terça-feira, 17 de julho de 2018

Apresentação do livro «António Variações: Entre Braga e Nova Iorque», de Manuela Gonzaga



Apresentação de «O Meu Coração Só Tem Uma Cor», de Joana Marques


quinta-feira, 12 de julho de 2018

No seguimento de «Sr. Mercedes» e «Perdido e Achado», a Bertrand Editora publica agora «Fim de Turno»

Título: Fim de Turno
Autor: Stephen King
Género: Literatura / Thriller
Tradução: Ana Lourenço
N.º de páginas: 368
PVP: € 18,80 |

Stephen King é um dos mais populares autores contemporâneos e os seus livros acompanham-lhe o sucesso. Na sequência do livro Sr. Mercedes e Perdido e Achado, chega agora Fim de Turno, um thriller que promete uma leitura imparável e emocionante.
«O carácter pragmático das investigações de Bill e Holly fazem brilhar o romance. Eu seguia estes dois para qualquer lado.»
Guardian
«É este o livro que eu escolheria no aeroporto para a viagem.»
Evening Standard
A série tem sido muito bem acolhida pelos leitores em todo o mundo, que a têm considerado uma experiência de leitura obrigatória ao atribuírem 5 estrelas, como é o caso através do Goodreads.
Fim de Turno é um livro que consegue ser emocionante, assustador, reconfortante e devastador... Muitas das vezes tudo ao mesmo tempo. Um livro que fala sobre a amizade, a perda, uma vida bem vivida e a diferença entre deixar estar e desistir.

Sinopse:
Bill Hodges, que agora gere uma agência com a colega Holly Gibney, fica intrigado com a letra Z escrita a marcador na cena de um crime para que são chamados. À medida que se vão acumulando casos idênticos, Hodges fica espantado ao perceber que as pistas apontam para Brady Hartsfield, o célebre «assassino do Mercedes» que eles ajudaram a condenar.
Devia ser impossível: Brady está confinado a um quarto de hospital num estado aparentemente vegetativo. Mas Brady Hartsfield tem novos poderes letais. E planeia uma vingança, não só contra Hodges e os seus amigos, mas contra a cidade inteira.

Sobre o autor:
Stephen King é um dos mais populares autores contemporâneos.
Escreveu mais de quarenta livros, incluindo A Cúpula e 22/11/63.
Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Bram Stoker Award, o World Fantasy Award, o Nebula Award e o prestigiado National Book Award. Conta hoje com mais de trezentos milhões de exemplares vendidos em cerca de trinta e cinco países.
Números e um currículo impressionantes a fazerem jus ao seu estatuto de escritor mais bem pago do mundo.


O Executor - A história de um dos maiores criminosos de sempre

Título: O Executor
Autor: Helmut Ortner
Tema: História Mundial
PVP: 17,45€
N.º de Páginas: 288
1.ª edição

Sinopse
Envolto em mistério até aos nossos dias, o nome do juiz Roland Freisler está fortemente ligado ao sistema judicial da Alemanha nazi. Além de Secretário de Estado do Ministério da Justiça do Reich, Freisler foi o presidente do Tribunal do Povo — o homem diretamente responsável por milhares de sentenças de morte. O Tribunal do Povo nazi escreveu um dos capítulos mais sombrios da história alemã, já que foi o tribunal que decretou a maioria das sentenças de morte na Alemanha de Hitler e tinha apenas uma função: liquidar toda a oposição ao regime de Hitler. O domínio das leis e a destreza verbal nos tribunais fizeram de Roland Freisler o juiz mais temido do terceiro Reich. Esta é a história, manchada de sangue, de um juiz implacável, numa época sem piedade, uma personagem enigmática, terrível e desprovida de coração.

