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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Segredos Mortais - Robert Bryndza [Opinião]

Título: Segredos Mortais
Autor: Robert Bryndza
Editor: Alma dos Livros
N.º de Páginas: 304

Sinopse:
Numa manhã gelada de inverno, uma mulher acorda e encontra o corpo ensanguentado da filha à porta de casa. Quem seria capaz de tal atrocidade?

A detetive Erika Foster vive um momento de fragilidade devido ao último caso que resolveu, mas está decidida a liderar também esta investigação. Ao deitar mãos à obra, toma conhecimento de outros ataques cometidos na mesma zona pacata do sul de Londres onde o crime ocorreu. Um pormenor arrepiante liga-os ao homicídio - todas as vítimas foram atacadas por uma figura vestida de preto com uma máscara de gás.

Erika procura um assassino cujo cartão de visita é aterrorizante. O caso complica-se quando descobre a teia de segredos que rodeia a morte da bela jovem.

No entanto, ao juntar as pistas, Erika é forçada a confrontar memórias dolorosas do passado. Deve escavar bem fundo, manter-se concentrada e encontrar o assassino. Só que, desta vez, um elemento da sua equipa corre um perigo terrível...

A minha opinião: 
Cada livro de Robert Bryndza que é publicado em Portugal deixa-me em polvorosa porque estou cada vez mais fã da série Erika Foster. As histórias à volta da detective são sempre envoltas em muito mistério e não se tornam repetitivas. 

A passar por uma nova crise, (ou continuará a ser a mesma?) Erika vê-se envolvida em mais uma investigação arrepiante. E nem no Natal tem descanso!

Uma jovem é encontrada morta à porta de casa, assassinada por uma figura vestida de negro e com uma máscara de gás que tem sido vista noutras cenas de crime. 

O facto de ter sido uma rapariga lindíssima, vistosa, mas cuja profissão era ser dançarina de burlesco e ter um caso com dois vizinhos, ambos casados, faz com que não seja vista com bons olhos por parte da vizinhança. Mas quem queria vê-la morta?

Erika depara-se com uma investigação complicada. Primeiro porque conhece um rapaz com paixão pela fotografia, completamente obcecado por Marissa Lewis, cujo comportamento atípico leva a que seja o principal suspeito da sua morte. 

Depois, há ainda o estranho homem que anda todo de preto e com uma máscara que tem atacado as suas vítimas, na sua maioria, perto das estações de metro. 

O assassino e o homem da máscara será a única e a mesma pessoa? 

A história está muito bem conseguida e graças à boa escrita de Robert Bryndza é completamente impossível descobrirmos quem é o criminoso. Pelo menos eu não consegui o descortinar. 

Erika continua a provar a boa detective que é avançando no caso com cautela, mas sempre com decisões acertadas. Apesar de bastante fragilizada a nível pessoal continua a dar cartas na investigação e a causar cada vez mais simpatia nos seus leitores. 

Eu sou fã. 



sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Sangue Frio - Robert Bryndza [Opinião]

Título: Sangue Frio
Autor: Robert Bryndza
Editor: Alma dos Livros
N.º de Páginas: 320

Sinopse:
Quando, nas margens do Tamisa, surge uma mala velha com o corpo desmembrado de um homem, a inspetora Erika Foster fica chocada. Já trabalhou em alguns casos assustadores, mas nunca vira nada assim antes. À medida que ela e a sua equipa começam a trabalhar, estabelecem uma ligação com outra vítima - o corpo de uma jovem abandonado numa mala idêntica duas semanas antes.
Erika percebe rapidamente que está na pista de um assassino em série que já deu o passo seguinte. No entanto, durante a investigação, é vítima de um ataque brutal. Forçada a recuperar em casa, e com a sua vida pessoal a desmoronar-se, tudo parece estar contra ela.

Mas nada detém Erika. À medida que o número de corpos aumenta, as filhas gémeas de um colega, o comandante Marsh, são raptadas, e é o tudo por tudo. Conseguirá Erika salvar a vida de duas crianças inocentes antes que seja demasiado tarde? Ela está a ficar sem tempo e prestes a fazer uma descoberta perturbadora... há mais de um assassino.
Brilhante e emocionante, Sangue-Frio irá prendê-lo desde a primeira página e fazê-lo suster a respiração até chegar a um final arrebatador.

A minha opinião: 
A cada livro que passa Robert Bryndza começa a ganhar um lugar cada vez mais cativo nas minhas leituras e Erika Foster a tornar-se uma das minhas detectives predilectas. 
Com um enredo e um assassino absolutamente fantástico é fácil prendermo-nos à história e só a largar quando viramos a última página. 

