sexta-feira, 26 de junho de 2020

Novidades Topseller que não vão querer perder

Título: A Diretora de Rosemere
Autor: Sarah E. Ladd
N.º de Páginas: 304

Sinopse: 
Ela dedicou a sua vida ao colégio.
Mas agora a sua vocação e o seu coração estão em perigo.

Patience Creighton é uma jovem solteira de 25 anos que tem dedicado a vida a administrar o colégio de Rosemere. Mas tudo parece prestes a mudar quando William Sterling, o enigmático proprietário do colégio, aparece à sua porta a meio da noite, agredido e inconsciente. Sterling cometeu muitos erros no passado, o que lhe trouxe problemas financeiros e o pôs em risco de vida com o ataque dos homens do seu credor.

Depois de acordar sob os cuidados de Patience, Sterling deixa Rosemere e parte para a sua propriedade, mas não consegue esquecer a adorável diretora que tratou de si. Regressa então a Rosemere com o objetivo de saber mais sobre ela e, à medida que passam tempo juntos, algo especial começa a nascer entre eles.

Mas Sterling sabe a ameaça que recai permanentemente sobre si, pois não tem como pagar as dívidas e manter os seus bens. Vender Rosemere e as terras em seu redor poderá ser a única forma de preservar o seu legado. Mas também pode custar a sua felicidade.

Título: A Vila Esquecida
Autor: Lorna Cook
N.º de Páginas: 352

Sinopse: 
Duas mulheres. Uma fotografia misteriosa.
Um segredo guardado durante décadas.

1943: O mundo está em guerra e os habitantes de Tyneham vão ter de fazer mais um sacrifício: abandonar as suas casas quando a vila é requisitada pelo Exército Britânico. Veronica e Albert Standish preparam-se para a mudança, mas, na véspera da partida, um acontecimento terrível mudará para sempre as suas vidas.

2018: Melissa tinha a esperança de que uns dias de descanso com Liam na costa de Dorset pudessem reacender a chama da sua paixão. Contudo, apesar do cenário idílico, as férias levam ao limite a sua relação já estagnada.

Ao encontrar a enigmática fotografia de uma mulher que em tempos viveu na esquecida vila de Tyneham, Melissa sente-se impelida a descobrir mais sobre a sua história. Porém, Tyneham esconde um segredo inesperado, e a demanda de Melissa pela verdade acabará por mudar a sua vida de um modo que ela nunca imaginou possível.

Título: Nunca é Tarde para Começar a Viver
Autor:  Richard Roper
N.º de Páginas: 320

Sinopse: 
Por vezes, é preciso arriscar tudo para encontrar uma razão de viver.

Andrew tem um trabalho pouco comum: encontrar os familiares das pessoas que morrem sozinhas. Os seus dias são passados a vasculhar casas vazias, a contactar parentes distantes e maldispostos e a assistir a funerais onde não aparece ninguém. A sua sorte é que tem uma família feliz à espera quando regressa a casa. Ou assim pensam os seus colegas de trabalho.

Tudo começou com um mal-entendido durante a entrevista de emprego, mas acabou por tornar-se uma teia de enganos tão complexa que Andrew se vê agora obrigado a manter um registo de todos os pormenores sobre a sua família imaginária.

Inesperadamente, é na mulher e nos dois filhos que nunca teve que Andrew encontra conforto, refugiando-se nessa fantasia. Até que conhece Peggy, uma nova colega que traz uma lufada de ar fresco à sua vida e que rapidamente se transforma numa amiga, fazendo com que Andrew queira deixar de viver uma mentira. Pela primeira vez em muitos anos, sente vontade de começar a viver.

Mas a escolha que tem pela frente é muito difícil.
Será capaz de contar a verdade e arriscar-se a perder a amizade de Peggy?
Ou preferirá manter a mentira com que já se sente confortável?

Título: O Jogo do Crime
Autor: Rachel Abbott
N.º de Páginas: 336

Sinopse: 
Os velhos amigos são assim…
Nunca nos deixam esquecer o passado.

Há precisamente um ano, todos nos reunimos para o casamento do nosso amigo Lucas, na sua luxuosa casa com vista para o mar, na Cornualha. Mas ninguém se casou naquele dia, pois o corpo da irmã do Lucas deu à costa poucas horas antes do início da cerimónia.

Agora, o Lucas convidou-nos a voltar a sua casa para comemorar.
Mas comemorar o quê?
O casamento que nunca aconteceu?
Ou a terrível tragédia que todos queremos esquecer?

Ele disse-nos que tinha um jogo planeado. Que nos fará reviver tudo o que se passou há um ano.

Chama-se O Jogo do Crime.
Mas o que quer o Lucas de nós?
O que nos estará a esconder?
E o que nos irá acontecer quando este jogo doentio acabar?

Todos têm de jogar.
E ninguém está a salvo.

Título: Olho por Olho
Autor: Jenny Han e Siobhan Vivian
N.º de Páginas: 336

Sinopse: 
Um clube de vingadoras parece drástico…
Mas também implacavelmente genial.
Quem nunca sonhou com vingança?

A Kat quer dar uma lição à ex-amiga que a atraiçoou. A Lillia quer vingar a sua irmã. E a Mary quer arrasar o bully que lhe infernizou a vida. Depois de tanta humilhação e traição, elas dizem basta!

Três amigas, três vilões e um plano para acabar com eles.

Na acolhedora cidade de Jar Island, ninguém vai ficar indiferente perante o turbilhão de estranhos acontecimentos que este trio está prestes a desencadear. Até que a pequena brincadeira da Kat, da Lillia e da Mary toma dimensões trágicas e sem direito a um último pedido de desculpa.

Inveja, falsidade e intriga, um romance que deliciará os fãs da série da Netflix Pequenas Mentirosas e de Jenny Han.