Sobre o autor: 
Helmut Ortner nasceu na Alemanha em 1950, vive e trabalha em Frankfurt. Escreveu diversos livros de sucesso, publicados em mais de 14 países. Convidado pelo Instituto Goethe, realizou diversas digressões para divulgar o seu trabalho um pouco por todo o mundo. O Executor teve um forte impacto na Alemanha no momento da sua publicação e recebeu elogios nos principais jornais e revistas do país.


quarta-feira, 11 de julho de 2018

A Filha de Cayetana, a história verdadeira da filha negra adoptada pela Duquesa de Alba, de Carmen Posadas, já nas livrarias

A Casa das Letras edita A Filha de Caeytana, a história verdadeira da filha negra adoptada pela Duquesa de Alba na Espanha do século XVIII, um romance histórico escrito pela uruguaia Carmen Posadas (escritora de sucessos como Pequenas Infâmias).

María del Pilar Teresa Cayetana de Silva y Álvarez de Toledo era uma "estrela" na corte de Carlos IV. Protagonista de uma vida de excessos, era excêntrica, osbtinada e livre, tal como o foi uma sua descendente, a 18.ª Duquesa de Alba que, morreu, em 2014, depois de sucessivos escândalos nas revistas cor-de-rosa, o último dos quais o casamento com o jovem motorista, aos 85 anos.

Musa de Goya, Cayetana tinha uma saúde frágil, era casada com um primo que não lhe ligada nenhuma e como não podia conceber filhos, adoptou uma menina de raça negra, María de la Luz Álvarez de Toledo, de olhos cor de esmeralda, a quem deixou em testamento a sua fortuna (documento que ainda existe), mas sobre quem pouco se sabe .Julga-se também que seja ela a mulher representada no famoso quadro de Goya, A Maja Nua, que pode ser visitado no Prado, visto que ambos foram muito amigos e o pintor nutria por ela enorme paixão. Uma aguarela em que Cayetana surge com a menina nos braços é outro dos documentos que sustentam esta história.

Foi a partir destes episódios que a escritora uruguaia, radicada em Espanha, Carmen Posadas, relata as peripécias das duas mães: a adoptiva com os seus amores e dramas na corte e a biológica, a cubana Trinidad, que, sendo escrava em Espanha, luta por encontrar a bebé que lhe foi retirada após o nascimento.

Carmen Posadas vive em Madrid desde 1965, embora tenha passado longos períodos em Moscovo, Buenos Aires e Londres, cidades onde o pai exerceu cargos diplomáticos. Começou por escrever para crianças e, em 1984, recebeu o Prémio do Ministério da Cultura espanhol para o melhor livro infantil desse ano. É ainda autora de ensaios, guiões de cinema e de televisão, de relatos e de vários romances, entre os quais se destaca Pequenas Infâmias, galardoado com o Prémio Planeta de 1998, e que foi objeto de críticas excelentes no The New York Times e no The Washington Post. Os seus livros foram traduzidos em 23 línguas e são publicados em mais de 40 países. Em 2002, a revista Newsweek aclamou Carmen Posadas como “uma das autoras latino-americanas mais relevantes da sua geração”.





«Mariana Vitória de Bourbon – A Rainha Discreta», de Paulo Drumond Braga, nas livrarias a 13 de julho

Título: Mariana Vitória de Bourbon
Autor: Paulo Drumond Braga
Género: Biografia
N.º de páginas: 384
Data de lançamento: 13 de julho
PVP: € 18,80

«Muito dedicada ao marido, às filhas e depois aos netos — como se esperava e desejava de uma rainha consorte do século XVIII —, foi, ao mesmo tempo, profundamente ligada à sua família de origem. Viu sempre os sucessivos reis de Espanha como os chefes de uma numerosa família de que fazia parte. Tal foi muito mais evidente com seu pai, Filipe V, e com seu irmão inteiro, Carlos III, do que com Fernando VI, seu meio-irmão, já que, em relação a este último, terá sido profundamente influenciada pela má vontade que Isabel Farnesio lhe votava. Aliás, sua mãe foi sempre uma figura tutelar na família, procurando manobrar filhos, enteados, noras, genros e netos. Mariana Vitória tentou sempre agradar ao pai, à mãe e ao irmão inteiro, nomeadamente no plano político, prestando-se a alguns papéis que lhe solicitaram, nomeadamente a luta diplomática em Roma pela extinção da Companhia de Jesus, que tanto mobilizou Carlos III e D. José I.»
Chegará às livrarias na próxima sexta-feira «Mariana Vitória de Bourbon – A Rainha Discreta», de Paulo Drumond Braga, a primeira a única biografia de uma rainha consorte que foi regente e promotora da paz.
Exemplarmente escrita e estruturada, esta nova obra de Paulo Drumond de Braga revela a vida desta Rainha que viveu entre Espanha e Portugal e que, ao longo do seu reinado, ajudou a evitar uma guerra entre as duas monarquias ibéricas e conseguiu a assinatura de um tratado de limites no continente americano muito favorável a Portugal. Desde o seu nascimento, ao casamento, maternidade e chegada ao trono, à governação, até aos últimos dos seus dias, esta biografia inédita conta a história singular de uma Rainha sem deixar de lado qualquer pormenor.