Erika tem mais um caso em mãos quando nas águas do Tamisa surge uma mala velha com um corpo desmembrado lá dentro. A vítima é um homem, mas nada mais se sabe sobre ele. Até que, com o avançar da investigação, Erika descobre que corpo de uma mulher tinha sido encontrado dentro de uma mala, duas semanas antes. Depressa a equipa de Eika estabelece uma ligação entre eles embora esteja bastante longe de chegar ao seu assassino.

Neste campo constatamos como é que é fácil levar uma jovem fragilizada em termos psicológicos a embarcar no mundo do crime. De uma miúda completamente insignificante, que se sente excluída por todos, Nina rapidamente capta as atenções do bad boy Max, que a enche de promessas e de um aparente amor.  

Paralelamente a isso, Erika é vítima de um ataque brutal que a deixa à distância da investigação e cada vez mais longe de uma relação promissora. A somar a todo o azar que ensombra a equipa de investigação, as gémeas do comandante Marsh são raptadas e só a inteligência e sagacidade de Erika é que poderão trazer as meninas sãs e salvas à família.

Bryndza tem o condão de saber prender o leitor às suas histórias, fazendo com que os leitores ganhem cada vez mais empatia com a detective principal. O facto de ter uma vida completamente de pernas para o ar desde que o seu marido morreu em serviço, Erika vive intensamente o trabalho, o que a coloca muitas vezes em sarilhos. No entanto, a parte amorosa também se mantém presente, embora com pouco sucesso. A par de um enredo que nos traz histórias completamente viciantes, este é um autor para ter debaixo de olho. 

Quem ainda não conhece Erika Foster e é amante do género deve mesmo pegar no autor.




sexta-feira, 7 de setembro de 2018

O Último Fôlego - Robert Bryndza [Opinião]

Título: O Último Fôlego
Autor: Robert Bryndza
Editor: Alma dos Livros
Páginas: 328

Sinopse:
Quando o corpo torturado de uma mulher, jovem e bonita, é encontrado num contentor do lixo, com os olhos inchados e as roupas ensopadas em sangue, a inspetora-chefe Erika Foster é dos primeiros detetives a chegar ao cenário do crime. O problema é que, desta vez, o caso não lhe pertence.

Enquanto luta para integrar a equipa de investigação, Erika envolve-se no processo e rapidamente encontra semelhanças com o assassínio não resolvido de outra mulher, quatro meses antes. Largadas ambas num contentor do lixo em parques de estacionamento diferentes, têm ferimentos idênticos - uma incisão fatal na artéria femoral da coxa esquerda... E, entretanto, é localizada uma terceira vítima em circunstâncias idênticas.
Perseguindo as vítimas online, apresentando-se com identidades falsas, o assassino ataca mulheres jovens e bonitas de cabelo castanho comprido e desaparece misteriosamente, sem deixar qualquer pista. Como irá Erika apanhar um assassino que parece não existir?

Enquanto decorre a investigação, outra rapariga é raptada quando esperava por um encontro. Erika e a sua equipa têm de a localizar, para não depararem com mais uma vítima mortal, e enfrentar um indivíduo terrivelmente sádico e perigoso.

Alucinante, tenso e impossível de parar de o ler, O Último Fôlego mantém o leitor preso logo na primeira página, enquanto o livro se encaminha vertiginosamente para um final surpreendente.

A minha opinião: 
O Último Fôlego é o quarto livro da série Erika Foster, uma série que está a prender-me cada vez mais.

Erika continua a ter um papel importante em todas as histórias de Robert Bryndza e os seus problemas pessoais acabam por ser quase tão relevantes como a história criminal que envolve cada um dos seus livros.

E este livro é disso exemplo. Apesar de não pertencer já à brigada de homicídios, Erika não resiste em aparecer no local de um crime. Uma jovem aparece morta num contentor do lixo e este caso é todo semelhante a um outro ocorrido uns meses antes. Erika facilmente interliga estes dois casos e não consegue desligar-se da investigação.

Mostrando as suas capacidades de investigação e quando a polícia se depara com um novo desaparecimento de uma jovem o inspector não vê outra forma se não pedir a colaboração da "nossa" detective que se mostra eficaz na descoberta deste assassino cruel e que tem um gosto particular por jovens raparigas de cabelo escuro comprido.

A par de Arlidge que coloca uma mulher em lugar de destaque no que toca ao detective principal, Bryndza brinda-nos com uma personagem feminina rica e que atrai o leitor que está habituado a ver quase sempre homens em papéis principais. Apesar de gostar do lado masculino nas investigações, também aprecio o toque feminino nos policiais, sobretudo porque as mulheres são mais complicadas em termos afectivos o que torna as séries mais interessantes nesse sentido.

