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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Dinossauro Excelentíssimo, de José Cardoso Pires, com prefácio de Carlos Reis e ilustrações de João Abel Manta

Título: Dinossauro Excelentíssimo 
Autor: José Cardoso Pires, com prefácio de Carlos Reis e ilustrações de João Abel Manta é o novo livro da Coleção Essencial – Livros RTP

Dinossauro Excelentíssimo, é uma fábula satírica de José Cardoso Pires que retrata a vida de Salazar, a sua ditadura e o Portugal do Estado Novo num tom bastante irónico e amargurado. Carlos Reis designa a fábula de "relato violentamente satírico sobre a figura de Salazar" (verbete José Cardoso Pires, in Biblos, vol. 2, 213).

«Dinossauro Excelentíssimo está construído sobre o modelo de um género narrativo antigo e respeitável, a fábula, que em Cardoso Pires é objeto de uma refuncionalização apoiada na paródia e no poder de evocação simbólica da alegoria. A destinatária infantil várias vezes invocada (Ritinha) tem a ver diretamente com o culto de um género muito ligado, desde Esopo e Fedro, aos ensinamentos que se deduzem das afinidades comportamentais observadas entre animais e homens; ensinamentos que, entretanto, ganharam uma outra densidade quando a fábula se aproximou do ensaio filosófico cultivado por La Fontaine e pelo classicismo francês. … o desenho e a cor das ilustrações de João Abel Manta. Combinando por vezes a fotografia e a gravura, recorrendo a técnicas que lembram a colagem (ou dela provêm diretamente) e desenhando a traço grosso figuras com forte impacto caricatural, João Abel Manta acompanha e expande o impulso paródico que domina Dinossauro Excelentíssimo.» Prefácio de Carlos Reis

Sobre o autor:
José Cardoso Pires foi jornalista, tendo colaborado em vários jornais e revistas. Iniciou a sua atividade como escritor publicando, em 1949, o livro Os Caminheiros e Outros Contos. Depois seguiram-se, até 1997, ano em que publicou a sua última obra – Lisboa, Livro de Bordo – mais 17 livros, distribuídos por diversos géneros literários – conto, romance, crónica, ensaio, teatro.

A sua obra literária não é redutível a uma escola literária definida. Ela coloca-se entre o surrealismo, o neorrealismo, e sofre uma forte influência da linguagem cinematográfica, bem como de alguns escritores norte-americanos, nomeadamente Ernest Hemingway. As suas obras valeram-lhe vários importantes prémios literários nacionais e internacionais, nomeadamente o Prémio da União Latina, o Prémio Dom Dinis, o Grande Prémio APE, o Prémio Pessoa, entre outros. Várias das suas obras foram traduzidas para outras línguas e adaptadas ao cinema e ao teatro.

José Cardoso Pires morreu em Lisboa em outubro de 1998, com 73 anos de idade.

Sobre a Colecção

A “Coleção Essencial - Livros RTP” é um projeto cultural concebido pela RTP em parceria com a LeYa e que consiste na publicação de um conjunto de obras de ficção de autores de língua portuguesa e de outras línguas. O objetivo desta iniciativa é a promoção do gosto pela leitura através da descoberta (ou redescoberta) de alguns dos autores mais relevantes do século XX, colocando à disposição do público, por um preço reduzido (10 euros) e ao ritmo de um título por mês, algumas das obras-primas da literatura contemporânea, com prefácios assinados por destacadas personalidades da cultura. A curadoria da coleção é de Zeferino Coelho, um dos mais considerados editores do mundo de língua portuguesa, editor da Caminho, integrada na LeYa. No âmbito desta coleção está prevista a publicação de 25 livros.


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Livros RTP: O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald, com prefácio de António-Pedro Vasconcelos

«O Grande Gatsby é um livro maduro: um romance estruturado, com uma construção engenhosa e uma economia narrativa em que atinge a perfeição. Sem perder nenhuma das qualidades que, desde sempre, revelou – a capacidade de dar cor aos ambientes e aos sentimentos, que são sempre o eco uns dos outros, a cadência das frases e a música da prosa, que ele admirava em Flaubert e Conrad –, Fitzgerald amadureceu como escritor e percebeu que o mais importante num romance é o domínio da forma, e que um romancista é, acima de tudo, um ficcionista. Aprendeu que o importante não é a verdade, mas, como ele diz com admirável justeza, “o seu equivalente: a preocupação de honestidade no acto de inspiração”. Prefácio de António-Pedro Vasconcelos

Chega esta semana às livrarias portuguesas um novo livro da “Coleção Essencial – Livros RTP”. O GRANDE GATSBY, de F. Scott Fitzgerald, prefaciado pelo cineasta e escritor português António-Pedro Vasconcelos. É o oitavo volume da iniciativa conjunta da RTP e da LeYa. O livro está disponível em capa dura e pelo preço de 10 euros.

