quinta-feira, 30 de Outubro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Os Maus da História de Portugal - Ricardo Raimundo [Opinião]

Título: Os Maus da História de Portugal
Reis cruéis, traidores, mulheres fatais, assassinos e gente de má rês…
Autor: Ricardo Raimundo
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 280
Editor: A Esfera dos Livros
PVP: 16€

Sinopse:
A história costuma exaltar os grandes nomes da nação, as figuras que marcaram uma época, os heróis que venceram batalhas e conquistaram novos mundos, os reis que serviram o nosso país com dedicação… Pois, ao longo destas páginas, o que vai encontrar são os maus da nossa história. Os reis cruéis de temperamento violento, os assassinos sem escrúpulos, os homens que a troco de uma vil recompensa não hesitaram em trair o país, as mulheres fatais que enfeitiçaram os homens de poder, levando-os à perdição, os ambiciosos e gananciosos que não olharam a meios para atingir os seus fins, e todo o tipo de gente de má rês… Ricardo Raimundo, autor de Os Escândalos da Monarquia Portuguesa e Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas da História de Portugal, volta a surpreender-nos com este livro original, onde ficamos a conhecer o outro lado de algumas das personagens marcantes da História da Portugal.
O rei D. Pedro I tinha um génio violento, D. João II, o Príncipe Perfeito, tinha um lado negro, tendo assassinado, pelo seu próprio punho, o seu cunhado, irmão da rainha. Vasco da Gama levou o nome de Portugal ao outro lado do Mundo, mas os seus feitos violentos e personalidade colérica são pouco conhecidos. O infante D. Francisco, irmão do rei D. João V, era, segundo as crónicas, «um sujeito muito mau». Quem era a Megera de Queluz, perversa, ambiciosa e ninfomaníaca? Fernão de Magalhães pôs-se ao serviço de Espanha por apenas cem réis de diferença. Diogo Alves, o assassino do aqueduto, os regicidas Buíça e Costa e o temido João Brandão são alguns dos malfeitores que vai ficar a conhecer nas páginas deste livro surpreendente.

A minha opinião:
Ricardo Raimundo tem a particularidade de evocar aspectos da história de Portugal menos conhecidos. Ou porque não se sabe muito sobre eles, ou então, porque determinada história não evidencia os portugueses, pelo que não interessa tanto relatar. No entanto, é isso que gosto nos livros deste autor.

Dividido em cinco partes (Seres Perversos e cruéis; Assassinos; Mulheres Fatais, Causadoras da Desgraça; Traidores; Ambiciosos/Irrequietos), o livro torna-se bastante interessante à medida que vamos lendo sobre as mentes pérfidas dos mais ilustres portugueses.

Algumas histórias já são sobejamente conhecidas, mas outras surpreenderam-me, tanto pela perfídia como com o facto das suas histórias não terem sido muito exploradas antes.

A história é sempre feita sob os olhos de quem a vê. E isso é que a torna ainda mais interessante. Por exemplo, D. João II é visto como um dos piores reis portugueses para alguns historiadores pela série de atrocidades que cometeu como perseguições, assassinatos. Contudo, outros historiadores vêem-no como uma pessoa cujos fins justificam os meios, tendo "arrumado" a casa, acabando com os abusos eclesiásticos e dos nobres. O mesmo acontece com Marquês de Pombal: amado por uns, odiado por outros.

O que é certo é que muitos dos soberanos portugueses tinham problemas mentais e físicos, frutos de uniões consanguíneas, o que poderá justificar alguns dos actos atrozes que cometeram. D. Afonso VI é disso exemplo. Com limitações físicas e psíquicas era propenso a más companhias, violento , obsceno, lascivo, impotente... Filho de D. João IV e D. Luísa de Gusmão, não tinha sido talhado para ser rei, mas uma doença fatal no primogénito leva-o ao trono. Mas era uma pessoa muito má.

