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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Dom Quixote edita "LX Joga", um livro que é um jogo e mostra Lisboa como nunca a viu

Ser Amália por um dia; construir uma casa nas Avenidas Novas; ajudar Sá Carneiro a encontrar Snu Abecassis e fazer parte do 25 de Abril. Tudo isso é possível em “LX Joga“, um livro que é também um jogo porque inclui cromos, máscaras, jogos de tabuleiro e um sem número de desafios para mostrar Lisboa como nunca a viu. Dos autores da colecção Lx60, 70 e 80, Joana Stichini Vilela e Pedro Fernandes, “LX Joga” chega amanhã às livrarias, editado pela Dom Quixote.

Depois das viagens a um passado recente com “LX60 – A vida em Lisboa nunca mais foi a mesma”; “LX70 – Lisboa, do sonho à realidade” e “LX80, Lisboa entra numa nova era”, os autores convidam agora os leitores a participar nos acontecimentos mais extraordinários que moldaram a cidade – e o país – que conhecemos. Das convulsões políticas às rivalidades no futebol. Dos escândalos abafados às personagens incontornáveis como Eusébio, Amália e António Variações, o livro inclui um conjunto de desafios tão bem documentados como surpreendentes, para aventureiros dos 8 aos 88 anos.

Descubra o programa que passava nas noites da RTP nos anos 60 com um “quantos queres”, monte o hidroavião que transportou Sacadura Cabral e Gago Coutinho na primeira travessia aérea do Atlântico e vista as personagens principais dos filmes portugueses ( Beatriz Costa, Milú, Ribeirinho, António Silva e Vasco Santana).

Joana Stichini Vilela (n.1980) é jornalista, autora e prestidigitadora. Tem trabalhos publicados em jornais e revistas como a Monocle, o Diário de Notícias, o I e o Observador. Assina os programas de televisão Siga o Coelho Branco e criar.pt. E é co-autora da série de livros Lx60, Lx70 e Lx80. Nasceu e vive em Lisboa.

Pedro Fernandes (n. 1976) é designer gráfico, trabalhou em várias publicações portuguesas como A Capital, jornal I e actualmente Diário de Notícias, onde é director de arte. É co-autor dos livros Lx70 e Lx80. Nasceu e vive em Lisboa.


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Dom Quixote reedita livro de Cândida Pinto sobre Snu Abecassis na próxima semana

A quarta edição do livro “Snu e a Vida Privada com Sá Carneiro”, da jornalista Cândida Pinto, chega às livrarias na próxima semana, numa altura em que estreia a longa-metragem sobre a vida da fundadora das Publicações Dom Quixote.

Editado origibnalmente em 2011, o livro revive uma das mais emocionantes histórias de amor já vividas em Portugal, uma história inspiradora interrompida apenas pelo trágico acidente/atentado de Camarate, onde ambos perderam a vida. Revivendo a história de Snu e Sá Carneiro, o leitor terá ainda a oportunidade de viajar por alguns dos capítulos mais importantes da história da democracia em Portugal, nos quais Sá Carneiro era um dos protagonistas.

A «Princesa que veio do frio», como se referiam a ela, era uma mulher obstinada, forte e cheia de vida. Fundadora das Publicações Dom Quixote, Snu criou uma linha editorial que não se cansava de enfrentar o regime com os seus famosos cadernos. A sua grande paixão desafiou todas as leis do Estado Novo, em especial a Igreja. Por ele, Snu pediu o divórcio, o que era um escândalo na época. Por Snu, Sá Carneiro abandonou um casamento ultra conservador (não conseguindo nunca o divórcio). Contra tudo e contra todos, assumiram uma união de facto, muito mal vista na época, e comportavam-se como marido e mulher. Mesmo sabendo que a sua carreira política poderia ficar ameaçada, o então primeiro-ministro não desarmou nunca, chegando a dizer inclusive em 1977 que «se a situação for considerada incompatível com as minhas funções, escolherei a mulher que amo».

