sábado, 3 de outubro de 2015

Novidade Bertrand: A Última Viagem do Lusitania


Título: A Última Viagem do Lusitania
Autor: Erik Larson
Género: Não-ficção Narrativa
N.º de páginas: 464
Data de lançamento: 2 de outubro
PVP: 19,90€

«Larson é um dos mestres modernos da não-ficção narrativa… Um excelente livro sobre um grande tema, que fará com que este acontecimento ecoe por novas gerações de leitores.» The New York Times Book Review

A 1 de maio de 1915, no décimo mês da Primeira Guerra Mundial, um navio de luxo partiu de Nova Iorque em direção a Liverpool, com um número recorde de crianças e bebés a bordo. Os passageiros sentiam-se estranhamente à vontade, mesmo após a Alemanha ter declarado as águas em redor da Grã-Bretanha como zona de guerra. Os submarinos alemães aterrorizavam, desde há meses, o Atlântico Norte, mas o Lusitania era um dos transatlânticos mais rápidos que existiam, e o seu capitão, William Thomas Turner, depositara toda a sua confiança na conduta de guerra que, durante um século, tinha mantido os civis protegidos de ataques.
No entanto, a Alemanha estava determinada a mudar as regras do jogo, e Walther Schwieger, capitão do Unterseeboot-20, não tinha quaisquer problemas com isso. Detritos, a possibilidade de nevoeiro e um segredo muito bem guardado, entre outros, convergiram para que se desse um dos maiores desastres de sempre.
Entusiasmante e relevante, A Última Viagem do Lusitania capta o drama e poder emocional de um episódio trágico cujos pormenores profundos e seu real significado foram, durante décadas, obscurecidos pela História.

Sobre o autor:
Erik Larson é o autor de No Jardim dos Monstros e O Demónio na Cidade Branca, ambos publicados pela Bertrand, bem como de outras obras de não-ficção.
Tem colaborado com diversos jornais e revistas, como o Wall Street Journal e a Time. Ele e a mulher dividem o tempo entre Seattle e Nova Iorque.
http://eriklarsonbooks.com/

Imprensa:
«A história do ataque ao Lusitania por um submarino alemão já foi contada várias vezes; no entanto, a versão de Larson tem novos pormenores e o seu estilo irresistível, pelo qual se tornou conhecido.» People
«Um mestre do suspense na não-ficção.» USA Today
«Larson tem uma enorme experiência em tratar a não-ficção como o mais refinado romance… » The New York Times
«Incrível e assustador. O cuidado de Larson com os pormenores faz com que fiquemos agarrados à leitura deste livro.» Entertainment Weekly

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Peregrino - Terry Hayes [Opinião]

Sinopse:

UMA CORRIDA VERTIGINOSA CONTRA O TEMPO E UM INIMIGO IMPLACÁVEL.

Uma jovem mulher brutalmente assassinada num hotel barato de Manhattan.

Um pai decapitado em praça pública sob o sol escaldante da Arábia Saudita.

Os olhos de um homem roubados do seu corpo ainda vivo.

Restos humanos ardendo em fogo lento na montanha de uma cordilheira no Afeganistão.

Uma conspiração para levar a cabo um crime terrível contra a Humanidade.

E um único homem para descobrir o ponto preciso onde estas histórias se cruzam: Peregrino.

A minha opinião:
Mais uma vez fui uma das privilegiadas por receber um exemplar de avanço de um excelente livro que só sairá para as livrarias no próximo dia 26 de outubro: Peregrino de Terry Hayes.


Talvez por Hayes vir do cinema, (foi argumentista de filmes) consegue prender o leitor logo nas primeiras páginas, ao mostrar um assassinato brutal de uma mulher cuja identidade não se consegue identificar porque os agentes não conseguem ter acesso nem as impressões digitais por o seu corpo ter sido mergulhado em ácido, nem pelos dentes, porque o assassino lhos retirou todos.

À medida que vão investigando dentro da casa e tentando recolher algumas provas os agentes deparam-se com um homicídio perfeito, digno de um assassino profissional. No local, está Peregrino que apesar de pretende reformar-se definitivamente do mundo do crime e da investigação, reconhece imediatamente aquela cena: foi inspirada no seu próprio livro!

"...percebi que assumir outra identidade, disfarçar tanto que se é e o que se sente, era o treino ideal para o mundo secreto."

Ao mesmo tempo, do outro lado do mundo, Sarraceno, o anjo mau da história, tece um plano maquiavélico para destruir o inimigo. Para tal viaja entre a Arábia Saudita, Afeganistão, Bodrun na Turquia, local onde se passa a maior parte da história e Estados Unidos.

"Quando me preparava para ir dormir depois de ter acordado normalmente naquela manhã, encontrava-me num planeta diferente: o mundo não muda à minha frente, muda por trás das nossas costas."