Sinopse:
A primeira a única biografia de uma rainha consorte que foi regente e promotora da paz
D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), mulher de D. José I, rainha consorte de Portugal, era filha de Filipe V de Espanha e de Isabel Farnesio. Viveu na corte de Versalhes, pois a sua mão esteve prometida a Luís XV, rei de França.
Casou aos 10 anos de idade por procuração em Madrid com o herdeiro da coroa portuguesa, futuro D. José I. O casamento foi consumado quatro anos depois, no dia em que completou 14 anos de idade. Foi mãe de quatro filhas, uma delas a futura D. Maria I.
Mulher decidida, prudente, sensata, devota, esmoler e culta, adorava divertir-se na caça, na equitação, nas touradas, na música e em jogos diversos ao uso do seu tempo. D. José I, que nela confiava plenamente, encarregou-a duas vezes do governo do reino. Conselheira de sua filha, a rainha D. Maria I, passou um ano em Espanha ajudando a selar a paz entre as duas monarquias ibéricas.

Sobre o autor:
Paulo Drumond Braga fez toda a sua formação académica na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa: licenciatura em História (1987), mestrado em História da Idade Média (1992), doutoramento em História (1997).
Lecionou durante duas décadas no ensino superior privado, sendo atualmente investigador da Cátedra Infante D. Henrique para os Estudos Insulares Atlânticos e a Globalização (CIDH)/Cátedra Convidada FCT/Universidade Aberta. É autor de mais de uma centena de artigos e comunicações a congressos, além de 22 livros, nomeadamente algumas biografias: D. João III (2002); D. Pedro II: Uma Biografia (2006); A Princesa na Sombra: D. Maria Francisca Benedita (1746-1829) (2007); O Príncipe D. Afonso, filho de D. João II: Uma Vida entre a Guerra e a Paz (2008); Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus: Maria Francisca Isabel de Saboia. Maria Sofia Isabel de  Neuburg (em colaboração com Isabel M. R. Mendes Drumond Braga) (2011); D. Maria (1521-1577), Uma Infanta no Portugal de Quinhentos (2013); D. Pedro III, o Rei Esquecido (2013) e Nas teias de Salazar. D. Duarte Nuno de Bragança (1907-1976) entre a esperança e a desilusão (2017).




Calvin Esparguete, a história extraordinária do gato mais famoso de Lisboa

Ainda não conhece a extraordinária história de Calvin Esparguete, o gato que anda de autocarro, descansa nas luxuosas lojas de marca da Avenida da Liberdade e adora fiambre, os bifes do vizinho do primeiro andar ou a comidinha da peixeira. Pode descobri-la no livro Diário de um Gato Citadino, escrito pela jornalista Filomena Lança, uma edição Dom Quixote, que já está à venda em todo o país.