D. Pedro IV era um mulherengo e tinha um comportamento violento tanto com as mulheres como com outros que o rodeavam. Porém, foi o rei que esteve na liderança do movimento independentista que dará o famoso grito do Ipiranga, declarando a independência do Brasil.

Mas não é só de reis e nobres que trata o livro de Ricardo Raimundo. Luísa de Jesus foi a que mais me impressionou. Assassina em série do séc. XVIII, matou mais de 30 bebés a troco de dinheiro. Uma mulher com pouco mais de vinte anos que se dirigia à roda, local onde as pessoas deixavam os filhos recém-nascidos para serem adoptados, e a troco de 600 réis encarregava-se de um bebé para tomar conta dele. Fez isso mais de 30 vezes até ser descoberta. Luísa seria a última mulher condenada à morte em Portugal.

De uma forma simples, agradável e com histórias curtas, Ricardo Raimundo conta os crimes que cometeram 35 maus da histórias de Portugal.

Recomendo!


 Opinião de outro livro do autor aqui



Sextante Editora: Os contos de Joyce Carol Oates

Título: Terra Amarga
Autor:
Joyce Carol Oates
Tradutor: Susana Baeta
Págs.: 376
PVP: € 17,70

«Selvagem, poético, sem compaixão… a mão de Oates nunca esteve tão segura, os seus olhares nunca foram tão penetrantes» escreveu o The Washington Post a propósito de Terra Amarga, um novo livro de contos de Joyce Carol Oates que a Sextante Editora publica a 7 de novembro.
Uma das principais candidatas ao Prémio Nobel da Literatura, Joyce Carol Oates tem uma vasta obra publicada, que conta com mais de 40 livros, desde romances, novelas, poesia, peças de teatro e ensaios.
Na Sextante Editora estão já publicados dois romances da autora, Rapariga negra, rapariga branca e A filha do coveiro.

Sinopse:
Esta reunião de dezasseis contos de Joyce Carol Oates – histórias que revelam, com precisão e força inesquecíveis, o poder da violência, da perda e do luto moldando uma sociedade e as suas almas – confirma-a como um dos grandes mestres contemporâneos da arte da short story.
Joyce Carol Oates atinge neste livro o cume das suas capacidades narrativas: capacidade de observar o quotidiano, precisão lapidar da descrição, imaginação prodigiosa e doseamento do humor negro e do suspense.
Terra Amarga não é um livro para adormecer.

Sobre a autora:
Joyce Carol Oates nasceu em 1938 nos Estados Unidos. Publicou o seu primeiro romance em 1963 e ganhou o National Book Award em 1970 com o romance Eles. É professora na Universidade de Princeton e já publicou uma obra vasta com cerca de trinta romances, mas também ensaios, contos, peças de teatro, poesia. A sua obra foi traduzida em várias línguas e elogiada pela crítica internacional. Joyce Carol Oates é, desde 1978, membro da Academia Americana de Artes e Letras.


BOOKSMILE: Novidades fresquinhas a pensar no Natal dos mais pequenos



O Diário de um Banana, a coleção infantojuvenil mais vendida em Portugal, tem um novo calendário para 2015 (Booksmile I 24 pp I 11,99€) e, claro, o Natal não seria o mesmo sem uma nova aventura do Greg no sapatinho.

O Diário de um Banana 9: Assim Vais Longe (Booksmile I 224 pp I 15,98€) chega às livrarias no dia 15 de novembro e, claro, promete ser, à semelhança dos anos anteriores, O LIVRO DO NATAL infantojuvenil.

 

 
As séries televisivas encantam os mais novos e a magia espalha-se pelas páginas dos livros. Ever After High é o liceu onde estudam os filhos das personagens dos contos clássicos, como a Apple White, a filha da Branca de Neve, e a Raven Queen, a filha da Bruxa Má. E, este outono uma nova aventura vai continuar a agitar o previsível mundo dos contos clássicos com os filhos adolescentes das mais famosas personagens a viverem as suas próprias histórias.

