terça-feira, 25 de Novembro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Planeta: Novidades Novembro

NÃO FICÇÃO NACIONAL

Título: Agenda Literária
AMO-TE MAIS DO QUE ONTEM
E MENOS DO QUE AMANHÃ

Autora: Maria Inês Almeida (Selecção de textos)
N.º de Páginas: 76 páginas
PVP: 10,90€
Disponível a partir de 26 de Novembro

Guarde sempre uma linha para o amor: afinal todos os dias são dias para amar. Na correria dos dias, essa linha fará toda a diferença, a si e à pessoa amada.
Não precisa de o marcar aqui – só na agenda do coração -, mas, pelo que ler nestas páginas, perceberá como o amor é indispensável aos 365 dias de cada ano.
Em cada semana há uma citação literária sobre o amor. E no final de cada mês há um separador com uma ilustração e um pensamento. A fechar esta agenda um espaço para registar os aniversários, mês a mês, e um calendário até 2020.
O amor só é amor se tiver 365 dias.
Nesta agenda estão os 365 dias do ano para tomar nota de compromissos, reuniões, almoços, viagens, grandes ideias.

NÃO FICÇÃO ESTRANGEIRA 

Título: 5 SECONDS OF SUMMER EI, VAMOS FORMAR UMA BANDA 100% OFICIAL
N.º de Páginas: 288 páginas
PVP: 17,76€
Disponível a 26 de Novembro

 A verdadeira história da banda revelação australiana e dos quatro adolescentes que poderão vir a ser os próximos ídolos da pop mundial.

Este é o livro que as verdadeiras fãs vão querer ler antes de assistir ao concerto da banda, a 4 de Maio do próximo ano, na maior sala de espectáculos do País, o Meo Arena, em Lisboa.
Se ainda não ouviu falar deste quarteto australiano, prepare-se.
Chegaram há pouco mais de um ano ao site de vídeos do YouTube e já somam mais de 88 milhões de visualizações.
«O que estás prestes a ler é, basicamente, a nossa história até este momento. Na verdade, parece que só passou uma semana desde que fizemos o nosso primeiro concerto, no Hotel Annandale, em Sidney. Desde então, foi-nos dada a oportunidade de nos transformarmos nas pessoas e nos músicos que queríamos ser. E essa oportunidade oportunidade foi-nos dada pelos nossos fãs. Aqueles que passam horas em filas para nos ver tocar, queles que estão sempre prontos a apoiar estes quatro  miúdos, aconteça o que acontecer. Tudo se deve aos nossos fãs. Vocês são tudo para nós. Por isso, este livro é a nossa forma de dizer obrigado. Queremos que toda a gente conheça a história de como quatro adolescentes de Sidney Ocidental pegaram nos seus instrumentos e sonharam tornar-se uma das maiores bandas do mundo. Esperamos que gostem!» 
O futuro parece risonho para Luke Hemmings, Michael Clifford, Calum Hood e Ashton Irwin, que vão fazer a sua primeira grande digressão pela Europa, e Portugal é a primeira paragem. Com toda a história da banda até hoje, o livro inclui dezenas de fotos exclusivas dos quatro rapazes australianos.
O homónimo e primeiro álbum da banda foi o n.º 1 do top iTunes em mais de 70 países, incluindo Portugal. O quarteto australiano já havia conquistado o mundo com o lançamento do único single editado She Looks so Perfect , o qual já tem mais de 1 milhão de unidades vendidas e as visualizações do vídeo no You Tube já ultrapassaram os 24 milhões.


 

 

Uma sessão de autógrafos virtual? Sim, é possível.

Nas próximas 48 horas, vários autores portugueses vão participar numa iniciativa inédita.

Mário de Carvalho, Mário Zambujal, Valter Hugo Mãe, Nuno Lobo Antunes e Maria Teresa Horta são apenas alguns dos autores que vão participar na primeira de cinco sessões de autógrafos virtuais que a WOOK vai realizar nas próximas semanas.

