sexta-feira, 27 de março de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Jorge Reis-Sá em Vila Nova de Famalicão



Porto Editora - Dia Internacional do Livro Infantil em Vila do Conde

O Dia Internacional do Livro Infantil, que se assinala a 2 de abril, vai ser vivido de forma especial em Vila do Conde: no Teatro Municipal, numa sessão com entrada gratuita, Valter Hugo Mãe e a apresentadora Sónia Araújo vão ler O paraíso são os outros, o mais recente livro do escritor, e conversar sobre a obra.
Este título, que parte da inocência pueril e toca também a sabedoria dos mais crescidos, inaugura uma coleção de contos de Valter Hugo Mãe.
Nesta obra, narrada com o estilo singular do autor e ilustrada por Esgar Acelerado (ver página 3 do presente documento), a personagem principal, uma menina fascinada pelo amor, usa a imaginação para antever e descobrir o que é a felicidade.
Distinguido com o Prémio José Saramago, o Grande Prémio Portugal Telecom para melhor livro do ano e o Prémio Portugal Telecom para melhor romance, Valter Hugo Mãe é uma figura incontornável da literatura portuguesa contemporânea.
Em setembro de 2013, a Porto Editora publicou o mais recente romance do escritor, intitulado A Desumanização, já na 6.ª edição.



VOGAIS: "O Diário de Mary Berg" - Um dos relatos mais dramáticos e devastadores sobre a II Guerra Mundial


«Esta extraordinária e arrepiante memória é uma leitura essencial para todas as pessoas.» - Independent
«Um dos relatos mais dramáticos e devastadores sobre a Segunda Guerra Mundial… Um livro corajoso e inspirador.» - The New Yorker
«Um registo impressionante do terrorismo.» - Kirkus Reviews

Dramático e impactante, O Diário de Mary Berg, que chega às livrarias nacionais no dia 30 de março (Vogais l 352 pp I 19,99€), foi o primeiro relato a revelar a verdade sobre o Holocausto.

Em 1939, no dia do seu décimo quinto aniversário, enquanto as forças nazis apertavam o cerco sobre Varsóvia, Mary Berg começou a escrever este diário. Nesse momento, ela ainda não sabia que, quatro anos depois, teria preenchido 12 cadernos com as suas memórias do terror nazi, recordando com detalhes vívidos alguns dos mais importantes e dramáticos acontecimentos do século XX.
Desde o cerco das forças alemãs a Varsóvia até à final, e brutal, supressão da Insurreição do Gueto, Mary Berg documenta a provação dos refugiados, a luta diária pela sobrevivência, os recrutamentos forçados de judeus, as deportações e o heroísmo dos lutadores da Resistência que se ergueram contra a opressão alemã.
Libertada através de uma troca com um prisioneiro dos Aliados, Mary Berg levou consigo os cadernos que escrevera durante quatro anos. Ao fazê-lo, deixou-nos um dos documentos mais extraordinários da Segunda Guerra Mundial: publicado originalmente em 1945, este diário foi o primeiro a revelar a verdade sobre o Holocausto, um dos capítulos mais negros da História contemporânea.

Sobre a autora:
Sobrevivente do Holocausto, Mary Berg (1924–2013) foi libertada do Gueto de Varsóvia em 1943, refugiando-se com a sua família nos Estados Unidos da América.
Foi ali que, com a ajuda do jornalista S. L. Shneiderman, organizou os 12 cadernos que escreveu enquanto esteve presa no gueto de Varsóvia, produzindo esta obra, originalmente publicada em 1945, e que a Vogais agora edita, pela primeira vez, em Portugal.

Porto Editora publica o mais recente livro de Patrick Modiano "Para que não te percas no bairro"

Título: Para que não te percas no bairro
Autor:
Patrick Modiano
Tradutor: Manuela Torres
Págs.: 104
PVP: 15,50 €

Conforme anunciado no final do ano passado, a Porto Editora vai publicar o mais recente romance de Patrick Modiano, Para que não te percas no bairro. Neste livro, que chega às livrarias a 2 de abril, o autor volta a dar protagonismo à memória, desta vez através do olhar de um escritor sexagenário que leva uma vida pacata e solitária em Paris, até ao momento em que se cruza com uma investigação que o fará regressar à sua infância.
Depois de O horizonte, As avenidas periféricas e Dora Bruder, todos eles muito bem recebidos pelos leitores e críticos literários, este é o quarto romance do Nobel da Literatura 2014 no catálogo da Porto Editora.

