terça-feira, 21 de novembro de 2017

Origem - Dan Brown [Opinião]

Título: Origem
Autor: Dan Brown
Editor: Bertrand Editora
Páginas: 552

Sinopse:
Bilbau, Espanha.
Robert Langdon, professor de simbologia e iconologia religiosa da universidade de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbau para assistir a um grandioso anúncio: a revelação da descoberta que «mudará para sempre o rosto da ciência.» O anfitrião dessa noite é Edmond Kirsch, bilionário e futurista de quarenta e dois anos cujas espantosas invenções de alta tecnologia e audazes previsões fizeram dele uma figura de renome a nível global.

Kirsch, um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, duas décadas atrás, está prestes a revelar um incrível avanço científico… que irá responder a duas das perguntas mais fundamentais da existência humana. No início da noite, Langdon e várias centenas de outros convidados ficam fascinados com a apresentação tão original de Kirsch, e Langdon percebe que o anúncio do amigo será muito mais controverso do que ele imaginava. Mas aquela noite tão meticulosamente orquestrada não tardará a transformar-se num caos e a preciosa descoberta do futurista pode muito bem estar em vias de se perder para sempre.

Em pleno turbilhão de emoções e em perigo iminente, Langdon tenta desesperadamente fugir de Bilbau. Tem ao seu lado Ambra Vidal, a elegante diretora do Guggenheim que trabalhou com Kirsch na organização daquele provocador evento. Juntos, fogem para Barcelona, com a perigosa missão de localizarem a palavra-passe que os ajudará a desvendar o segredo de Kirsch.

Percorrendo os escuros corredores de história oculta e religião extremista, Langdon e Vidal têm de fugir de um inimigo atormentado que parece tudo saber e que parece até de alguma forma relacionado com o Palácio Real de Espanha… e que fará qualquer coisa para silenciar para sempre Edmond Kirsch.

Numa viagem marcada pela arte moderna e por símbolos enigmáticos, Langdon e Vidal vão descobrindo as pistas que acabarão por conduzi-los à chocante descoberta de Kirsch… e a uma verdade que até então nos tem escapado e que nos deixará sem fôlego.

A minha opinião: 
O novo livro de Dan Brown criou uma grande expectativa nos fãs. Não fui excepção. Desde O Inferno que esperava uma nova aventura de Robert Langdon pela História e os mistérios da religião (sempre os mistérios da religião) dois factos que Brown sempre junta e que têm resultado na perfeição. 

No entanto, e apesar de ter colocado na trama a seita Igreja Palmariana, cuja história desconhecia e que me despertou imensa curiosidade em querer saber mais, o escritor norte-americano não imprimiu o suspense, próprio de um thriller e que tão bem tem caracterizado os seus livros. De facto, Origem de thriller tem muito pouco e há certas partes na história que se torna maçudo por não ter o ritmo desejado. 

A história centra-se em Edmond Kirsch, discípulo de Langdon, que ganha reconhecimento pelos seus estudos no campo científico. 

Prestes a revelar uma autêntica bomba, que poderá abalar os mais conservadores, Kirsch acaba assassinado antes da revelação final. As perguntas fundamentais e que tantas questões levantam De onde vimos? Para onde vamos? parecem ter finalmente uma solução, mas eis que Kirsch morre levando Lagndon e uma parceira inusitada Ambra Vidal, directora do Guggenheim e muito amiga de Kirsch, numa procura desenfreada pela solução. Depressa passam a suspeitos, como é habitual nos livros de Brown e acabam por ser perseguidos quer pelo lado do bem, quer pelo lado do mal. 

Do lado dos maléficos, a seita Palmariana, que foi a parte que mais me agradou na história. Depois de os Illuminati, Maçanaria, Priorado de Sião, Opus Dei, eis que surge uma seita espanhola, que terá chegado aos 5000 fiéis. Veneram o ditador Franco que foi, inclusive, canonizado pela seita, e que tem um Papa próprio desde a morte de Paulo VI. 

Inteligência artificial, ecrãs de telemóvel ou tablets, um computador que não é nada mais nada menos que um robot, tudo isto podemos apreciar no novo livro de Brown. Se é o melhor dele? Não. Mas não deixa de ser um momento bem passado ler mais esta aventura de Langdon. 


 


No primeiro Aniversário a Alma dos Livros oferece livros aos seus leitores

A Alma dos Livros faz um ano!
E como uma editora feliz pelos seus leitores vai passar a semana a celebrar com todos os leitores e seguidores de facebook oferecendo livros todos os dias. Podem ver como aqui
O Marcador de Livros deseja um feliz aniversário à jovem editora esperando que continue a editar muitos e bons livros!


Novo livro de Deana Barroqueiro sai hoje

Chama-se 1640 porque este ano é um marco fundamental na História de Portugal, o da Restauração da Independência, após 60 anos de domínio espanhol, quando os portugueses se revoltaram e elegeram um rei natural, D. João IV.