O último livro de Bryndza já saiu e será a minha próxima leitura. Estou muito curiosa em saber a evolução da personagem até porque o último livro da série chega às livrarias no dia 4 de outubro. Erika vai deixar saudades.





terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Águas Profundas - Robert Bryndza [Opinião]

Título: Águas Profundas
Autor: Robert Bryndza
Editor: Alma dos Livros
Páginas: 328

Sinopse:
Debaixo de água, o corpo afundou-se rapidamente. Ali permaneceu, imóvel e imperturbável durante muitos anos, mas, lá em cima, fora de água, o pesadelo estava apenas a começar.
Quando a detetive Erika Foster recebe uma denúncia anónima informando que uma prova fundamental relacionada com um caso de narcóticos estava escondida numa pedreira abandonada nos arredores de Londres, ela manda investigar a pista. No espesso lodo das águas encontram as drogas que procuravam, mas também os restos mortais de uma criança pequena. O esqueleto é rapidamente identificado como Jessica Collins, a menina de sete anos que fizera as manchetes das notícias vinte e seis anos antes.

Ao mesmo tempo que tenta juntar provas novas à investigação, Erika depara-se com uma família que guarda muitos segredos, uma detetive atormentada pelo fracasso e a morte misteriosa de um homem que vivia junto à pedreira.

Será o assassino alguém dos elementos mais próximos da menina? Há quem não deseje ver o caso resolvido. E tudo fará para impedir Erika de descobrir a verdade.

A minha opinião: 
Outono de 1990: Um corpo é largado numa pedreira abandonada. 
26 anos depois Erika Foster, juntamente com a sua equipa, encontram-se nessa mesma pedreira, a tentar encontrar uma prova fundamental para o caso que está a investigar que se prende com uma rede de narcotráfico. 

Muito mudou na vida de Erika do segundo para o terceiro livro. Quem conhece Erika sabe que é uma mulher de impulsos e que se achar que está certa numa determinada investigação, ultrapassa todos os limites para chegar ao fundo da questão. Isso muitas vezes prejudica-a junto das chefias, que se sentem desautorizadas. É precisamente por isso que a jovem inspectora se encontra num outro departamento a investigar outro género de casos, completamente distante das investigação que tanto gosta de fazer, que são os casos de homicídio/criminais. 

No entanto, a investigação na pedreira abandonada leva-a não só a concluir o caso que estava a levar a cabo, como encontra também os restos mortais do uma criança de sete anos, Jessica Collins. 

E é sobre a investigação deste caso que vai incidir este terceiro de Robert Bryndza, que me cativou desde o primeiro livro publicado pela Alma dos Livros (com quem tenho parceria), A Rapariga No Gelo.
Mais uma vez, o autor cria uma boa história que, embora previsível, é bastante agradável de ler. Gosto imenso da personagem Erika, uma mulher forte e boa naquilo que faz, embora uma pessoa fria no campo profissional. Direta e, por vezes insensível, é uma pessoa sem quaisquer filtros, que cria inimizades, mas também amigos verdadeiros. 

Neste terceiro livro vamos continuar a ver essa Erika, mas também um outro lado, o lado mais frágil que é o lado pessoal que vai quebrar a qualquer instante. As origens nórdicas também continuam a estar presentes com a vida atribulada da irmã e dos seus três filhos, que de um dia para o outro lhe aparece em casa e muda completamente a vida da detective. E será que a vida amorosa de Erika vai ter algum desenvolvimento?

Este é um autor, e uma série, que vou continuar a seguir. 

Destaque ainda para as capas desta série que são fantásticas.



domingo, 3 de dezembro de 2017

A Sombra da Noite - Robert Bryndza [Opinião]

Título: A Sombra da Noite
Autor: Robert Bryndza
Editor: Alma dos Livros
Páginas: 352

Sinopse:
Numa noite quente de verão, a inspetora-chefe Erika Foster é chamada à cena de um crime. A vítima, um médico, é encontrada asfixiada na cama. Tem os pulsos amarrados e os olhos parecem querer saltar-lhe das órbitas através do saco de plástico transparente que lhe cobre a cabeça e o sufocou. Alguns dias mais tarde, outra vítima é encontrada exatamente nas mesmas circunstâncias. À medida que Erika e a sua equipa intensificam as investigações deparam-se com um assassino em série inteligente e calculista - que persegue e sabe tudo sobre as vítimas antes de escolher o momento certo para atacar.

As vítimas são homens solteiros, com uma vida muito reservada e um passado envolto em segredo. Porém, podem não ser as únicas pessoas a ser observadas... Erika começa a receber mensagens enigmáticas e a sua própria vida corre perigo. Ela tudo fará para desvendar o mistério que rodeia estes crimes, ainda que isso signifique arriscar a sua carreira na polícia. Imperdível!

A minha opinião: 
A Sombra da Noite é o segundo livro da série Erika Foster e acaba por tornar-me fã desta detective e de Robert Bryndza. 

