domingo, 25 de setembro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Passatempo A Espia - Paulo Coelho

O Marcador de Livros, em conjunto com a Pergaminho tem para oferecer, em passatempo, um exemplar de A Espia de Paulo Coelho.
A juntar à oferta do livro, pequenos blocos de apontamentos com a capa do livro.

Para aguçar ainda mais o apetite deixo a minha opinião sobre o livro aqui

quinta-feira, 22 de setembro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidade Esfera dos Livros: O Comboio do Luxemburgo

Numa altura em que imagens de refugiados, em barcos, em campos, em fuga, em desespero, nos chegam diariamente a casa, pelos ecrãs da televisão e do computador, as historiadoras Irene Flunser Pimentel e Margarida de Magalhães Ramalho lembram um episódio, praticamente desconhecido, com refugiados judeus, que Portugal não salvou em 1940. Uma história impressionante de 293 passageiros, vindos do Luxemburgo, retidos por mais de uma semana na fronteira de Vilar Formoso e a quem foi negada a entrada em Portugal.

O que aconteceu a estas pessoas? Porque foram impedidos de entrar quando as negociações nesse sentido estavam praticamente concluídas?

As autoras analisaram documentos inéditos, entrevistaram sobreviventes e familiares e explicam-nos as razões deste acontecimento que deita por terra a ideia de Portugal, na figura do seu chefe de Governo, António de Oliveira Salazar, acolhia todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial.


À venda a 23 de Setembro

Sobre as autoras:

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Irene Flunser Pimentel é licenciada em História pela Faculdade de Letras da Unive rsidade Clássica de Lisboa, mestre em História Contemporânea (século XX) e doutorada em História Institucional e Política Contemporânea, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Elaborou diversos estudos sobre o Estado Novo, o período da II Guerra Mundial, a situação das mulheres e a polícia política durante a ditadura de Salazar e Caetano. É investigadora do Instituto de História Contemporânea (FCSH da UNL), tendo coordenado, até Junho de 2012, o projecto, financiado pela FCT, «Justiça Política na Transição para a democracia em Portugal (1974-2008)». Em 2007, recebeu o Prémio Pessoa, atribuído pelo Expresso e pela Unysis. Neste momento está a realizar um projecto de Pós-Doutoramento, aprovado pela FCT, intitulado «O processo de justiça política relativamente à PIDE/DGS, na transição para a democracia em Portugal». É autora e co-autora de diversos livros, entre os quais se contam:

- Judeus em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial. Em Fuga de Hitler e do Holocausto (Esfera dos Livros, 2006)
- Mocidade Portuguesa Feminina (Esfera dos Livros, 2007)
- Vítimas de Salazar. Estado Novo e Violência Política (Esfera dos Livros, 2007), em co-autoria com João Madeira e Luís Farinha;
- Biografia de um Inspector da PIDE (Esfera dos Livros, 2008)
- Cardeal Cerejeira. O Príncipe da Igreja, (Esfera dos Livros, 2010).
- Espiões em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial (Esfera dos Livros, 2013)


Margarida de Magalhães RamaloMargarida de Magalhães Ramalho nasceu em Lisboa em 1954. Licenciada em História, variante História da Arte pela Universidade de Lisboa, é investigadora do Instituto de História Contemporânea. Começou a sua actividade de investigadora, em 1986 com a Fortaleza de Nossa Senhora da Luz, em Cascais Responsável pelas escavações arqueológicas aí realizadas, entre 1987 e 2005, com alguns estudos publicados nesta matéria foi também a autora da adaptação museológica desta estrutura militar em 2014. Desde 2000 que a sua área de investigação se centrou nas questões relativas aos refugiados em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial, desenvolvendo desde essa altura diversos projectos de investigação relacionados com esta temática. Foi comissária científica do futuro museu Vilar Formoso, Fronteira da Paz, Memorial aos Refugiados e ao Cônsul Aristides de Sousa Mendes, a inaugurar em 2017; da exposição Portugal, the Last Hope, Center for Jewish History, Nova Iorque, 2016; da exposição A Última Fronteira – Lisboa em Tempo de Guerra, Torreão Poente do Terreiro do Paço, 2013, e do Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes, 2008. Publicou, entre muitos outros títulos, Vilar Formoso – Fronteira da Paz, Câmara Municipal de Almeida (2014) e Lisboa, uma cidade em tempo de Guerra, Imprensa Nacional-Casa da Moeda (2012).