Ever After High 3: É Um Mundo Maravilhástico, terceiro volume da coleção bestseller do New York Times, já está à venda em todo o país (Booksmile I 320 pp I 15,98€). Mais sobre a história deste terceiro título, aqui.


Os Mundos de Mia é uma das séries infantis de maior sucesso a passar nos ecrãs nacionais, refletindo-se no sucesso dos livros. Os Mundos de Mia: Uma Verdadeira Elfa, 4.º volume da Série Histórias (Booksmile I 128 pp I 6,99€ I 7+) já chegou às livrarias e promete espalhar magia. Mais sobre a historia, aqui.


 
E, por fim, isto de organizar festas de aniversário nem sempre é fácil, sobretudo quando os pais entram ao “barulho”. 75 Conselhos é uma coleção bem divertida, perfeita para os jovens leitores, com temas práticos do dia a dia. Descubra mais sobre 75 Conselhos para Festejares o Teu Aniversário em Grande (Booksmile I 240 pp I 12,99€), aqui.



 
quarta-feira, 29 de Outubro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

O romance inacabado de David Foster Wallace chega às livrarias a 7 de novembro

Título: O Rei Pálido
Autor: David Foster Wallace
Género: Romance
Tradução: Maria Dulce Guimarães da Costa e Vasco Teles de Menezes
N.º de páginas: 648
Data de lançamento: 7 de novembro
PVP: 24,40€

O romance inacabado do autor de A Piada Infinita.
O aborrecimento. Se há alguém capaz de escrever um grande romance sobre este tema é certamente David Foster Wallace: o aborrecimento e os seus efeitos sobre o espírito.
Em A Piada Infinita, explorava o entretenimento e o prazer – que obliteram a dor; aqui, em O Rei Pálido, Wallace leva até às últimas consequências a observação e o estudo da tristeza, da monotonia, do tédio. E, para isso, não poderá haver ambiente mais natural e propício do que a Autoridade Tributária, um centro regional de processamento de IRS algures no Midwest.
O Rei Pálido foi publicado postumamente e editado a partir dos manuscritos encontrados – doze capítulos prontos e outros ainda em construção –, seguindo-se as anotações do autor ou apenas a lógica interna do texto.
Numa das notas que deixou a este romance, David Foster Wallace afirma:
«A felicidade – uma combinação de alegria + gratidão, a cada segundo que passa, pela dádiva de estarmos vivos, conscientes – encontra-se do outro lado de um aborrecimento absolutamente aniquilador. Prestem toda a atenção à coisa mais entediante que forem capazes de descobrir (declarações fiscais, golfe na televisão) e vão ser inundados por ondas de um aborrecimento como nunca sentiram e que vos vai praticamente matar. Mas, se conseguirem sobreviver a isso, será como passar do preto e branco para a cor. Como água depois de vários dias no deserto. Uma felicidade constante em cada átomo.»

Sobre o autor:
David Foster Wallace nasceu em 1962, Ithaca, Nova Iorque. Publicou o primeiro romance, The Broom of The System, em 1987, um livro influenciado por um dos seus ídolos literários, Thomas Pynchon, e que recebeu críticas bastante positivas da imprensa na altura. O segundo romance só apareceu nove anos depois, na forma das mais de mil páginas da colossal, delirante e inovadora obra A Piada Infinita (Quetzal, 2012). A revista Time considerou-o um dos cem melhores romances de língua inglesa publicados desde 1923. O sucesso e o reconhecimento da crítica e do público não aliviaram, porém, os problemas de depressão que Wallace enfrentou ao longo de toda a vida. Em 2008, com apenas 46 anos, David Foster Wallace suicidou-se. Com base no trabalho que deixou incompleto, o seu editor norte-americano decidiu publicar, em 2011, o romance póstumo O Rei Pálido, testamento literário de um génio da literatura universal que agora, após a edição de Uma Coisa supostamente Divertida Que nunca mais Vou Fazer – Ensaios (2013), a Quetzal tem a honra de apresentar.