Com prefácio de Hanna e António Damásio, dois grandes amigos de Snu, Cândida Pinto contou com a ajuda de amigos e familiares da dinamarquesa para escrever a biografia que sucede ao documentário emitido em 2005 e que lhe valeu o Grande Prémio Gazeta. Jornalista de rádio e televisão, Cândida Pinto é directora-adjunta de informação da RTP. . Estudou Comunicação Social no Instituto de Ciências Sociais e Políticas. Começou na rádio, primeiro na Antena 1 e depois na TSF. Fez parte do grupo fundador da SIC. A 17 de Setembro de 2001, passou a dirigir a SIC Notícias e, posteriormente foi directora-adjunta do Expresso. Fez parte do grupo fundador da SIC onde coordenou o programa Grande Reportagem.






quarta-feira, 11 de julho de 2018

Calvin Esparguete, a história extraordinária do gato mais famoso de Lisboa

Ainda não conhece a extraordinária história de Calvin Esparguete, o gato que anda de autocarro, descansa nas luxuosas lojas de marca da Avenida da Liberdade e adora fiambre, os bifes do vizinho do primeiro andar ou a comidinha da peixeira. Pode descobri-la no livro Diário de um Gato Citadino, escrito pela jornalista Filomena Lança, uma edição Dom Quixote, que já está à venda em todo o país.

Calvin é um gato cinzento, gordo, de olhos esverdeados e ar sério e maldisposto ou ternurento e simpático, consoante esteja ou não com fome e queira ou não que lhe abram a porta para ir à rua. Tem uma história que contada ninguém acredita. Mora numa colina de Santana, que fica do lado esquerdo da Avenida da Liberdade, perto da Baixa. Tem na coleira o número de telefone dos donos que, graças aos telefonemas dos novos amigos que vai fazendo, sabem sempre onde é que ele anda. Ou quase sempre. Já ficou meses fora de casa, perdeu-se nos subúrbios e tiveram de o ir buscar a Santo António dos Cavaleiros ( o que para um gato é o mesmo que viajar até à China), passeou-se pelo Metro, foi estrela na Net e fez amigos entre os turistas.Um estudante de Eramus achou que era um gato vadio e fez dele a sua companhia nos seis meses que viveu em Lisboa. E ainda hoje pergunta por ele. Mas os médicos da morgue de um conhecido hospital da zona já nem estranham a sua presença. Alimentam-no, deixam-no dormir e, depois, telefonam aos donos para o irem buscar.

Calvin Esparguete, Diário de um Gato Citadino é a história das suas aventuras pela cidade, contada como só ele o poderia fazer. Não pense que tudo isto é produto da imaginação delirante da dona, a jornalista Filomena Lança, porque se trata de uma história real, com fotos e vídeos para provar. Só Hollywood é que ainda não reparou nele, mas Calvin já se porta como uma verdadeira "estrela".


sexta-feira, 6 de julho de 2018

Pátria, retrato sobre os anos de chumbo da ETA, vence Prémio Giuseppe Tomasi di Lampedusa

O romance Pátria, do escritor basco Fernando Aramburu, que a Dom Quixote editou já este ano, venceu, ontem, 2 de julho, a XV.ª edição do prestigiado Prémio Literário Giuseppe Tomasi di Lampedusa International , que, em edições anteriores, premiou obras de escritores como Claudio Magris, Kazuo Ishiguro, Amos Oz, Mario Vargas Llosa, Javier Marías, Fleur Jaeggy, Emmanuel Carrère or Orhan Pamuk, entre outros.

Prémio Nacional da Crítica em Espanha, país onde vendeu 700 mil exemplares, Pátria foi descrito pelo júri como “comovente". O retábulo definitivo de mais de três décadas da vida no País Basco editado no ano em que se assinala meio século do primeiro atentado cometido pela organização terrorista ETA foi profusamente elogiado pela crítica. “Há muito tempo que não lia um livro tão convincente e tocante, tão inteligentemente concebido”, escreveu o Nobel da Literatura, Mario Vargas Llosa, no jornal El País, quando o romance foi publicado em Espanha.

“Chega-me, de novo, de Itália, uma alegria e uma honra. Estou muito feliz por ter sido premiado com o Prémio Giuseppe Tomasi di Lampedusa 2018”, escreveu o escritor nas redes sociais, que viajará, em Agosto, para receber o prémio que homenageia o autor de O Leopardo. Em Maio, Aramburu já tinha vencido o Premio Strega Europeu atribuído igualmente em Itália.

Pátria narra a luta da ETA pela voz de duas mulheres de famílias amigas que se tornam rivais. No dia em que a organização anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelo grupo, para lhe contar que decidira voltar à casa onde os dois tinham vivido. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes? Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.