Vaticanum, o novo romance de José Rodrigues dos Santos vai ser lançado a 6 de outubro

Título: Vaticanum
Autor:
José Rodrigues dos Santos
Coleção: Obras de José Rodrigues dos Santos
N.º de Páginas: 608
PVP: €22,00

José Rodrigues dos Santos lança a 6 de Outubro o seu novo romance intitulado Vaticanum.

A apresentação está marcada para sábado, 8 de Outubro pelas 17h00, na Sociedade de Geografia, na Rua das Portas de Santo Antão, n.º 100, em Lisboa.
O novo romance do autor será apresentado por João Paulo Batalha, director executivo da Associação Cívica Transparência e Integridade e a sessão contará com a actuação de um coro infantil do Instituto Gregoriano de Lisboa e com uma representação teatral pelo grupo de Tomar Fatias de Cá.

Baseado em acontecimentos verídicos sobre corrupção na Santa Sé, Vaticanum conta-nos a história do rapto do papa.

Vaticanum é o décimo sexto romance de José Rodrigues dos Santos, autor da Gradiva que já vendeu mais de três milhões de exemplares em todo o mundo e está publicado em mais de vinte línguas. Tal como em Portugal, o autor tem alcançado primeiros lugares dos tops de vendas em diversos países, nomeadamente em França.

José Rodrigues dos Santos é ainda o escritor preferido dos portugueses segundo estudos das Seleções do Reader’s Digest e do Prémio 5 Estrelas.


quarta-feira, 21 de setembro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Marcador de Livros no site do Jornal A Verdade

A partir de hoje, o Marcador de Livros vai colaborar com o jornal A Verdade, o primeiro jornal onde trabalhei, quase logo que terminei o curso de comunicação.
Para quem gosta de me seguir pode também ler as minhas opiniões de livros aqui
A minha primeira opinião foi sobre um livro de um escritor da terra que já tinha saído no blogue. Podem ver aqui

Sessão de lançamento do livro «José Fonseca e Costa, Um Angolano Sedutor»

Coleção Essencial – Livros RTP: As Naus, de António Lobo Antunes, prefaciado por Ricardo Araújo Pereira

Chega esta semana às livrarias portuguesas o sexto livro da “Coleção Essencial – Livros RTP”. Trata-se de As Naus, de António Lobo Antunes, com prefácio de Ricardo Araujo Pereira. O livro, como todos os desta coleção iniciada em abril, será comercializado em capa dura e pelo preço de 10 euros.

«E se, num livro publicado no ano em que passavam precisamente cinco séculos sobre a descoberta do caminho marítimo para a Índia, esses 500 anos coubessem num par de dias, e aí se misturassem astrolábios e nylon, escorbuto e heroína, ninfas e travestis, naus e aviões, o achamento do Brasil e o retorno de Angola?» (Ricardo Araújo Pereira, prefácio)

Sobre o livro:
Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades – Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto – conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama.

Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim «Os Lusíadas» em modo paródico.