VOGAIS: "Crianças Perdidas" - A história real de uma professora extraordinária


«No que concerne a lidar com crianças problemáticas ninguém tem a sabedoria, compaixão e sensibilidade de Mary MacCracken.» - New York Times

«Os livros de Mary foram para mim uma inspiração.» - Torey Hayden, autora bestseller de A Criança Que Não Queria Falar

Com a crise e as alterações sociais ocorridas em Portugal, o número de casos de crianças a sofrer de perturbações mentais, depressão ou ansiedade sobe a cada dia. Segundo dados recentemente divulgados, quase 20 mil foram à primeira consulta de pedopsiquiatria em 2013.

Se na infância a hiperatividade ou má-criação podem ser evidências de que algo está mal, na juventude a apatia, tristeza e isolamento são sinais de alerta. Mas, entre números e rótulos, o importante é nunca desistir das crianças.

É por isso que livros como Crianças Perdidas se tornam uma leitura obrigatória, uma fonte de inspiração para pais, educadores e especialistas para que nunca considerem uma criança como um caso perdido.

Crianças Perdidas (Vogais I 256 pp I 16,99€) é um livro sobre o autismo e os problemas de comportamento e desenvolvimento na infância. Mas é também a história autobiográfica de uma mulher excecional, que se dedicou a trabalhar com crianças catalogadas como psicóticas ou autistas, acabando por transformar as suas vidas.

Quando se voluntariou para trabalhar numa escola para crianças com distúrbios emocionais, Mary MacCracken rapidamente se sentiu atraída pelas pessoas que ali ensinavam e por aquelas crianças especiais e respetivos pais angustiados. Embora quase todos os meninos aparentassem ser saudáveis, a realidade era muito mais triste, pois encontravam-se numa dimensão distante, privadas de amor e de verdadeiro contacto humano.

Depressa se tornou evidente que Mary era uma professora com dotes invulgares. Fruto das suas observações e de um instinto inato, conseguiu comunicar e relacionar-se com as crianças mais difíceis. Com o tempo, conseguiu descodificar os murmúrios dos seus alunos e ensinou-os a ler e a falar. Mas, mais importante do que isso, ajudou-os a começarem a sentir confiança e amor.

Não existem milagres nesta história, apenas uma mulher incrível que decidiu não desistir: Mary MacCracken, a professora cujos livros e percurso de vida inspiraram Torey Hayden, a autora bestseller de A Criança Que Não Queria Falar.

Sobre a autora:
Mary MacCraken foi uma das mais notáveis professoras de crianças com problemas comportamentais e de desenvolvimento. Faleceu julho passado, aos 88 anos.

Começou a trabalhar na área da educação especial como voluntária numa escola de New Jersey, nos EUA, no final da década de 60 do século passado. Escreveu depois quatro livros sobre as suas experiências com crianças consideradas autistas e psicóticas, que inspiraram e comoveram muitos milhares de educadores e de leitores: A Circle of Children, Lovey: A Very Special Child, City Kid e Turnabout Children.

Através das suas excecionais qualidades de educadora, Mary MacCracken conseguiu estabelecer relações fortes com as crianças mais problemáticas. Dedicou a sua vida a trabalhar com crianças que ela considerava únicas e não diferentes das outras, ajudando de forma inestimável a comunidade de pais e educadores de rapazes e raparigas com estas caraterísticas.

Entrevista a Filipa Fonseca Silva no Nós Aqui


Hoje é dia de momentos Wook

Link direto aqui

TOPSELLER: Janet Evanovich, autora Top 5 mundial, regressa com "Tempo Limite"


20 milhões de dólares. Foi quanto Janet Evanovich, autora Top 5 mundial, faturou entre Maio de 2014 e 2015 com os seus originais policiais e romances que fazem as delícias dos fãs destes géneros um pouco por todo o mundo.