Hoje, a partir das 18:00 e até às 24:00, quem comprar livros daqueles (e outros) autores (ver quadro abaixo), tem a oportunidade única de pedir um autógrafo – ou uma dedicatória, tratando-se de uma oferta – que será feito pelo respetivo escritor nas 48 horas seguintes, sendo depois o livro enviado para o destinatário, quer se encontre em território nacional quer no estrangeiro.

Nuno Markl
Inês Franco
Valter Hugo Mãe
Mário de Carvalho
Mário Zambujal
Nuno Lobo Antunes
Marta Sofia Guerreiro
João de Melo
Maria Teresa Horta
David Machado
Luis Corredoura
Daniel Oliveira
Maria de Lourdes Modesto
Francisco Moita Flores
Autores que participam na primeira sessão de autógrafos

De referir que as próximas sessões de autógrafos realizam-se a 30 de novembro e a 2, 7, e 11 de dezembro, envolvendo autores como João Tordo, Miguel Esteves Cardoso, Ana Margarida Carvalho, Helena Sacadura Cabral, Lídia Jorge, Pedro Chagas Freitas, Richard Zimler, Afonso Cruz, entre muitos outros.

Sessão de lançamento de «O Bordel das Musas ou as nove donzelas putas»



segunda-feira, 24 de Novembro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidade Esfera dos Livros: O Que é Que os Portugueses Têm na Cabeça?

Hoje é um dia tão bom como outro qualquer para colocar a questão “O Que é Que os Portugueses Têm na Cabeça?”.

A mesma questão que Marisa Moura se colocou quando começou a preparar o livro que a editora publica na próxima sexta-feira, dia 28.

Da inveja, à fatalidade, da falta de pontualidade ao improviso, do chico-espertismo à mania da grandeza e dos doutores, a jornalista fala-nos, num tom bem-humorado e acutilante de todas estas características nacionais, reunindo exemplos concretos do nosso passado e presente. Estereótipos ou realidade? Este trabalho traz-nos material para reflectir e pensar.

Sinopse:
A jornalista Marisa Moura mergulhou em textos de pensadores portugueses e estrangeiros de hoje e de outros tempos, analisou estatísticas, estudou comportamentos e questionou especialistas para tentar encontrar uma resposta para esta incómoda pergunta. O que é que os portugueses têm na cabeça? Haverá características comuns a todos nós, habitantes deste país com nove séculos de história, recordista no consumo de antidepressivos? Somos marcados pelo fado e pela fatalidade. À pergunta «como tem passado?» segue-se uma sentida lengalenga, como se fôssemos empurrados pela vida. A palavra pontualidade não consta no nosso dicionário, ao ponto de o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, ter-se atrasado 31 horas e 27 minutos na entrega do Orçamento de Estado para 2009. Derretemo-nos por um canudo, doutor ou engenheiro é à escolha do freguês e cai o Carmo e a Trindade quando um ministro ousa pedir que o tratem por «Álvaro, simplesmente Álvaro». Fazemos estádios megalómanos e estradas que não acabam, mas não é de agora. Já D. João V tinha estoirado o ouro do Brasil em obras como o Convento de Mafra, enquanto endividava o país. E como esquecer o improviso, aquela maneira de dar a volta à situação, de contornar o problema, tão comum nos Portugueses? Marisa Moura fala-nos, num tom bem-humorado e acutilante, de todas estas características, reunindo exemplos concretos da nossa história passada e presente, numa tentativa de organizar ideias e ilustrar a nossa (in)consciência coletiva.



 

«Os Nossos Campeões» inaugura PREDICADO

Este mês a Guerra e Paz Editores inaugura uma nova chancela, a PREDICADO, que edita livros de qualidade feitos em parceria com diferentes entidades. «Os Nossos Campeões», que relata histórias de sucesso de utentes da Fundação ADFP, marca o início desta nova aposta

A 26 de Novembro chega ao mercado o primeiro livro da PREDICADO, a nova chancela da Guerra e Paz Editores. Os Nossos Campeões, da Fundação Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP), de Miranda do Corvo, é um livro de elogio à liberdade individual, à capacidade de (re)construir o futuro e vencer o fado.

