sábado, 24 de fevereiro de 2018

Faltam 10 dias



sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Quem vai dissecar esta anatomia?


Durante mais de 11 anos, Sarah Vaughan foi jornalista na área de política do The Guardian. O seu profundo conhecimento dos meandros e corredores de Westminster inspirou-a na escrita do seu mais recente livro «Anatomia de um Escândalo». Escrito no final de 2016, este livro é tão, mas tão atual que poderia ter sido escrito ONTEM. Uma grande aposta editorial da equipa internacional que publicou as obras de Paula Hawkins.

Um escândalo que assola as altas esferas da política de Westminster, uma acusação de violação e a dúvida de um passado que parecia enterrado no tempo, mas que volta para assombrar o presente.
Um enredo bem construído, delineado com uma escrita de qualidade, e que não vai deixar o leitor indiferente.

«Vaughan mergulha profundamente nas histórias dos seus personagens, particularmente nas dos homens poderosos, criando no enredo nuances em perfeita sintonia com os nossos tempos #metoo.» PEOPLE

«Vaughan oferece-nos uma perspetiva fascinante sobre as maquinações escondidas num escândalo político e sobre o conflito entre justiça e privilégio. Um romance notável e arrebatador.» BOOKLIST

«O enredo de Vaughan não é apenas magistral, como os temas abordados permanecerão na mente do leitor muito tempo depois de este pousar o livro.» PRESS ASSOCIATION

«Um romance de estreia impressionante, com um enredo inteligente, que levanta muitas questões atuais.» THE TIMES

«Uma estreia impressionante da ex-correspondente política Sarah Vaughan.» KIRKUS REVIEWS

«Brilhante, chocante e envolvente. Assim que comecei a ler este livro, não consegui parar.» CLAIRE FULLER autora bestseller internacional

«Será que posso escolher já o livro do ano? Anatomia de um Escândalo é incrivelmente bom — uma verdadeira proeza. Simplesmente adorei.» EVE CHASE autora bestseller internacional

«Um livro extremamente bem escrito, inteligente e envolvente, que me prendeu da primeira à última página.» CLAIRE DOUGLAS autora bestseller internacional

«As alegações de escândalo sexual em Westminster dificilmente poderiam ser mais oportunas…e este viciante enredo é absolutamente autêntico. Escrita por uma ex-jornalista política, esta história está repleta de personagens brilhantemente construídas e diálogos crepitantes.» THE SUNDAY MIRROR

«Um dos melhores livros que vai ler este ano.» CLOSER​


Sinopse:
​James Whitehouse é um bom pai, um marido dedicado e uma figura pública carismática e bem-sucedida. Um dia, é acusado de violação por uma colaboradora próxima. Sophie, a sua esposa, está convencida de que ele é inocente e procura desesperadamente proteger a sua família das mentiras que ameaçam arruinar-lhes a vida.

Kate Woodcroft é a advogada de acusação. Ela sabe que no tribunal vence quem apresentar os melhores argumentos, e não necessariamente quem é inocente. Ainda assim, está certade que James é culpado e tudo fará para o condenar.

Será James vítima de um infeliz mal-entendido ou o autor de um sórdido crime? E estará a razão do lado de Sophie ou de Kate? Este escândalo — que irá forçar Sophie a reavaliar o seu casamento e Kate a enfrentar os seus demónios — deixará marcas na vida de todos eles.​


Apresentação do livro Uma Vida Sem Cancro de Cátia Antunes



Novidade Alma dos Livros: Melhore a sua Visão Através de Métodos Naturais


Título: MELHORE A SUA VISÃO ATRAVÉS
DE MÉTODOS NATURAIS
10 PASSOS PARA CURAR OS SEUS OLHOS

Descubra o método natural para uma visão saudável que está a ajudar milhares de pessoas em todo o Mundo e consiga uma visão perfeita, para toda a vida!

Reconhecido por profissionais de saúde e médicos em todo o Mundo.
Nascido cego e filho de pais surdos, em criança, o Dr. Schneider foi sujeito a uma série de operações dolorosas e ficou com o cristalino dos olhos coberto em 99% do tecido cicatricial, tendo sido declarado incuravelmente cego. Aos 17 anos, descobriu como melhorar sua visão – passando de 1% para 55% da visão normal – com os exercícios apresentados neste livro.