A luta entre o bem e o mal acaba por ser entre Peregrino e Sarraceno que como dois titãs mostram o quão inteligente são, através de várias táticas de guerra e espionagem. E os dois são muito bons no que fazem, oh se são bons.

Obviamente que a morte misteriosa da jovem não identificada não é a única coisa que aparece em Peregrino. Muito mais vai prender o leitor às mais de 600 páginas deste livro.
A decapitação de um muçulmano por suposta traição, o assassinato de um jovem multimilionário na Turquia, uma mulher dada como morta no ataque ao World Trade Center... tudo isso condensado neste livro fabuloso que me acompanhou em menos de uma semana e que me deixou num profundo vazio. Quero mais, muito mais.













Nilton apresenta o livro «Pares Difíceis da Língua Portuguesa», de Sandra Duarte Tavares e Sara Leite



Novidade Verso da História: "O adeus Angola", de Rogério Amorim

Título: O Adeus a Angola
Autor: Rogério Amorim
N.º de Páginas: 250
PVP: 14, 95€

Uma história de coragem e perseverança e um depoimento perturbador sobre um dos períodos mais marcantes da nossa história – a Descolonização
A 25 de Abril de 1974, o português Rogério Amorim e a família tinham uma vida confortável em Moçâmedes, Angola, sem a sombra de conflitos raciais. Depois desse dia, o medo e o terror instalaram-se.
Era necessário regressar à metrópole o mais rapidamente possível.
Sem outra forma de escapar.

Amorim e outros portugueses lançaram-se numa aventura inédita: atravessaram o rio Cunene e a Costa dos Esqueletos, uma das regiões mais inóspitas do planeta, para chegar a África do Sul.
Um percurso de 800 quilómetros, sem estradas ou picadas, feito pela praia ou pelo deserto, sob temperaturas extremas e sem comida.
Esta é a sua aventura, 40 anos após ter decorrido uma história de sobrevivência, relatada por um dos intervenientes.
O Adeus a Angola: Diário da fuga pela Costa dos Esqueletos é o relato verídico dessa viagem, e uma declaração de amor a África.

«O amor a uma certa África […] fica bem claro neste livro de Rogério Amorim. Mais ainda o amor à família, cujo reencontro e segurança são objetivo e razão última desta epopeia. » - do prefácio de Paulo Portas.

Sobre o autor:
Rogério Amorim nasceu em 1939. Aos 17 anos estreou-se na Música e aos 22 anos já era músico profissional, tocando viola-baixo com alguns dos melhores músicos portugueses. Em 1969 ingressou num curso de Eletrónica Naval, de que viria a fazer profissão. Em 1967 apaixonou­-se por África. Dois anos depois mudou-se para Angola, onde viveu alguns dos momentos mais felizes da sua vida. Após a Revolução dos Cravos, foi obrigados a fugir de Moçâmedes em caravana, juntamente com duas centenas de angolanos, atravessar um território inóspito, denominado Costa dos Esqueletos, pelo deserto da Namíbia para chegar a África do Sul. Em 1984 fixou‐se no Algarve, onde é proprietário de diversas a empresas na área dos audiovisuais. Frequentou vários cursos de escrita criativa e guionismo para televisão. No ano 2000 editou o seu primeiro livro: Costa dos Esqueletos. De 2000 a 2012 escreveu seis romances, tendo editado em fevereiro de 2012 o romance Kalapalos.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

A estante está mais cheia #32

O mês de setembro foi pródigo em muitos e bons livros. Houve muitas surpresas na estante, com dois exemplares de avanço e um livro autografado de uma das minhas escritoras preferidas. Obrigada Porto Editora pela surpresa.
Quem segue o blogue sabe que um dos exemplares de avanço foi de Sveva Casati Modignani, A Vinha do Anjo, que saiu ontem. O autógrafo da autora veio de surpresa, no livro original que saiu para as livrarias. A opinião está aqui.


Peregrino foi o outro exemplar de avanço. Um trhriller apaixonante de Terry Hayes que fez com que as 650 páginas passassem num ápice. Mais um livro da Topseller que recomendo. Mas só para 26 de outubro. A opinião está para breve, estejam atentos ao blogue.


Da Verso da História chegou Menino da Mamã de Álvaro Magalhães, um diário ficcionado da mãe do melhor jogador do mundo.


Ainda da Topseller recebi Portugueses nos Campos de Concentração Nazis de Patrícia Carvalho e Génesis o terceiro livro da série Will Trent de Karin Slaughter.

 Da Planeta chegaram dois livros de uma das minhas autoras preferidas, Philippa Gregory: A Maldição do Rei e A Rainha Branca.