Uma percentagem muito significativa dos colaboradores da Fundação ADFP é portadora de deficiência ou de doença crónica incapacitante. Em 151 páginas, Os Nossos Campeões relata 24 histórias reais de pessoas que nos ensinam o valor da vida, exemplos de tenacidade e persistência: gente que não desiste nem vira a cara às dificuldades. Pessoas capazes de criar um projecto de vida feliz, enfrentando as dificuldades que lhes surgiram na vida.

Os Nossos Campeões, um livro que vale a pena ler.

Título: Os Nossos Campeões
Fundação ADFP
N.º de Páginas: 160
PVP: 14,00 €
Género: Não Ficção
Nas livrarias a 26 de Novembro
PREDICADO |Guerra e Paz Editores

A Fundação ADFP investe em pessoas através da criação e inovação de respostas sociais, orientadas para o convívio intergeracional, a integração de pessoas com deficiência, doença mental ou minorias étnicas e promoção do desenvolvimento local sustentado.

O objectivo principal é a solidariedade social contribuindo para a formação de deficientes e doentes mentais apoiando doentes crónicos, crianças, jovens e idosos. São os nossos campeões, os nossos heróis.

Sobre a Predicado
A PREDICADO é uma nova chancela da Guerra e Paz, Editores, SA. Nesta chancela editam-se livros de qualidade, feitos em parceria com diferentes entidades, universidades, fundações, empresas e institutos. É uma chancela de não-ficção que vai publicar livros de valor cultural ou de relevância social, cobrindo o ensaio, o livro de viagens, o testemunho, o livro de arte. Os livros da PREDICADO serão objecto de campanhas de divulgação e comercialização pela equipa da Guerra e Paz e terão distribuição nacional através da VASP.


Novidade Bertrand: «Dispara, eu já estou morto» de Julia Navarro

Título: Dispara, eu já estou morto
Autor: Julia Navarro
Género: Romance
Tradutor: Rita Custódio e Àlex Tarradellas
N.º de páginas: 840
Data de lançamento: 14 de novembro
PVP: 19,90€

Duas famílias em luta contra o destino – uma família judaica que foge da Rússia do século XIX trava amizade com família palestiniana.
São Petersburgo, Jerusalém, Varsóvia, Paris, Madrid, Toledo servem de cenário a esta saga familiar.
Um romance extraordinário sobre o conflito israelo-árabe com personagens inesquecíveis, cujas vidas se entrelaçam com os momentos-chave da história, a partir do final do século XIX a meados do século XX, recriando a vida em cidades emblemáticas como São Petersburgo, Paris e Jerusalém. Aqui, Julia Navarro conduz o leitor através de relações duras entre homens e mulheres que lutam por um pedaço de terra onde possam viver em paz.

Julia Navarro estará em Portugal de 9 a 11 de dezembro nas cidades de Lisboa e Porto.

Sobre a autora: 
Nasceu em 1953 e é jornalista há mais de trinta anos, tendo trabalhado nos principais meios de comunicação espanhóis. É autora de diversos livros de atualidade política, mas foram os romances que a tornaram conhecida internacionalmente. Está publicada em mais de trinta países e conta com mais de três milhões de exemplares de livros vendidos. É detentora de diversos prémios literários, como o Premio Qué Leer, o VIII Premio de los Lectores de Crisol, o Premio Ciudad de Cartagena, o Pluma de Plata de la Feria del libro de Bilbao, o Protagonistas de Literatura e o Premio Más que Música de los Libros.


TOPSELLER: "Cativada" - Uma montanha russa de emoções


«Terno, de partir o coração, desolador, esperançoso, esmagador e maravilhoso. Uma montanha-russa de emoções que sentimos verdadeiramente.» - Books, Coffee & Wine
K. Bromberg está de regresso com o segundo volume da tórrida trilogia Dominada: Cativada (Topseller I 400 pp I 21,98€). A Topseller disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.