Sobre o livro:
Várias décadas passaram desde que Jean Daragane, em criança, viveu em Saint-Leu-la-Forêt. Agora, sexagenário, escritor, mal pensa nisso. Leva uma existência solitária, o telefone raramente toca, praticamente não escreve. Até que acontece um «quase nada». Como que uma picada de inseto, que a princípio parece muito leve. Esse «quase nada» é o aparecimento de uma velha agenda telefónica onde figura o nome de Guy Torstel. Arrastado para o passado, para a Paris dos anos 1950 e 1960, Daragane vai-se confrontar com a memória de Annie Astrand, que foi para ele uma espécie de mãe e, mais tarde, talvez uma amante…

Sobre o autor:
Patrick Modiano nasceu em Boulogne-Billancourt, nos arredores de Paris, em julho de 1945, e publicou o seu primeiro romance (La Place de l’Étoile) em 1968. Com Rue des Boutiques Obscures, obteve em 1978 o Prémio Goncourt. Em 1972, recebeu o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa com As Avenidas Periféricas.
Considerado hoje um dos mais importantes escritores franceses, e autor de uma vasta obra, foi distinguido com o Grande Prémio Nacional das Letras e com o Prémio Nobel da Literatura de 2014.


Novidade «Os bebés também querem dormir», da terapeuta de bebés Constança Cordeiro Ferreira

Título: Os Bebés Também Querem Dormir
Autor: Constança Cordeiro Ferreira
Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 276
Editor: Matéria Prima

OS BEBÉS TAMBÉM QUEREM DORMIR
O QUE NOS DIZ O CHORO DO BEBÉ?
PORQUE É QUE ALGUNS BEBÉS SÃO TÃO DIFÍCEIS DE ACALMAR?
COMO PODEMOS DESCANSAR TODOS MELHOR?
A vida com um bebé ao colo não tem de ser feita de lutas para dormir, cólicas, choro permanente, inseguranças e medos. Há estratégias que faz em a diferença e técnicas para os momentos SOS, para que os pais e o bebé se entendam na perfeição, criando uma ligação única.
Considerada a “Fada dos bebés”, Constança Cordeiro Ferreira mostra, neste livro, como cada bebé tem, dentro de si, um verdadeiro manual de instruções e ajuda-nos a compreender os sinais. Conhecer a perspetiva do bebé é fundamental para o compreender. É um mapa para a ocitocina, essa hormona milagrosa que vai transformar as dificuldades em recordações felizes. É uma ajuda para que cada mãe, cada pai, possa descobrir e libertar o seu instinto, ligando-se profundamente ao seu bebé. É a mais antiga história de amor do mundo.

DESCUBRA A LINGUAGEM SECRETA DAS MÃES E DOS BEBÉS.
COMPREENDA-OS DESDE O NASCIMENTO. VIVA DIAS FELIZES E NOITES TRANQUILAS.



Sobre a autora:
Constança Cordeiro Ferreira é terapeuta de bebés e conselheira de aleitamento materno da OMS/Unicef. Trabalha com famílias há mais de seis anos e já ajudou centenas de pais a compreenderem melhor os seus bebés e a superarem dificuldades de amamentação, choro incontrolável, cólicas e noites mal dormidas.
Apaixonada pelas questões da infância e da maternidade, fez formação ao longo dos anos em Portugal e no estrangeiro, com vários especialistas nacionais e internacionais nas áreas do toque terapêutico, dos traumas perinatais e dos aspetos emocionais da transição para a parentalidade. A sua abordagem conjuga visões da antropologia, as descobertas das neurociências atuais e uma perspetiva instintiva daquilo que é ser pai e mãe, num profundo respeito pelo bebé e pelas necessidades de cada família.
Fundou em 2014 o Centro do Bebé, em Lisboa, um projeto destinado a apoiar as famílias para uma parentalidade feliz e confiante, desde a gravidez até aos primeiros anos de vida. É mãe de dois filhos.