O novo romance de Deana Barroqueiro, «1640», retrata a luta de Portugal contra o domínio de Espanha. A acção decorre entre 1617 e 1667, período riquíssimo em factos, dramas e personagens, que lutam pela sua libertação e sobrevivência, face a uma crise social, económica e política, imposta por Filipe IV/Olivares, coadjuvados por Diogo Soares e Miguel de Vasconcelos, um triunvirato que só terá paralelo na Troika de 2011.

Quatro guias singulares conduzem o leitor nesta viagem ao passado, através dos seus dramas pessoais e colectivos: o poeta proscrito Brás Garcia de Mascarenhas, autor da epopeia Viriato Trágico; a professa Violante do Céu, a Décima Musa da poesia barroca, enclausurada no convento; D. Francisco Manuel de Melo, o maior prosador ibérico do Século XVII, prisioneiro na Torre; e o P.e António Vieira, o mais brilhante pregador do seu tempo, a contas com a Inquisição.

O lançamento do «1640» será no dia 23 de Novembro, quinta-feira, às 18.30, no Palácio Galveias, ao Campo Pequeno, em Lisboa. A apresentação do livro será feita por Miguel Real e Hélder Fernando



Últimos dias para sugerir a sua Palavra do Ano 2017


A 1 de dezembro anunciam-se as dez palavras finalistas que serão submetidas à votação dos portugueses.

Faltam duas semanas para conhecer as candidatas a PALAVRA DO ANO ® 2017 . Até 30 de novembro, os portugueses podem continuar a apresentar as suas sugestões através do site www.palavradoano.pt , o que vem acontecendo desde maio passado.

As propostas feitas através do site da iniciativa serão ponderadas com o trabalho de observação e acompanhamento da realidade da língua portuguesa feito pela Porto Editora , tanto nos meios de comunicação e redes sociais, como no registo de consultas nos dicionários online e mobile, para a definição da lista de 10 candidatas a PALAVRA DO ANO ® 2017 , que será anunciada a 1 de dezembro, sexta-feira.

Esta é a nona edição de uma iniciativa com a marca registada da Porto Editora que tem como principal objetivo sublinhar a riqueza lexical e o dinamismo criativo da língua portuguesa, património vivo e precioso de todos os que nela se expressam, acentuando, assim, a importância das palavras e dos seus significados na produção individual e social dos sentidos com que vamos interpretando e construindo a própria vida.

Nos anos anteriores, o publico português elegeu as seguintes palavras: "esmiuçar" (2009), "vuvuzela" (2010), "austeridade" (2011), "entroikado" (2012), "bombeiro" (2013), "corrupção" (2014), "refugiado" (2015) e "geringonça" (2016). Nos primeiros dias de janeiro, será conhecida a PALAVRA DO ANO ® 2017 , escolhida pelos portugueses.


A PALAVRA DO ANO ® em Angola e Moçambique
Esta é, também, a segunda edição da iniciativa em Angola e Moçambique. A responsabilidade desta iniciativa é da Porto Editora e das empresas que integram este grupo editorial, a Plural Editores Angola e a Plural Editores Moçambique , que contam com o apoio do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua naqueles países.

Seguindo o mesmo calendário da iniciativa em Portugal, os angolanos vão eleger a PALAVRA DO ANO ® através do site www.palavradoano.co.ao . Em Moçambique, a lista das dez finalistas já é conhecida e a votação decorre até ao final de novembro emwww.palavradoano.co.mz . A 4 de dezembro será conhecida a PALAVRA DO ANO ®de Moçambique, escolhida a partir de "bacela", "caro", "censo", "ciclone", "guevar", "jobar", "oculta", "ponte", "trégua" e "tseke".









Novidades Gradiva para novembro

Título: A Ciência e os Seus Inimigos
Autor: Carlos Fiolhais e David Marçal
Colecção «Ciência Aberta», n.º 224
N.º de Páginas: 288 
PVP: €13,00

A ciência tem inimigos? Sem dúvida, e os mais terríveis e difíceis de erradicar são a ignorância, a ideologia... e a falsa ciência, que começa logo, aliás em muita da actividade "científica" que se badala por aí. Impõe-se por isso a sua defesa. E defender a Ciência ē defender a democracia! Um livro que alia rigor e humor, actualidade e história. Vivo e mobilizador, como os Autores.