Sinopse:
A paixão de Rylee e Colton prevaleceu, contra todas as hipóteses. O amor entre ambos foi demasiado forte, ainda que não o consigam admitir. Mas será que o muro negro que se vai erguer entre ambos os poderá destruir?
«O Colton roubou o meu coração. Caí um dia nos seus braços por força do destino, e tem-me, desde então, cativa na sua paixão. Ele acendeu sentimentos dentro de mim que julguei terem morrido para sempre.»

«A Rylee caiu daquela maldita despensa um dia direitinha para a minha vida, e nunca mais voltei a ser o mesmo. Ela vislumbrou fragmentos da escuridão que habita dentro de mim e, no entanto, ainda cá está, a lutar por nós.»
«Ele corta-me a respiração, arrebata o meu coração e traz-me de volta à vida, tudo com um único toque. Mas como poderei amar um homem que não me deixa entrar na sua alma? Que insistentemente me afasta, para que não conheça o seu passado desfeito? O meu coração é dele, mas sinto os limites da paciência e do perdão a acercar-se de mim.»
«Como posso eu desejar uma mulher que me exaspera, me desafia e me força a ver que, no profundo abismo que é a minha alma, há uma pessoa digna de amor? Um lugar e uma pessoa que jurei nunca voltar a visitar e a ser? Eu sei que não sou quem ela precisa. Então, porque não consigo deixá-la partir?»
Autora bestseller do New York Times e do USA Today, os livros de K. Bromberg, além de serem êxitos sucessivos de vendas, têm recebido as melhores críticas de leitores em todo o mundo.
Cativada é o segundo livro de uma trilogia de sucesso que está permanentemente no top 10 dos mais vendidos na Amazon. K. Bromberg vive no sul da Califórnia com o marido e os seus três filhos.



TOPSELLER: O novo bestseller sexy e hilariante de Emma Chase


Enrolados (Topseller I 224 pp I 15,98€) é a tão esperada continuação de Envolvidos, que segue a história sexy e hilariante de um casal, Katherine e Drew, que vive enredado nos sobressaltos e nas peripécias do amor.
Um romance de Emma Chase que conquistou a crítica internacional e nacional pela originalidade da relação ser abordada do ponto de vista… masculino. Tem a certeza de que quer saber como pensam os homens? A Topseller disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.

Sinopse:
Ela é linda e ambiciosa. Ele é atraente e convencido. Juntos formam um par incrível. Mas algo inesperado vai deixá-los enrolados em mal-entendidos sem fim! Katherine Brooks sempre foi metódica e cautelosa. Até ao dia em que conheceu Drew Evans, o seu atual namorado, um homem persistente e muito seguro de si.
Juntos formam um casal ambicioso, dedicado às suas carreiras, mas que nunca perde uma oportunidade para desfrutar das delícias da vida a dois. Até que surge um contratempo que abala a relação, e o conto de fadas transforma-se numa crise conjugal.
Ela muda-se para casa da mãe, e ele faz tudo, mas mesmo tudo, para a esquecer… Poderá uma série de mal-entendidos pôr fim ao romance mais tórrido de sempre?

Emma Chase é uma escritora norte-americana, autora dos livros Envolvidos e Enrolados, bestsellers do New York Times e do USA Today. Mais sobre a autora em: www.emmachase.net.






sexta-feira, 21 de Novembro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

O Demónio na Cidade Branca - Erik Larson [Opinião]

Título: O Demónio na Cidade Branca
Autor: Erik Larson
Género: Não Ficção
Tradução: Raquel Dutra Lopes
N.º de páginas: 488
PVP: 19,90€

Chicago. 1893. Um homem construiu um paraíso na terra. Outro construiu um inferno ao lado.
Em O Demónio na Cidade Branca, Erik Larson, autor do best-seller No Jardim dos Monstros, cruza a história da Feira Mundial de 1893 com o percurso de H. H. Holmes, um serial killer astuto que, através da feira, atraiu dezenas de pessoas para a morte. Um livro que combina uma pesquisa meticulosa da recém-descoberta História e as emoções da melhor ficção, dignas de um thriller.