Fernando Aramburu é já considerado um dos narradores mais destacados de língua espanhola. Vive desde 1985 na Alemanha, mas nasceu em San Sebastian.


sexta-feira, 15 de junho de 2018

Dom Quixote edita Uma Pequena Sorte, da escritora argentina Claudia Piñeiro, autora de As Viúvas das Quintas-Feiras

A Dom Quixote anuncia a publicação de Uma Pequena Sorte, romance da premiada escritora argentina Claudia Piñeiro, autora de As Viúvas das Quintas-Feiras, obra elogiada por José Saramago e Rosa Montero, e consagrada pelos críticos estrangeiros, com mais de meio milhão de leitores.

Em Uma Pequena Sorte, uma mulher regressa à Argentina vinte anos depois de a ter deixado para fugir de uma tragédia. Mas aquela que regressa é outra: já não tem a mesma aparência e a sua voz é diferente. Nem tem sequer o mesmo nome. Será que aqueles que a conheceram em tempos a vão reconhecer? Será que ele a vai reconhecer? Mary Lohan, Marilé Lauría ou María Elena Pujol – a mulher que ela é, a mulher que foi e a mulher que terá sido –, volta aos arredores de Buenos Aires, ao subúrbio onde formou família e viveu, e onde irá enfrentar os atores do drama que a fez fugir. Ainda não compreende porque aceitou regressar ao passado que se havia proposto esquecer para sempre. Mas à medida que o vai compreendendo, entre encontros esperados e revelações inesperadas, perceberá também que às vezes a vida não é nem destino nem acaso: talvez o seu regresso mais não seja do que um pequeno golpe de sorte… uma pequena sorte.
Sobre a autora: 
Claudia Piñeiro nasceu em Buenos Aires, em 1960. É escritora, dramaturga, guionista de televisão e colaboradora de diversos meios de comunicação. Ganhou vários prémios nacionais e internacionais pelo seu trabalho literário, teatral e jornalístico. É autora dos romances As Viúvas das Quintas-feiras (2005), que recebeu o Prémio Clarín Novel de 2005 e vendeu centenas de milhares de exemplares, e acabou por ser levado ao cinema. Sobre ele escreveu José Saramago: “Um romance ágil, escrito numa linguagem perfeitamente adequada ao tema, uma análise implacável de um microcosmos social em acelerado processo de decadência.» Uma Pequena Sorte é também uma reflexão sobre o mundo em que vivemos.


sexta-feira, 20 de março de 2015

Novidade D. Quixote: Pensamentos de Santa Teresa de Jesus

Título: Pensamentos de Santa Teresa de Jesus
Autor: Longinos Solana Saenz
Prefácio: José Carlos Seabra Pereira
PVP: 14,90€
N.º de Páginas: 128

Compilação das melhores reflexões de Santa Teresa de Jesus, conhecida também por Teresa d’Ávila, no momento em que se assinalam os 500 anos do seu nascimento.

Ao longo da sua obra reside o desvendamento da “verdadeira oração” e dos meios para a ela aceder, através de uma cândida e eficiente linguagem figurada. Tão assiduamente poética na forma do conteúdo e na forma da expressão da sua prosa testemunhal e reflexiva, Teresa d’Ávila não se coíbe de sugestões críticas (ou mesmo de denúncias ético-sociais) e sobretudo de alusões irónicas a atitudes e contradições no seio das sociedades cristãs e das instituições eclesiais.

Um livro de pensamentos que pretende pôr os cristãos em contacto com a grande mestre e doutora que é Teresa de Jesus.

Sobre Teresa d’Ávila:
Santa Teresa de Jesus, nasceu na cidade de Ávila, Espanha, a 28 de Março de 1515 (m. 1582), foi uma religiosa, Carmelita, mística e escritora, no século XVI. Doutora da Igreja Católica é um dos expoentes máximos do espiritualismo cristão.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Lídia Jorge apresenta novo livro de Isabel do Carmo



«As histórias que aqui se contam são reais. Nada do que aqui é posto na boca destas mulheres é inventado, nem mesmo as expressões ou os comentários. Gosto de ouvir as histórias das pessoas. E acontece que geralmente as mulheres são melhores contadoras das suas histórias pessoais do que os homens. Os homens contam outras histórias, as que se situam fora deles. Mas é difícil 'sacar-lhes'” a história pessoal mais íntima. Por outro lado, todas as histórias que aqui se contam estão relacionadas com a condição feminina, conduzindo muitas vezes a situações dramáticas na vida das mulheres, que são nossas contemporâneas.»