Hoje, o Dr. Meir Schneider conduz, lê e beneficia de uma visão natural completa. Ele e os seus clientes provam como a visão pode melhorar com o exercício e as técnicas adequadas. As suas contribuições para o domínio da cura visual são reconhecidas por profissionais de saúde e médicos em todo o mundo.

A abordagem pioneira de Meir Schneider ajudou milhares de pessoas a tratar com sucesso uma série de problemas oculares, incluindo miopia, hipermetropia, astigmatismo, estrabismo, visão dupla, glaucoma, cataratas, degeneração macular, descolamento da retina, retinite pigmentosa e nistagmo, entre outros.


Faltam 10 dias



quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Mulheres Fora da Lei - Anabela Natário [Opinião]

Título: Mulheres Fora da Lei
Autor: Anabela Natário
Editor: Desassossego
Páginas: 304

Sinopse:
Cuidado com elas! São 23 mulheres, desde assassinas a vigaristas e gatunas. Uma desfez-se do marido, servindo-lhe um prato de arroz temperado com arsénio ao jantar. Outra, seguindo um plano mais elaborado, temperou um clister com a mesma intenção. Uma terceira ia buscar crianças para adotar e desfazia-se delas, asfixiando-as com uma tira de pano.

Menos violentas, mas não menos criminosas, são as larápias de mão leve, algumas verdadeiras figuras públicas, cujas aventuras nos dão a conhecer o Portugal de outros tempos. Mulheres Fora da Lei convida-nos a viajar pela vida das maiores criminosas dos últimos três séculos. E só o facto de já estarem todas enterradas no passado nos deixa alguma tranquilidade.

A minha opinião: 
Conheço Anabela Natário do livro O Assassino do Aqueduto, onde ela retratou, embora de forma ficcionada a história de Diogo Alves, o último condenado à morte em Portugal.  Gostei da forma como a autora abordou o tema e da sua maneira de escrever, pelo que, quando o Expresso começou a publicar, semanalmente, a história de mulheres que cometeram crimes por cá, fui acompanhando muitas delas.  

Desde que a editora Desassossego compilou estas 23 histórias, melhoradas pela autora, pensei logo que este livro não me ia escapar. Para além como eu que aprecia livros de não-ficção, biografias, sobre crimes, este comporta tudo isso. 

São 23 as criminosas retratadas, desde o ano 1700 às primeiras décadas de 1900 e algumas deles são mesmo demoníacas. Mulheres que cometeram crimes bárbaros, muitas sem qualquer tipo de arrependimento, mas analisando o contexto em que muitos dos crimes foram cometidos até consigo aceitar alguns. 
Temos de ver que muitas destas mulheres, na sua maioria pobres e vindo de família disfuncionais, sem quaisquer regras, eram violentadas pelos seus maridos. Sim, a maior parte socorria-se dos amantes para as ajudar a eliminar o marido, e é facilmente condenável se não estivermos a par do que se passava dentro de casa. Também é óbvio que, isso podia servir como atenuante nos dias de hoje (embora fossem condenadas na mesma), mas naquele tempo o facto de os maridos baterem nas mulheres era considerado normal. 

Mas não é só de morte que faz delas criminosas. Muitas delas entraram no mundo do crime por roubos, muitos deles extraordinários, tornando-as bastante conhecidas do povo. 
Mas a que mais me tocou por ter cometido um crime bárbaro só com o intuito de ganhar algum dinheiro foi Luísa de Jesus que terá matado 33 crianças. Esta mulher foi a última condenada à morte em Portugal e terá sido a única mulher serial killer que conhecemos. 