A minha opinião:
O Demónio na Cidade Branca combina dois géneros que poderiam redundar num fracasso: a realização de uma feira mundial e a os crimes atrozes de um assassino em série ocorridos na mesma altura, no mesmo local. Isto porque Eric Larson poderia correr o risco de não desenvolver na perfeição um dos temas. Porém, não foi isso que aconteceu.

Talvez porque tanto um como outro tema me tenham fascinado, fiquei colada ao livro livro desde a primeira página, o que me fez querer ainda visualizar algumas da obras de arte que por lá se fizeram aquando da feira, embora, na sua maioria, já não exista.
A feira chamada como World’s Columbian Exposition para homenagear os 400 anos da descoberta da América por Colombo, era tido como "o principal acontecimento da história do país desde a Guerra da Secessão" segundo Richard Harding Davis.

Projectada por Daniel H. Burnham queria que a "Cidade Branca" fosse falada a nível mundial, que fosse comparada à Exposição Universal de 1889 cuja Torre Eiffel era o ex-libris. Burnham viveu sempre o desejo de projectar um objecto que fizesse frente à torre metálica projectada por Eiffel e acabaria por projectar a primeira roda gigante que também faria enorme sucesso, embora não com a mesma força.



Ao mesmo tempo em que a feira mundial era organizada, aparece em Chicago um jovem médico Herman Webster Mudgett, já sob o nome porque ficou conhecido H. H. Holmes, já com um fascínio pela dissecação do corpo humano. Holmes viu na realização da feira uma boa oportunidade para ganhar dinheiro fácil, uma vez que a feira iria chamar muita gente, gente à procura de trabalho, gente anónima, sobretudo mulheres jovens, sozinhas. Holmes, com os seus conhecimentos de medicina, começa a trabalhar primeiramente numa farmácia, e cedo ganha fama. Os clientes aumentam, e o dinheiro também. O que o leva a comprar a farmácia a uma idosa que acaba por desaparecer misteriosamente. Com o dinheiro que vai ganhando na farmácia Holmes vai construindo um edifício enorme com mão de obra barata (se não gratuita), onde mais tarde vai hospedar centenas de pessoas que ali pernoitam para assistir à feira mundial. É ali que fará centenas de fraudes com seguros e matará centenas de pessoas.E é precisamente pelas fraudes que é apanhado e não pelos assassinatos...

 Numa altura em que Inglaterra vive com medo de Jack, o Estripador, em Chicago anda à solta um dos primeiros assassinos em série sem que ninguém dê por isso.

Erik Larson consegue reunir os factos na perfeição, juntando uma excelente história transformando-a numa thriller arrepiante, que por momentos me fez lembrar A Sangue Frio de Capote.
Muito bom.



Excerto: 

"Era tão fácil desaparecer, tão fácil negar conhecimento, tão, tão fácil entre o fumo e o barulho ocultar que algo sombrio tivera lugar lugar. Era assim Chicago, na véspera da maior feira da História." pag. 29

Pequeno documentário sobre a feira: 

http://gizmodo.uol.com.br/feira-mundial-1893/

Pequeno documentário sobre o assassino em série:



Livro da ex-primeira-dama de França nas livrarias a 26 de Novembro


Título: Obrigada por este momento
Autor: Valérie Trierweiler
Tradução: Maria Irene Bigotte de Carvalho
N.º de Páginas: 256
PVP: 15,50€
O testemunho emotivo e sincero da ex-primeira-dama de França, Valérie Trierweiler

A edição portuguesa do livro que tem causado polémica em França desde que foi publicado, escrito pela ex-primeira-dama francesa sobre a sua relação com François Hollande, chega dia 26 às livrarias nacionais.

«Tudo o que escrevi neste livro é verdade. E sofri demasiado com a mentira para ser eu agora a servir-me dela.» Valérie Trierweiler

Obrigada por este momento é a reação sincera e frontal de uma mulher à traição do companheiro. Valérie Trierweiler, a antiga primeira-dama de França, revela a história da sua paixão por François Hollande, incluindo a vivência no Eliseu, até ao momento que viria a marcar o fim da relação. Nesta obra, Valérie expõe a intimidade de um casal, denuncia comentários privados do Presidente francês e conta como foi difícil superar a traição.