Sobre o autor:
António Lobo Antunes nasceu em Lisboa, em 1942. Estudou na Faculdade de Medicina de Lisboa e especializou-se em Psiquiatria. Exerceu, durante vários anos, a profissão de médico psiquiatra. Em 1970 foi mobilizado para o serviço militar. Embarcou para Angola no ano seguinte, tendo regressado em 1973. Em 1979 publicou os seus primeiros livros, Memória de Elefante e Os Cus de Judas, seguindo-se, em 1980, Conhecimento do Inferno. Estes primeiros livros são marcadamente biográficos, e estão muito ligados ao contexto da guerra colonial; imediatamente o transformaram num dos autores contemporâneos mais lidos e discutidos, no âmbito nacional e internacional. Todo o seu trabalho literário tem sido, ao longo dos anos, objecto dos mais diversos estudos, académicos ou não, e dos mais importantes prémios, nacionais e internacionais. A sua obra encontra-se traduzida em inúmeros países.





Sobre a Coleção

A “Coleção Essencial - Livros RTP” é um projeto cultural concebido pela RTP em parceria com a LeYa e que consiste na publicação de um conjunto de obras de ficção de autores de língua portuguesa e de outras línguas. O objetivo desta iniciativa é a promoção do gosto pela leitura através da descoberta (ou redescoberta) de alguns dos autores mais relevantes do século XX, colocando à disposição do público, por um preço reduzido (10 euros) e ao ritmo de um título por mês, algumas das obras-primas da literatura contemporânea, com prefácios assinados por destacadas personalidades da cultura. A curadoria da coleção é de Zeferino Coelho, um dos mais considerados editores do mundo de língua portuguesa, editor da Caminho, integrada na LeYa.

Novidade Booksmile: Ops... Até As Princesas Dão Puns!

Título: Até as Princesas Dão Puns
N.º de Páginas: 32 
PVP: 11,99 €

A relação que se estabelece com as personagens é um dos fatores que incentivam as crianças à leitura. Estimuladas pela imaginação, é comum que elas se identifiquem e trabalhem as suas emoções quando leem uma história. Vibram, riem e soltam perguntas.

E este é, sem dúvida, um livro que vai gerar todos estes sentimentos (e colocar o olfato à prova, também). Porquê? Porque vamos falar de PRINCESAS e PUNS!!!!

Afinal, ninguém é perfeito. A Branca de Neve, a Pequena Sereia e a Cinderela dão, como nós, puns! Mas vão continuar sempre lindas, claro!
Ilan Brenman, psicólogo de formação e um dos mais conhecidos e acarinhados escritores brasileiros de literatura infantojuvenil, juntou-se à premiada ilustradora Ionit Zilberman, e assim nasceu Até as Princesas dão Puns, finalmente editado em Portugal. Um livro que conta a história do dia em que o pai de Laura pegou no livro secreto das princesas e contou à filha um segredo que ninguém sabia…

Um livro maravilhoso que vai fazer os mais novos, pais e educadores, rirem às gargalhadas. Palavra de Princesa!

Sobre os autores: 
Ilan Brenman psicólogo de formação, é um dos mais conhecidos e acarinhados escritores brasileiros de literatura infantojuvenil. Em 2011, com o livro O Alvo , recebeu o prémio brasileiro de Melhor Livro para Crianças, atribuído pela Fundação Nacional do Livro Infantojuvenil. Já publicou mais de 70 livros, alguns dos quais encontramos traduzidos e publicados em países como a Polónia, China, Coreia, Espanha, México, França, Dinamarca, Suécia, Itália e, agora, em Portugal, pela Booksmile. Há mais de 20 anos que percorre o Brasil e o resto do mundo dando palestras sobre as mais diversas temáticas no âmbito da Educação e da Cultura. Em 2011, tornou-se colunista da revista Crescer. Em 2014 e 2015, estreou dois programas semanais na Rádio CBN, a mais prestigiada rádio do seu país, onde fala abertamente sobre Educação e Literatura.
Mais sobre o autor em: www.ilan.com.br

Ionit Zilberman nasceu na cidade de Tel Aviv, em Israel, e aos 6 anos mudou-se com os pais para São Paulo, Brasil. Formou-se em Artes Plásticas e durante muitos anos ilustrou algumas das principais revistas brasileiras. A partir de 2006, passou a dedicar-se apenas à ilustração de obras de literatura infantil, tendo publicado 42 livros no Brasil, alguns deles já publicados em países da Europa e da Ásia. Em 2014, ilustrou o livro A História Verdadeira do Sapo Luiz, escrito por Luiz Ruffato, obra que recebeu, em 2016, o Prémio Jabuti - o mais importante prémio literário brasileiro - na categoria de Melhor Livro Infantil.