Por último, da Penguin Random House, sob as chancelas Nuvem de Tinta e Suma de Letras chegaram Fala-me de um dia Perfeito de Jennifer Niven e Pura Coincidência de Renée Knight


A Vinha do Anjo - Sveva Casati Modignani [Opinião]

Título: A Vinha do Anjo
Autor:
Sveva Casati Modignani
Tradução: Regina Valente
Págs.: 384
Capa: mole com badanas
PVP: 17,50 €

Sinopse:
Longas filas de videiras estendem-se pelas colinas suaves de Borgofranco. Há dois séculos que a família Brugliani é proprietária daquele antigo burgo e das vinhas, tratadas com paciência para delas extrair vinhos preciosos e únicos. Aos 35 anos, Angelica é a herdeira da tradição e do património familiar. Mãe, esposa, empresária de sucesso: tudo parece perfeito na sua vida. Só ela sabe que por detrás daquela fachada se esconde um mundo sombrio, feito de mentiras – as do marido – e de sonhos pueris.
Uma noite, em que conduzia sua moto e sentindo-se dominada pela amargura e pelas lágrimas, Angelica não se apercebe de que o carro à sua frente está a travar. O choque é violento, mas felizmente sem consequências graves, quer para ela, quer para o condutor do automóvel, Tancredi D’Azaro. Angelica não sabe ainda que aquele homem é um dos chefs mais aclamados em todo o mundo. E ambos ignoram que, depois daquele encontro fugaz, o destino voltará a entrelaçar os seus caminhos, suscitando a tentação de um novo começo. É então tempo de fazer escolhas, tendo em conta o peso do passado e as responsabilidades do presente - porque a vida é feita de sonhos e paixões.
A Vinha do Anjo conta-nos a história envolvente de uma família e de uma tradição milenar, o retrato de uma protagonista fascinante no qual se reveem muitas das mulheres empreendedoras e corajosas que anonimamente constroem as nossas sociedades.

A minha opinião: 
Sveva Casati Modignani tem uma fórmula mágica: pega numa personagem feminina forte, conta-nos uma história envolvente de uma zona italiana, atrai-nos com o cheiro da sua cozinha e, a somar a isso, desvenda-nos a vida passada de todas as personagens.

Assim se constrói Angelica, uma mulher de 35 anos, herdeira de um vasto património vinículo, empresária de sucesso. Mas também mãe de uma adolescente de 14 anos e esposa de um jornalista de 40 anos, Rafaello, que a trai. No dia em que descobre a traição ela acaba por ter um acidente e é nesse acidente que ela conhece um famoso chef de cozinha, Tancredi D'Azaro. Esse encontro fugaz vai ter consequências no futuro...


Sveva dá-nos a conhecer a infância de Angélica, as suas fragilidades enquanto mulher, das suas más escolhas amorosas, das suas más opções, e em como o facto dessas más opções a fizeram crescer enquanto mulher e enquanto empresária de sucesso. Provavelmente essa má escolha no passado de Angélica fê-la ver o que desejava fazer para o seu futuro.

Já na quinta toma as rédeas na vinha e aí é que se torna realmente feliz, alcançando o topo da felicidade ao conhecer Rafaello e ter Elizabetta.

Depois temos a história de Rafaello, o seu passado e presente, o seu arrependimento e a de Tancredi, uma vida bastante interessante e a que mais gostei de conhecer.

«-Nunca se para de crescer e de aprender. Os dissabores e as alegrias fazem parte da vida de cada um de nós e temos de os aceitar.» 

A Vinha do Anjo é mais um excelente romance da autora italiana que nos prende desde a primeira página. Recomendo sem reservas.


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Novidade Bertrand: Os Segredos de Gray Mountain de John Grisham

Título: Os Segredos de Gray Mountain
Autor: John Grisham
Género: Thriller
Tradução: Fernanda Oliveira
N.º de páginas: 400
Data de lançamento: 2 de outubro
PVP: 17,70€

«O melhor escritor de thrillers vivo.» Ken Follett

Samantha Kofer tem uma promissora carreira numa grande firma de advogados de Wall Street, até que chega a recessão e ela é dispensada. Mas Samantha é uma das que tem «sorte». Oferecem-lhe a oportunidade de trabalhar sem remuneração numa associação de assistência jurídica aos mais desfavorecidos durante um ano, ao fim do qual existe uma ínfima possibilidade de ela recuperar o antigo emprego. Em poucos dias, Samantha muda-se de Manhattan para Brady, na Virginia, no coração dos Apalaches, um lugar que ela só conhece dos livros. Mattie Wyatt, responsável pela associação, está lá para a ensinar a «ajudar pessoas reais, com problemas a sério.» Pela primeira vez na vida, Samantha enfrenta uma sala de tribunal por dentro, é repreendida por um juiz e é alvo da desconfiança da população, que não vê com bons olhos a presença ali de uma jovem convencida, vinda da grande cidade. E descobre que Brady, como todas as cidades pequenas, esconde grandes segredos.
O seu novo trabalho leva-a ao mundo perigoso das minas de carvão, onde a lei é violada, os regulamentos ignorados, as comunidades divididas e a própria terra está a ser devastada pela indústria do carvão. A violência está ao virar da esquina e nas semanas seguintes Samantha dá por si num litígio que acabará por se revelar fatal…