Carlos Fiolhais, Grande Prémio Ciência Vida 2017

Título: A Natureza Humana
Autor: Roger Scruton
Colecção «Filosofia Aberta», n.º 31
N.º de Pàginas: 152 
PVP: €15,00

Neste livro, Roger Scruton lança um olhar original sobre a natureza humana, sem deixar de ter em conta os mais sólidos resultados científicos — da biologia à ciência cognitiva e da psicologia à etologia — mas também o legado das artes e da cultura em geral. E consegue fazê-lo com elegância e concisão, sem tecnicismos nem referências gratuitas. Ao defender que o ser humano não é apenas um animal racional, Scruton procura, de forma corajosa mas tranquila, mostrar como se pode fazer uma leitura do que as ciências têm para nos contar muito diferente da que tem sido habitual. Nesse sentido, Scruton rejeita não só as perspectivas de muitos psicólogos evolucionistas, mas também as concepções morais utilitaristas e sobretudo as abordagens materialistas da natureza humana — como as de Daniel Dennett e Richard Dawkins —, argumentando que não encontraremos a verdadeira natureza humana em animais racionais despojados dos elos essenciais que, além da biologia e da racionalidade, nos definem como seres que partilham um mesmo universo de valor. De acordo com Scruton, é neste universo de fidelidades, obrigações, direitos e relações que se descobre o eu que cada um de nós é e se revela a nossa natureza singular: a de sermos pessoas. Isto, sustenta Scruton, é algo que nenhuma categoria biológica permite compreender. É no contexto dessa concepção da natureza humana decididamente personalista que Scruton nos fala do significado humano do riso, da sexualidade, do prazer, da culpa ou da moral, transferindo para quem o lê uma enorme bagagem literária e cultural que, mesmo quando defende pontos de vista não coincidentes com os do leitor, não deixa de ser intelectualmente gratificante.

«Este livro é uma proeza.» - Anthony O’Hear, Universidade de Buckingham


Título: Mimi e Rogério e o Cavaleiro Malvado
Autor: Valerie Thomas e Korky Paul
Colecção «Gradiva Júnior» 
N.º de Páginas: 28 
PVP: €13,00

Queres visitar um castelo com a Mimi e o Rogério? Prepara-te, então para a magia de recuares no tempo. Olha, parece que há torneios e tiro com arco. E competições e banquetes. Grande festa! Mas quem é aquele cavaleiro com ar malvado? Está visto que precisa de uma lição. Abracadabra…já está!!! É a magia boa da Amiga Mimi!



Título: O Canto do Signo
Autor: Eduardo Lourenço
Colecção «Obras de Eduardo Lourenço», n.º 25
N.º de Páginas: 496 
PVP: €17,00

«O signo diz menos e mais do que a palavra. Mais, seria símbolo. Menos, enigma. Só como signo-palavra, origem, substância e horizonte do texto, o signo ‘canta’.»
Eduardo Lourenço, no seu melhor... que nele é tudo o que escreve e continua a pensar. Neste 25.º livro das «Obras de Eduardo Lourenço» o tema é a crítica literária e a situação, o contexto, o universo da literatura portuguesa.


Título: Os Portugueses
De onde vimos, o que somos, para onde vamos
Autor: Manuel Sobrinho Simões
Colecção «Gradiva Breve», n.º 8
N.º de Páginas: 56 
PVP: €8,00

Breve, lapidar, oportuníssimo. "Somos todos primos uns dos outros", explica com toda a sua competência Sobrinho Simões, dando um golpe mortal em todas as manifestações de racismo (esse medo e ódio do outro herança reptiliana de nós). Nessa matéria a moral e os factos, o direito e a ciência, coincidem. 

 

Festival Literário de Fátima distingue o autor com o Prémio Ficção 2016-2017

Bruno Vieira Amaral foi distinguido pelo Festival Literário de Ficção com o prémio Ficção 2016-2017 com a obra «Hoje Estarás Comigo no Paraíso». Com o tema «A Literatura e o Sagrado», a segunda edição do Tábula Rasa que distingue autores com obras em quatro categorias - ficção, poesia, filosofia e literatura infantil - termina com a entrega dos prémios no próximo Sábado, 18 de Novembro, no qual o autor estará presente.

Esta não é a primeira vez que Bruno Vieira Amaral é premiado: foi distinguido anteriormente com o Prémio PEN CLUBE Narrativa, Prémio Literário Fernando Namora e Prémio Literário José Saramago 2015 pelo seu livro «As Primeiras Coisas».

A Quetzal Editores publicou em 2013 o primeiro romance do autor, «As Primeiras Coisas», e em 2017 «Hoje Estarás Comigo no Paraíso», estando previsto um novo livro do autor para Janeiro de 2018, com o título «Manobras de Guerrilha».