Novidades Leya para Julho

Título: Os Cães de Salazar
Autor: Francisco Moita Flores (Casa das Letras) 
 À venda a 14 de julho

4 de julho de 1937, Lisboa, 11h da manhã. O Buick onde Salazar seguia, com o motorista e o chefe de gabinete, entra na Avenida Barbosa du Bocage, para ir assistir à missa, como faz todos os domingos,na capela da casa do seu amigo Josué Torquato. O motorista abre a porta da viatura para dar passagem a Salazar. Pela outra porta sai o chefe de gabinete. Dão três ou quatro passadas na direção da porta da residência de Josué Torquato quando uma explosão formidável faz estremecer o chão e os prédios envolventes. Impávido, Salazar terá sacudido a poeira que sujava o fato, o chapéu e as botas, e seguiu para a missa. Segue-se uma caça ao homem por parte da PVDE dirigida pelo seu chefe máximo, Agostinho Lourenço, para apurar os responsáveis. Suspeitando de militantes comunistas apoiados pelo próprio Partido Comunista Português e financiados pelo Komintern, segue-se a prisão de dezenas de indivíduos e a apressada conclusão do caso. Mas serão esses os verdadeiros culpados do atentado?


Título: Um Espião entre amigos
Autor: Ben Macintyre (Dom Quixote ensaio) 
 À venda a 14 de Julho

Kim Philby ficou para a História como o maior desertor da espionagem britânica e a mais importante toupeira soviética. Agente duplo, traidor e um grande enigma, passou aos russos todos os segredos das operações aliadas nos primeiros anos da Guerra Fria. Com acesso a documentos recentemente desclassificados do MI5 e a documentos privados até agora desconhecidos, e com a colaboração de antigos agentes do MI6 e da CIA, esta é a biografia definitiva e revela aquele que será o último grande segredo da Guerra Fria. Do autor de “Jogo Duplo” e “O Espião e o Traidor”. Com posfácio de John Le Carré: “Em 1987, dois anos antes de o Muro de Berlim ser derrubado, estava de visita a Moscovo. Numa festa oferecida pelos Escritores da União Soviética, um jornalista em tempo parcial com ligações ao KGB convidou‑me a ir a sua casa para conhecer um velho amigo e admirador do meu trabalho. O nome do amigo, quando perguntei, era Kim Philby. Agora sei por fonte segura que o Philby sabia que estava a morrer e esperava que eu colaborasse com ele noutro volume de memórias. Recusei encontrar‑me com ele.”

Título: A Rapariga que Acreditava em Milagres – Do Holocausto à Esperança
Autor: Irene Butter, com John D. Bidwell e Kris Holloway (Casa das Letras)
À venda a 14 de Julho

História verídica de Irene Hasenberg Butter, uma conhecida activista pela paz, sobrevivente do Holocausto e professora emérita de Saúde Pública da Universidade de Michigan que «uma pessoa pode fazer a diferença». Vizinha de Anne Frank em Amesterdão de quem foi amiga, tal como ela foi para o campo de concentração de Bergen-Belsen. Ao contrário da amiga, a quem tentou ajudar nesses anos, conseguiu por ser enviada para a Argélia recuperar e aos 15 anos, no pós-guerra, ser enviada para os EUA. «Quando desci do navio que me trouxe para os Estados Unidos em 1945, os familiares americanos que me acolheram pediram-me que esquecesse tudo o que acontecera com a minha família – e comigo – no Holocausto. Disseram-me que nunca mais pensasse ou falasse nisso. Eu tinha 15 anos, eles eram adultos, e eu dei-lhes ouvidos. Durante 40 anos mantive o silêncio. Mas não me sentia verdadeiramente livre até começar a contar o que aconteceu comigo quando criança. Esta é a minha história.» 


Título: D. Maria I - As perdas e as glórias da rainha que entrou para a História como “a louca”
Autor: Mary Del Priore 
À venda a 21 de Julho   

D. Maria I foi a primeira mulher a governar Portugal e ficou conhecida para a história como a «Rainha Louca». Mãe de D. João VI e avó do primeiro imperador do Brasil, teve um longo reinado de 38 anos – marcado por intensa actividade governativa, pela acção social e pelo desenvolvimento das artes e das ciências – e, no entanto, a sua vida conta com aspectos muito importantes não esclarecidos. Se era mentalmente instável, o que a levou a isso? E seria realmente louca, ou antes incompreendida? Que impacto tiveram nela as mortes do marido e do filho primogénito? A historiadora brasileira Mary del Priore investigou a fundo a sua vida e revela que o seu estado mental era provavelmente fruto das muitas tristezas e contratempos que sofreu ao longo da vida, numa época em que a depressão e a melancolia eram confundidas com insanidade – e até mesmo consideradas obras do demónio. 

Título: Os Bragança – Ascensão e Queda das Dinastias Reinantes de Portugal e do Brasil 16-40-1910
Autor: Malyn Newitt (Texto Editores) 
À venda a 21 de julho

A Sereníssima Casa de Bragança forneceu os reis e as rainhas de Portugal durante 270 anos. Entre 1640 e 1910, num período marcado por grandes mudanças, esta prestigiosa família ajudou Portugal a reaver a independência perdida para Espanha em 1580 e salvou o País e a sua monarquia da total destruição pelos exércitos saqueadores de Napoleão. Os Bragança reinaram também no vasto Império do Brasil entre 1822 e 1889, tendo aí criado uma nação unificada e prevenido que ela se dividisse em pequenos estados beligerantes. Nesta fascinante reapreciação da dinastia dos Bragança, Malyn Newitt traça a ascensão e a queda de uma das mais importantes famílias reais europeias. Apresenta‑nos uma palete colorida de inovadores, revolucionários, vilões e heróis, revela disputas internas significativas, como a que envolveu os irmãos D. Miguel e D. Pedro, o primeiro imperador do Brasil, e conta com grande detalhe os acontecimentos políticos, sociais e económicos que definiram os reinados brigantinos até à implantação da República. 