Sobre o autor:
É autor de quase trinta romances, uma obra de não ficção, uma coleção de contos e cinco livros para jovens. Vive na Virgínia e no Mississipi.
http://www.jgrisham.com/
https://www.facebook.com/JohnGrisham



Stone Arabia - As Crónicas Secretas de Nik Worth, de Dana Spiotta, nas livrarias a 9 de outubro

Título: Stone Arabia – As Crónicas Secretas de Nik Worth
Autor:Dana Spiotta
Género: Romance
N.º de páginas: 248
Tradução: João Tordo
Data de lançamento: 9 de outubro
PVP: 17,70€

«Stone Arabia é uma meditação onírica sobre a fama e o sucesso, a tecnologia e a imaginação. É uma maravilhosa demonstração do dom que Spiotta tem para transformar a sua inteligência cultural numa prosa inquietante e evocativa.» Jennifer Egan, autora de A Visita do Brutamontes

Num mundo que celebra o sucesso, o que acontece aos que nunca atingem o reconhecimento?
Inseparáveis desde a infância, Denise e o seu irmão mais velho Nik, partilharam em Los Angeles os sonhos rebeldes de toda uma geração entre o fim dos anos 1970 e o início dos 1980. Desde que recebeu a primeira guitarra que Nik dedicou à música toda a sua existência, embora nunca tenha sido um músico brilhante. Agora, com cinquenta anos, recria e reescreve a carreira e a glória que não teve, trabalhando minuciosa e incessantemente num imenso arquivo pessoal. Denise, por seu turno, lutando contra o esquecimento da mãe, as saudades da filha e as angústias secretas que a atormentam, tenta trazer o irmão para a realidade, ou vice-versa. E quando Ada, a filha, decide fazer um documentário sobre o tio Nik, as vulnerabilidades de cada parecem escalar, destruindo todos os tabus.
Num mundo que celebra o sucesso, o que acontece aos que que nunca atingem o reconhecimento? É a esses – os que se mantiveram no caminho dos seus sonhos e das suas ambições – que este magnífico romance é dedicado – com a máxima justeza.

Sobre o autor:
Com apenas três romances – distinguidos com várias nomeações e prémios (Los Angeles Times Best Book of the West; New York Times Notable Book of the Year, entre outros) –, Dana Spiotta tem sido aclamada pela crítica como uma das grandes vozes da ficção americana dos últimos anos.
Spiotta é professora da Universidade de Syracuse e vive em Nova Iorque com o marido e a filha. Destruir a Prova (Quetzal, 2013) foi o seu primeiro romance publicado em Portugal. Com Stone Arabia a Quetzal dá continuidade à publicação da sua obra.


Os MOMENTOS WOOK estão de volta!

Link direto aqui

TOPSELLER: «As Gémeas do Gelo é um thriller notável.» - The Times

«Com um ritmo excelente, abundante em calafrios, As Gémeas do Gelo é um thriller notável.» - The Times

«Uma história soberba e envolvente… um thriller psicológico gótico com um toque sobrenatural que evita todos os clichés.» - Publishers Weekly

«Um dos finais mais inteligentes dos últimos tempos.» - Sunday Times

Jornalista premiado, S. K. Tremayne é o autor de As Gémeas do Gelo (Topseller l 320 pp l 17,69€), um thriller notável que atingiu o top 10 de vendas em todos os países onde já foi editado, incluindo Reino Unido, Alemanha, Holanda e Noruega, tendo os direitos para cinema sido adquiridos pela Alcon Entertainment.

Considerado um dos melhores thrillers de 2015, concorrendo com bestsellers mundiais como A Rapariga no Comboio (também editado pela Topseller), o cinematográfico enredo de As Gémeas do Gelo vai deixar os leitores… Bom, o melhor é mesmo ler os primeiros capítulos, aqui.

SOU A KIRSTIE
EU SOU A LYDIA
EU SOU CONFIANTE E ANIMADA
EU SOU PENSATIVA E SOSSEGADA
EU ESTOU VIVA
EU ESTOU MORTA
QUAL DELAS SOU?

Lydia e Kirstie tinham 6 anos e eram gémeas idênticas. Quando Lydia morre acidentalmente na queda de uma varanda, os pais mudam-se para uma pequena ilha escocesa, na esperança de reconstruírem, com a filha que lhes resta, as suas vidas dilaceradas.