Neste livro a inspectora-chefe é chamada para resolver um crime suis generis. A vítima é um médico reputado que é encontrado morto na cama, nu, e com um saco de suicídio enfiado na cabeça. A cena do crime aponta para assassinato visto a vítima estar com as mãos atadas. 

Atravessando uma fase complicada no departamento de polícia, Eika não desiste de procurar pelo assassino que mostra ser implacável e imparável. Dias depois, uma segunda vítima é encontrada e o método de assassinato é o mesmo levando a equipa de investigação a procurar por um assassino em série.
O assassino mostra particular interesse por homens, solteiros ou divorciados, cuja vida é bastante conhecida no meio.

Para quem leu A Rapariga do Gelo e gostou do livro, este não desilude os fãs. Robert Bryndza mostra ter amadurecido a sua escrita ao criar uma história interessante e bem consolidada, com personagens fortes e marcantes. O facto de nos apresentar o lado do assassino e o que o terá levado a tal atrocidade fez com que ficasse presa a este livro. A mente do mal foi muito bem explorada, tendo criado alguns momentos de tensão ao longo da leitura. 
Desde logo adivinhei que estaria por detrás dos crimes, mas isso não me fez abandonar o livro. Muito pelo contrário. Bryndza soube criar suspense até ao último minuto e estava desejosa para saber mais sobre o passado do assassino, também ele vítima das circunstâncias.

O que leva uma pessoa a passar para o outro lado da barricada? Normalmente os traumas do passado reflectem-se no presente e se há pessoas que conseguem ultrapassá-los, outras há que apenas desejam vingança. 

Quanto a Erika, a detective está cada vez melhor e a relação com os seus colegas de departamento promete aquecer ainda mais a esquadra e os próximos livros. 

  




terça-feira, 25 de julho de 2017

A Rapariga no Gelo- Robert Bryndza [Opinião]

Título: A Rapariga no Gelo
Autor:
Robert Bryndza
Título Original: The Girl On Ice
PVP: 17,45€
N.º de Páginas: 336

Sinopse:
Quando um rapaz descobre o corpo de uma mulher debaixo de uma espessa camada de gelo num parque do sul de Londres, a inspetora-chefe Erika Foster é imediatamente chamada para liderar a investigação. A vítima, uma jovem bela e rica da alta sociedade londrina, parecia ter a vida perfeita. No entanto, quando Erika começa a investigar o seu passado, vislumbra uma relação entre aquele homicídio e a morte de três prostitutas, encontradas estranguladas, com as mãos amarradas, abandonadas nas águas geladas de outros lagos de Londres.

A sua última investigação deu para o torto, e agora Erika tem a carreira presa por um fio. Ao mesmo tempo que luta contra os seus demónios pessoais, enfrenta um assassino altamente mortífero e que se aproxima tanto mais dela quanto mais próxima ela está de expor ao mundo toda a verdade. Conseguirá Erika apanhar o assassino antes de ele escolher a próxima vítima?

A minha opinião:
A Rapariga no Gelo é o primeiro livro da série Erika Foster, que marcará para sempre a estreia de uma nova editora portuguesa, Alma dos Livros.

Neste primeiro livro da série, que espero ver continuada em breve, deparamo-nos com um assassinato atroz de uma rapariga de alta sociedade londrina.

Este crime marca o regresso da detective Erika, que tinha ficado afastada das investigações depois de um problema grave ocorrido no seu passado.

Mostrando que está em grande forma e lutando contra tudo e todos, a detective leva a investigação até ao fim, mesmo colocando em causa o seu futuro profissional. 

Fruto de um marketing promocional bastante eficaz, e de uma capa fantástica, A Rapariga no Gelo depressa captou o meu interesse, sobretudo quando li a sinopse e constatei que se iria tratar de uma história com assassinatos em série. De facto, a primeira vítima a aparecer foi uma rapariga rica, mas as restantes vítimas eram de um extracto social inferior.

Apesar de um pouco previsível, já que o assassino era fácil de descobrir, gostei bastante da história. De uma forma bem engendrada, Robert Bryndza imprimiu velocidade à narrativa, criando cenários interessantes e uma detective que me cativou desde o primeiro instante. 

A família rica, praticamente intransponível, revela ter mais segredos do que se imagina pode ser um pouco cliché, mas gostei da forma como a detective conseguiu entrar num mundo de corrupção e abuso de poder. 

A obra sai valorizada porque o autor coloca a narrativa igualmente do ponto de vista do assassino. Assim, o leitor consegue estar dentro do que ele vai pensando ao longo da investigação, permitindo-nos conhecer melhor o seu carácter. 

Uma leitura agradável, pelo que só posso recomendar.