Entre as confissões, a autora não poupa críticas a Hollande e não hesita em dizer que é um homem calculista e frio nas relações pessoais e conta, a título de exemplo, que o líder do Eliseu apelida os franceses mais pobres de «desdentados».

O lançamento desta obra provocou um terramoto político e foi notícia em todo o mundo, transformando-a num bestseller imediato. Considerado por muitos como uma vingança, este livro é sobretudo a confissão íntima de uma mulher a braços com um grande desgosto de amor.

Sobre a autora:
Valérie Trierweiler nasceu em Angers, França, em 1956. Estudou História e Comunicação Política em Paris. Inicia a sua carreira em 1988 na revista Profession Politique e no ano seguinte começa a trabalhar na Paris Match. Entre 2005 e 2007 é coapresentadora de dois programas políticos no canal Direc 8. Após a rutura com François Hollande em janeiro de 2014, Valérie Trierweiler continua a trabalhar como jornalista e a dedicar-se a causas humanitárias.

«Um livro em que a vida privada e a política se misturam.» Le Monde
«A vingança em forma de livro de uma mulher contra o homem que a traiu.» El País



quinta-feira, 20 de Novembro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidade Oficina do Livro: Um livro que faz perdurar a memória de Manuel Forjaz

Título: 28 Minutos & 7 Segundos de Vida
Autores: Manuel Forjaz e José Aberto Carvalho
PVP: 13,90€
N.º de Páginas: 248

Chega esta semana, às livrarias, o livro que nos faz acreditar que “a vida só faz sentido se formos inconvenientes”, afirma, no prefácio, José Alberto Carvalho.

Em Janeiro de 2014, dois homens tiveram uma ideia: um programa de televisão. Nascia o «28 Minutos e 7 Segundos de Vida». Uma conversa entre Manuel Forjaz e José Alberto Carvalho sobre a vida. A nossa. A dos outros. A do nosso país. Ao longo de dez semanas ouvimos falar de assuntos tão diversos como economia, religião, prazer, morte. Não foram os temas escolhidos que convenceram quem assistiu aos programas, mas a sim a forma inquietante como os dois homens discutiam as temáticas e a mensagem que sempre conseguiam transmitir: obrigar-nos e ensinar-nos a pensar. De uma ideia de dois amigos criou-se um espaço de discussão, e por isso logo luminoso, na televisão nacional e na memória de quem acompanhou estes dois homens da comunicação. 28 Minutos e 7 Segundos de Vida é um livro que faz perdurar a memória de Manuel Forjaz, cumpre um desejo e deixa-nos uma mensagem a que devemos, muitas vezes, voltar.

“Porque ele tinha toda razão: vale mesmo a pena sonhar tudo, pedir tudo, para termos quase tudo” Helena Forjaz

“Esperamos que as páginas deste livro sejam uma inspiração quase tão real, como aquela que em vida ele nos ofereceu” António e José Maria Forjaz.

Sobre os autores: 
Manuel Forjaz nasceu em Moçambique, em Agosto de 1963. Economista pela Universidade Católica Portuguesa, foi director-geral da Bertrand e CEO da Medipress. Em 1997, tornou-se empresário e fez parte da Direcção da Associação Nacional de Jovens Empresários, ajudando igualmente a dinamizar uma série de iniciativas ligadas ao empreendedorismo empresarial e também, sob a forma de voluntariado, ao empreendedorismo social. Foi fundador do projecto Pais Protectores, do Instituto do Empreendorismo Social, lançou o TEDxOPorto e tornou-se um orador de relevo. Em 2010, foi-lhe detectado um nódulo no pulmão que se revelou cancerígeno e lutou desde essa data contra a doença. Morreu em Lisboa, onde vivia, em Abril de 2014.