Sinopse de «Hoje Estarás Comigo no Paraíso»:
Em «Hoje Estarás Comigo no Paraíso», Bruno Vieira Amaral desenha uma investigação do assassínio do primo João Jorge - morto no bairro em que ambos viviam no início dos anos 80 - e usa essa investigação como estratégia de recuperação e construção da sua própria memória: a infância, a família, o bairro e as suas personagens, Angola antes da Independência e nos anos que se lhe seguiram, e a figura (ausente) do pai. Na reconstituição da personalidade e do percurso da vítima, da noite em que tudo aconteceu, na apropriação que o narrador faz de uma ligação com João Jorge (mais ou menos forjada pelos mecanismo da memória) - e de que faz parte essa busca mais ampla das dobras do tempo e do esquecimento - são utilizados os mais diversos materiais: arquivos da imprensa da época, arquivos judiciais, testemunhos de amigos e familiares, e a literatura, propriamente dita - como uma possibilidade de verdade, sempre.

Sobre o autor:
Bruno Vieira Amaral nasceu em 1978. Formado em História Moderna e Contemporânea pelo ISCTE, é crítico literário, tradutor, e autor do Guia Para 50 Personagens da Ficção Portuguesa e do blogue Circo da Lama. Em 2002, uma temerária incursão pela poesia valeu-lhe ser selecionado para a Mostra Nacional de Jovens Criadores. Colaborou no DN Jovem, revista Atlântico e jornal i.


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Novidades da Ladybug - Um Diário e Um livro de jogos e atividades


As fãs da super-heroína mais conhecida do Disney Channel vão adorar estas duas novidades. Um livro de jogos e atividades, com labirintos, sopas de letras, sudokus, diferenças e muito mais. E um diário, onde podem registar as experiências, pensamentos, sentimentos e, claro, os teus segredos.

Miraculous: As Aventuras de Ladybug: Diverte-te com os teus superheróis!

Junta-te aos teus heróis favoritos e embarca no universo Miraculous Ladybug para uma série de desafios estimulantes. A Ladybug e o Gato Noir adoram entrar em ação e salvar a cidade dos maiores vilões de sempre. Mas durante o dia eles são estudantes, como tu, e têm de manter a sua mente em forma! Neste livro vais encontrar inúmeros desafios e atividades que vão pôr à prova os teus conhecimentos sobre as personagens da série e melhorar a tua capacidade de raciocínio, enquanto te divertes a valer!

Miraculous: As Aventuras de Ladybug: O Meu Diário Secreto

Olá! Durante o dia sou a Marinette, uma miúda normal. Mas há uma coisa sobre mim, que ninguém sabe. Eu tenho um segredo… Transformo-me na poderosa Ladybug! Chiu… Não contes a ninguém! Estou aqui porque aceitei uma missão muito especial: oferecer-te este diário. Neste diário podes registar as tuas experiências, pensamentos, sentimentos e, claro, os teus segredos. Aposto que também os tens!


Helena Roseta apresenta «Maria da Fonte», o novo livro de Maria João Fialho Gouveia

Título: Maria da Fonte: A Rainha do Povo 
N.º de Páginas: 304
PVP: 17,69€

Dos pais, José Fialho Gouveia e Maria Helena, herdou o dom da palavra e o jeito para a escrita.
Sempre a fervilhar com ideias para livros, Maria João Fialho Gouveia concretizou em 2013 o seu primeiro projeto, colocando todo o seu amor num livro dedicado ao seu pai: Fialho Gouveia: Biografia Sentimental .
Ainda em 2013, entregou a sua paixão por História às páginas de D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia, o seu primeiro romance histórico, muito bem recebido pela crítica e leitores amantes do género – já na 3.ª edição. Seguiu-se
As Lágrimas da Princesa, romance que conta a pouco conhecida história de Aldegundes de Bragança, a quinta filha do rei D. Miguel, tia de D. Duarte Nuno de Bragança, pai do atual pretendente à Coroa portuguesa. Em outubro de 2016 chegou às livrarias Inês , um romance maravilhosamente bem escrito sobre um amor maior do que a vida, e já em abril deste ano os leitores foram presenteados com um romance entre espiões na Segunda Guerra Mundial, a primeira experiência da escritora com personagens e eventos ficcionados, num ambiente histórico real, com Sob os Céus do Estoril .
Agora dá vida e voz às lutas e amores ilegítimos de uma mulher corajosa: Maria da Fonte.
Após as Guerras Liberais que assolaram Portugal durante o século XIX, as decisões do governo de Costa Cabral não são bem recebidas. Os impostos aumentam, as liberdades do povo são atacadas e a Igreja é o próximo alvo. Atenta aos gritos de revolta do seu povo, que também são os seus, e às ideias miguelistas dos seus senhores, está a jovem Maria Angelina.
Despedida por se ter deixado apaixonar, Maria regressa à sua aldeia da freguesia de Fontarcada, na Póvoa de Lanhoso, jurando viver por si, sem ninguém a cortar-lhe as asas. Os ideais, no entanto, não desaparecem, e, quando o governo proíbe o povo de enterrar os mortos nas igrejas, Maria decide tomar medidas. Lideradas por ela e munidas das armas possíveis, como as ferramentas de trabalhar a terra, as mulheres do Minho fazem justiça pelas próprias mãos. Maria de Fontarcada torna-se Maria da Fonte e ganha os contornos de uma líder popular.
Conforme a revolta vai grassando pelo país, forçando o governo a ser demitido e o exército a entrar em cena, Maria da Fonte transforma-se num mito, surpreendendo até aqueles que com ela privavam. Esta é a história desse mito. E da mulher que está na sua origem.