Calvin é um gato cinzento, gordo, de olhos esverdeados e ar sério e maldisposto ou ternurento e simpático, consoante esteja ou não com fome e queira ou não que lhe abram a porta para ir à rua. Tem uma história que contada ninguém acredita. Mora numa colina de Santana, que fica do lado esquerdo da Avenida da Liberdade, perto da Baixa. Tem na coleira o número de telefone dos donos que, graças aos telefonemas dos novos amigos que vai fazendo, sabem sempre onde é que ele anda. Ou quase sempre. Já ficou meses fora de casa, perdeu-se nos subúrbios e tiveram de o ir buscar a Santo António dos Cavaleiros ( o que para um gato é o mesmo que viajar até à China), passeou-se pelo Metro, foi estrela na Net e fez amigos entre os turistas.Um estudante de Eramus achou que era um gato vadio e fez dele a sua companhia nos seis meses que viveu em Lisboa. E ainda hoje pergunta por ele. Mas os médicos da morgue de um conhecido hospital da zona já nem estranham a sua presença. Alimentam-no, deixam-no dormir e, depois, telefonam aos donos para o irem buscar.

Calvin Esparguete, Diário de um Gato Citadino é a história das suas aventuras pela cidade, contada como só ele o poderia fazer. Não pense que tudo isto é produto da imaginação delirante da dona, a jornalista Filomena Lança, porque se trata de uma história real, com fotos e vídeos para provar. Só Hollywood é que ainda não reparou nele, mas Calvin já se porta como uma verdadeira "estrela".


A grande lista de diabruras da pequena Sofia - Nas livrarias a 17 de julho

Título: Os Desastres de Sofia
Autor: Condessa de Ségur
N.º de Páginas: 208 
PVP: 13,90 €
Nas livrarias a 17 de Julho
Guerra e Paz Editores

Os Desastres de Sofia, da Condessa de Ségur, dão a conhecer a vida de uma miúda traquina de quatro anos. Sofia tem na sua vida um único prazer: desobedecer à mamã. Mente, faz pequenas patifarias, está sempre irrequieta. As peripécias deste pequeno diabinho chegam às livrarias a 17 de Julho.

Os animais não lhe sobrevivem: peixes, tartarugas, passarinhos, todos acabam mortos às suas mãos. Tira os olhos das bonecas, rapa as sobrancelhas, rouba doces. Enfim, a lista de diabruras da pequena Sofia não tem fim. Mas ela não o faz por mal, é boa menina, só que é muito desastrada… e faz sempre o contrário do que lhe dizem.

Juntamente com o priminho Paulo, obediente e bem-comportado, vai viver grandes aventuras e sofrer merecidos castigos.

Este é o livro com mais sucesso de Sophie Rostopchine, conhecida como Condessa de Ségur. A autora nasceu na Rússia, em 1799, mas cedo se mudou para França, onde morreu, em 1874. Começou por escrever para as suas filhas, que foram viver para Londres com o pai, embaixador francês. Mas Os Desastres de Sofia é dedicado à neta, Élisabeth Fresnau.

Este volume é o primeiro de uma nova colecção de clássicos infanto-juvenis que a Guerra e Paz está a preparar. O próximo título será As Meninas Exemplares, também da Condessa de Ségur.


segunda-feira, 9 de julho de 2018

À Beira do Colapso - B. A. Paris [Opinião]

Título: À Beira do Colapso
Autor: B. A. Paris
Editor: Editorial Presença
N.º de Páginas: 320

Sinopse:
Cass vive momentos difíceis desde o dia em que viu aquela mulher dentro de um carro estacionado no bosque. Agora sabe que a mulher foi assassinada e que ela nada fez para ajudar. Tenta afastar o caso da sua mente, mas o que poderia ela ter feito? Se tivesse parado, teria provavelmente acabado também por ser uma vítima.

Mas, desde então, Cass anda perturbada, esquece-se das coisas mais básicas: Onde deixou o carro? Tomou a medicação? Qual o código do alarme de casa? Consumida por um profundo sentimento de culpa, a única coisa que não consegue esquecer é a imagem daquela mulher dentro do carro. e há ainda as chamadas telefónicas anónimas e a sensação de que alguém anda a observá-la. Mas quem poderá estar por detrás disso?

A minha opinião: 
É natural que quem leu o primeiro livro de B. A. Paris se sinta desiludido com À Beira do Abismo. Mas também é difícil de superar ou até igualar um livro tão bom como foi Ao Fechar a Porta. Até que o seu primeiro livro não foi apenas bom. Foi o melhor livro que li no ano passado. 