Cada capítulo é composto por uma ficha da criminosa, da data em que aconteceu o crime e a quem foi perpetrado. Está feito cronologicamente, mas pode ser lido separadamente. 
Esta é uma forma de conhecer as principais criminosas portuguesas, constatar que os crimes, apesar de na sua maioria realizado por homens, também ocorreram com mulheres. A maioria dos crimes de que estas mulheres são acusadas é o roubo, embora muitas delas tenham recorrido ao assassinato, sobretudo dos maridos como já referi em cima, e embora seja habitual (como aprendemos com Agatha Christie) as mulheres recorrerem sobretudo ao veneno para o fazerem, houve outras que foram bastante sanguinárias e não tiveram problemas nenhuns em desfazer-se do corpo, esquartejando-o. 
Depois, há o outro lado da história. A forma como a justiça atuava nas mais variadas circunstâncias, resultando, na sua maioria, no degredo. 

Ao contrário do seu primeiro livro que li, que era um romance, neste Anabela Natário quis apenas relatar os factos. Portanto, é um puro livro de não-ficção que se trata e que se lê de um acentada. De referir que algumas destas histórias tinham já servido de inspiração para diversos autores que pegaram nelas e escreveram um livro. É o caso de Camilo Castelo Branco cujo livro Maria! Não me Mates que sou tua Mãe! 

Gostei muito.












O Feitiço de Marraquexe - Rosanna Ley [Opinião]

Título: O Feitiço de Marraquexe
Autor: Rosanna Ley
Editor: Porto Editora
N.º de Páginas: 416

Sinopse:
No coração da histórica Medina de Marraquexe, entre os animados souks e bazares, encontra-se um grupo de europeus, desfrutando a tranquilidade de um riad. Ali dão os primeiros passos no conhecimento da inebriante gastronomia marroquina. Entre eles, Nell, uma jovem que sonha abrir um restaurante na sua Cornualha natal e Amy, uma fotógrafa que reúne material para editar um livro de cozinha e pretende levar a cabo uma exposição sobre Marrocos na sua galeria de arte, no Dorset.

Nell procura dar sentido à sua vida, depois da morte da mãe; Amy procura Glenn, um primo americano, cujo último paradeiro conhecido é algures em Marrocos. E, assim, ambas embarcam numa viagem de descoberta das suas próprias raízes que surpreendentemente se encontram ligadas.

Em O feitiço de Marraquexe, os coloridos souks e bazares são descritos por Rosanna Ley com tal vivacidade que provocam no leitor uma irresistível vontade de deambular pela histórica Medina de Marraquexe.

A minha opinião: 
Nell e a mãe eram muito unidas, mas agora que a mãe morreu Nell sente-se completamente desamparada. A juntar a isso, a relação com o marido Callum está a passar por uma fase menos boa.
Talvez para tentar alegrar a sua esposa, Callum oferece-lhe uma viagem a Marraquexe, juntamente com um curso  de culinária, como prenda de aniversário.

Amy trabalha como fotógrafa numa galeria de arte que, através de de um projecto que quer implementar sobre a cultura marroquina, em Dorset, parte para aquele país. O objectivo é também procurar o paradeiro de um primo, desaparecido há mais de 30 anos.

Juntas vão encontrar-se no hotel Riad Lazulli e tornam-se companheiras de viagem e confidentes.

O facto de Nell querer saber mais sobre o passado da mãe, beber mais da cultura que a sua mãe gostava tanto vai fazer com que esta viagem seja uma forma de conhecer ainda mais sobre Marrocos e a mãe. O ambiente, os cheiros das especiarias, a comida, tudo nos remete para o açafrão, para o amarelo, para as cores fortes e garridas.
Por outro lado, há também o desejo por parte de Amy querer saber mais sobre o paradeiro do seu tio, que esteve em Marraquexe há muitos anos. O passado da mãe de Nell e de Glenn, tio de Amy, pode ter tudo a ver com Marrocos, que será o palco de muitas descobertas.

"Por mais tempo que vivas num lugar, isso não faz dele a tua terra." 

Feitiço de Marraquexe é o segundo livro de Rosanna Ley publicado em Portugal. E posso dizer que a autora faz com os seus livros autênticos guias de viagens. Consegue transportar-nos para os locais retratados no livro, mas sobretudo para a cultura mais básica, não a cultura dos turistas que já estamos fartos de ler.
É isso que aprecio mais nos seus livros, embora a história das protagonistas, todas elas mulheres, seja bastante relevante para nos embrenhar ainda mais na narrativa.
Embora tenha achado o primeiro superior, esta foi igualmente uma boa leitura.