Título: Porto, a Entrada para o Mundo
Autor: Neill Lochery (Casa das Letras)

“Apaixonei‑me pelo Porto e ainda o amo. As espetaculares pontes da cidade, as suas margens vertiginosas e as íngremes encostas com edifícios antigos, as velhas casas do porto, as grandes praças: estava encantada por tudo.” Com uma citação da escritora britânica, J. K. Rowling, autora da saga Harry Potter, abre a mais recente obra do autor de “Portugal - Saído das Sombras da Revolução de 1974 até ao Presente”, bem como o bestseller “Lisboa - A Guerra das Sombras na Cidade da Luz 1939-1945”. 








Regresso aos subúrbios com Bruno Vieira Amaral

Título: Uma ida ao motel 
Autor: Bruno Vieira Amaral
Género: Literatura/Contos
N.º de páginas: 192
Data de lançamento: 03 de julho
PVP: € 16,60

Há as mulheres desprezadas por maridos cruéis ou apenas distraídos, as avós guerreiras, os suicidas previsíveis, os pobres que resistem às adversidades, os adolescentes negros dos bairros da Margem Sul, prostitutas, doentes sem companhia. E uma ironia que festeja a salvação iminente, o espírito de combate, a luz do dia. O mundo em redor de Lisboa, a Margem Sul, as famílias dos bairros suburbanos, as personagens que encontramos todos os dias – e que escondem os seus dramas –, são revelados em Uma Ida ao Motel e outras histórias, o novo livro de Bruno Vieira Amaral. Contos que chegam às livrarias a 3 de julho.
Para compor o mosaico das suas personagens, Bruno Vieira Amaral não recorre à literatura e à sua solenidade, mas aos bairros onde viveu e que fa-zem já parte do universo dos seus romances, As Primeiras Coisas e Hoje Esta-rás Comigo no Paraíso. São pessoas perdidas, com vidas amargas que raramen-te aparecem nas páginas dos jornais a não ser para ocuparem espaço nas secções de crime ou das tragédias familiares: homens e mulheres que conhe-cem a pobreza, os transportes suburbanos, os sonhos que nunca se realizam, as famílias desfeitas, os amores impossíveis – e os desejos sem nome. Trinta histórias cruéis e amargas onde nunca deixa de se descortinar a essência mais íntima do ser humano.

Crítica literária:
«O romance de estreia de Bruno Vieira Amaral confirma uma grande solidez. E traz uma personagem coletiva, o Bairro Amélia, que talvez tenha vindo para ficar no imaginário literário português.» Isabel Lucas, Público
«O epílogo, em tom elegíaco, traz-nos páginas que estão entre as mais belas da literatura portuguesa recente, confirmando o fôlego raro desta estreia triunfal.» José Mário Silva, Ler
«Bruno Vieira Amaral tem o génio do detalhe.» Pedro Mexia, Expresso

Sobre o autor:
Bruno Vieira Amaral estudou História Contemporânea e é crítico literário, ensaísta e romancista. Atualmente colabora com a Ler e o Expresso e com a Rádio Observador. O seu primeiro romance, As Primeiras Coisas (Quetzal, 2013), foi distinguido com variadíssimos prémios e mereceu, em 2016, a nomeação de Uma das Dez Novas Vozes da Europa. O seu segundo romance, Hoje Esta-rás Comigo no Paraíso (Quetzal, 2017), recebeu o prémio de ficção Tabula Rasa 2016-2017 e obteve o segundo lugar do Prémio Oceanos 2018, ano em que foram reunidos os seus melhores textos dispersos no volume Manobras de Guerrilha. Os seus livros estão a ser publicados em várias línguas.





«Escrever», de Stephen King, chega às livrarias a 10 de julho

Título: Escrever
Autor: Stephen King
Género: Literatura / Outras Formas Literárias
Tradução: E. Santos
Nº de páginas: 288
Data de lançamento: 10 de julho
 PVP: 16,60 €

Chamo-me Stephen King. Estou a escrever a primeira versão desta parte na minha mesa (aquela sob o telhado inclinado), numa manhã de neve de dezembro de 1997. Tenho algumas coisas na cabeça.
Escrever, a autobiografia da arte de Stephen King, será publicado a 10 de julho. Considerado pela Time um dos melhores 100 livros de não ficção de todos os tempos, este registo de memórias do mestre do suspense revela a sua história familiar e, sobretudo, o relacionamento com a escrita.
Iniciada em 1997, esta obra permitiria a Stephen King falar sobre o seu trabalho e sobre si. Contudo, em 1999, um grande acidente quase lhe tirou a vida e, nos meses de recuperação, o nexo entre a escrita e a existência tornou-se mais crucial do que nunca para o escritor.
O resultado? Uma obra clara, útil e reveladora. Escrever é um relato fascinante que, partindo da experiência concreta do autor, proporcionará aos leitores uma nova perspetiva sobre a formação de um escritor, com conselhos práticos e inspiradores sobre todas as fases, desde o desenvolvimento da intriga e a criação das personagens até aos hábitos profissionais e à fuga ao trabalho.
Publicada originalmente em folhetim na New Yorker e vivamente aclamada, esta obra culmina com um testemunho comovente do modo como a necessidade irresistível de escrever estimulou a recuperação de Stephen King e o trouxe de volta à vida. Brilhantemente estruturado e cativante, este livro ensinará – e divertirá – todos os que o lerem.
Começa assim: coloque a mesa num canto e, sempre que se sentar para escrever, lembre-se da razão de ela não estar no meio da sala. A vida não é um suporte à arte. É exatamente o contrário.

Críticas de imprensa internacional
«Absolutamente fascinante.» - Sunday Times
«King tem uma imaginação prodigiosa e sabe como despertar uma profunda empatia nos leitores. É um livro excêntrico e apaixonante, escrito com brilhantismo por um dos maiores contadores de histórias da atualidade.» - The Guardian
«Um clássico incomparável.» - Wall Street Journal

Sinopse
Em 1997, Stephen King começou a escrever sobre o seu ofício e a sua vida. A meio de 1999, um acidente muito noticiado quase lhe tirou a vida e, nos meses de recuperação, o nexo entre a escrita e a existência tornou-se mais crucial do que nunca para o escritor. O resultado é uma obra clara, útil e reveladora.
Escrever é, assim, um relato fascinante que, partindo da experiência concreta do autor, proporcionará aos leitores uma nova perspetiva sobre a formação de um escritor, com conselhos práticos e inspiradores sobre todas as fases, desde o desenvolvimento da intriga e a criação das personagens até aos hábitos profissionais e à fuga ao trabalho. Publicada originalmente em folhetim na New Yorker e vivamente aclamada, esta obra culmina com um testemunho comovente do modo como a necessidade irresistível de escrever estimulou a recuperação de Stephen King e o trouxe de volta à vida. Brilhantemente estruturado e cativante, este livro ensinará – e divertirá – todos os que o lerem.