Sobre a autora: 
Nasceu em Lisboa a 14 de Novembro de 1961, mas aos dois dias de idade já vivia no Estoril, onde cresceu e estudou. Cursou Comunicação Social na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e mais tarde Línguas, sendo diplomada pela Universidade de Cambridge. Rendida ao apelo da História, porém, regressou anos mais tarde aos bancos da Universidade Aberta, para estudar a disciplina que sempre a encantara.
Começou a sua carreira jornalística aos 18 anos, passando por todas as áreas da comunicação, da imprensa escrita à televisão.
Entretanto, experimentou a docência, lecionando Inglês no ensino básico. Neta de professora, cedo descobriu o gosto pela leitura e pela escrita, sendo apanhada frequentemente pela avó a ler à luz da lanterna, debaixo dos lençóis.



Cartas a um jovem escritor de Colum McCann já está nas livrarias



Título: Cartas a um jovem escritor
Tradução: Eugénia Antunes
N.º de Páginas: 196 
PVP: 14,00€

Colum McCann considera que nisto de escrever não existem regras; ou, então, se existem, servem apenas para serem quebradas. Conforme-se com estas contradições. Deve estar preparado para segurar duas ou mais ideias opostas na palma das mãos em simultâneo.
Para McCann a primeira frase deverá abrir a sua caixa torácica. Deverá entrar-lhe pelo peito adentro e virar-lhe o coração de pantanas. Deverá insinuar que o mundo nunca mais será o mesmo.

Para quem simplesmente não consegue começar a escrever, o conselho do escritor é o seguinte: não permita que o terror da página em branco envolva a sua mente em celofane. A desculpa de que sofre de bloqueio de escritor é demasiado fácil.

(…) Deixe estar o rabo na cadeira. O rabo na cadeira. O rabo na cadeira. Continue a olhar para a página em branco.

E como surgem as ideias? Só tem de estar recetivo ao mundo. É esse o truque. Tem de estar à escuta. E tem de estar alerta. Tem de estar aberto à inspiração. A ideia geral pode vir do jornal, pode surgir de uma frase escutada no metro, pode ser a história que estava guardada no sótão da família. Pode ter nascido de uma fotografia ou de outro livro, pode tê-lo arrebatado por uma qualquer razão desconhecida. Pode ter sido o desejo de confrontar um assunto mais vasto: a devastação do meio ambiente, as causas primordiais que levam pessoas a pilotar aviões contra edifícios, as horríveis notícias sobre as eleições. Tanto faz. Nenhuma história é melhor do que outra. Tudo o que sabemos é que precisa de ser contada ao mundo e que há que começar a investigá-la.

Mais: é possível criar personagens a partir do pó. Por vezes, pegamos numa personagem do nosso círculo próximo e construímos uma nova pessoa por cima daquele espantalho. Outras vezes, pegamos em figuras bem conhecidas da história e damos-lhe novas formas. Seja como for, temos a responsabilidade de lhes dar vida por meio da escrita. Devemos tanto à nossa imaginação quanto devemos à história.

Para quem teme a construção dos diálogos, não há que ter receios. Para o autor, o diálogo escrito não tem obrigatoriamente de seguir regras gramaticais. Desarrume as frases como lhe der na gana. Tem liberdade para deambular. Liberdade para explorar.

Se já tem o livro todo sublinhado, ou com post-its, então saiba que ainda vamos a meio. Procurar a Estrutura, Onde Devo Escrever, Curso de Escrita Criativa: Fazer ou Não Fazer?, Devo Ler Enquanto Escrevo?, Porquê Contar Histórias?, Sinta-se Exausto Quando Terminar, entre outros capítulos, incluem igualmente dezenas de preciosos conselhos, sempre neste registo muito claro e objetivo, para quem gosta de escrever, quer escrever melhor ou ambiciona escrever um livro.





terça-feira, 14 de novembro de 2017

O físico Carlos Fiolhais é o vencedor do Grande Prémio Ciência Viva Montepio 2017

O investigador Carlos Fiolhais é um dos vencedores dos Prémios Ciência Viva Montepio 2017.

O Grande Prémio Ciência Viva Montepio distingue Carlos Fiolhais pela sua acção notável na promoção da cultura científica enquanto docente, investigador, autor e editor da prestigiada colecção "Ciência Aberta", da Gradiva. Doutorado em Física Teórica, Carlos Fiolhais é professor catedrático da Universidade de Coimbra e director do RÓMULO Centro Ciência Viva.

