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quinta-feira, 14 de março de 2013
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sábado, 6 de outubro de 2012
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Ricardo Araújo Pereira dá autógrafos na Bulhosa de Oeiras
A livraria Bulhosa books & living de Oeiras promove uma sessão de autógrafos com o humorista Ricardo Araújo Pereira na próxima segunda-feira, 20 de Dezembro, às 19 horas, a propósito do lançamento do seu mais recente livro, A Chama Imensa, com a chancela da Tinta da China.Nascido a 28 de Abril de 1974, licenciou-se em Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica Portuguesa. Trabalhou alguns anos como jornalista do Jornal de Letras, Artes e Ideias. Mais tarde tornou-se argumentista da agência Produções Fictícias, onde foi co-autor de alguns programas de sucesso, como o Herman 98, o Herman SIC e O Programa de Maria. Em 2003, juntamente com José Diogo Quintela, Tiago Dores e Miguel Góis, inicia o projecto Gato Fedorento. Actualmente escreve crónicas para a revista Visão e participa no programa Governo Sombra da TSF.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
As crónicas de José Diogo Quintela nas livrarias a 26 de Marçoe
Título: Falar é FácilAutor: Zé Diogo Quintela
Edição: tinta-da-china
N.º Pág.: 269
Pvp: 15.90€
«Estão aqui representadas algumas das minhas opiniões sobre vários assuntos. Tenho outras opiniões sobre os mesmos assuntos, mas achei que não fazia muito sentido estar a contradizer-me no meu próprio livro.»
Zé Diogo Quintela tem qualquer coisa de Pinheiro de Azevedo. Um Pinheiro de Azevedo que tivesse ficado na reserva territorial. Às vezes o humorista parece violento, ao menos para os padrões muito brandos dos "humores nacionais", mas é uma impressão apressada. Zé Diogo não é violento: quando muito está chateado. [...]
Se Zé Diogo se chateia é porque estava num estado hedonista e ronronante, como se fosse Garfield. Quase todas estas crónicas revelam um gosto pelas coisas boas da vida, essas que, já se sabe, são ilegais, imorais ou engordam.
As piadas aparentemente autodepreciativas não depreciam nada, pois os prazeres que a gordura dificulta são compensados pelos prazeres que provocam a gordura. A comidinha, o ócio, uma vida decididamente incorrecta do ponto de vista gastronómico, ecológico, cardíaco e tudo. [...]
Não sendo de esquerda, o excelente jogral sente-se dispensado de carregar o mundo às costas, até porque, lá está, sempre se evita uma hérnia discal. Um humor quintelista parte de uma única reivindicação: "um nível de aconchego aceitável". Isso explica que quase todos os textos gozem com as leis, as instituições e as modas que prejudicam o aconchego. Não é só o órgão de soberania estar cercado por metalúrgicos, é também isso hoje não me dar jeito nenhum."
Pedro Mexia
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Edições Tinta-da-China lança Moderno Tropical - Arquitectura em Angola e Moçambique, 1948-1975

Autoras: Ana Magalhães Inês Gonçalves
PVP: 39.9 euros
O trabalho de investigação e de fotografia de uma arquitecta e uma fotógrafa mostram-nos a melhor arquitectura moderna portuguesa, que teve entre os principais cenários cidades como Luanda, Maputo, Lobito e Beira.
No território africano sob domínio colonial português, menos sujeito à pressão dos cânones culturais do Estado Novo e ao mesmo tempo com mais necessidades de construção urbana, houve espaço para que os arquitectos portugueses pudessem explorar livremente o Movimento Moderno.
A expressão desta arquitectura em África, nos anos 50 e 60, traduziu não só os ensinamentos da Carta de Atenas, de Le Corbusier, mas também as formas modernas desenvolvidas no Brasil. É há procura desse denominador comum - tropical – que Ana Magalhães parte com Inês Gonçalves numa viagem a Luanda, Lobito, Maputo e Beira, onde fazem um levantamento fotográfico dos edifícios aqui tratados.
Entre texto de investigação e imagens, ficamos a conhecer o belíssimo trabalho de oito arquitectos portugueses, que no contexto colonial africano puderam aproximar-se da vanguarda da arquitectura moderna.
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