terça-feira, 20 de setembro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

A Espia - Paulo Coelho [Opinião]

Título: A Espia
Autor:
Paulo Coelho
Género: Literatura / Romance
Adaptação: Ana Rita Silva
N.º de páginas: 184
PVP: € 15,50

Sinopse:
«Tudo o que sei é que o meu coração é hoje uma cidade-fantasma, povoado por paixões, entusiasmo, solidão, vergonha, orgulho, traição, tristeza. E não consigo desenvencilhar-me de nada disso, mesmo quando sinto pena de mim própria e choro em silêncio. Sou uma mulher que nasceu na época errada e nada poderá corrigir isso. Não sei se o futuro se lembrará de mim, mas, caso isso ocorra, que nunca me vejam como uma vítima, e sim como alguém que deu passos com coragem e pagou sem medo o preço que precisava de pagar.»

A minha opinião: 
Livros que falem sobre História ou  sobre biografias chamam sempre a minha atenção, pelo que, quando soube que Paulo Coelho ia escrever um livro sobre Mata Hari fiquei logo com vontade de o ter nas mãos.

Felizmente, surgiu uma proposta irrecusável da Pergaminho, que me ofereceu um exemplar e um bloco de notas com a capa do livro, e comecei a lê-lo logo que chegou cá a casa. Posso dizer que numa hora e pouco devorei metade do livro. E a minha opinião não figurou logo no blogue porque o meu tempo ultimamente tem sido escasso.

Mas voltando ao livro...

Pouco sabia de Mata Hari, embora a sua personagem sempre me tivesse despertado interesse. Uma mulher forte, que aproveitou o seu físico e a sua inteligência para atrair os homens, com a finalidade de conseguir sobreviver num país que não era o seu, mas com o qual sempre tinha sonhado.

Vítima de violência doméstica por parte do seu marido, Margaretha Zelke, natural da Holanda, decide mudar de nome e de vida e parte para Paris como bailarina exótica. Lá conhece muita gente, sobretudo homens, fascinados pela sua performance.

Paulo Coelho baseia a maior parte do livro nas aventuras amorosas de Mata Hari, e acaba por "desprezar" a sua importância enquanto espia, se é que teve. No entanto, foi como espia que a holandesa acaba por ser condenada à morte, com a acusação de traição durante a I Guerra Mundial.

Em A Espia, o autor coloca Mata Hari na primeira pessoa, a defender-se das acusações que diz injustas, e a poucas horas de ser fuzilada. A Espia acaba por contar parte da sua vida e proclama inocência, ao mesmo tempo que está convencida de que, até ao último minuto, algum homem importante com quem foi para a cama, a vai salvar.

Repleto de frases feitas, mas que nos tocam ao longo da sua leitura, A Espia ajuda a conhecer um pouco mais de Mata Hari e da sua vida amorosa. Confesso que me soube a pouco e que gostava de ler um pouco mais sobre a Espia, de tal forma que este livro me agarrou.

Para aguçar ainda mais a curiosidade deixo alguns excertos do livro que muito me agradaram e que espelham um pouco o que aquela forte mulher terá sido e que terá passado.

"Como é que uma mulher que durante tantos anos conseguiu tudo o que queria pode ser condenada à morte por tão pouco."

"Sou uma mulher que nasceu na época errada e nada poderá corrigir isso. Não sei se o futuro se lembrará de mim, mas, caso isso ocorra, que nunca me vejam como uma vítima, e sim como alguém que deu passos com coragem e pagou sem medo o preço que precisava de pagar."