Sobre o autor
Romancista norte-americano, Stephen King nasceu em 1947 em Portland, no Maine. Filho de um marinheiro, que abandonou a família em 1950, foi criado pela mãe, em Durham, juntamente com o seu irmão David. A mãe viu-se forçada e trabalhar precariamente para poder sustentar os filhos.
Aos seis anos de idade, o jovem Stephen teve de se submeter à punção do tímpano por diversas vezes, experiência dolorosa que nunca conseguiria esquecer. Deu início aos seus estudos secundários na Lisbon Falls High School, onde começou a escrever contos ao mesmo tempo que fazia parte de um grupo amador de rock. No ano de 1960, Stephen King submeteu o seu primeiro manuscrito para publicação, o qual seria rejeitado. Em 1974, estreou-se como autor com Carrie, a história de uma
rapariga com poderes telecinéticos, um trabalho resgatado do lixo pela sua esposa, que sempre o encorajou a escrever. De início, a obra teve um sucesso modesto, mas, com a adaptação para cinema e com a publicação do romance A Hora do Vampiro (1976), conseguiu estabelecer-se no panorama literário internacional. Em junho de 1999, o escritor ficou gravemente ferido na sequência de um atropelamento por uma carrinha. Não obstante, no mês seguinte começou a publicar uma série de folhetins virtuais no seu website, sendo o primeiro escritor de renome a recorrer ao suporte virtual. Em convalescença do acidente, decidiu finalizar Escrever (2000), obra principalmente destinada a aconselhar potenciais escritores. Enumerar a sucessão de êxitos, que, desde então, marcam a sua carreira seria fastidioso e por isso não o faremos, limitando-nos a sublinhar que Stephen King ocupa hoje um lugar apenas reservado aos mais destacados escritores.
www.stephenking.com



Porto Editora publica O Teu Nome é Uma Promessa, o novo romance de Deborah Smith

Título: O Teu Nome É Uma Promessa
Autor:
Deborah Smith
Tradução: Elsa T.S. Vieira
N.º de Páginas: 524
PVP: 18,80€

Duas famílias em tudo diferentes, um amor que começou a germinar na infância. Eis os pilares do novo livro de Deborah Smith. Em O Teu Nome É Uma Promessa, a autora bestseller leva-nos até uma propriedade no Sul da América para contar a história de um amor que, marcado por uma enorme tragédia familiar, procura vingar, mostrando que, em vez de combater o que sentimos, há que combater pelo que sentimos.

O livro  está disponível nas livrarias desde ontem, 25 de junho.

Sempre existiram MacKenzies e Colebrooks na propriedade do Salgueiro Azul, as suas histórias entrelaçadas como os galhos graciosos dos salgueiros raros que ali crescem. Porém, Artemas Colebrook e Lily MacKenzie partilham mais do que história: as suas almas ligaram-se uma à outra e àquela terra no dia em que, aos sete anos, ele segurou a minúscula Lily, minutos após o seu nascimento. Mas a tragédia que, mais tarde, a traz de volta à pequena fazenda onde passou a infância também transforma os irmãos de Artemas em seus eternos inimigos.
Divididos entre a lealdade às respetivas famílias e o amor que foi crescendo entres eles, Artemas e Lily terão de aprender a aceitar que a devoção que nutrem um pelo outro desde crianças se transformou em desejo, e que não mais poderão negar um sentimento capaz de destruir tudo aquilo por que lutaram na vida.

CRÍTICA INTERNACIONAL
«Smith sabe como provocar emoção genuína.» Publishers Weekly

«Smith é uma contadora de histórias notavelmente prolífica que cria personagens inesquecíveis.»
Booklist


Sobre a autora: 
Deborah Smith
É uma das autoras americanas mais lidas em todo o mundo: a sua obra já vendeu mais de três milhões de exemplares. Tendo assinado mais de 35 romances, é bestseller do New York Times. Nomeada para diversos prémios importantes, como o RITA Award da Romance Writers of America e o Best Contemporary Fiction da Romance Reviews Today, foi distinguida com o Prémio de Carreira atribuído pela Romantic Times Magazine.



quinta-feira, 25 de junho de 2020

Segredos de família escondem uma ligação à Segunda Guerra Mundial

Título: A Casa Alemã
Autor: Annette Hess
Género: Literatura / Romance
Tradução: Pedro Garcia Rosado
Nº de páginas: 304
Data de lançamento: 03 de julho
PVP: 17,70 €

A guerra terminou e Frankfurt começa a reerguer-se entre os escombros. Para a jovem Eva Bruhns, a Segunda Guerra Mundial não passa de uma recordação nebulosa da infância, mas tudo muda quando é contratada para traduzir as entrevistas das vítimas nos Julgamentos de Auschwitz (1963-1965). A Casa Alemã é o primeiro romance de Annette Hess e chega às livrarias a 3 de julho.
Vinte anos volvidos, a Segunda Guerra Mundial era apenas uma memória para Eva Bruhns, agora com 24 anos, mas tudo muda quando um investigador americano a contrata para traduzir as entrevistas das vítimas do campo de concentração de Auschwitz. Enquanto ouve os depoimentos, vê-se confrontada com a história da sua família e do seu país. Que segredos esconde a sua família, proprietária do restaurante Casa Alemã?
Escrito por uma argumentista célebre e premiada, que usa com mestria as ferramentas da escrita para desenvolver uma narrativa envolvente com personagens inesquecíveis, esta é uma viagem brutal e marcante à memória da Segunda Guerra Mundial, através de uma abordagem e perspetiva totalmente diferentes e originais sobre este tema tão forte.
Uma história apaixonante, baseada em factos reais, pela voz de uma jovem tradutora alemã que, ao ouvir os horrores impensáveis de Auschwitz, se confronta com o passado da sua família e da Alemanha nazi.

