quinta-feira, 21 de maio de 2020

Intruso - Tana French [Opinião]

Título: Intruso
Autor: Tana French
Editor: Clube do Autor
N.º de Páginas: 488

Sinopse:
Uma jovem é morta em casa. Não há sinal de arrombamento e a mesa está posta para um jantar romântico. As pistas apontam para mais um caso de violência doméstica. Mas algo não bate certo. Um dos detetives reconhece aquela rapariga e o instinto diz lhes que há algo mais por trás daquele crime. Talvez tenha razão...

A verdade é avassaladora. Um passo errado pode arruinar muitas vidas. Eis um romance psicologicamente denso e absolutamente viciante, em que nada é o que parece.
Perfeito e arrebatador para os fãs de Donna Tart e Gillian Flynn.

A minha opinião: 
Depois de ter lido O Sítio Secreto, quinto livro da série Dublin Murder Squad, fiquei muito curiosa com os outros livros da autora. Fui aos poucos comprando os restantes livros da série, e esperei que fosse publicado o quarto livro cá em Portugal para começar a sua leitura. Após cinco anos da publicação de O Sítio Secreto, o livro que foi publicado foi o sexto da série, Intruso, com uma capa fantástica. 

Quando peguei neste livro pensei que ia ter uma leitura excelente, uma vez que tinha adorado o anterior. Infelizmente, a leitura foi-se arrastando e acabei por ler este livro numa semana, coisa que não tem sucedido nestes últimos tempos de pandemia, onde tenho tido mais tempo para dedicar à leitura. 

E nem o facto de ter lido este livro numa leitura conjunta com mais duas meninas bloggers, me fez acelerar a leitura, nem a criar mais motivação para o fazer. Tana French arrastou de tal forma a leitura, com episódios da esquadra onde Antoinette Conway e Stephen Moran se sentem completamente de parte, que acabou por deixar para segundo plano a investigação em curso.

Sinceramente, esperava bem mais deste livro.  

"... as apostas no trabalho são proibidas, claro, mas a minha consciência não me incomoda. Metade dos suspeitos olha para nós e abre a torneira, e isso faz-me querer dar-lhes uma biqueirada no traseiro. Tenho de morder a língua para me impedir de os mandar parar com aquilo: eras grande e forte quando deste um enxerto de porrada à tua mulher, onde está essa pose agora?"






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