Numa lista liderada por James Patterson (94 milhões), igualmente editado pela Topseller, Janet Evanovich é já uma habitué, fruto das peripécias vividas pelas personagens das diferentes séries: Stephanie Plum, Lizzie & Diesel e Fox & O’Hare.

E é da série Fox & O’Hare o 2.º volume recém-chegado às livrarias nacionais. Depois de O Golpe, Kate O’Hare, a implacável agente especial, e o seu companheiro Nick Fox, um dos criminosos mais procurados do mundo e agora aliado do FBI, estão de volta em Tempo Limite (Topseller I 272 pp I 16,59€).

Sinopse:
Kate O’Hare, a implacável agente especial, e Nick Fox, um dos criminosos mais procurados do mundo e agora aliado do FBI, são destacados para uma missão de alto risco.

O alvo da missão é Carter Grove, ex-chefe de gabinete da Casa Branca e líder de uma agência de segurança privada. Há 10 anos, Grove roubou um raro artefacto chinês do Smithsonian, o qual foi secretamente substituído por uma peça falsa. Agora, o governo chinês exige a sua devolução. É preciso recuperar a verdadeira obra de arte sem levantar suspeitas, para evitar o corte de relações entre os EUA e a China.

Em contrarrelógio, Kate, Nick e a sua peculiar equipa de vigaristas têm apenas duas semanas para pôr em prática um plano ousado e mortal. De Washington a Xangai, passando pela Escócia, Canadá, Los Angeles e Nova Iorque, esta dupla improvável embarca numa emocionante aventura repleta de suspense e reviravoltas imprevisíveis.

Sobre a autora:
Janet Evanovich é a autora de policiais mais vendida em todo o mundo, com 75 milhões de livros vendidos. Os seus livros são bestsellers consecutivos do New York Times.
Os policiais das séries Stephanie Plum, Lizzy & Diesel e Fox & O’Hare estão continuamente no top dos mais vendidos do New York Times e do USA Today.


Porto Editora: O mais recente romance de Fred Vargas

Título: O Exército Furioso
Autor:
Fred Vargas
Tradução: Isabel St. Aubyn
Págs.: 368
PVP: 16,60€

Fred Vargas é uma das mais importantes escritoras francesas atuais, sendo um nome incontornável quando se fala dos grandes escritores de policiais do momento. Depois de Um lugar Incerto e A Terceira Virgem, a Porto Editora publica o seu mais recente romance, O Exército Furioso.
Este livro, que chega às livrarias nacionais a 31 de outubro, foi distinguido em 2013 com o International Dagger Award, atribuído pela Crime Writers’ Association do Reino Unido, sendo já a quarta vez que a autora recebe este prémio. Em todo o mundo, os livros de Fred Vargas venderam mais de 10 milhões de exemplares e estão traduzidos para 35 países.

Sinopse:
Uma lenda medieval ensombra a pequena cidade de Ordebec, na região francesa da Normandia: uma horda de cavaleiros mortos, descarnados, sem braços nem pernas, o Exército Furioso, erra à noite por um trilho na floresta, espalhando o terror entre os habitantes. Segundo reza a lenda, o exército de mortos-vivos vem anunciar a morte aos pecadores e, regra geral, os eleitos são os habitantes mais odiados: os assassinos e os ladrões.
Quando o estranho exército, fazendo jus à sua fama, colhe mais uma vítima, o comissário Adamsberg, a pedido de uma estranha mulher, vem de Paris e, juntamente com a sua equipa, os tenentes Danglard, Retancourt e Veyrenc, terá de investigar a crença nessa horda sinistra, desafiar superstições ancestrais e descobrir onde termina a lenda e onde começam os planos macabros de assassinatos em série.