«Uma estreia fortíssima.» Publishers Weekly
«Cria desde a primeira página um filme na mente do leitor e não o larga até ao último capítulo.» Der Spiegel
«Torna tangível e cheia de vida a história contemporânea. O nome Annette Hess é garantia de uma qualidade excecional.» Stern

Sinopse:
No final da guerra, Frankfurt era uma ruína fumegante, severamente castigada pelos bombardeamentos aliados. Passados vinte anos, as antigas ruas esburacadas da cidade deram lugar a novas e arejadas avenidas. As lojas modernas ocupam os espaços outrora atulhados de escombros.
Para Eva Bruhn, de 24 anos, a Segunda Guerra Mundial não passa de uma recordação nebulosa da infância. Com o noivo Jürgen Schoorman sonha iniciar uma nova etapa na sua vida. Porém, tudo muda quando no julgamento dos responsáveis pelo campo de concentração de Auschwitz, um investigador americano, David Miller, a contrata para traduzir as entrevistas das vítimas.
Os pais de Eva, donos do restaurante que dá título ao livro, opõem-se a este trabalho mas a insaciável curiosidade de Eva leva-a a aceitar o desafio. Enquanto ouve os depoimentos, não pode deixar de pensar na sua família.
Porque é que os pais nunca falam do tempo da guerra?
E porque é que o seu noivo rejeita ser confrontado com o passado?

Sobre a autora:
Annette Hess cresceu em Hannover e vive atualmente na Baixa Saxónia. Estudou Design de Interiores e Pintura, e mais tarde Escrita para Teatro. Trabalhou como jornalista freelancer e assistente de realização, antes de se dedicar a uma carreira de sucesso como argumentista, tendo recebido inúmeros prémios, nomeadamente o Prémio Adolf-Grimme, o Prémio Frankfurt e o Prémio da Televisão Alemã. A Casa Alemã é o seu primeiro romance.



Novo livro de José Eduardo Agualusa, Os Vivos e os Outros, sai a 3 de julho

Título: Os Vivos e os Outros 
Autor: José Eduardo Agualusa
Género: Literatura/Romance
N.º de páginas: 256
Data de lançamento: 03 de julho
PVP: € 17,70

Para onde vamos depois do fim? José Eduardo Agualusa nunca foi tão longe no lirismo da sua prosa – nem, ao mesmo tempo, no desenho de personagens tão reais que parecem inventadas. Os Vivos e os Outros é o novo romance do autor angolano e versa o fim de um mundo e o início de outro. Qualquer semelhança com os tempos atuais é, realmente, pura coincidên-cia, apesar de – há um ano – Agualusa ter imaginado estas personagens a viverem num regime de isolamento e confinamento forçados devido a uma tragédia inesperada.
A questão é: para onde vamos depois de este mundo acabar? Talvez para uma pequena ilha, pois, como diz uma das personagens deste romance, «depois que o mundo acabar, recomeçará nas ilhas». Daniel Benchimol, personagem de A Sociedade dos Sonhadores Involuntários e Teoria Geral do Esquecimento, regressa logo na primeira página deste novo romance.
O cenário é o da beleza mágica da Ilha de Moçambique – onde decorre um festival literário que reúne três dezenas de escritores africanos que, na sequência de uma violentíssima tempestade no continente (e de um evento muito mais trágico, que só depois se revelará), permanecerão totalmente isolados durante sete dias. Mas a história leva-nos mais longe: a uma série de estranhos e misteriosos aconteci-mentos, que colocam em causa a fronteira entre realidade e ficção, passado e futuro, a vida e a morte, e inquietam os escritores e a população local.

Crítica internacional:
«A destreza e a leveza do talento de Agualusa significam que entramos no seu mundo com apenas um piscar de olhos. Ele é um jovem mestre.» Los Angeles Times
«José Eduardo Agualusa é um autor excepcionalmente talentoso, cheio de charme e sensibilidade.»
Neue Zürcher Zeitung
«Um homem com uma boa história é praticamente um rei. Se isso for verdade, então o nome de Agualusa pode contar-se entre a nova realeza africana.» Financial Times

Sobre o autor:
José Eduardo Agualusa nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de dezembro de 1960. Es-tudou Agronomia e Silvicultura. Viveu em Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro e Berlim. É romancista, contista, cronista e autor de literatura infantil. Os seus romances têm sido distinguidos com os mais prestigiados prémios nacionais e estrangeiros, como, por exemplo, o Grande Prémio de Literatura da RTP (atribuído a Nação Crioula, 1998); também os seus contos e livros infantis foram merecedores de prémios, como o Grande Prémio de Conto da APE e o Grande Prémio de Literatura para Crianças da Fundação Calouste Gulbenkian, respetivamente. O Vendedor de Passados ganhou o Independent Foreign Fiction Prize, em 2004, e, mais recentemente, o romance Teoria Geral do Esquecimento foi fina-lista do Man Booker International, em 2016, e vencedor do International Dublin Literary Award (an-tigo IMPAC Dublin Award), em 2017. A sua obra está publicada na Quetzal e traduzida em dezenas de línguas.



O blogue ficou mais pobre


A minha parceira de leituras partiu esta semana.
Para quem me conhece e segue o blogue sabe que a Betinha sempre andou por aqui. O símbolo do blogue é ela, e era a minha companhia nas minhas leituras. Estava sempre ao meu lado quando estava a ler e serviu de modelo para muitas das fotografias.
Agora fica o vazio...  que será preenchido brevemente com outra gatinha. Nada substitui o meu amor por esta menina que tinha como filha, mas o meu coração vai ficar aberto para mais um novo amor.
Até sempre Betinha!



terça-feira, 23 de junho de 2020

«A Minha Querida Rose Gold» é uma fascinante história de obsessão, reconciliação e vingança por Stephanie Wrobel, considerada um dos novos talentos literários.