A Gradiva publicará ainda este mês o seu mais recente livro A Ciência e os Seus Inimigos em co-autoria com o bioquímico David Marçal com quem já tinha escrito também os títulos Darwin aos Tiros e outras histórias de ciência e Pipocas com Telemóvel e outras histórias de falsa ciência.

Este seu novo livro incide sobre os principais inimigos da ciência desde logo os mais terríveis e difíceis de erradicar - a ignorância, a ideologia... e a falsa ciência que começa logo, aliás, em muita da actividade "científica".

A cerimónia de entrega de prémios terá lugar a 24 de Novembro, Dia Nacional da Cultura Científica, às 16.00, na Galeria da Biodiversidade - Centro Ciência Viva, situada na Casa Andresen, no Porto. Estará presente o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.

Este evento, que marca a Semana da Ciência e da Tecnologia, será antecedido, às 14.30, pelo debate público "Ciência e pseudociência na Comunicação de Saúde".

Os Prémios Ciência Viva Montepio são atribuídos anualmente pela Ciência Viva e pelo Montepio e distinguem personalidades e instituições que se destacaram pelo seu mérito excepcional na promoção da cultura científica em Portugal. Os premiados foram seleccionados pelos representantes das instituições de investigação científica que constituem a Agência Ciência Viva.

Nos últimos cinco anos o Grande Prémio Ciência Viva Montepio distinguiu o editor Guilherme Valente, da Gradiva, o geólogo Galopim de Carvalho, o botânico Jorge Paiva, o físico Manuel Paiva e o patologista Sobrinho Simões.

A professora Isabel P. Martins e as jornalistas Filomena Naves e Teresa Firmino são outras três vencedoras dos Prémios Ciência Viva Montepio 2017.


Novidade Topseller: O Diabo, o Relojoeiro e a Máquina dos Sacrifícios


Autor vencedor do Phillip K. Dick Award e quatro vezes do British Fantasy Award, Michael Marshall Smith tornou-se no autor com mais nomeações até ao momento.

O Diabo, o Relojoeiro e a Máquina dos Sacrifícios é uma obra com tom mordaz e irónico, num estilo semelhante à série Lemony Snicket.

Sinopse:
Imagine, caro leitor, a oficina de um relojoeiro.

Imagine ainda que esta história se passa num mundo banal e que o relojoeiro é, também ele, um homem normal… com um talento extraordinário.

Até ao dia em que alguém entra na oficina com o mais invulgar dos pedidos: uma máquina para converter a maldade do mundo em energia.

Quem (pergunta-se o leitor) quererá esta bizarra extravagância? Ora, ninguém mais do que o próprio Diabo… Que, como se sabe, tem formas muito persuasivas de obter o que deseja.

Passaram-se séculos, e o Diabo e a sua máquina estão a ter problemas. É então que, acidentalmente (embora se suspeite de uma certa influência maligna), a pequena e ingénua Hannah Green é arrastada para uma tenebrosa aventura maquinada pelo Diabo.

Preste bem atenção, estimado leitor, pois aqui começará também a sua história, num mundo onde as aparências enganam e as coincidências não existem.

O Diabo, o Relojoeiro e a Máquina dos Sacrifícios é uma edição Topseller (384 pp. | 18,79€) e as primeiras páginas estão disponíveis para leitura imediata aqui.




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Sobre o autor:
Michael Marshall Smith é o pseudónimo usado por Michael Marshall, guionista inglês e autor bestseller de thrillers e literatura fantástica.

Michael Marshall Smith venceu quatro vezes os prémios atribuídos pela British Fantasy Society, tornando-se o autor com mais nomeações até ao momento, e ainda recebeu o August Derleth Award para Melhor Romance, em 1995, e o Philip K. Dick Award, em 2000.

O seu livro, The Intruders, foi adaptado para série televisiva com o mesmo nome, em 2014.

Saiba mais sobre o autor em: www.michaelmarshallsmith.com.


Novidade Topseller: O Sétimo Mandamento de Tom Fox


Depois da publicação do sucesso Dominus, Tom Fox oferece uma nova perspetiva sobre o conceito da fé e da natureza dos milagres, que agradará muito aos leitores.

Sinopse:
Serão todas as profecias verdadeiras?

Durante uma escavação arqueológica realizada no centro de Roma, é encontrada uma antiga tábua de argila com sete profecias inscritas em acádio, uma língua há muito extinta. A primeira profecia previa que aquele que encontrasse a tábua morreria de forma funesta e célere. E assim acontece. Quando, uma a uma, as profecias se vão realizando, o pânico e o caos instalam-se na cidade.

O relógio não para.