Eu não me senti nada defraudada com este livro. O mistério continua bem presente e, mais uma vez, a autora mostra que nem tudo o que parece é, fórmula que já tinha resultado tão bem no seu livro de estreia. 

Cass é uma mulher completamente transtornada. Depois de ter visto uma mulher parada numa estrada isolada, sob uma grande tempestade, e não ter conseguido ajudá-la vai fazer com que não consiga dormir com os remorsos. Tudo se agrava quando na manhã seguinte descobre que essa mulher foi assassinada e que a conhece. 

A par disso, começa a ter perdas de memória e teme que a doença que a sua mãe padeceu seja hereditária. E a agravar toda a situação existem umas chamadas anónimas que não deixam a jovem professora em paz. O facto de ninguém falar do outro lado ainda atemorizam mais Cass que tem medo que seja o assassino. 

Ao seu lado, tem o extremoso marido que tudo faz para a compreender, embora Cass não lhe conte tudo o que se anda a passar com ela desde aquela noite. O mesmo se passa com a sua melhor amiga que, apesar de a achar um pouco estranha, tenta de todo o modo vê-la feliz. 

Os dias passam e a situação de Cass agrava-se a olhos vistos. Enquanto leitora apreciei a forma como a história foi sendo construída, apesar de a  minha intuição ter estado certa desde o início. Porém, o facto de ter intuído que o desfecho da história seria esse não deixei de me ir surpreendendo com algumas passagens ao longo do livro. 

Como thriller psicológico este é um excelente livro a ler. E, se não leu nenhum dos dois da autora recomendava estava primeiro, porque apreciará melhor a leitura deste sem que o leve a fazer comparações com o anterior. 

Mais informações sobre o livro no site da Presença aqui





«Charlatães» é o mais recente thriller médico de Robin Cook

Título: Charlatães
Autor: Robin Cook
Género: Literatura / Thriller
N.º de páginas: 424
PVP: € 18,80

O mais recente livro assinado por Robin Cook, «Charlatães», chega hoje às livrarias portuguesas e garante uma história vertiginosa e aterradora. Médico e escritor, Cook combina a sua vasta experiência em ambas as áreas neste assombroso thriller, que manterá o leitor preso da primeira à última gota.
Misteriosos erros médicos – que acabaram na morte inesperada de vários pacientes – levam a que todo o pessoal médico do Hospital Universitário de Boston seja investigado. Num dos mais célebres e qualificados hospitais do mundo, diversos erros fatais não são apenas uma coincidência, tornando todos suspeitos e lançando os responsáveis do hospital numa desesperada e incessante busca pelo culpado.
Com uma narrativa intensa e cativante, o autor bestseller transporta o funcionamento interno e o treino médico de um dos mais conceituados centros hospitalares do mundo para uma intriga política, construindo personagens que denunciam o sistema corrompido e os interesses pessoais instituídos.

«Agarra-nos… Aterrador» - New York Times

Sinopse:
«Célebre pelos seus avanços na medicina, o hospital universitário de Boston tem diversas «salas de operações híbridas do futuro». Os tratamentos são mais bem-sucedidos e os riscos muito reduzidos. É por isso um choque quando um erro de anestesia durante uma operação de rotina resulta na morte do paciente. O Dr. Noah suspeita de William Mason, um cirurgião de renome internacional, narcisista e snobe. Mas Mason põe todas as culpas na anestesista Ava London.
Quando começam a surgir mais mortes associadas a erros nas anestesias, Noah é obrigado a investigar todo o seu pessoal médico, incluindo Ava, que pode muito bem não ser quem parecia ser. Mas, sobretudo, é preciso descobrir o culpado antes que mais mortes sucedam.»

Sobre o autor:
Robin Cook é médico e escritor. A sua ficção gira em torno da medicina e de temas relacionados com a saúde pública, sendo especialmente conhecido por combinar este género com o thriller.
Muitos dos seus livros são bestsellers do New York Times e venderam perto de 400 milhões de exemplares pelo mundo inteiro.