Faltam 12 dias


Novidade Cavalo de Ferro: A Maldição de Hill House de Shirley Jackson

«Uma das histórias de terror mais perfeitas que já li.» — Stephen King

«Uma mestre maior do terror e do suspense.» — The New York Times Book Review

***

Shirley Jackson (1916–1965) é considerada uma das mais influentes escritoras norte-americanas. Herdeira da grande tradição do gótico americano, iniciada com Edgar Allan Poe, teve uma vida curta, deixando uma obra pouco extensa, mas que a confirmou de imediato como uma das grandes personalidades literárias do século XX.


A Maldição de Hill House (Cavalo de Ferro | 208 pp | 16,59€), já nas livrarias, é um dos mais perfeitos exemplos do terror e do suspense em literatura. Fonte de inspiração para nomes como Stephen King, Guillermo del Toro, Neil Gaiman ou Joyce Carol Oates, confessos admiradores de Shirley Jackson, a história foi adaptada por duas vezes ao cinema e está previsto estrear, em 2018, como série televisiva pela Netflix (10 episódios). Também uma das suas obras maiores, Sempre Vivemos no Castelo, cuja 2.ª edição também já chegou às livrarias, terá estreia cinematográfica em 2018.

A HISTÓRIA
John Montague, especialista e estudioso do oculto, chega a Hill House em busca de algo concreto que possa provar a existência do sobrenatural. Acompanham-no, Theodora, a sua assistente, Luke, o futuro herdeiro da propriedade e Eleanor, uma mulher solitária e frágil, já com experiência de encontros com poltergeists. Contudo, aquilo que, inicialmente, era apenas uma experiência em torno de fenómenos inexplicáveis torna-se, em pouco tempo, uma corrida pela sobrevivência, à medida que Hill House ganha poder e escolhe, de entre eles, aquele que quer para si…

Era um acto de força moral levantar o pé e pousá-lo no primeiro degrau, e pensou que a sua profunda relutância em tocar na Hill House pela primeira vez advinha directamente da sensação nítida de que a casa estava à espera dela, maligna, mas paciente. As viagens terminam com o encontro dos amantes, pensou, lembrando-se finalmente da canção, e riu-se, parada nos degraus de Hill House, as viagens terminam com o encontro dos amantes, e assentou o pé com firmeza e subiu até chegar ao alpendre e à porta. Num abrir e fechar de olhos, sentiu-se envolvida pela Hill House; ficou numa obscuridade total, e o ruído dos seus passos na madeira do alpendre era um ultraje ao profundo silêncio, como se há muito tempo ninguém pisasse os soalhos de Hill House. Ergueu a mão para bater a pesada aldraba de ferro com uma cara de criança, decidida a fazer mais e mais barulho para que a Hill House tivesse a certeza de que ela estava ali (...) — (pp. 34)

***

Sobre a história:
Shirley Jackson (1916–1965) é considerada uma das mais influentes escritoras norte-americanas. Herdeira da grande tradição do gótico americano, iniciada com Edgar Allan Poe, teve uma vida curta, deixando uma obra pouco extensa, mas que a confirmou de imediato como uma das grandes personalidades literárias do século XX. Obteve imediato sucesso e fama com a publicação, em 1948, do seu conto The Lottery que, na época, dividiu opiniões e suscitou acesas polémicas. Ao todo, escreveu 55 contos e, da sua obra, destacam-se ainda as suas crónicas familiares Life Among the Savages (1953) e Raising Demons (1957), e os seus romances The Sundial (1958), Sempre Vivemos no Castelo (ed. Cavalo de Ferro, 2018), obra que será adaptada ao cinema em 2018, e o presente A Maldição de Hill House, obra adaptada para cinema e televisão.



quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Marcadores lindos que andam por aí

A par da minha paixão por livros vem a paixão por Marcadores de Livros. Um não pode viver sem o outro, ou pode?
No meu caso não. E se for bonito e prático a leitura fica ainda mais agradável.
Seguem algumas sugestões de marcadores que encontrei na internet. Alguns também os tenho e outros quero muito fazer ou comprar.
 Este primeiro marcador é um dos meus preferidos. Estava há muito tempo a tentar comprá-lo e finalmente veio cá para casa a um preço bastante jeitoso através do Aliexpress.