Sobre o romance
A existência de F. Scott Fitzgerald coincide literariamente com os dois decénios que separam as duas guerras, repartindo-se entre a América onde nasceu, numa pacata cidade do Middle West, no Minnesota, e a França, onde viveu durante vários anos com a família. O seu nome evoca-nos uma geração que associamos à lendária idade do jazz, vertiginosa e fútil. Fitzgerald pertenceu a essa geração, foi um dos seus arautos. A sua vida tão precocemente visitada pela fama, e tão cedo destruída, é a carne e o sangue de que é feita a sua obra. O Grande Gatsby é o seu maior romance, talvez porque nele se fundem com rara felicidade essa matéria-prima, a sua própria experiência de vida, e uma linguagem de grande qualidade poética.

F. Scott Fitzgerald nasceu em St. Paul, Minnesota, em 1896. Frequentou a universidade de Princeton e publicou o seu primeiro romance, Este Lado do Paraíso, em 1920. Para além de O Grande Gatsby (1925) e Terna é a Noite (1934), consideradas as suas obras mais importantes, é também o autor de mais de 160 contos, entre os quais O Estranho Caso de Benjamin Button, que foi alvo de uma adaptação cinematográfica. Morreu em Hollywood, em 1940.



quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Márquez, com prefácio de Alberto Manguel

Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Márquez, com prefácio de Alberto Manguel, é o novo livro da Coleção Essencial – Livros RTP

«Quando, depois de pôr um ponto final a Cem Anos de Solidão, em 1966, o manuscrito foi rejeitado pelo editor espanhol Carlos Barral que lhe disse que um romance como este “não se venderia”, García Márquez decidiu então propô-lo à editorial Sudamericana, de Buenos Aires, mas teve que enviá-lo por duas vezes, porque não tinha dinheiro bastante para pagar o envio do manuscrito completo.» Alberto Manguel, prefácio

Chega esta semana às livrarias portuguesas um novo livro da “Coleção Essencial – Livros RTP”. Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Márquez, prefaciado pelo ensaísta de origem argentina Alberto Manguel. é o sétimo volume da iniciativa conjunta da RTP e da LeYa. O livro está disponível em capa dura e pelo preço de 10 euros.



Sobre Cem Anos de Solidão
Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo.» Com estas palavras - tão célebres já como as palavras iniciais do Dom Quixote ou de À Procura do Tempo Perdido - começam estes Cem Anos de Solidão, obra-prima da literatura contemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Marquez como um dos maiores escritores do nosso tempo. A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro.

Sobre o autor:
Gabriel García Márquez nasceu a 6 de março de 1927, em Aracataca, Colômbia, e faleceu a 17 de abril de 2014, na Cidade do México. Considerado o pai do realismo mágico latino-americano, foi essencial para o reconhecimento da literatura americana em língua castelhana no resto do mundo, principalmente depois da atribuição do Prémio Nobel de Literatura, em 1982. O caráter universal da sua obra coloca-o entre os maiores escritores de sempre. É autor de uma vasta bibliografia que a LeYa/Dom Quixote tem vindo a publicar regularmente em Portugal, incluindo o primeiro volume da autobiografia Viver para Contá-la, O Aroma da Goiaba (conversas com Plinio Apuleyo de Mendoza) e a reedição de Olhos de Cão Azul, com três contos inéditos em Portugal, para além dos famosíssimos Cem Anos de Solidão e O Amor nos Tempos de Cólera.



terça-feira, 23 de agosto de 2016

CAPITÃES DA AREIA, de JORGE AMADO, com prefácio de José Carlos Vasconcelos (Livros RTP)

CAPITÃES DA AREIA, de JORGE AMADO, com prefácio de José Carlos Vasconcelos é o 5º livro da Coleção Essencial – Livros RTP

Chega esta semana às livrarias portuguesas o romance CAPITÃES DA AREIA, de JORGE AMADO, com prefácio de José Carlos Vasconcelos. Trata-se do quinto livro da Coleção Essencial - Livros RTP que, em edição de capa dura, será disponibilizado aos leitores pelo preço de 10 euros.

Nesta história crua e comovente, Jorge Amado descreve, em páginas carregadas de uma beleza, dramatismo e lirismo poucas vezes igualados na literatura universal, a vida de um grupo de meninos de rua da Bahia, na década de 1930. Divididas entre a inocência da infância e a crueza do universo adulto, as crianças têm de lidar com um quotidiano ao mesmo tempo livre e vulnerável, revelando um desamparo e uma fragilidade que, em muitos aspectos, permanecem actuais.