Mas um ano depois, a gémea sobrevivente acusa os pais de terem cometido um erro e afirma que quem caiu da varanda foi Kirstie e não ela. Na noite em que uma tempestade assola a ilha e deixa mãe e filha isoladas, elas dão por si a serem torturadas pelo passado e por visões inexplicáveis, que quase as levam à loucura. O que terá acontecido realmente naquele fatídico dia em que uma das gémeas morreu?



Sobre o autor:
S. K. Tremayne, que tem privilegiado a descrição enquanto autor, é um premiado jornalista de viagens. Nasceu em Inglaterra, em 1963, e estudou Filosofia na University College London. Como jornalista escreveu para o Times, o Daily Mail, o Sunday Times e o Guardian. Em 2013 tornou-se blogger e comentador para o Daily Telegraph, no Reino Unido. Vive em Londres e tem duas filhas.



TOPSELLER: MGM e Matthew Vaughn levam «Peregrino», de Terry Hayes, ao Grande Ecrã


Peregrino, de Terry Hayes, um dos melhores thrillers de espionagem publicados nos últimos tempos e que chegará às livrarias nacionais a 26 de outubro, pela Topseller, já tem adaptação ao cinema confirmada.

Matthew Vaughn foi o realizador escolhido para levar ao grande ecrã este fantástico e elogiado thriller, cujos direitos já tinham sido adquiridos pela MGM. Lloyd Braun e Andrew Mittman juntam-se a Vaughn, com as filmagens a terem início em 2016.

Terry Hayes está já a terminar o segundo volume de uma série que poderá tornar-se, sendo essa a intenção da MGM, num franchising tipo 007.

“Não podíamos estar mais satisfeitos por termos chegado a acordo com um realizador da qualidade de Matthew para trazer Peregrino ao grande ecrã”, afirmou o presidente do grupo MGM Jonathan Glickman. “A sensibilidade de Matthew, junto com a incrível história de Terry Hayes, tornam esta dupla perfeita para dar vida à personagem e dá-la a conhecer ao grande público.” Mais sobre a notícia, aqui.


Sinopse:

Uma corrida vertiginosa contra o tempo e um inimigo implacável

Uma jovem mulher brutalmente assassinada num hotel barato de Manhattan.

Um pai decapitado em praça pública sob o sol escaldante da Arábia Saudita.

Os olhos de um homem roubados do seu corpo ainda vivo.

Restos humanos ardendo em fogo lento na montanha de uma cordilheira no Afeganistão.

Uma conspiração para levar a cabo um crime terrível contra a Humanidade.

E um único homem para descobrir o ponto preciso onde estas histórias se cruzam: Peregrino.


Sobre o autor:
Nascido no Reino Unido, Terry Hayes emigrou para a Austrália em criança e foi jornalista no maior jornal do país, The Sydney Morning Herald. Foi correspondente nos Estados Unidos, e regressou a Sydney para se tornar jornalista de investigação, correspondente político e colunista.

Escreveu, com George Miller, o argumento de Mad Max 2: O Guer­reiro da Estrada. Também coproduziu e escreveu Calma de Morte, o filme que lançou a carreira internacional de Nicole Kidman, Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão e inúmeros telefilmes e minisséries, duas das quais receberam nomeações para os Emmy internacionais. No total, recebeu mais de 20 prémios em cinema e televisão.

Em Los Angeles, trabalhou como argumentista em grandes produções de estúdio, como Payback — A Vingança, com Mel Gibson, A Verdadeira História de Jack, o Estripador, com Johnny Depp, e Limite Vertical, com Chris O’Donnell.

Peregrino é o seu romance de estreia e foi de imediato um bestseller internacional, vendido para mais de 25 países, e vencedor do National Book Award (Reino Unido), o Crimson Scribe Award e o Hebban Crimezone Award.

A Topseller lançará o próximo livro do mesmo autor, The Year of the Locust, em 2016.

Críticas:
«Peregrino é simplesmente um dos melhores romances de suspense que já li. Terry Hayes tem uma prosa forte, diálogos credíveis e uma soberba trama original que daria para três livros. Tudo isto com o toque de mestre que o autor claramente possui.» - David Baldacci, autor bestseller internacional

«Malta, é de loucos. É o novo Em Parte Incerta, que foi o último livro que eu não consegui mesmo parar de ler. A sério, digam-me o que acharam depois de o lerem. Bastam cinco capítulos e vão ficar doidos.» - Jimmy Fallon

«O livro tem mais voltas e reviravoltas do que qualquer outro do género publicado em muito tempo. Vai ficar agradavelmente surpreendido ao encontrar um novo tipo de thriller, onde há tanto de cérebro como de músculos.» - New York Times