 Este deve ser muito parecido, mas no lugar do fecho tem letras. Muito giro também.
 Ora para quem tem jeito para as manualidades estes são tão bonitos e até devem ser fáceis de fazer. Eu ainda não me atrevi a tentar, mas como tenho tão pouco jeito para a coisa que de certeza que não me vou sair bem.


Estes dois também são muito engraçados. O primeiro parece-me um clip, já o efeito de relva fica fantástico. Este está à venda na internet, mas não é propriamente barato.

 Outro que parece fácil de fazer é este. Um clip que se transforma em coração. Confesso que já tentei fazer, mas infelizmente os meus não ficam tão perfeitinhos como os da foto.
 Mais um marcador lindo para quem se ajeita no felpo.
 E estes? Tão fofinhos e tão fáceis de fazer.
Tenho um semelhante a este. É muito bonito.
Esta é mesmo uma ideia bastante engraçada. Para quem adora gatos então está o máximo. Inicialmente pensei que fosse pintado numa espátula de madeira ou num pauzinho de gelado, mas o desenho é queimado.
 Estes é só imprimir em papel de cartolina ou então plastificar. E são tão bonitos!





Gatos e mais gatos. Os marcadores em tecido também não me parecem difíceis de fazer. Os suportes de chávena, embora não sejam marcadores, também adorei. É sempre bom acompanhar uma leitura com um chá ou um capuccino bem quentinho.
E depois há estes dois estilos, que também me parecem felpo e tecido que acho mesmo demais. Então estes últimos apaixonaram-me
 Mais uns marcador de clips que me atrevi a fazer e ficaram lindos mesmo. Basta colar uns botões giros que temos por casa e já está.

Quando vi esta imagem pensei: "quero um para mim". Fez algum sucesso na minha página de facebook e teria bastantes compradoras. Haja quem se atreva a fazer.



Os marcadores que ficam suspensos fazem as minhas delícias, confesso. E os das pernas são mesmo os meus preferidos. Já investiguei na internet e há quem os faça no Brasil e penso que na Ucrânia. Infelizmente são bastante caros, mas são mesmo os meus marcadores de sonho.

Estes dois últimos fazem parte da minha coleção de marcadores e adoro. São práticos, não se estragam facilmente e são lindos!

Este último também me apaixonou porque não  me parece muito difícil de fazer. Já estive a ver os passos para a sua realização e vou tentar fazer. 


Novidade Vogais: A neta mestiça do brutal comandante nazi da Lista de Schindler, Amon Göth


«Uma memória espantosa de trauma cultural e identidade pessoal.» — Booklist

«Inesquecível… A demanda de Teege para descobrir a sua história pessoal é fortalecedora.» — Publisher’s Weekly

***

Amon: O Meu Avô Podia Ter-me Matado (Vogais | 224 pp | 16,59€), já nas livrarias, conta a história extraordinária da mulher que um dia descobre que é neta de Amon Göth, o brutal comandante nazi imortalizado no filme A Lista de Schindler

É num livro de capa vermelha aninhado numa estante da Biblioteca Central de Hamburgo que Jennifer Teege reconhece o nome da mãe biológica e descobre um facto que viria a mudar para sempre a sua vida: o seu avô era Amon Göth, o sanguinário comandante nazi imortalizado ­por Ralph Fiennes no filme de Steven Spielberg, A Lista de Schindler.

Jennifer Teege é uma alemã de origem nigeriana que foi criada num orfanato e acabou por ser adotada aos 7 anos de idade. Apesar de ter mantido algum contacto com a família biológica, nem a mãe nem a avó alguma vez lhe contaram a verdade acerca do avô, o comandante do campo de Płaszów, que veio a ser enforcado em 1946 por crimes contra a Humanidade.