Numa corrida contra o tempo, em que cada segredo esconde uma mentira, e em que estranhos versos de uma tábua antiga parecem conter as respostas, cabe a Angelina Calla, especialista em acádio, e a Ben Vordyx, dos Arquivos Secretos do Vaticano, descobrir o que está por detrás desta maldição.

Será tudo isto real?

O Sétimo Mandamento já está disponível nas livrarias (ed. Topseller | 400 pp. | 17,69€) e as primeiras páginas estão disponíveis para leitura aqui.











Sobre o autor:




Tom Fox é um conhecedor profundo dos meandros do Cristianismo, resultado de muitos anos de estudos académicos.

Sendo uma autoridade respeitada no assunto, Tom Fox dedicou-se recentemente à exploração de novas histórias, que se destacam devido à sua dimensão misteriosa.
Dominus foi o seu sensacional romance de estreia, publicado pela Topseller em 2016.​

domingo, 12 de novembro de 2017

Coolbooks: As primeiras linhas das mãos de Susana Amaro Velho

Título: As últimas linhas destas mãos
Autor: Susana Amaro Velho
Formato: e-wook / capa mole
N.º páginas: 262
PVP: 5,99€ / 15,50€

Um amor vivido em papel e reprimido durante décadas,  desvendado em As últimas linhas destas mãos, romance de estreia da autora.
É num ambiente nostálgico que Susana Amaro Velho constrói o seu romance de estreia, As últimas linhas destas mãos, publicado pela Coolbooks e disponível a partir de hoje.
Um amor impossível e reprimido durante 30 anos é perpetuado através de cartas secretas. Na fachada que constrói para viver, Alice mantém um casamento de conveniência e circunstância.
Após a sua morte, é à filha Teresa que cabe o legado destas cartas escondidas.
Ao recebê-las, é confrontada com uma narrativa que não reconhece, com personagens desconhecidas e com a sombra sempre presente da sua mãe, que se alastra pelas cartas em contornos que Teresa nunca julgaria serem possíveis.
Em As últimas linhas destas mãos, o que começa por parecer um conjunto de cartas soltas, relatos de um passado de amor, afetos e esperança revela-se uma história coesa e intensa, com espaço para novas linhas escritas por outras mãos.

Sinopse:
Depois da morte de Alice, a sua filha Teresa recebe uma herança que a deixa intrigada: um monte de cartas, algumas com tantos anos quanto ela, que contam uma estória de amor que não sabe se é ou não real. Não conhece os lugares. Não reconhece as personagens.
Não sabe, sequer, quem é a própria mãe e onde se encaixa naquele enredo.
Este amor em linhas vivido por Alice, de tão intenso, tão mordaz, tão vivo e tão presente vai abrindo espaços, alimentando dúvidas, resgatando culpas antigas e memórias apagadas.
Mas será ele suficiente para que Teresa possa, finalmente, perceber e perdoar a mãe? Irão as últimas linhas de Alice ser mais fortes e enlaçar o que em vida não conseguiu prender?

Sobre a autora:
Nasceu em Mafra em 1986 e cresceu com as fábulas dos reis e rainhas, que lhe alimentaram a curiosidade e as leituras ainda em miúda. O seu primeiro conto, escrito aos nove anos, era sobre uma menina de Mafra que vivia no bairro camarário dos avós, aquele que ainda hoje lhe serve de inspiração, e que queria ser jornalista para poder entrevistar pessoas e conhecer lugares. Perdeu-se o conto, mas não o amor pelas palavras e pelas viagens. Licenciou-se em Jornalismo e depois em Solicitadoria, porque o saber não ocupa lugar. E as folhas rabiscadas também não.
Escreve desde que aprendeu a juntar letras e sobre tudo. Aliás, a memória mais viva é a que vive nas linhas de um caderno. É autora do blogue «What su Wants». Este é o seu primeiro romance.


Despertar: mais um livro muito esperado de Stephen King - Um dos melhores do mestre do terror

Título: Despertar
Autor: Stephen King
Género: Literatura / Thriller
N.º de páginas: 368
PVP: € 18,80

Despertar, considerado um dos melhores livros do mestre do terror, Stephen King, chegará às livrarias na próxima sexta-feira, dia 10 de novembro. Este é um romance negro e aterrador sobre o vício, o fanatismo e o que poderá existir do outro lado da vida. Uma história que se estende por cinco décadas até um desfecho aterrador, um dos melhores de King.
Na quinta-feira, dia 9 de novembro, às 18h30, na FNAC do Colombo, terá lugar a tertúlia “O Universo de Stephen King”. O jornalista e crítico de cinema Mário Augusto, as tradutoras Maria João Lourenço e Cristina Lourenço e a editora da Bertrand Sofia Ribeiro conversarão sobre os livros e as muitas adaptações cinematográficas do rei do suspense. Todos os fãs de Stephen King estão convidados a participar na conversa. Neste evento, poderá ser adquirido, em primeira mão, o livro Despertar.