«Escrito a um ritmo alucinante, capaz de fazer parar o coração, este thriller aterra algures entre Homeland e Breaking Bad, para depois nos transportar para um nível completamente diferente. Em parte romance de espionagem, em parte thriller psicológico. Voltas e reviravoltas. Personagens emocionalmente complexas. Questões geopolíticas relevantes.» - Wall Street Journal

«Peregrino é um verdadeiro thriller do século xxi: um enredo intenso, mas com protagonistas pormenorizadamente desenha­dos. As reviravoltas na história lembram uma cobra fechada dentro de um saco. O estilo é visceral, corajoso e cinematográ­fico… Um livro convincente e ambicioso, escrito com habilidade e entusiasmo.» - The Times

«Um thriller excecional, com um narrador totalmente credível, que tem tantas identidades secretas que dificilmente se lembrará do seu verdadeiro nome.» - Publishers Weekly





terça-feira, 29 de setembro de 2015

TOPSELLER: Maria João Fialho Gouveia - Quem sai aos seus não degenera

Lançamento, com apresentação de Júlio Isidro, no dia 9 de outubro, às 19h, na Fnac do CascaiShopping.
Dos pais, José Fialho Gouveia – faz, no dia 2 de outubro, 11 anos que deixou a televisão portuguesa mais pobre –, e Maria Helena, Maria Joãoherdou o dom da palavra e o jeito para a escrita.

Sempre a fervilhar com ideias para livros, Maria João Fialho Gouveia concretizou em 2013 o seu primeiro projeto, colocando todo o seu amor num livro dedicado ao seu pai: Fialho Gouveia: Biografia Sentimental. Ainda em 2013, a paixão da autora pela História saltou para as páginas de D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia, o seu primeiro romance histórico, muito bem recebido pela crítica e leitores amantes do género.

Maria João regressa agora à livrarias com um novo romance histórico, As Lágrimas da Princesa (Topseller l 360 pp l 18,79€) que nos conta a história de Aldegundes de Bragança, a quinta filha do rei D. Miguel, tia de D. Duarte Nuno de Bragança, pai do atual pretendente à Coroa portuguesa.

A Topseller disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.



Formosa e culta, Aldegundes de Bragança era a quinta filha do rei D. Miguel, banido de Portugal no seguimento das Guerras Liberais que o opuseram ao seu irmão D. Pedro. Casada aos 18 anos com o príncipe italiano Enrico de Bourbon-Parma, cedo descobriu o homem azedo que o seu semblante belo e distinto escondia.

Os trinta anos de matrimónio foram tecidos de momentos ora de paixão, ora de discórdia, tendo como palco o seu palácio veneziano, o castelo dos Braganças na Áustria ou os iates que os levavam frequentemente a terras distantes. A maior batalha da sua vida, porém, foi a que travou em busca do sonho de ser mãe.

Visitou Portugal clandestina, impedidos como estavam os herdeiros de D. Miguel de entrar na sua pátria. Pátria essa à frente de cujos destinos sonhou um dia poder ver o seu amado sobrinho D. Duarte Nuno de Bragança, pai do atual pretendente à Coroa portuguesa.

Esta é a história da Princesa de Parma, uma mulher decidida e iluminada, que reclamou para si o título de duquesa de Guimarães e que fez do seu drama pessoal a força para vencer, encontrando na luta pela restauração da monarquia em Portugal a sua derradeira paixão.

 

Sobre a autora:
Maria João Fialho Gouveia nasceu em Lisboa a 14 de Novembro de 1961, mas foi no Estoril que cresceu e estudou. Tirou o curso Comunicação Social, e depois de Línguas, sendo diplomada pela Universidade de Cambridge. Rendida ao apelo da História, porém, regressou anos mais tarde aos bancos da Universidade Aberta, para estudar a disciplina que sempre a encantara.

Começou a sua carreira jornalística aos 18 anos, passando por todas as áreas da comunicação, da imprensa escrita à televisão. Escreveu para o semanário Blitz durante 16 anos, foi colaboradora do Se7e e A Capital, integrou por três anos a equipa da Antena 1 e foi redatora da revista VIP. Entretanto, trocou o jornalismo pela docência, lecionando Inglês no Ensino Básico.



 

VOGAIS: Oliver Stone e o polémico «A História Não Contada dos Estados Unidos»

«A mais importante narrativa histórica dos últimos 100 anos.» - Martin J. Sherwin, historiador, vencedor do Prémio Pulitzer

«O livro de história mais instigante, revelador e intelectualmente provocador dos últimos anos… Altamente recomendável.» - The Guardian

«Mais cativante, esclarecedor e estimulante do que qualquer livro de História que alguma vez lerá. Não me canso de o recomendar.» - Glem Greenwald, The Guardian

«Indispensável.» - Mikhail Gorbachev

O chamado excecionalismo americano, que atribui aos Estados Unidos caraterísticas únicas entre as nações, continua a moldar a visão que os norte-americanos têm do papel do seu país no mundo e a forma como o mundo interpreta as ações dos norte-americanos.

