach escreveu com uma ironia de fel: «Ao cabo de longos e porfiados esforços, os monárquicos acabam de implantar a República em Portugal.»

A trégua frustrada: O desconhecido "Pacto Liberal" de 1908 entre republicanos e monárquicos
Em Abril de 1908, pouco depois do regicídio, dois dirigentes republicanos e um áulico da Corte de D. Manuel II congeminaram, em casa de Bernardino Machado, um pacto de tréguas que convinha às duas partes: exonerando os republicanos da má fama de envolvimento na matança do Terreiro do Paço, daria à Monarquia o “benefício da dúvida” e ao regime um último fôlego, tão necessário no início do novo Reinado. Apesar de acarinhado pelo jovem Rei e apoiado pelo primeiro-ministro, o pacto foi frustrado nos corredores do Poder pela feroz oposição de um dos líderes monárquicos; e a sua inviabilização esteve na origem da opção revolucionária dos inimigos do regime, que acabaria por conduzir à instauração violenta da República, em 5 de Outubro de 1910. Apesar da sua importância para a compreensão do processo republicano português, o “Pacto Liberal” (como então se lhe chamou) tem permanecido até hoje omisso na história “oficial” do período. É dessa trégua gorada que este livro se ocupa, documentando os últimos dias de um regime condenado pela cegueira de muitos e pela ambição de alguns.

«Obra lúcida e certeira, que vem enriquecer sobremaneira a historiografia deste período.» «Jorge Morais tem-se afirmado nos últimos anos como autor de brilhantes ensaios historiográficos, baseados em sólidas pesquisas de fontes […]. Dotado de um notável poder de síntese e servido por uma escrita ágil e fluente, Jorge Morais conseguiu prender o leitor da primeira à última linha sem nunca sacrificar o rigor da investigação ou evitar a convocação do imprescindível corpus documental.»

António Reis
in Prefácio

Com a presente obra, Jorge Morais encerra um ciclo de estudos e ensaios sobre o período de transição da Monarquia para a República em Portugal. Das suas pesquisas resultaram, entre outros, os seguintes trabalhos: «O Desembarque» (estudo sobre a partida da Família Real para o exílio, in O Embarque – Um Dia na História de Portugal) e Com Permissão de Sua Majestade (ensaio sobre a participação da Maçonaria e da Família Real inglesa no 5 de Outubro de 1910). Na Zéfiro publicou Regicídio – A Contagem Decrescente (investigação sobre a preparação do assassínio do Rei D. Carlos e do Príncipe Real). É também autor, entre outras obras, de Dom Duarte (perfil biográfico do 22.º Duque de Bragança); Aventuras Trans-Ideológicas – Alteridade e Transgressão (ensaio sobre a deriva política do poeta Ezra Pound); e Rua do Ácido Sulfúrico (estudo sobre Alfredo da Silva e as políticas sociais da CUF). Em 2006 foi-lhe atribuído o Prémio Bocage de Ensaio pelo livro Bocage Maçon (estudo bibliográfico sobre o Iluminismo Maçónico em M. M. Barbosa du Bocage).