José Alberto Carvalho nasceu em Penacova, em 1967. Formado em Jornalismo pela Escola Superior de Jornalismo do Porto, iniciou a sua carreira na TSF de onde saiu para RTP. Na estação de televisão pública tornou-se a voz, e o rosto, do Telejornal. Em 1992 estreou o terceiro canal, a SIC, onde ficou uma década. Regressou à RTP e em 2011 mudou-se para a TVI, onde é Director de Informação.

Porto Editora reúne vinte e cinco séculos de arte em livro

Título: A arte no Ocidente
Autoras:
Ana Lídia Pinto, Fernanda Meireles, Manuela Cernadas Cambotas
Págs: 464
PVP: € 39,90

A Porto Editora apresenta A arte no Ocidente, um livro da autoria de Ana Lídia Pinto, Fernanda Meireles e Manuela Cernadas Cambotas, três experientes docentes em História da Arte.
Pensada como uma obra de divulgação da História da Arte Ocidental junto do grande público, A arte no Ocidente abarca os seus principais momentos, desde a Antiguidade Clássica até à atualidade, dando o devido enfoque a realidade portuguesa contextualizada na arte europeia. Este livro oferece uma perspetiva sobre mais de vinte e cinco séculos de evolução artística, analisando com atenção as áreas da Arquitetura, da Pintura e da Escultura, integrando-as nos seus respetivos contextos históricos e culturais e descrevendo, classificando e interpretando estilos, movimentos, correntes, autores e obras, muitas delas com análises individuais mais aprofundadas.
É uma obra de leitura acessível ao público em geral, apreciador de livros de arte, assim como para estudantes e professores de História e História da Arte. Não é, pois, apenas um livro de consulta útil, mas em simultâneo, graças a uma apresentação cuidada, um livro-objeto passível de ser um presente apelativo. De fácil consulta, A arte no Ocidente é igualmente uma obra precisa, que se dirige tanto aos estudiosos da Arte como ao grande público que pensa, sente e vê a Arte como algo de seu e cujo conhecimento contribui tanto para um melhor entendimento pessoal como para o enriquecimento da sua perspetiva sobre o Mundo.

Sobre as autoras:
Ana Lídia Pinto, licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, lecionou as disciplinas de História, Ciências Sociais, Introdução à Política, Antropologia, História da Arte e História da Cultura e das Artes ao 3.º ciclo do ensino básico e sobretudo ao ensino secundário, onde exerceu, paralelamente, cargos de delegada à Profissionalização em Exercício e de Orientadora Pedagógica no CAP de Lisboa, bem como de formadora da DREN, no âmbito da Avaliação Pedagógica e da Didática da História.
É coautora do Programa de História da Arte para o ensino artístico especializado, de manuais escolares no âmbito da História (ensino básico e secundário), da História da Arte e da História da Cultura e da Arte, bem como de obras de divulgação geral, nesta última área. Publicou, a título individual, ensaios e artigos em jornais e revistas.
Fernanda Meireles, licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto,  lecionou as disciplinas de História das Artes Visuais, História da Arte em Portugal, História da Arte e História da Cultura e das Artes nos Cursos Gerais das Escolas Artísticas, História do Equipamento Ambiental (Curso de Equipamento/Arquitetura) e Teoria do Design. Foi acompanhante do lançamento da reforma curricular de 1989-1990 na DREN. É coautora de um Programa de História da Arte e da Comunicação para os cursos especializados do Ensino Artístico (10.º, 11.º e 12.º anos), autora de manuais para as disciplinas de Educação Visual e Oficina de Artes; coautora de manuais para as disciplinas de História da Arte e História da Cultura e das Artes e de outras obras de carácter geral nestas últimas áreas.
Manuela Cernadas Cambotas, licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, foi professora do Quadro de Nomeação Definitiva do Ensino Secundário, exerceu as funções de delegada à Profissionalização em Exercício e lecionou as disciplinas de História, Ciências Sociais, Introdução à Política, História da Arte e História da Cultura e das Artes, durante cerca de 38 anos.
É coautora do Programa de História da Arte para o Ensino Artístico Especializado e de manuais escolares e outras obras sobre História da Arte.


terça-feira, 18 de Novembro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

A Chave de Salomão - José Rodrigues dos Santos [Opinião]

Título: A Chave de Salomão
Autor: José Rodrigues dos Santos
Páginas: 624
Editor: Gradiva Publicações
PVP: 22€

Sinopse:
O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória.