Título: A MINHA QUERIDA ROSE GOLD
Autor: Stephanie Wrobel
N.º de páginas: 336
PVP: €17,50
Tradução: Mário Correia
Nas livrarias: 07 de julho

Uma fascinante história de obsessão, reconciliação e vingança por
Stephanie Wrobel, considerada um dos novos talentos literários.
Nas livrarias a 7 de julho

A Minha Querida Rose Gold, de Stephanie Wrobel, promete ser um dos thrillers de 2020. A revista Newsweek, a Marie Claire, o jornal Washington Post e o site Pop Sugar são apenas alguns dos meios que destacam este livro como um dos títulos mais aguardados para este ano.
Esta é a obra de estreia de Stephanie Wrobel e os seus direitos já se encontram vendidos para 25 países.

Rose Gold é uma jovem que durante 18 anos é manipulada e envenenada pela mãe. Depois de esta ser libertada da prisão, Rose toma a decisão calculada de a receber em sua casa. Quando Patty sai da prisão está mais uma vez determinada a assumir o controlo sobre a filha. Mas Rose Gold já não é a jovem débil e querida de que Patty se lembra.
Ao longo das páginas deste thriller intenso, somos confrontados com esta relação disfuncional e doentia entre mãe e filha. E com as personalidades contraditórias das personagens: Patty sofre de síndrome de Münchhausen, mas apercebemo-nos que Rose Gold era cúmplice e gostava das «aparentes» doenças de que padecia.
A Minha Querida Rose Gold tem recebido as melhores críticas, como, por exemplo, do autor best-seller Lee Child: «Sensacionalmente bom – duas personagens complexas que alimentam a história como uma reação nuclear e não as deixará esquecê-las. Wrobel é uma das escritoras a ter debaixo de olho».

Sinopse: 
As mães nunca esquecem.
As filhas nunca perdoam.
Durante os primeiros dezoito anos da sua vida, Rose Gold acreditou que estava muito doente. Era alérgica a tudo, usava uma cadeira de rodas e vivia praticamente no hospital. Os vizinhos faziam o que podiam para ajudar. Organizavam angariações de fundos, ofereciam consolo, mas, por mais médicos que consultasse, exames e cirurgias que fizesse, ninguém conseguia perceber o que se passava com ela.
Acontece que afinal Patty, a mãe de Rose, é uma exímia mentirosa. Depois de cumprir cinco anos de prisão, Patty não tem para onde ir e pede à filha que a receba em sua casa. A comunidade fica chocada quando Rose Gold aceita. Patty insiste que a única coisa que quer é a reconciliação. Garante que perdoou Rose por a ter denunciado e testemunhado contra ela em tribunal.
Mas Rose Gold conhece a mãe, Patty Watts acerta sempre as suas contas. Infelizmente para Patty, Rose Gold já não é a sua débil e querida menina... E esperou muito tempo pelo regresso da mãe a casa. Uma fascinante história de obsessão, reconciliação e vingança de um incrível novo talento literário.

Sobre a autora.
Stephanie Wrobel cresceu em Chicago e vive em Inglaterra há quatro anos com o marido e o seu cão Moose Barkwinkle. Tem um MFA pelo Emerson College e escreveu um pequeno conto que foi publicado na Bellevue Literary Review. Antes de se dedicar à escrita trabalhou como criativa em várias agências de publicidade. A Minha Querida Rose Gold é o seu primeiro romance.
https://www.stephaniewrobel.com


Florencia Bonelli leva o leitor por Caminhos de Paixão

Título: Caminhos de Paixão – A História de La Diana – Parte I Volume I
Autor:
Florencia Bonelli
Tradução: J. Teixeira de Aguilar
Páginas: 424
PVP: 17,70€

Romance marca o regresso, agora como protagonista, de La Diana, uma das mais fascinantes personagens da trilogia de sucesso Cavalo de Fogo

Caminhos de Paixão é o muito aguardado novo romance de Florencia Bonelli, o início de uma saga narrando a história de uma das personagens mais admiráveis da trilogia Cavalo de Fogo: La Diana. Viciante da primeira à última página, A História de La Diana é contada em duas partes, cada uma estendendo-se por dois volumes. Ao título inaugural agora revelado, segue-se, já no próximo mês de agosto, o Volume II, ambos tendo como heroína Mariyana Huseinovic, ou melhor, La Diana, uma soldado de elite de uma agência secreta.

O livro estará disponível nas livrarias a 25 de junho.

Sobre o livro: 
Ver primeiras páginas
A História de La Diana – Parte I Volume I
Mariyana Huseinovic adotou o nome de guerra «La Diana» e foi treinada para ser o que mais desejava: uma máquina de matar. Soldado de elite numa agência secreta, é exímia no uso de diferentes armas e na prática de artes marciais. Mas nem sempre foi assim: feliz e amada durante a infância e a adolescência, aos vinte anos Mariyana tornou-se uma das muitas vítimas da Guerra dos Balcãs, vivendo acontecimentos terríveis que a marcaram profundamente e lhe fecharam o coração por muito tempo.
Anos depois do fim da guerra, La Diana tem uma missão secreta que a obriga a voltar à Bósnia, a sua pátria, para investigar e ajustar contas com o passado. Mas o destino é traiçoeiro e coloca-lhe na frente alguém que, através do amor, pode reduzir a cinzas a personagem invulnerável que tanto lutou para criar e atrás da qual se protege. Ao mesmo tempo, sabe que o homem que a aterrorizou a procura incessantemente...
Conseguirá La Diana superar as dores do passado e seguir em frente? Será capaz de enfrentar quem a maltratou? Poderá ela amar e deixar-se amar novamente?