Mas os factos revelam uma outra verdade, como Oliver Stone e Peter Kuznick contam nesta obra fundamental sobre as luzes e as sombras do império americano: A História Não Contada dos Estados Unidos (Vogais l 368 pp l 19,99€).

A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.

Munidos das mais recentes descobertas obtidas em documentos desclassificados e da investigação de académicos prestigiados, os autores revelam a história escondida dos EUA, por vezes chocante, mas meticulosamente documentada. Stone e Kuznick mostram, por exemplo, que:

· Os bombardeamentos atómicos de Hiroxima e Nagasaki foram militarmente desnecessários e moralmente indefensáveis.

· Foram os EUA, e não a União Soviética, que mais contribuíram para a perpetuação da Guerra Fria.

· A preferência dos EUA por ditadores de direita em muitos países traduziu-se pelo afastamento do poder de líderes eleitos, pelo treino e armamento de milícias assassinas, e ainda pelo lançamento na pobreza de milhões de pessoas.

· Fundamentalistas islâmicos financiados pelos EUA, que começaram por combater os soviéticos no Afeganistão, vieram depois ameaçar os interesses dos americanos e dos seus aliados. Os EUA usaram repetidamente o argumento da ameaça de uma guerra nuclear e estiveram muito perto de a gerar.

Abrangendo um período de mais de um século da história mundial, este é um documento histórico singular que resulta de uma profunda e rigorosa investigação de cinco anos, revelando toda a verdade sobre os meandros do imperialismo norte-americano.

Descubra mais sobre o livro e/ou o documentário de 12 episódios realizados e narrados por Oliver Stone, em: www.oliverstone.com/untoldhistory.



Sobre os autores:
Oliver Stone é o aclamado realizador de filmes célebres como Platoon, Wall Street, Nascido a 4 de Julho, JFK, Assassinos Natos, World Trade Center e W., entre muitos outros. Venceu três Óscares, dos quais dois de Melhor Realizador. Combateu na Guerra do Vietname, tendo sido condecorado por bravura.

Peter Kuznick é professor de História e diretor do Instituto de Estudos Nucleares da American University. Escreveu livros sobre Ciência e Política, destacando-se pela sua oposição à guerra e à utilização da energia nuclear, falando pública e regularmente sobre estes temas.​



Porto Editora publica o mais recente thriller de Philip Kerr, Mercado de Inverno, 5 de outubro nas livrarias

Título: Mercado de Inverno
Autor: Philip Kerr
Tradutor: Carlos Sousa de Almeida
Págs.: 374
PVP: 16,60 €

No dia 5 de outubro, a Porto Editora publica Mercado de Inverno, o thriller de Philip Kerr que nos leva pelos bastidores mais obscuros do futebol de elite. No centro de toda a trama está a morte de um treinador português da Premier League, bem-parecido e carismático, que é assassinado no seu estádio. Publicado no ano passado em Inglaterra, este livro rapidamente gerou atenção mediática devido às semelhanças do clube londrino da história com o Chelsea FC e da personagem do treinador com José Mourinho. Fascinado pelo mundo do futebol, o grande mestre do policial Philip Kerr afirma que «o futebol reúne muitos incentivos para o crime. Os jogadores são jovens, viris, têm muito dinheiro…» (La Vanguardia). E, numa altura em que nos aproximamos do mercado de inverno, chega até nós um livro onde magnatas do Leste, treinadores determinados e futebolistas de primeira linha jogam um fascinante derby entre a vida e a morte.

Sinopse:
João Gonzales Zarco é o protótipo do treinador de futebol moderno. Impecavelmente vestido e de rosto fechado, domina o balneário como ninguém e é conhecido pelas suas conferências de imprensa inflamadas, destroçando todos os que se intrometem entre a sua equipa e o sucesso.
Scott Manson, o seu fiel adjunto no London City FC, é o mediador sempre disponível para apoiar incondicionalmente os rapazes. Não inspira nos adversários o mesmo temor que o treinador principal mas os jogadores adoram-no e o patrão, um oligarca ucraniano cuja imensa fortuna surge associada ao fantasma da dissolução da União Soviética, tem plena confiança nele. Todos sabem que o futebol é um desporto de vida ou morte, mas desta vez é literal: Zarco é encontrado morto no seu próprio estádio. E não sendo a polícia propriamente bem-vinda nas instalações do clube londrino, será Manson quem ficará encarregado de encontrar o assassino.