The Key: Tomás Noronha

A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência.
Ou morrer a tentar.
Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas.

Será que a alma existe?
O que acontece quando morremos?
O que é a realidade?

Com esta empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério. Apesar de ser uma obra de ficção, A Chave de Salomão usa informação científica genuína para desvendar as espantosas ligações entre a mente, a matéria e o enigma da existência.

A minha opinião:
A Chave de Salomão traz novamente Tomás Noronha já conhecido dos leitores de José Rodrigues dos Santos e que irá desvendar a morte de Frank Bellamy, uma figura importante da CIA. Mas esta investigação é a história secundária naquele que é o 13.º livro escrito pelo jornalista.

A ideia deste romance surgiu depois de ter escrito A Fórmula de Deus, há oito anos, e aqui, José Rodrigues dos Santos (JRS) escreve sobre experiências de quase-morte na "voz" da mãe de Tomás e de física quântica, trazendo à cena Einstein, Bohr, Heinsenberg e a teoria da dupla fenda.

Confesso que A Chave de Salomão foi o livro que menos gostei de ler do autor e tudo porque nunca gostei de física. A parte em que JRS disserta sobre a dupla fenda, sobre partículas, os "campos fantasmagóricos" acredito que possam fascinar muitos leitores, mas para mim são um verdadeiro tédio.




Por outro lado gostei da experiência de quase-morte de dona Graça, onde descreve o que se passou quando estava completamente inanimada e não se podia lembrar de nada do que se tinha passado. JRS mostra exemplos de algumas experiências científicas na Holanda e Estados Unidos que levam a que se acredite que de facto algumas pessoas viveram mesmo essas experiências de quase-morte. Depois de mortas também se fazem experiências e o peso da alma é de 21 gramas. Acredite-se ou não.

O que faltou neste livro foram os criptogramas, os enigmas, as charadas, tão inerentes nos romances com Tomás Noronha, para a descoberta do crime de que o criptanalista é acusado por forma a tornar o livro mais interessante e não tão maçudo.

segunda-feira, 17 de Novembro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Bertrand publica Agridoce de Colleen McCullough

Título: Agridoce
Autor: Colleen McCullough
Género: Romance
Tradutor: Catarina Andrade
N.º de páginas: 464
Data de lançamento: 14 de novembro
PVP: 17,70€

No seu primeiro romance épico desde Pássaros Feridos, Colleen McCullough narra a apaixonante história de dois pares de gémeas, tendo como pano de fundo a Austrália dos anos 20 e 30.
As quatro irmãs Latimer não podiam ser mais próximas, todas se formam em enfermagem mas cada uma delas tem os seus próprios sonhos: Edda quer ser médica, Tufts quer organizar tudo, a Grace ninguém pode dizer que caminho deve seguir e Kitty quer ser reconhecida por outra coisa que não o seu lindo rosto. São famosas pela sua beleza e ambição, bem como pelo seu espírito livre, mas, à medida que se aproximam da idade adulta, a perspetiva limitada da vida que as espera é desmoralizante.
Os tempos são turbulentos, aguardam-nas provações terríveis, mas as quatro irmãs, com a sua juventude, ternura e paixão, lutarão por aquilo com que sonham.

Sobre a autora:
Nasceu na Austrália. Neuropatologista de formação, foi a fundadora do Departamento de Neuropatologia do hospital Royal North Shore, em Sydney, antes de começar a trabalhar como investigadora e professora em Yale, onde permaneceu durante dez anos. A sua carreira como escritora teve início com a publicação de Tim, a que se seguiu o best-seller internacional Pássaros Feridos.
Vive em Norfolk, no Pacífico, com o marido, Ric Robinson.