Isabel do Carmo é médica endocrinologista, doutorada pela Universidade de Lisboa. Antes do 25 de Abril, foi membro do PCP, de onde saiu em dissidência, e fundou com Carlos Antunes, o PRP/Brigadas Revolucionárias. Foi dirigente associativa da Ordem dos Médicos. Tem tido múltiplas actividades em organizações de base, tais como o Fórum Ecologista e Alternativo, as Feiras Alternativas, a Comissão Pró-Amnistia, a Associação Abril, a ATTAC Portugal, e outras organizações autónomas. Faz parte do Conselho Editorial do Le Monde Diplomatique – Edição Portuguesa.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Desamparo, novo romance de Inês Pedrosa, já à venda


A saga de uma mulher que foi levada do colo da mãe para o Brasil aos três anos e regressa para a conhecer mais de cinquenta anos depois é o ponto de partida do novo romance de Inês Pedrosa que será apresentado no dia 27 de Fevereiro, às 17h00, nas Correntes d'Escrita, na Póvoa de Varzim, e no dia 10 de Março, às 18h30, na Fnac do Chiado, em Lisboa.

Numa escrita inteligente, límpida e plena de humor, a escritora cria um universo singular, uma aldeia em que se cruzam personagens e histórias de vários continentes. Emigrações e imigrações de ontem e de hoje, seres solitários e escorraçados que procuram novas formas de vida, enquanto tentam sobreviver à maior depressão económica das últimas décadas.

O amor, a traição, o poder, a inveja, o ciúme, a amizade, o crime, o medo, a vingança e sobretudo a morte atravessam este livro que faz a radiografia do Portugal contemporâneo, num enredo cheio de força e originalidade.



quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A D. Quixote revela aos mais novos toda a história do próximo filme dos estúdios de animação da Walt Disney

Título: FROZEN – O Livro do Filme
Disney
Páginas: 46
PVP: 9,90€
Quando o reino de Arendelle é amaldiçoado, por Elsa, com um inverno eterno, a sua jovem irmã, a princesa Anna, embarca com Kristoff, um rapaz que vive na montanha, numa perigosa jornada.
Encontrando-se em situações extremas, enfrentando criaturas místicas e seres mágicos, Anna e Kristoff precisam correr contra o tempo para salvar o mundo em que vivem da destruição.
FROZEN – O Livro do Filme conta toda a história de "Frozen – O Reino do Gelo", uma fantástica comédia de aventura dos estúdios de animação da Walt Disney.


Título: FROZEN – Narrativa Juvenil
Disney
Páginas: 128
PVP: 9,90€
Frozen, dos estúdios de animação da Walt Disney, conta a história de Anna, que inicia uma viagem épica para salvar o seu reino. Na companhia de Kristoff, um aventureiro, e da rena Sven, Anna procura a sua irmã Elsa, cujos poderes sobre o gelo aprisionaram o reino num inverno eterno. FROZEN – Narrativa Juvenil narra esta emocionante história através das páginas coloridas do livro. Uma grandiosa aventura a não perder!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O blogue dedicado a Alan Hollinghurst e ao livro O Filho do Desconhecido (Dom Quixote), que chega às livrarias no dia 30 de outubro, já está online

Juntamente com o blogue, foi criada uma página de fãs no Facebook (www.facebook.com/alan.hollinghurst.portugal) e uma conta no Twitter (twitter.com/HollinghurstPT). Em alan-hollinghurst.blogs.sapo.pt, os internautas vão ter acesso a várias informações sobre todas as obras do autor publicadas em Portugal, incluindo sinopses, críticas, notícias, entrevistas, vídeos e passatempos.

Sobre o livro:
No final do Verão de 1913, nas vésperas da Grande Guerra, o jovem poeta aristocrata Cecil Valance passa um fim-de-semana em «Dois Acres», a casa da família do seu amigo e colega de Cambridge, George Sawle. São dias intensos para todos, mas é em Daphne, irmã de George, que o seu impacto será mais duradouro, pois Cecil escreve-lhe um poema que virá a tornar-se num marco para toda uma geração. As intimidades partilhadas nesse fim-de-semana vão transcender os limites do tempo e dar origem a um mito - e a um segredo de família - que atravessa o século XX.
No epicentro desta crónica de costumes está Daphne. Seguindo-a desde a inocência da adolescência até à prudência da velhice, Alan Hollinghurst coloca o leitor perante os efeitos inexoráveis da passagem do tempo e as labirínticas construções da memória. Tendo como pano de fundo um século da vida britânica, O Filho do Desconhecido é um retrato envolvente de uma Inglaterra em constante mutação, um romance sobre o poder duradouro do desejo e a forma como o coração cria as suas próprias lendas.