Referências na imprensa internacional:
«Hipnotizante» Publishers Weekly
«Não há melhor contador de histórias do que Stephen King, que nos mantém acordados a noite inteira, cheios de medo, fascínio e admiração» Amazon.com

Sinopse:
Numa pequena cidade da Nova Inglaterra, há mais de meio século, uma sombra cai sobre um rapazinho que brinca com os seus soldadinhos de chumbo. Jamie Morton ergue os olhos e vê um homem espantoso, o novo pastor. Charles Jacobs e a sua bela mulher vão transformar a igreja da comunidade. Todos os homens e rapazes estão um bocadinho apaixonados pela senhora Jacobs; as mulheres e as raparigas sentem o mesmo em relação ao reverendo Jacobs, incluindo a mãe e a irmã de Jamie. O reverendo, no entanto, tem um laço mais profundo com Jamie, partilhando com ele a sua obsessão pela eletricidade.
Quando a família Jacobs é assolada pela tragédia, o carismático pastor amaldiçoa Deus, apouca toda a crença religiosa e é banido de uma cidade em choque.
Jamie tem os seus próprios demónios. Apaixonado pela guitarra desde os treze anos, toca em bandas pelos Estados Unidos, vivendo uma vida nómada de rocker e fugindo da família e da sua terrível perda. Aos trinta anos, viciado em heroína e desesperado, volta a encontrar Charles Jacobs, e as consequências deste encontro serão profundas para os dois homens. A sua ligação torna-se um pacto para lá do diabólico e Jamie descobre os vários sentidos de «despertar».
Um romance rico e perturbador que se estende por cinco décadas até um desfecho aterrador, um dos melhores de King.

Sobre o autor:
Stephen King é um dos mais populares autores contemporâneos. Escreveu mais de quarenta livros, incluindo Carrie, A História de Lisey e Cell, Chamada para a Morte. Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Bram Stoker Award, o World Fantasy Award, o Nebula Award e o prestigiado National Book Award. Conta hoje com mais de trezentos milhões de exemplares vendidos em cerca de trinta e cinco países. Números e um currículo impressionantes a fazerem jus ao seu estatuto de escritor mais bem pago do mundo.
www.stephenking.com



Jogos Cruéis - Angela Marsons [Opinião]

Título: Jogos Cruéis
Autor: Angela Marsons
Editor: Quinta Essência
Páginas: 400

Sinopse:
A inspetora detetive Kim Stone está de volta. Em causa está a morte macabra de um violador. À primeira vista, não é um caso complicado, pois tudo aponta para a vítima da violação. Mas, para a incansável detetive, há algo que não bate certo...
A sua intuição rapidamente prova estar certa. As mortes sucedem-se. Por detrás de todas elas, um só motivo: vingança. Kim tem pela frente um adversário admirável. Alguém que está a realizar fantasias letais. Um sociopata que parece conhecer intimamente as fraquezas da detetive. E que não planeia parar.

Kim percebe que se deixou enredar num perigoso jogo do rato e do gato... e que terá de descer ao inferno para solucionar este caso. E desta vez… é pessoal.

Angela Marsons, a estrela em ascensão do policial britânico, regressa com um romance que o vai fazer desconfiar de tudo e de todos...

A minha opinião: 
Não, não li o primeiro livro de Angela Marsons, publicado em Portugal no ano passado. Mas acho que não fiquei a perder muito na história de detetive principal Kim Stone, já que a sua vida passada é explanada completamente neste segundo livro da série. Mas o facto de ter começado por Jogos Cruéis não quer dizer que não deseje ler Gritos Silenciosos. Muito pelo contrário. A leitura fantástica que este livro me proporcionou só faz com que deseje ler o anterior. 

Até onde vai a sociopatia?
Será possível esses genes serem herdados?
Será possível exercer-se uma influencia tão grande sobre o outro que o leve a matar?

Kim tem de resolver vários crimes. O primeiro passa por um crime de pedofilia no seio familiar. Vão ser levantadas várias questões que só serão desvendadas bem no fim do livro. 

Pelo meio somos confrontados com a morte de um violador, muito tempo depois de ter sido condenado. Cá fora e completamente reabilitado, acaba morto num motivo claro de vingança. 

À medida que a investigação avança também Kim revela um pouco mais de si, o que leva a que o leitor crie um carinho especial pela detetive. A pessoa que está por detrás dos variados crimes, que vão suceder à morte do violador, faz com que Kim encontre uma pessoa pérfida e maléfica que consegue enganar quase todos. Quase, porque Kim não se deixa convencer. Nem Kim, nem uma outra personagem que vai ser determinante para condenar o criminoso. 

Angela Marsons foi uma autêntica surpresa e confesso ter ficado bastante agradada com este livro.