Capitães da Areia é o livro de Jorge Amado mais vendido em todo o mundo.

Publicado em 1937, teve a sua primeira edição apreendida e queimada em praça pública pelas autoridades do Estado Novo. De nada adiantou.

Quando pôde voltar à cena, Capitães da Areia conquistou o grande público e é ainda hoje um dos maiores sucessos do autor.

Prefaciado por José Carlos Vasconcelos

Sobre o autor
Jorge Amado (1912-2001), baiano de Itabuna, é um dos mais importantes escritores brasileiros do século XX e um dos mais difundidos em todo o mundo. Os seus romances estão traduzido em dezenas de línguas e foram adaptados para cinema, teatro e televisão. Entre eles destacam-se Mar Morto, Capitães da Areia, Tenda dos Milagres, Dona Flor e Seus Dois Maridos, Tereza Batista Cansada de Guerra, Tieta do Agreste e Gabriela, Cravo e Canela. Exímio contador de histórias e senhor de uma escrita de grande força dramática e lírica, as personagens dos seus romances são hoje figuras inesquecíveis.

Sobre a Coleção

A “Coleção Essencial - Livros RTP” é um projeto cultural concebido pela RTP em parceria com a LeYa e que consiste na publicação de um conjunto de obras de ficção de autores de língua portuguesa e de outras línguas. O objetivo desta iniciativa é a promoção do gosto pela leitura através da descoberta (ou redescoberta) de alguns dos autores mais relevantes do século XX, colocando à disposição do público, por um preço reduzido (10 euros) e ao ritmo de um título por mês, algumas das obras-primas da literatura contemporânea, com prefácios assinados por destacadas personalidades da cultura. A curadoria da coleção é de Zeferino Coelho, um dos mais considerados editores do mundo de língua portuguesa, editor da Caminho, integrada na LeYa. No âmbito desta coleção está prevista a publicação de 25 livros.






sexta-feira, 22 de julho de 2016

A Mancha Humana, de Philip Roth, prefaciado por Clara Ferreira Alves

Chega esta semana às livrarias portuguesas o romance A Mancha Humana, de Philip Roth, com prefácio de Clara Ferreira Alves. Trata-se do quarto livro da Coleção Essencial - Livros RTP que, em edição de capa dura, será disponibilizado aos leitores pelo preço de 10 euros.

Sobre o livro:
O segredo de Coleman foi guardado durante cinquenta anos: oculto da sua mulher, dos seus quatro filhos, dos seus colegas e dos seus amigos, incluindo o escritor Nathan Zuckerman, que – após a morte suspeita de Coleman, com a amante, num desastre de automóvel – resolve compreender como é que aquele homem eminente e íntegro, apreciado como educador durante quase toda a sua vida, forjou a sua identidade e como essa vida tão cuidadosamente controlada acabou por ser deslindada.

Situado nos Estados Unidos da América dos anos 90, onde princípios morais contraditórios e divergências ideológicas são trazidos à luz do dia através da denúncia pública e de rituais de purificação, A Mancha Humana completa a eloquente trilogia de Philip Roth sobre vidas americanas do pós-guerra tão tragicamente determinadas pelo destino da nação como pela «mácula humana» que marca de modo tão indelével a natureza do homem.

«Porque A Mancha Humana é uma obra-prima […]. E é o romance mais humano, humanista, humanizado e humaníssimo que ele escreveu e que se escreveu na América nas últimas décadas.»
Clara Ferreira Alves, autora do prefácio.


Sobre o autor:
Em 1997 Philip Roth ganhou o Prémio Pulitzer com Pastoral Americana. Em 1998 recebeu a Medalha Nacional de Artes da Casa Branca e, em 2002, o mais alto galardão da Academia Americana de Artes e Letras, a Medalha de Ouro da Ficção, anteriormente atribuída a John dos Passos, William Faulkner e Saul Bellow, entre outros. Ganhou três vezes o PEN/Faulkner Award e o National Book Critics Award. Em 2005 A Conspiração
contra a América recebeu o prémio da Sociedade de historiadores Americanos pelo «excecional romance histórico sobre um tema americano, relativo a 2003-2004». Roth recebeu dois dos mais prestigiados prémios do PEN: em 2006, o PEN/Nabokov «pelo conjunto da obra de originalidade constante e artisticamente perfeita» e, em 2007, o PEN/Saul Bellow de Consagração na Ficção Americana, dado ao escritor cujo apuro ao longo de uma carreira sustentada o coloca ao mais alto nível da literatura americana.