Sobre a autora:
Fred Vargas (pseudónimo de Frédérique Audouin-Rouzeau) nasceu em Paris em 1957. Estudou História e Arqueologia e publicou vários romances policiais que estão traduzidos em trinta e cinco países. Unanimemente reconhecida como a rainha francesa do polar, os seus livros foram galardoados com inúmeros prémios: o Prix Mystère de la Critique (1996 e 2000), o Grande Prémio da Novela Negra do Festival de Cognac (1999), o Trofeo 813, o Giallo Grinzane (2006) e o CWA International Dagger (2006, 2007, 2009 e 2013). Só em França, as suas obras venderam já mais de cinco milhões de exemplares.


Novidade Asa: O Livro do Chocolate de Joanne Harris e Fran Warde

Título: O Livro do Chocolate
Autores: Joanne Harris e Fran Warde
PVP: 18,90€
N.º de Páginas: 136

Joanne Harris, autora do famoso romance "Chocolate", juntou-se à chef Fran Warde para criar O Livro do Chocolate, uma celebração em cinquentas receitas mágicas!

Quando Joanne Harris escreveu o romance Chocolate, tinha como metáfora central o conceito de comida como redenção, mais precisamente, o Chocolate. Acabou por lançar sobre todos os amantes de chocolate do mundo um encantamento único, afinal, o chocolate tem a capacidade de se transformar e de evoluir, tendo um envolvimento emocional muito forte, algo que transcende o mero sabor e que se pode tornar numa viagem espiritual.

Na obra “O Livro Do Chocolate”, o leitor pode deliciar-se com magníficas receitas de bolos, bolachas, mousses, biscoitos, gelados, bebidas e muito mais. Uma verdadeira celebração do chocolate. Nestas páginas vai encontrar uma variedade de dicas para tirar o maior proveito desta iguaria. As receitas são deliciosas e as fotografias que vai encontrar, vão fazê-lo viajar por este mundo encantado e mágico que é o Chocolate.

Ao comprar o livro, numa das lojas online – Leyaonline, Wook e Fnac.pt, receba uma caixa de chocolates artesanais da Arcádia e ponha à prova as suas papilas gustativas. A Arcádia, marca portuguesa por excelência, situada em pleno coração do Porto, assume-se como uma fábrica de confeitaria artesanal, mantendo a tradição nas suas receitas e processos de fabrico onde são utilizados somente produtos naturais seleccionados. Pertencente à família Bastos desde 1933 e sendo na época uma importante referência da cidade do Porto, a Arcádia é hoje famosa pelos seus deliciosos bombons e línguas de gato de chocolate, entre várias outras especialidades

Sobre os autores:
Joanne Harris nasceu no Yorkshire, de mãe francesa e pai inglês. Estudou Línguas Modernas e Medievais em Cambridge e foi professora durante quinze anos. Durante este período publicou três livros: Maligna (1989), Valete de Copas e Dama de Espadas (1993) e o marcante Chocolate (1999), um retumbante sucesso internacional que a adaptação ao cinema (com Juliette Binoche e Johnny Depp) veio intensificar. A sua obra está atualmente publicada em quarenta países e foi galardoada com inúmeros prémios literários internacionais.

Fran Warde formou-se como chef. Trabalhou em restaurantes, num barco australiano de pesca de camarão, dirigiu a sua própria escola de cozinha e dedicou-se depois ao food styling e a escrever sobre culinária, sendo editora na revista Red. Vive em Londres com o marido e dois filhos.

Lançamento do livro «Viver pela Liberdade» de Maria Antónia Palla com Patrícia Reis



VOGAIS: KAKEBO? Não sabe o que quer dizer? Os japoneses explicam



Há várias palavras japonesas que utilizamos muitas vezes no nosso quotidiano. Certamente já terá visto na televisão imagens da destruição provocada por um tsunami; e já terá cantado num karaoke num sábado à noite; e talvez praticado karate depois da escola, em adolescente; e não resistirá, de vez em quando, a um delicioso prato de sushi; e terá ainda resolvido muitos sudokus em momentos de lazer.