Sobre o autor:
Philip Kerr nasceu em Edimburgo, em 1956, e é o autor bestseller dos célebres thrillers em torno da personagem Bernie Gunther (no catálogo da Porto Editora figuram já O Projecto Janus e Se os mortos não ressuscitam), pelos quais recebeu, em 2009, os prémios CWA Ellis Peters Historical e RBA International for Crime Writing. Para além dos catorze romances publicados, escreveu uma série de livros juvenis com o pseudónimo de P. B. Kerr. Colabora assiduamente em publicações como o Sunday Times, o Evening Standard e o New Statesman. Um dos nomes mais consagrados do policial britânico, é traduzido em 25 idiomas e várias das suas obras foram adaptadas ao cinema e à televisão. Um adepto de longa data do Arsenal, vive agora em Londres.
Página do autor: www.philipkerr.org

Imprensa:
Uma leitura entusiasmante. The Times
Ele escreve… Ele marca! Fantástico de uma ponta à outra. Mail on Sunday
Um delito de leitura viciante… Uma janela através da qual podemos espreitar os excessos do futebol da Premier League inglesa. Scotland on Sunday
Um romance claramente apaixonado pelos preceitos do jogo e onde Kerr se lança de forma desenfreada, explorando o clube e as suas personagens com prazer. The List


Todos os Dias São Bons Para Roubar, de Teju Cole, nas livrarias a 9 de outubro

Título: Todos os Dias São Bons para Roubar
Autor: Teju Cole
Género: Romance
N.º de páginas: 184
Tradução: Helder Moura Pereira
Data de lançamento: 9 de outubro
PVP: 16,60€

«É por isso que o livro dele [Cidade Aberta] é tão interessante. Ataca os preconceitos étnicos e o folclore rancoroso que muitas vezes resulta deles com uma arma letal: a indiferença. […] É isso que Teju Cole celebra tão bem: a individualidade de cada um. A dele é sábia e fascinante. Que mais se pode querer? Nada.» Miguel Esteves Cardoso

«Uma luminosa reflexão sobre contar histórias, sobre o exílio e o regresso. Um extraordinário romance e uma brilhante meditação sobre a natureza da felicidade e da fé, sobre a corrupção, a desgraça e a pertença.» San Francisco Chronicle

«Seguindo o exemplo de W.G. Sebald, John Berger e Bruce Chatwin, Cole constrói, a partir de fragmentos, uma narrativa e uma série de episódios que ele permite que reverberem.» New York Times Book Review

Um jovem nigeriano que vive em Nova Iorque, regressa a Lagos, capital da Nigéria, numa curta viagem e reencontra a sua cidade de origem familiar e estranha, ao mesmo tempo. Deambula em busca da observação da diversidade e intensidade da vida que nela vive. A América mudou-o de maneiras imprevisíveis. Ele encontrará velhos amigos, uma antiga namorada, demais família, enquanto penetra nas energias fervilhantes da vida em Lagos – criativa, malévola, ambígua – e se reconcilia com a cidade e com a verdade sobre si próprio.

Sobre o autor:
Teju Cole nasceu nos Estados Unidos em 1975 e foi criado na Nigéria. É autor dos romances Todos os Dias São Bons para Roubar e Cidade Aberta, vencedor do Prémio PEN/Hemingway, finalista do National Book Critics Circle Award e publicado pela Quetzal em 2013.


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

A Escolha de Kiera Cass é novidade Marcador para outubro

Título: A Escolha
Autor: Kiera Cass
Editora: Marcador 
Nº de Páginas: 296
PVP: 15,95€ 
À venda a partir de 7 de outubro 

Livro que é um verdadeiro conto de fadas do século XXI

35 Candidatas entraram na seleção só uma será a princesa 

Chegou a altura de coroar a vencedora. Quando foi escolhida para competir na Seleção America nunca imaginou chegar perto da coroa – ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que o fim da competição se aproxima e as ameaças fora dos muros do palácio se tornam mais cruéis, America descobre o quanto tem a perder – e o quanto terá de lutar pelo futuro que deseja. 

«Um verdadeiro conto de fadas. Encantador, cativante e com a quantidade certa de emoção!» Kiersten White, autora bestseller do The New York Times

«Personagens de temperamento forte, a recordação de um amor proibido deixado para trás e um triângulo amoroso que nos toca o coração.» Publishers Weekly

Sobre a autora:
Kiera Cass cresceu na Carolina do Sul e é formada em História pela Universidade de Radford. Atualmente, vive com a sua família em Christiansburg, na Virgínia, EUA. A trilogia A Seleção colocou-a no primeiro lugar da lista de livros mais vendidos do The New York Times. Nos tempos livres, gosta de ler, dançar, fazer vídeos e comer quantidades excessivas de bolos. Pode ficar a saber mais saber mais sobre ela em kieracass.com.