"O amor é um veneno. Uma vez apaixonada, deixa de ter controlo sobre a sua vida, já que o seu coração e a sua mente pertencem a outra pessoa. A sua existência fica ameaçada."

"Quando não sabemos aonde a nossa vida nos está a levar nunca estamos perdidos."




Apresentação do livro "A Rainha Santa" de Isabel Machado, dia 27 de setembro, às 19h, na FNAC do Colombo



Vasco Jardim vai estar presente no Fólio

Vasco Jardim e o seu livro Escritos vão estar presentes no Fólio. 


Aqui fica a sinopse do livro: 
"Deixa-te estar, deitada em mim, ofegante e plena. Deixa o teu corpo respirar-se de volta, de regresso ao mundo dos vivos. Aqui não é o paraíso de onde vieste, mas é o melhor que podemos arranjar. Somos só nós, e nós é suficiente." Escritos é um testemunho. Meu, teu, de todos. É a vida vista pelos olhos e pela alma de cada um de nós. As dores, a solidão, os momentos de prazer, os amores ocasionais e os que não se esbatem pelo passear dos dias ou anos. Uma colecção de textos revisitados, revistos e sentidos, onde predomina o questionar de todas as emoções, das mais obscuras às mais luminosas dos nossos dias. Uma viagem pelos mais puros recantos de quem somos e de quem gostaríamos de ser.


Porto Editora - "Os Ficheiros Snowden" no cinema

Título: Os Ficheiros Snowden
Autor: Luke Harding
Tradução: Carlos Sousa de Almeida
Págs.: 280
PVP: 17,70 €

Livro de Luke Harding adaptado ao cinema por Oliver Stone. Filme estreia esta quinta-feira em Portugal.

Os Ficheiros Snowden, de Luke Harding (Porto Editora, 2014), é o livro que serve de base a Snowden, o novo filme de Oliver Stone que estreia esta quinta-feira, dia 22 de setembro. Na véspera, o autor vai estar no ISCTE, em Lisboa, para participar no evento “Snowden Talks – Alguém estará seguro?”, que inclui a apresentação do filme.
Este livro revela todo o percurso de Edward Snowden desde que divulgou ao The Guardian informações sobre a Agência de Segurança Nacional americana, em Hong Kong, até ao seu exílio na Rússia.
A perseguição de que Snowden foi vítima, o controlo americano sobre os cidadãos de todo o mundo e as escutas ilegais a altos representantes do Brasil, França, Alemanha e Indonésia são alguns dos assuntos tratados neste livro, onde também se faz referência a Portugal, aquando da passagem aérea de Snowden pelo país.

Sinopse do livro
Tudo começou com um e-mail: «Sou um alto funcionário dos serviços secretos…»
O que se seguiu transformou-se na mais impressionante fuga de informação alguma vez testemunhada pelo mundo moderno. As consequências abalaram líderes de inúmeras nações: de Obama a Cameron, aos presidentes do Brasil, França e Indonésia, passando pela chanceler alemã. Edward Snowden, um jovem génio informático a trabalhar para a Agência de Segurança Nacional americana (NSA), ousou tornar público o programa secreto de espionagem mundial. Levado a cabo com o beneplácito do governo dos Estados Unidos da América, esse plano é defendido como sendo essencial à vigilância de eventuais atos terroristas.
No entanto, para o cidadão comum trata-se de um feroz atentado à privacidade.
Desde logo, urgia pensar nas motivações de Snowden e nas consequências que a sua revelação teria a nível mundial. Este trabalho, apresentado pelo premiado jornalista do The Guardian Luke Harding, dá a conhecer todos os pormenores do caso Snowden: o dia em que este abandona a namorada no Havai e parte para Hong Kong com quatro computadores carregados de informações secretas, as semanas posteriores à divulgação do programa da NSA e a procura incessante de asilo político. Agora, em Moscovo, Edward Snowden enfrenta as acusações de espionagem por parte dos Estados Unidos da América e um futuro incerto no exílio.