Se nunca ouviu falar do Kakebo, aqui tem uma pequena aula teórica: esta palavra tem origem japonesa e a soma dos três carateres com que se escreve na língua original (家計簿) significa literalmente «livro de contas para a economia doméstica».

O Kakebo é um fenómeno de grande popularidade no Japão, sendo utilizado todos os dias por centenas de milhares de pessoas em todo o mundo para registar e controlar com detalhe as despesas e receitas pessoais, e gerir a economia familiar até ao último cêntimo que entre e saia de casa. A sua popularidade é tal que são publicados, a cada ano, centenas de modelos adaptados a todos os públicos, desde famílias numerosas ou casais sem filhos, a solteiros ou até adolescentes.

A formação e experiência do leitor não são importantes para a utilização do Kakebo: qualquer pessoa conseguirá usá-lo fácil e rapidamente, seja mais ou menos conhecedora de ciências, letras ou matemática, pois está construído com simplicidade, eficácia e clareza.

O Kakebo será uma ferramenta de excelência para organizar as suas contas domésticas: saberá sempre quanto gastou no jantar de sábado à noite, na festa que se seguiu — ou na saúde e educação da família, nas despesas correntes, nos presentes aos seus amigos e familiares, na manutenção do seu automóvel, no cabeleireiro, no supermercado…

Depois de lançado em abril deste ano, com enorme sucesso, a Vogais lança agora o Kakebo 2015 (Vogais I 208 pp I 14,39€) em formato anual, já à venda em todo o país.

Em www.kakebo.pt encontra toda a informação necessária para perceber como funciona este sistema. Uma ferramenta que vai tornar-se no melhor amigo da carteira dos portugueses. A Vogais disponibiliza as primeiras páginas para consulta imediata, aqui.













terça-feira, 28 de Outubro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidade Oficina do Livro: Eterno Agora, de Padre António Rego


Título: Eterno Agora
Autor: Padre António Rego
PVP: 14,90€
N.º de Páginas: 288 

Eterno Agora – Conversas com o Deus de Sempre vai ajudá-lo a rezar e a descobrir Deus no seu dia-a-dia. Orações que são poemas e que interpelam cada leitor de uma forma única. Proporcionando uma leitura atenta, mesmo no quotidiano dos nossos tempos e no reencontro com Amigos.

«A sugestão destes textos provém do ritmo litúrgico, no ciclo anual que nos retoma, sempre mais à frente, sempre mais a fundo.

Não é repetição, mas insistência daquele Deus que “está à porta e bate”, sem se cansar de bater, até que lha abramos, franca e escancarada. Mas isso mesmo acontece ao correr da vida, como reencontro de amigos, que se retoma e adensa.

Pode o leitor reparar nestes textos que o Natal ou a Páscoa são sempre iguais no que dizem, da parte de Deus, e sempre novos no que nos dizem, no agora em que irrepetivelmente estamos.» D. Manuel Clemente

Sobre o autor:
António Rego nasceu nos Açores em 1941. Começou a sua missão de sacerdócio com 23 anos, na escrita, na rádio, atividade que prosseguiu ao longo de 50 anos na televisão e na crítica cinematográfica do Secretariado do Cinema e da Rádio. Estudou Comunicação Social em Lyon, trabalhou durante oito anos na Rádio Renascença, onde realizou centenas de programas temáticos, colaborou na Radiodifusão Portuguesa com reportagens realizadas em diversos pontos do mundo, nomeadamente no acompanhamento de diversas viagens de João Paulo II. Realizou mais de 2000 programas de televisão na RTP e TVI, onde continua a dirigir as transmissões religiosas e a realizar um programa semanal. Colaborou no Diário de Notícias e em diversas revistas e jornais, escreveu três livros.