Aos 38 anos, a descoberta acerca do seu passado familiar provoca-lhe uma depressão profunda e o desejo de desenterrar toda a história, conduzindo-a numa demanda que a leva até Cracóvia — onde ficava o gueto que o avô «limpou» de judeus e o campo de concentração que dirigia — e de regresso a Israel, onde em tempos vivera e conhecera a realidade judaica.

Quanto mais Jennifer descobre sobre o avô, mais é assolada por uma certeza: se soubesse que tinha uma neta negra, Amon Göth tê-la-ia matado.

A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura aqui.


Sobre a autora:
Jeniffer Teege trabalha em publicidade desde 1999. Ainda sem qualquer noção do seu passado familiar, viveu durante quatro anos em Israel, onde se tornou fluente na língua hebraica e conheceu a realidade judaica, tomando também contacto com o conflito israelo-árabe. É licenciada em Estudos do Médio Oriente e Estudos Africanos pela Universidade de Telavive. Vive atualmente na Alemanha, com o marido e os seus dois filhos. Este é o seu primeiro livro.

Nikola Sellmair é licenciada pela Universidade Ludwig-Maximilians, de Munique, e já trabalhou em Hong Kong, Washington, Israel e Palestina. É jornalista da revista alemã Stern desde 2000, tendo recebido vários prémios pelo seu trabalho, nomeadamente o Prémio de Jornalismo Germano-Polaco, pelo primeiro artigo de sempre sobre a história de Jennifer Teege. Neste livro, junta a sua voz à de Jennifer, contribuindo com uma narrativa paralela, baseada em entrevistas a familiares e amigos da neta de Amon Göth.



Novidades Clube do Autor a 7 de março nas livrarias


As Sombras de Da Vinci
Fruto de vários anos de investigação exaustiva sobre a vida de Leonardo da Vinci, este é um romance histórico empolgante e que mudará a opinião que todos temos do famoso florentino.

Com vinte e quatro anos, o prometedor Leonardo da Vinci é acusado anonimamente de sodomia. Depois de preso e torturado, terá de abandonar Florença e procurar o êxito noutros lugares. Mas não tardará a perceber que essa foi apenas a primeira de muitas traições e que a inveja, o medo e a incompreensão se podem esconder em qualquer pessoa.

Christian Gálvez nasceu em Madrid, em 1980. Licenciado em Filologia Inglesa, é um dos rostos da televisão espanhola, onde conduz com êxito um concurso cultural. É também diretor de uma produtora direcionada para potenciar o talento de jovens promessas. Desde 2009, divide-se entre o trabalho em televisão e a investigação sobre Leonardo da Vinci, vivendo entre Madrid e a Toscana. É um dos mais conhecidos especialistas internacionais do artista. Além deste livro, é igualmente autor de Rezar por Miguel Ángel, Leonardo da Vinci: cara a cara, entre outros.

Simplificar:
Brooke McAlary, a autora deste livrinho, vive nos arredores de Sidney, na Austrália, com a família. Ela e o marido produzem e apresentam The Slow Home, o podcast mais popular na área da Saúde do iTunes, ultrapassando os 3,5 milhões de downloads.

Após sofrer uma grave depressão pós-parto, Brooke teve de abrandar o ritmo. Dedicou-se ao estudo das filosofias minimalistas e descobriu os benefícios de uma vida com menos coisas. Em dois anos, retirou de casa 25 mil objetos, criou o blogue Slow Your Home e reencontrou a paixão, a energia e a sua verdadeira chama. A sua transformação deu-lhe reconhecimento internacional e os direitos da obra Simplificar estão vendidos em vários países.

Nesta obra, Brooke McAlary defende os benefícios de uma vida mais simples e com mais significado. Antes de nos dedicarmos a arrumar objetos, no entanto, precisamos de limpar a nossa desordem mental. Através de dicas e exercícios curtos e transformadores, ajuda-nos a assumir o controlo dos nossos dias, a trabalhar a atenção plena, a recusar as pressões para a perfeição e, acima de tudo, a desfrutar do momento e da vida que temos.