TRAILER


Sobre o autor:
Luke Harding é jornalista, escritor e correspondente premiado do jornal britânico The Guardian. Fez a cobertura das guerras no Afeganistão, Iraque, Líbia e Síria. De 2007 a 2011 foi diretor da delegação do The Guardian em Moscovo, tendo sido expulso do país num gesto sem precedentes desde a Guerra Fria.
Autor de outros três livros vive atualmente em Hertfordshire, no Reino Unido.

Imprensa: 
As revelações de Snowden (…) ultrapassam em muito o relatório do Departamento de Estado inicialmente divulgado por Julian Assange. Os seus ficheiros não são apenas altamente confidenciais e sigilosos como revelam a arquitetura íntima e as ligações profundas da mais secreta instituição do pós-guerra. The Financial Times
A saga de Edward J. Snowden (…) lê-se como um romance de Le Carré com laivos kafkianos. The New York Times
Quem precisa de romances de espionagem quando a realidade é mais estranha do que a ficção? New York Daily News
Sem a coragem e a resolução de um homem, milhões de pessoas ficariam sem saber dos abusos secretos de poder por parte dos serviços secretos. Esta é a história da nossa era, brilhantemente contada. Vanity Fair



Jutta Bauer, autora de "A Rainha das Cores", prémio Hans Christian Andersen 2010, em Lisboa, antes de participar no Fólio

É já este fim de semana que começa o Festival Literário Internacional de Óbidos. Muitos autores vão estar presentes neste grande evento literário, um deles é Jutta Bauer conhecida e premiada ilustradora alemã vem a Portugal participar no Fólio Ilustra, nos dias 24 e 25 de Setembro.



Antes de participar no Fólio, Jutta Bauer, que em 2010 recebeu o Prémio Hans Christian Andersen, o “pequeno” Prémio Nobel da Literatura, passa por Lisboa, no dia 23 de Setembro, para falar sobre o mais recente livro publicado por O Bichinho de Conto em parceria com a Saída de Emergência, intitulado A Rainha das Cores.

Sinopse
Esta é a história de uma rainha que vive num mundo de cores, é a história do Azul, do Vermelho, do Amarelo e de uma vida em comunidade cheia de emoções, expectativas e relações. Cor, alegria, raiva, tristeza, ternura, ousadia são algumas das palavras que moram neste livro que se transformou num clássico contemporâneo da Literatura Infantil a nível mundial e que nos convida a refletir através das cores e das emoções.

Um conto cheio de cor e poesia, escrito e ilustrado por Jutta Bauer (Prémio Hans Christian Andersen 2010).

Sobre a autora:
Nasceu em 1955, estudou design em Hamburgo onde vive e trabalha como ilustradora até aos dias de hoje.

É uma das mais prestigiadas ilustradoras na Alemanha e no mundo e tem merecido ao longo dos anos várias distinções e prémios.

Foi premiada pela IBBY em 1994; recebeu o German Youth Literature Prize, prémio de Literatura Alemã para a juventude em 2001; entre outras distinções.

Em 2010 recebe o Prémio Hans Christian Andersen, o “pequeno” Prémio Nobel da Literatura.



Harry Potter - eventos no dia 23 de setembro

A publicação em português de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada será assinalada um pouco por todo o país. A Presença destaca e agradece todas as iniciativas das livrarias e dos inúmeros fãs que se associam ao lançamento e celebração do novo livro. Em forma de convite aos leitores, divulgo alguns eventos, todos abertos ao público





sábado, 17 de setembro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidade Quinta Essência: Gritos Silenciosos, de Angela Marsons


Título: Gritos Silenciosos
Autor: Angela Marsons
PVP: 16,90€ 
N.º de Páginas: 392

Cinco pessoas reúnem-se em volta de uma campa rasa. Todos se tinham revezado a cavar. Uma cova para um adulto teria levado mais tempo.. Uma vida inocente fora tirada, mas o pacto fora feito. Os segredos deles seriam enterrados, ligados no sangue...