quinta-feira, 26 de março de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

"Orpheu acabou. Orpheu continua" - 26 de Março de 1915

Há precisamente cem anos  foi publicado o primeiro número da revista "Orpheu". O Observador fez uma excelente reportagem que merece ser lida aqui 

Porto Editora lamenta morte de Luís Miguel Rocha

É com profunda tristeza que a Porto Editora comunica que Luís
Miguel Rocha morreu esta manhã, vítima de cancro, doença contra
a qual lutou nos últimos oito meses.
O corpo estará em câmara ardente na Capela das Boas Novas, em
Mazarefes, Viana do Castelo, realizando-se o funeral amanhã,
sexta-feira, dia 27 de março, pelas 16:00, no mesmo local.
Luís Miguel Rocha afirmou-se como um dos mais conhecidos e
bem-sucedidos escritores portugueses da atualidade, estando
traduzido por todo o mundo. Privilegiando, nas suas narrativas, a
ação e o mistério, Luís Miguel Rocha construiu uma obra em que os
temas relacionados com a Igreja e o Vaticano eram centrais. Livros
como A Mentira Sagrada e A Filha do Papa tornaram-se bestsellers
em vários países. Em 2009, com O Último Papa, Luís Miguel Rocha
chegou à lista de livros mais vendidos do The New York Times.
À família enlutada, aos seus amigos e admiradores, e aos muitos
milhares de leitores que o seguiam manifestamos as nossas
condolências.

Morreu Luís Miguel Rocha

O escritor Luís Miguel Rocha, de 39 anos, conhecido do grande público por escrever livros sobre o Vaticano, morreu, hoje, vítima de doença prolongada.
É com enorme pesar que escrevo esta mensagem. Conheci pessoalmente o autor na Feira do Livro do Porto em 2012, mas comunicava com ele via facebook frequentemente. Era uma pessoa de trato fácil, simpática, terra a terra. Não tinha quaisquer tiques de vedeta, muito frequentes nos escritores.
Quando soube que estava doente, nunca pensei que a doença o ia levar, pensei sempre que ele fosse mais forte que ela. Mais uma vez, esta maldita doença provou ser mais forte.
No entanto, um escritor num morre, a sua obra fica sempre entre nós!

Cifra: um dos livros mais aguardados do ano chega às livrarias a 10 de abril

Título: Cifra
Autor: Mai Jia
Género: Romance
Tradução: Miguel Freitas da Costa
N.º de páginas: 400
Data de lançamento: 10 de abril
PVP: 18,80€

Um dos livros do ano. Um dos mais aclamados livros da última década e um bestseller internacional.
Os números escondem palavras e segredos. Escondem a ordem e a desordem do mundo – bem como comunicações militares e códigos que ninguém consegue decifrar. Até aparecer este homem.
Neste seu romance de estreia, Mai Jia revela o misterioso mundo da unidade 701, uma secretíssima agência de inteligência chinesa, cujo único propósito é decifrar códigos.
Combinando brilhantemente o mistério e a tensão de um thriller de espionagem com as nuances de uma profunda observação psicológica e as qualidades mágicas de uma fábula chinesa, Cifra revela-nos na criptografia a chave do coração humano.
Um livro misterioso e fascinante que apresenta Mai Jia como um dos maiores e mais populares escritores da China dos nossos dias, e que conquistou o reconhecimento internacional.
«Uma obra-prima com um enredo emocionante, uma aura sobrenatural e detalhes brilhantes.» The New York Times
«O livro é uma abordagem complexa e subtil da criptografia, da política e dos sonhos – e do seu significado.» London Review of Books
Cifra chega aos leitores portugueses com a chancela da Quetzal. Miguel Freitas da Costa traduziu a obra do inglês – a versão autorizada pelo autor Mai Jia e que serviu de base às traduções para todas as outras línguas.