As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky chega às livrarias portuguesas a 10 de julho

As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky foi várias vezes premiado e censurado em algumas escolas e bibliotecas dos Estados Unidos. Chega a 10 de julho às livrarias portuguesas.

Título: As Vantagens de ser Invisível
Autor: Stephen Chbosky
N.º de Páginas: 264 
PVP: 14,90€

Sinopse
Charlie tem 15 anos e ainda sonha com o primeiro beijo. Tímido, introvertido, não tem qualquer amigo. Acaba de entrar no décimo ano e já conta os dias que lhe faltam para acabar o secundário. Olha à sua volta e sabe que não pertence a nenhum grupo. É apenas um miúdo sensível, com uma inteligência superior à média, dividido entre viver a vida ou fugir dela. Na dúvida, prefere ser invisível, como uma flor no papel de parede, que está lá mas em quem ninguém repara. Não se vai manter invisível durante muito tempo. Sente a pressão do primeiro encontro, da primeira namorada. Em seu redor há festas, sexo, drogas e um suicídio que o marca para sempre. Mas há também Sam, uma finalista por quem se apaixona perdidamente. E o meio-irmão dela, Pat, que é homossexual mas ninguém sabe. Os dois vão acolher Charlie, iniciá-lo num mundo de descobertas, guiá-lo ao longo dos misteriosos anos da adolescência. As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky, é uma obra de enorme ternura, por vezes cruel, e sempre de uma sinceridade desarmante. Charlie abre-se ao leitor, revela os seus medos, angústias e o terrível segredo que o acompanha desde a infância. Várias vezes premiado, e também censurado em algumas escolas e bibliotecas dos Estados Unidos, foi adaptado ao cinema pelo próprio autor, num filme da MTV, com Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller nos principais papéis.

Sobre o autor:
Stephen Chbosky é um romancista, argumentista e realizador de cinema, conhecido sobretudo por este As Vantagens de Ser Invisível, que o próprio autor adaptou ao cinema. Escreveu também os argumentos para os filmes Rent e A Bela e o Monstro (na versão de 2017, com Emma Watson). Foi ainda co-criador, argumentista e produtor da série de televisão Jericho, que passou na CBS entre 2006 e 2008. Mais recentemente realizou o filme Wonder - Encantador, com Julia Roberts no principal papel. Pode seguir o autor no Twitter @StephenChbosky.


"Destemida" um livro de Lesley Livingston chega a 13 deste mês

A Saída de Emergência publica a 13 de julho um livro que vai marcar todos os leitores que gostam da época romana, mas desta vez a novidade é termos uma mulher gladiadora como protagonista da história.

Destemida conta a história de Fallon, a filha mais nova de um orgulhoso rei celta e sempre viveu na sombra da lendária reputação da guerreira Sorcha, a sua irmã mais velha, que morreu em combate quando os exércitos de Júlio César invadiram a ilha da Bretanha.

Na véspera do seu 17.º aniversário, Fallon está ansiosa por seguir os passos da irmã e conquistar o seu legítimo lugar entre os guerreiros reais. Mas ela nunca terá essa oportunidade, já que é capturada e vendida a uma escola de elite que treina mulheres gladiadoras —e cujo patrono é o próprio Júlio César. Numa cruel reviravolta do destino, o homem que destruiu a família da jovem poderá ser a sua única hipótese de sobrevivência. Agora, Fallon terá de ultrapassar rivalidades perversas e combates mortais — dentro e fora da arena. E talvez a maior ameaça de todas: os seus sentimentos proibidos, porém irresistíveis, por Cai, um jovem soldado romano.