Anos mais tarde, uma mulher é encontrada brutalmente estrangulada, o primeiro de uma série de assassínios que choca a região inglesa conhecida como Black Country.

Mas quando são descobertos restos humanos num antigo orfanato, são também desenterrados segredos perturbadores. A inspectora detective. Kim Stone percebe rapidamente que procura um indivíduo cruel cujos homicídios se estendem por décadas. Uma vez que as mortes continuam, Kim tem de parar o assassino antes que ele ataque de novo. Mas, para o capturar, será Kim capaz de enfrentar os demónios do seu passado antes que seja demasiado tarde?

Os fãs de Rachel Abbott, Val McDermid e Mark Billingham irão ser agarrados por esta excepcional nova voz na ficção criminal britânica

Sobre a autora: 
Angela Marsons fez a sua estreia no género do thriller, alcançando um imediato êxito internacional. Gritos Silenciosos é o primeiro capítulo na série protagonizada pela inspectora detective Kim Stone. Angela vive na região inglesa de Black Country, a mesma onde se passam os seus thrillers.


O Luto É a Coisa com Penas - o deslumbrante livro de estreia de Max Porter

Título: O Luto é a coisa com Pedras
Autor: Max Porter
N.º de Páginas: 128
PVP: 13,29€
Saída a 19 de setembro
Tradução do poeta Daniel Jonas
Capa com ilustração do premiado Lord Mantraste

«Como lembrança, como aviso, como pincelada de noite ao alvorar. Como uma pequena fresta no pensar. Dar-te-ei qualquer coisa em que pensar, segredei eu. Ele acordou e não me encontrou no meu da escuridão do seu trauma.»

Aqui está ele: marido e pai, romântico desarranjado e académico apaixonado por Ted Hughes, um homem perdido depois da morte súbita da sua mulher. E ali estão os seus dois filhos, a enfrentarem, como ele, a tristeza insuportável que os engoliu no seu apartamento londrino perante um vaivém de amigos bem intencionados e um futuro de absoluto vazio.
Neste momento de desespero, são visitados pelo Corvo - antagonista, trapaceiro, curandeiro, babysitter. Este pássaro «sentimental» é atraído pelo luto da família e ameaça permanecer com eles até que não mais precisem da sua ajuda.
À medida que o tempo passa, as semanas se tornam meses e a dor se transforma em memória, esta pequena unidade de três pessoas começa a curar-se.
Numa estreia absolutamente extraordinária - parte novela, parte fábula polifónica, parte ensaio sobre o luto, Max Porter combina sensibilidade e um estilo corajoso, criando um efeito deslumbrante.
Carregado de um humor inesperado e marcado por uma profunda verdade emocional, O Luto É a Coisa com Penas marca a chegada de uma nova voz literária, entusiasmante e original.

Elogios:
«O Luto É a Coisa com Penas funciona por causa do que exige ao leitor: já todos perdemos alguém, ou amamos alguém que receamos perder, e por isso o livro convida-nos a preencher os seus espaços vazios e silêncios com o nosso luto, o nosso amor, a nossa esperança, o que transforma esta obra numa experiência de leitura luminosa.» —The Times
“[Porter] has an excellent ear for the flexibility of language and tone, juxtaposing colloquialisms against poetic images and metaphors. The result is a book that has the living, breathing quality of the title's 'thing with feathers.'. . . [Grief Is the Thing with Feathers] is about both the triumphs and failures of memory, and art's power of evocation. . . . One of the things this luminous novel insists upon is that loss endures, even as grief departs. Our recoveries are always partial, and this sense of having been splintered is what finally defines us.”—New York Times Book Review

Sobre o autor:
Max Porter é coordenador editorial da divisão literária da Granta. Vive em South London com a família.
O Luto É a Coisa com Penas, o seu primeiro livro, foi galardoado com o Dylan Thomas, um dos mais importantes a nível internacional para autores de estreia.