Novidade Esfera dos Livros: Serpa Pinto - O Mistério do Sexto Império

Serpa Pinto, O Mistério do Sexto Império é uma extraordinária viagem no tempo, que tem como ponto de partida a Sociedade de Geografia de Lisboa e a casa em ruínas do explorador em Cinfães do Douro. Depois do bestseller O Último Bandeirante, o jornalista Pedro Pinto leva-nos até à África do século XIX, num romance repleto de aventura, mistério e conspirações.

Nas livrarias a 31 de outubro.

Sinopse:
Naquela madrugada de setembro de 1878, Serpa Pinto ouve primeiro uma aziaga a cortar o silêncio da noite africana. Em segundos vê o seu acampamento rodeado por guerreiros em fúria. Tinha deixado a baía de Luanda há mais de um ano, resistia no centro de África, a meio caminho entre o Atlântico e o Índico. No final do ataque surpresa, com quase tudo perdido, sem homens, sem comida e cercado, talvez fosse altura de desistir. Mas o seu espírito obstinado e intrépido decide avançar até às grandes cataratas do Zambeze, até à contracosta. Sonha que aquele seja um império único, como nunca ninguém viu. Todos aqueles reinos africanos num espaço natural que vai de Luanda a Lourenço Marques, sob domínio do rei de Portugal. Mesmo que isso signifique afrontar os interesses que se movem na sombra. Naquela noite, começa a escrever uma carta para o rei D. Carlos, na qual por três vezes repete as palavras «cilada» e «conspiração»… Mais de cem anos depois, Sebastião, a escrever a biografia de Serpa Pinto, depara-se com este relato. Mas onde está a carta do explorador para o rei? Será que avisou D. Carlos sobre o que se passaria a seguir? Para o ajudar, procura Constança Corte-Real, especialista em História de África. Ambos partem em busca dos escritos de Serpa Pinto. Da Sociedade de Geografia de Lisboa à casa em ruínas do explorador em Cinfães do Douro, procuram a chave que desvende este mistério. Será que Serpa Pinto se deparou com forças que queriam impedi-lo de chegar ao seu destino? A quem interessaria uma conspiração para evitar que Portugal estendesse os seus domínios e fechasse aquele grande espaço central entre Angola e Moçambique?




A biografia de Marcello Caetano, de Luís Menezes Leitão, a 7 de novembro nas livrarias

Título: Marcello Caetano – Um destino
Autor: Luís Menezes Leitão
Género: Biografia
N.º de páginas: 712
Data de lançamento: 7 de novembro
PVP: 24,40€

A biografia definitiva de um político enigmático.
Quarenta anos depois da sua partida para o exílio, na sequência do 25 de Abril, o que recordamos ainda do legado de Marcello Caetano?
Os partidários do Estado Novo nunca lhe perdoaram ter sido incapaz de evitar a queda do regime; os opositores ao Estado Novo culparam-no por não ter sido capaz de reformar o regime no sentido da democracia. Os defensores de Marcello Caetano mostraram-se incapazes de defender o seu consulado – por isso ele é visto pela opinião pública como um parêntese entre o regime salazarista e o PREC iniciado com o 25 de Abril. Esta é uma perspectiva injusta, pois esquece a extraordinária obra do governo de Marcello Caetano nos planos económico, social e laboral. «Na verdade, Marcello Caetano deve ser considerado como o verdadeiro fundador do Estado social em Portugal, que o regime democrático depois veio a desenvolver e cuja sustentabilidade é hoje tão questionada. Precisamente por isso, quando, passados quarenta anos da Revolução de 25 de Abril, se assiste ao desmantelamento progressivo do Estado social, convém que a História preste alguma atenção à vida do homem que o iniciou no nosso país.» Da Introdução

Sobre o autor:
Luís Manuel Teles de Menezes Leitão é advogado e professor catedrático (Ciências Jurídicas), na Faculdade de Direito de Lisboa, e especialista-jurista, no Centro de Estudos Fiscais – Ministério das Finanças.