Sobre o autor:
Mai Jia, que passou vários anos nos serviços de inteligência chineses, é um dos autores mais influentes da China. Publicou quatro romances, três dos quais deram origem a séries televisivas e a filmes. Jia foi galardoado com os grandes prémios literários do seu país – entre eles a mais alta distinção nesta área: o Prémio Mao Dun para a Literatura.


Apresentação de «Uma mulher no topo do mundo» de Maria da Conceição


Descubra como era O Dia-a-Dia em Portugal na Idade Média

Sabia como se nascia e vivia em Portugal na Idade Média? Que preocupações havia na educação dos filhos? O que se festejava e como? Como se vivia e se morria?  Como se sentia a religião nesta época? Como era a saúde e a doença e como se tratavam os vários males?,

A historiadora Ana Rodrigues Oliveira, responde a estas questões nesta obra para ficarmos a conhecer e a perceber o quotidiano em Portugal entre os séculos XI e XV. Partindo de exemplos concretos a autora mostra uma visão abrangente do Dia-a-Dia em Portugal na Idade Média, desde a saúde, à política, passando pela religião, o casamento, a vida doméstica ou a prostituição.

Sinopse:
Como se nascia e se vivia em Portugal, na Idade Média? Que preocupações havia na educação dos filhos? Como era o poder do rei e a sua relação com os grupos sociais privilegiados? Como se sentia a religião nesta época? Como era a saúde e a doença e como se tratavam os vários males? Como conviviam os grupos minoritários, fossem eles religiosos, como os judeus e mouros, fossem sociais, como as mulheres mundairas? O que se festejava e como? Como se vivia e se morria? Estas são algumas das perguntas a que a historiadora Ana Rodrigues Oliveira responde ao longo de um livro fundamental para perceber o quotidiano em Portugal entre os séculos XI e XV. Partindo de exemplos concretos e num texto acessível e simples, oferece-nos uma visão abrangente desta época, desde a saúde, à política, passando pela religião, o casamento, a vida doméstica ou a prostituição. Porque a História não é contada apenas recordando os grandes feitos, mas também através da vivência e dos comportamentos de um povo ao longo dos tempos.

Sobre a autora:Ana Maria Rodrigues Oliveira é professora de História, com especialização na área de História Cultural e das Mentalidades. Doutorou-se em 2004 na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Tem desenvolvido estudos nas áreas da mulher e da criança e participado em vários congressos e seminários. Entre outros trabalhos, publicou: «Mulheres e fronteira na cronística medieval dionisina», in As Relações de Fronteira no Século de Alcanices, Porto, 1998; As Representações da Mulher na Cronística Medieval Portuguesa, Patrimónia Histórica, Cascais, 2000, (tese de mestrado); «A imagem da mulher nas crónicas medievais», in Faces de Eva, Edições Colibri, Lisboa, 2001; «O corpo infantil nos tratados médicos Hispano-Árabes», in O Corpo e o Gesto na Civilização Medieval, Edições Colibri, Lisboa, 2006; A Criança na Sociedade Medieval Portuguesa, Teorema, Lisboa, 2007, (tese de doutoramento); «A criança», in História da Vida Privada em Portugal – A Idade Média, Círculo de Leitores, Lisboa, 2010 e «A mulher», na mesma obra, em co-autoria; “Inês de Castro, uma vida em verso… até ao fim do Mundo”, in Pedro e Inês – O Futuro do Passado, Associação dos Amigos de D. Pedro e D. Inês, Coimbra, 2013; “Philippa of Lancaster: The Memory of a Model Queen”, in Queenship in  the Mediterranean, International Conference “Kings and Queens: Power, Politics, Patronage and Personalities”, Palgrave Macmillan, United States, 2013; “A criança medieval: um ser inferior, indesejado e perturbador. Mito ou História?”, in Representações do Mito na História e na Literatura, Universidade de Évora, 2014. É co-autora de manuais escolares para o ensino da História e membro do Instituto de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Em 2010 editou a obra Rainhas Medievais de Portugal, pela Esfera dos Livros.  