Sobre a autora:
Nasceu em 1971, na cidade argentina de Córdoba. Com formação universitária na área das Ciências Económicas, renunciou à sua atividade profissional para se dedicar à escrita, a sua paixão de sempre, e em poucos anos tornou-se uma das mais populares escritoras argentinas da atualidade. Em Caminhos de Paixão, a autora retoma uma das personagens mais misteriosas da trilogia Cavalo de Fogo, La Diana, revelando aos leitores a sua emocionante história pessoal.
Pode visitar o site da autora em www.florenciabonelli.com.ar.


«O Diário de Tita», de Laura Esquivel - O segundo volume da trilogia “Como Água para Chocolate” chega hoje às livrarias

O segundo volume da trilogia “Como Água para Chocolate” chega hoje às livrarias

O Diário de Tita revela os segredos de Como Água para Chocolate, o romance de Laura Esquivel que encantou o mundo

A LeYa/ ASA publica o livro que dá continuidade ao aclamado e premiado romance Como Água para Chocolate, da escritora mexicana Laura Esquivel. O Diário de Tita é um livro íntimo que acompanha todos os passos da família De la Garza – e em que Laura Esquivel revela os mágicos e secretos fios com que teceu a trama de Como Água Para Chocolate, a maravilhosa história que encantou o mundo.

O segundo volume da trilogia “Como Água para Chocolate” revela o diário da sua inesquecível protagonista. Tita de la Garza cumpre a tradição do seu país e dedica a sua vida a cuidar da mãe. No seu rosto, sempre um sorriso. No coração, uma mágoa profunda que apenas o seu diário conhece… Nas páginas gastas deste caderno, Tita revela a sua alma. De receitas a recordações, desenhos a fotografias, amores torturados a infidelidades, é neste local sagrado que Tita partilha os segredos do seu coração.

Laura Esquivel nasceu na Cidade do México. Começou por ser professora e escreveu obras de teatro para a infância. Revelou-se primeiro como argumentista, até que, ao publicar o seu primeiro romance, Como Água para Chocolate, obteve um clamoroso êxito internacional – o livro está hoje traduzido em 35 línguas, foi adaptado ao cinema e valeu a Laura Esquivel o ABBY (American Booksellers Book of the Year), pela primeira vez atribuído a um escritor estrangeiro.

Com tradução de Tânia Sarmento, O Diário de Tita chega às livrarias no dia 23 de junho com um preço de 15,00€.



O grande pagode, o novo romance de Miguel Szymanski chega hoje às livrarias

Título: O Grande Pagode 
Autor: Miguel Szymanski
Editora: Suma de Letras
N.º de Páginas: 216
PVP: 16,50€

Quando um país está à venda, uma vida pouco vale.
Uma nova investigação de Marcelo Silva.

Sobre o livro:
Ancorado no rio Tejo, entre a Trafaria e Belém, o iate de um bilionário chinês é o principal tema de conversa em cafés e nos corredores do poder. O 'acordo histórico' que Portugal está prestes a assinar com a China ameaça tudo e todos: do meio ambiente à liberdade, dos habitantes dos bairros clandestinos na margem sul aos políticos que se opõem à hegemonia de Beijing. A maior resistência vem da CliMax, um pequeno grupo de ambientalistas radicais.
De regresso a Portugal, fragilizado por meses de solidão e uma crise emocional, Marcelo Silva só pensa em refazer a sua vida. Mas, sem perceber como, acaba, em poucos dias, por se ver envolvido na série de crimes que ameaçam a sua existência.
Enquanto a rede lançada sobre o país se fecha, todas as peças em jogo se movem para defender os seus poderes. Um livro desaparece de circulação. Uma ministra torna-se vítima de chantagem. E um homem aparece morto numa praia de Sintra.

Sobre o autor:
Escritor e jornalista, trabalha na Alemanha e em Portugal, é comentador da RTP e participa no programa 'Mundo sem Muros' da RTP Internacional. Começou a trabalhar no Goethe-Institut, no início dos anos 90. Iniciou-se no jornalismo na imprensa económica. Em Portugal trabalhou para a Grande Reportagem, O Independente, o Expresso, foi editor da revista GQ e cronista do Diário de Notícias. Durante a crise regressou à Alemanha, publicou as suas crónicas no diário ‘Die Tageszeitung’ de Berlim e foi redactor da revista Öko-Test em Frankfurt. Miguel Szymanski é hoje
correspondente do semanário Der Freitag e do jornal Portugal Post e comenta também o que se passa em Portugal para várias televisões e rádios na Alemanha e na Áustria. Em Portugal publicou o seu primeiro livro 'Economista Acidental’ em 2010. Na Alemanha escreveu 'Ende der Fiesta’ (Fim da festa) em 2014.



sexta-feira, 19 de junho de 2020

Carlos Ruiz Zafón - 1964-2020

O autor de muitos livros conhecidos do público português, como A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón morreu hoje, aos 55 anos.
O escritor espanhol lutava há dois anos contra um cancro no cólon.
Desde 2018, data em que soube que estava doente, que não lançava um novo livro.
Nascido em Barcelona em 1964, mas a viver em Los Angeles desde os anos 90, Zafón tem a maior parte da sua obra publicada em Portugal.

1974, de Niklas Natt och Dag chega às livrarias dia 23 de Junho

Título: 1794
Autor: Niklas Natt och Dag
N.º de Páginas: 494
PVP 19,90€

Depois de 1793, a aguardada continuação do premiado autor e fenómeno editorial internacional. Niklas Natt och Dag criou um novo género que seduz os leitores e a crítica de todo o mundo.

Sobre o livro:
1794, Estocolmo. Uma mãe chora a filha brutalmente assassinada na noite de núpcias.
Desesperada, sem ninguém que atenda o seu pedido, acaba por bater à porta do vigia com um só braço e que chora amargamente a morte do amigo. No hospital de Danviken, nos arredores da cidade, um jovem nobre é atormentado pelo crime repugnante que cometeu. A investigação de Cardell leva-o de novo ao abismo de Estocolmo e à descoberta de que a cidade está mais perversa e perigosa do que nunca.
Neste novo episódio, o leitor reúne-se com Mickel Cardell e Anna Stina Knapp no seu mundo barulhento e depravado, onde o que fica do esplendor gustaviano está prestes a entrar em
colapso. Estocolmo verá os seus dias tornarem-se mais sombrios e o antigo esplendor dará lugar à escuridão escondida nos cantos e recantos da corrupta cidade.