Sobre o Autor:
Alan Hollinghurst nasceu em Shroud, Inglaterra, em 1954, e estudou em Oxford. O seu primeiro romance, A Biblioteca da Piscina, foi uma das mais aclamadas estreias dos anos 80, conquistando o Somerset Maugham Award em 1989 e valendo ao seu autor um lugar entre os Melhores Jovens Romancistas Britânicos, segundo a revista Granta, em 1993. Seguiu-se The Folding Star, que foi, em 1994, finalista do Booker Prize e venceu o James Tait Black Memorial Prize. A sua consagração definitiva deu-se em 2004, quando A Linha da Beleza foi galardoado com o Man Booker Prize, tendo ainda sido adaptado para a televisão pela BBC. Foi também considerado pelo Público como um dos melhores romances da década. Nomeado para o Man Booker Prize 2011 e finalista do Galaxy National Book Awards 2011 na categoria Autor do Ano, O Filho do Desconhecido é o seu primeiro romance em sete anos e está já a ser aclamado como um dos melhores livros do ano e da década, cimentando a reputação do autor como um dos nomes cimeiros da literatura anglo-saxónica.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Blogue dedicado ao livro A Bofetada, de Christos Tsiolkas já está online

O blogue dedicado ao livro A Bofetada, de Christos Tsiolkas, a ser publicado pela D. Quixote no final do mês e vencedor do Commonwealth Writers' Prize e nomeado para o Man Booker Prize, já está online. Pode encontrar no blogue tudo sobre este livro que causou um amplo debate por onde tem sido publicado e que foi adaptado para a televisão, numa série de grande qualidade que estreia em Setembro. Link Os visitantes podem também participar num inquérito sobre se concordam ou não com a bofetada que foi dada à criança no livro.

Para além disso, foi criada também uma página de fãs no Facebook (http://www.facebook.com/pages/A-Bofetada/163309250411755) e uma conta no Twitter (http://twitter.com/ABofetada)


Pode consultar o blogue em http://abofetada.blogs.sapo.pt

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pedro Guilherme-Moreira lança A Manhã do Mundo na Bulhosa

O escritor Pedro Guilherme-Moreira lança A Manhã do Mundo na Bulhosa de Entrecampos, amanhã, quinta-feira, 2 de Junho, às 18h30. É o primeiro romance do autor, editado por Maria do Rosário Pedreira, e a apresentação do livro está a cargo do jornalista Joaquim Letria.
Nascido no Porto no Verão de 1969, chegou com 7 anos às mãos da professora Laura sem saber fazer contas de dividir; ela ensinou-o e ele pagou-lhe com uma fábula. Aos 11, entre rapazes de 16 e 17, empatou o primeiro lugar dos jogos florais da escola com um rapaz de 12, hoje um conhecido político. Aos 13, perdeu para o mesmo menino, mas levou o 2.º e o 3.º prémios. Aos 16, ganhou (finalmente sozinho), porque o menino político entrou na Universidade.
No ano seguinte entrou ele, na de Coimbra, e andou com Torga no trólei 3, mas nunca se falaram. Profissionalmente, foi dos primeiros advogados a ganhar o Prémio Lopes Cardoso, com um artigo publicado, primeiro, na prestigiada Revista da Ordem dos Advogados e, depois, em livro. Aos 25, decidiu publicar apenas aos 40, porque queria saber, e escrever, mais. A Manhã do Mundo aparece a meio do seu «dia», sendo o primeiro romance que publica.

Título: A Manhã do Mundo
Autor: Pedro Guilherme-Moreira
Páginas: 206
PVP: 14,50 €
Editora: D. Quixote

Sinopse:
No dia 12 de Setembro de 2001, Ayda encontrou-se com Teresa num café de Allentown e, com o jornal aberto sobre a mesa, foi implacável com os que tinham saltado das Torres Gémeas, chamando-lhes cobardes; mas não disse à amiga que, na verdade, o que sentia era outra coisa, uma grande frustração por o marido e o filho a terem abandonado e rumado a Nova Iorque num momento em que ela se recusava a tomar a medicação e lhes tornava a vida um Inferno - e de não ter coragem de fazer o que esses tinham feito.
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