f

 
quarta-feira, 25 de março de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidade Asa: Só se Ama uma Vez de Johanna Lindsey

Título: Só se Ama uma Vez
Autor:
Johanna Lindsey
PVP: 16,90€
Ebook: 9,99€
N.º de Páginas: 320
Romance – Série Malory – VOL. I

Sinopse:
Regina Ashton já recusou tantos pretendentes à sua mão que a alta-sociedade londrina a considera uma snobe sem coração. Não podiam estar mais enganados. Órfã desde cedo, Regina é a sobrinha superprotegida de Lord Edward e Lady Charlotte Malory, a quem é muito difícil agradar. Aos olhos dos tios, nenhum dos jovens candidatos é suficientemente bom. Cansada de tão infrutífera busca, a jovem sai de casa numa noite escura, decidida a informá-los de que não pensa casar… nunca! Mas o seu plano coloca-a no sítio errado à hora errada, e é raptada por engano. A sua ira perante a arrogância do raptor, Nicholas Eden, vai inesperadamente dar lugar a sentimentos contraditórios de paixão e vergonha. Aquela noite não mais lhe sairá da cabeça.

O Visconde Nicholas Eden também tinha um plano: dar uma lição à sua amante descontente, raptando-a ao abrigo da noite. Não contava enganar-se na pessoa e arruinar a reputação de uma menina de família. Mas agora, movido pelo desejo mais desenfreado que alguma vez sentiu, é a custo que reconhece que nunca poderá casar com Regina, apesar do escândalo que paira sobre eles.

Implacável, é o destino que os uniu a afastá-los irremediavelmente, ainda que ambos saibam que um amor assim só se vive uma vez…

Sobre a autora:
Johanna Lindsey já vendeu mais de cinquenta milhões de exemplares das suas obras, traduzidas em doze línguas. Tendo escrito mais de quarenta romances (todos eles um sucesso de vendas), é uma das escritoras românticas mais conhecidas no mundo inteiro. Os seus romances históricos abrangem todo o tipo de épocas e lugares, desde a Idade Média ao Velho Oeste americano, mas a série que mais sucesso lhe granjeou foi a saga da família Malory, do período da Regência.

Lançamento do livro «Escrevam a dizer quem foi ao meu funeral», de Celso Filipe



terça-feira, 24 de março de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Porto Editora lamenta a morte do Mestre


Editora Verso da História publica novo livro de Lourença Baldaque A Invenção da Vida

Título: A Invenção da Vida
Autor:
Lourença Baldaque
Género: Romance
PVP: 13,99 €
Editora: Verso da História

Ao longo de um percurso que se divide entre o Recife e Lisboa, entre a realidade e a imaginação, dois irmãos tentam reinventar
a vida e ganhar as suas batalhas interiores.

“Éramos uma espécie de degenerados com demasiado talento para podermos vingar numa sociedade que se queria ordeira. Nós não queríamos ser motineiros contudo desejávamos incendiar uma tradição estabelecida. Digamos que nos sentíamos oprimidos porque sabíamos que a nossa fatalidade era a de nunca nos cumprirmos, não aqui.”Ao longo da noite de 31 de Dezembro, Mauro recorda as pessoas e os eventos mais marcantes da sua vida desde o ano em que deixou o Recife para viver em Portugal motivado pelo período conturbado do fim da Monarquia e implantação da República.
A invenção da vida revela-nos como os lugares e os encontros são um factor decisivo para a descoberta de uma vocação, onde a revolução republicana surge como uma metáfora das batalhas que se travam intimamente como sendo as mais determinantes no decurso de toda uma existência.


Sobre a autora:
Lourença Baldaque nasceu no Porto em 1979.
É licenciada em Arte e Património pela Universidade Católica Portuguesa e concluiu o curso de Mestrado em Línguas, Literaturas e Culturas em Estudos Ingleses e Norte-Americanos pela Universidade Nova de Lisboa.
Tem publicadas as novelas A Alegria do Bem e do Mal (2005), vencedora do Prémio Revelação do Prémio Máxima de Literatura 2006, e A Neblina (2010).