Roth é o único escritor americano vivo a ter a obra publicada numa edição completa e definitiva pela Library of America. Em 2011 Roth recebeu o Man Booker International Prize. Foi o quarto autor a receber esta distinção.


Sobre a Coleção
A “Coleção Essencial - Livros RTP” é um projeto cultural concebido pela RTP em parceria com a LeYa e que consiste na publicação de um conjunto de obras de ficção de autores de língua portuguesa e de outras línguas. O objetivo desta iniciativa é a promoção do gosto pela leitura através da descoberta (ou redescoberta) de alguns dos autores mais relevantes do século XX, colocando à disposição do público, por um preço reduzido (10 euros) e ao ritmo de um título por mês, algumas das obras-primas da literatura contemporânea, com prefácios assinados por destacadas personalidades da cultura. A curadoria da coleção é de Zeferino Coelho, um dos mais considerados editores do mundo de língua portuguesa, editor da Caminho, integrada na LeYa.

No âmbito desta coleção está prevista a publicação de 25 livros.

Calendário de publicação (dos primeiros 12 livros):

Abril 2016
Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago
Prefácio: Zeferino Coelho

Maio 2016
A Guerra do Fim do Mundo, Mario Vargas Llosa
Prefácio: António Mega Ferreira

Junho 2016
Jesusalém, Mia Couto
Prefácio: Miguel Real

Julho 2016
A Mancha Humana, Philip Roth
Prefácio: Clara Ferreira Alves

Agosto 2016
Capitães da Areia, Jorge Amado
Prefácio: José Carlos de Vasconcelos

Setembro 2016
As Naus, António Lobo Antunes
Prefácio: Ricardo Araújo Pereira

Outubro 2016
Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez
Prefácio: Alberto Manguel

Novembro 2016
O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald
Prefácio: António-Pedro Vasconcelos

Dezembro 2016
Dinossauro Excelentíssimo, José Cardoso Pires
Prefácio: Carlos Reis

Janeiro 2017
A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera
Prefácio: Inês Pedrosa

Fevereiro 2017
As Cidades Invisíveis, Italo Calvino
Prefácio: Nuno Júdice

Março 2017
A Geração da Utopia, Pepetela
Prefácio: Ondjaki


terça-feira, 7 de junho de 2016

Terceiro livro da Coleção Essencial Livros RTP "JESUSALÉM”, de Mia Couto chega às livrarias, com prefácio de Miguel Real

Título: JESUSALÉM
Autor: Mia CoutoTerceiro 
Coleção: Coleção Essencial Livros RTP
Prefácio: Miguel Real
PVP €10

Chegou ontem às livrarias portuguesas o terceiro livro da Coleção Essencial - Livros RTP, parceria entre a RTP e a LeYa. "Jerusalém", obra do escritor moçambicano, Mia Couto.
Jesusalém foi considerado um dos 20 livros de ficção mais importantes da rentrée literária francesa por um júri da estação radiofónica France Culture e da revista Télérama.

Jesusalém é seguramente a mais madura e mais conseguida obra de um escritor em plena posse das suas capacidades criativas. Aliando uma narrativa a um tempo complexa e aliciante ao seu estilo poético tão pessoal, Mia Couto confirma o lugar cimeiro de que goza nas literaturas de língua portuguesa.

A vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado, diz um dos protagonistas deste romance. A prosa mágica do escritor moçambicano ajuda, certamente, a reencantar este nosso mundo.


terça-feira, 17 de maio de 2016

"A Guerra do Fim do Mundo", de Mario Vargas Llosa é o 2º livro da Coleção Essencial - Livros RTP e chega hoje às livrarias

"A Guerra do Fim do Mundo", de Mario Vargas Llosa chega hoje às livrarias, com prefácio de António Mega Ferreira

Chega hoje às livrarias portuguesas o segundo livro da Coleção Essencial - Livros RTP, parceria entre a RTP e a LeYa. 
"A Guerra do Fim do Mundo", grande obra do escritor peruano, Premio Nobel da Literatura, Mario Vargas Llosa, sucede assim a Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, com o qual a colecção se estreou, em abril de 2016. O prefácio é de António Mega Ferreira.

«O romance (…) é um vasto fresco que aborda temas aparentemente tão diversos como a corrupção das elites e o oportunismo dos políticos, a sobranceria militar e a inaptidão das forças desencadeadas, a nua humanidade dos deserdados e a sua disponibilidade para seguirem os vendedores de ilusões. » (Antonio Mega Ferreira, prefácio)