O que diz a imprensa:
«Extremo e extremamente bom.» Dagens Nyheter
«A prosa inigualável deste romance transportará o leitor para uma época completamente
diferente, mas muito tangível. E a história, embora seja uma das mais vis que li, é totalmente
irresistível.» Vi Läser
«1794 é um retrato maravilhosamente misantropo sobre o sofrimento de uma Estocolmo
violenta.»BJT
«Niklas Natt och Dag encanta os leitores com a sua representação do século XVIII. O que faz o
leitor continuar a ler é a história moral no mundo moralmente decadente que o autor retrata.
No meio de toda aquela escuridão, resta uma trémula luz para o guiar.» Gefle Dagblad
«Como aconteceu com o seu romance de estreia, em 1794, o leitor é imediatamente absorvido
pelo enredo habilmente construído.» Göteborgs-Posten

Sobre o autor:
NIKLAS NATT OCH DAG (n. 1979) estreia-se como autor com o thriller histórico 1793.
Tem uma inegável ligação com a história sueca, sendo membro da mais antiga família
nobre da Suécia. Quando não está a escrever ou a ler, gosta de tocar violão, bandolim,
violino ou a flauta de bambu japonesa, a shakuhachi. Vive em Estocolmo com a sua
esposa e os dois filhos.
1793 é um fenómeno editorial sem par. Será publicado em 35 países, está a ser
nomeado para vários prémios literários e é um inegável sucesso da crítica e do público
em todos os países onde já foi publicado.

Deixo-vos a minha opinião sobre o primeiro livro: 1973 



quinta-feira, 18 de junho de 2020

Mulheres que compram flores - Vanessa Montfort [Opinião]

Título: Mulheres que compram flores
Autor: Vanessa Montfort
Editor: Porto Editora
N.º de Páginas: 384

Sinopse: 
Num bairro pequeno e central da cidade, há cinco mulheres que compram flores. A princípio, nenhuma o faz para si própria: uma compra-as para um amor secreto, outra para o seu escritório, a terceira para as pintar, uma outra para os seus clientes, e a última... para um homem morto.
«A última sou eu e esta é a minha história.»
Após a perda do seu companheiro, Marina percebe que está totalmente perdida: durante demasiado tempo, ocupou um lugar secundário na sua própria existência. Procurando começar do zero, aceita um trabalho temporário numa curiosa florista chamada «O Jardim do Anjo». Lá, encontrará outras mulheres, todas muito diferentes entre si, mas que, como ela, estão numa encruzilhada vital no que diz respeito ao trabalho, aos amores, aos desejos ou à família. Do relacionamento entre elas e Olivia, a excêntrica e sábia dona da florista, despontará uma amizade íntima da qual depende o novo rumo que as suas vidas tomarão.
Viciante, divertido, romântico e honesto, Mulheres que compram flores é um comovente romance sobre amizade e independência feminina, numa viagem épica rumo ao centro dos sonhos da mulher contemporânea.

A minha opinião: 
Num bairro pequeno de Madrid vivem cinco mulheres que compram flores por motivos distintos. E há ainda uma outra que as vende. E é precisamente a mulher que as vende que será o ponto fulcral de toda a narrativa. 

O Jardim do Anjo será o lugar de encontros para que cada mulher, todas na casa dos 40, desabafe e fale de tudo o que lhe vai na alma. Certo é que todas sofrem do mesmo: mal de amor. 
Narrado por Marina, a viúva, que "aterra" naquele pequeno bairro quase de para-quedas, Mulheres que Compram Flores é, como o título indica, um livro de mulheres, e para mulheres, mas que deve ser lido também por homens. E porquê? Para que tentem conhecer o que se passa no nosso íntimo, aquilo de que temos medo, mas também o que almejamos. 

"A única coisa que nos afasta da felicidade é o medo da mudança."

Todas elas sofreram ou sofrem de desgostos de amor. A maior parte sem filhos e completamente sozinhas, refugiam-se na compra de flores para expiar os seus "pecados". Cassandra tem um caso com um homem casado, e compra flores para si própria para que todos percebam que, além de realizada no trabalho tem também uma vida familiar organizada. 

"Andamos preocupadíssimas como a conquista do nosso lugar nas empresas, sem termos conseguindo ainda arranjar um canto próprio em casa. "

Victoria tem, aparentemente, uma vida que todos desejam. Um marido e filhos. Mas vamos percebendo que há por detrás disto um marido que a reprime e que tem complexo dela ser uma mulher mais bem sucedida que ele. Gala, uma pinga amor, que adora sexo, mas que não se quer prender com nenhum homem, talvez porque o único homem que a prendeu deixou-o partir. 
Depois temos Aurora uma artista cujos pais reprimiram desde nova, o que faz com que o medo de se entregar a um homem seja enorme. 

"O verdadeiro amor não pode viver-se com medo."

E há ainda as personagens que mais me marcaram: a narradora, Marina, que sempre se sentiu como copiloto de um relacionamento que durou até que o seu marido morreu. Sente que terá de encetar uma jornada sozinha, no barco Peter Pan, por forma a conseguir mudar o rumo da sua vida. Que, pela primeira vez, está ao leme da sua vida. E Olívia, a misteriosa personagem que mais encantou, desde o início do livro.  

Adorei a escrita da autora, adorei a história destas seis mulheres que, apesar de todas as fraquezas, conseguem superar tudo e ditar o rumo da sua vida e fiquei ainda com mais curiosidade em perder-me pelas ruas de Madrid, que Vanessa caracterizou tão bem. 

Além disso, a leitura é repleta de referências a artistas como Cervantes, Rosa Montero ou até a própria autora do livro!