Sobre a autora: 
Lesley Livingston é uma premiada autora de livros para jovens. Tem um mestrado em Inglês pela Universidade de Toronto, onde se especializou em Literatura Arturiana e Shakespeare. Atua frequentemente com o grupo de teatro Tempest, de que é cofundadora. Vive atualmente em Toronto, Canadá. Pode consultar a página da autora em www.lesleylivingston.com



«O Manuscrito», de John Grisham, chega às livrarias

Título: O Manuscrito
Autor: John Grisham
Género: Literatura / Thriller
N.º de páginas: 288
PVP: € 17,70
Tradução: Fernanda Oliveira

Chegou às livrarias portuguesas «O Manuscrito», o mais recente livro de John Grisham. Nesta obra, os leitores de um dos autores norte-americanos mais lidos do mundo encontrarão ainda mais ação que os levarão a querer ler de uma só assentada.
Em «O Manuscrito», número 1 do New York Times, o leitor acompanha, na Flórida, uma história sobre ávidos leitores, desde aqueles que escrevem até aos que roubam livros, e uma heroína que sofre de bloqueio criativo e que é convidada para se infiltrar num círculo literário duvidoso. Mistério, ação e suspense são os ingredientes principais deste thriller emocionante.
Com mais de 300 milhões de livros vendidos em todo o mundo, John Grisham continua a encatar os leitores portugueses e, com «O Manuscrito», cumpre-se a promessa de uma ávida e incessante leitura, precisamente porque «Quando os livros e o crime cruzam os seus caminhos, o resultado pode ser fatal».

Crítica literária:
«Escrito com inteligência.» USA Today
«Um clássico de Grisham.» The Los Angeles Times
«Recomendo este livro a qualquer pessoa que goste de ler mistérios.» Scholastic News

Sinopse:
Um bando de ladrões realiza um ousado assalto a um cofre de alta segurança que fica sob a biblioteca da Universidade de Princeton. O espólio levado é de valor incalculável, se bem que a universidade o tenha segurado por vinte e cinco milhões de dólares. Bruce Cable é dono de uma livraria muito popular na povoação de Santa Rosa, em Camino Island, na Florida. Mas o dinheiro a sério vem da sua atividade como negociante de livros raros. Poucos são os que sabem que, de vez em quando, ele entra no mercado negro de livros e manuscritos roubados. Mercer Mann é uma jovem escritora que sofre de um caso sério de bloqueio criativo e que acaba de ser despedida da escola onde dava aulas. Quando uma mulher elegante e misteriosa lhe oferece uma generosa maquia para que ela se infiltre no círculo literário de Bruce Cable, ela aceita. Só que Mercer acaba por vir a saber demais e é aí que os problemas começam nessas paragens paradisíacas…

Sobre o autor:
John Grisham nasceu no Arkansas a 8 de fevereiro de 1955. Antes de se tornar escritor a tempo inteiro, licenciou-se em Direito, exerceu advocacia e tornou-se profundo conhecedor do sistema jurídico americano. Inspirou-se na sua experiência profissional em toda a sua obra literária, que se inicia em 1989 com a publicação de Tempo de Matar. Desde então, escreveu mais de vinte romances. Com cerca de 250 milhões de exemplares vendidos e traduzido para quase trinta línguas, é um autor que ocupa permanentemente os lugares cimeiros nas listas dos livros mais vendidos. A sua enorme popularidade e mestria da escrita fazem de John Grisham um autor com intensa atividade na redação de guiões cinematográficos e de séries televisivas. http://www.jgrisham.com/



Novidade: "LOL" - gargalhada certa para toda a família

Título: LOL 
Autores: Francisco Pereira e Sara Branco
N.º de Páginas: 176
PVP: 12,50€

DIVERSÃO PARA TODAS AS IDADES, NUM LIVRO IMPERDÍVEL

Há piadas, anedotas, adivinhas, trava- línguas e até desafios patetas para toda a família.

“Qual é o cereal preferidos dos vampiros? Aveia.”

“- João, porque razão engoliste as moedas que te dei?
– "Mãe, não disseste que eram para o lanche?”

Repleto de humor e animação, este livro vai arrancar gargalhadas dos 8 aos 80.

Sobre os autores: 
Francisco Pereira é um jovem autor de humor e um profundo conhecedor daquilo que faz rir as pessoas.

Sara Branco é licenciada em Psicologia Educacional, tendo uma vasta experiência no universo infanto-juvenil.

Juntos compilaram aquele que já é considerado (por eles) o mais espetacular livro de piadas de sempre.


sexta-feira, 6 de julho de 2018

Pátria, retrato sobre os anos de chumbo da ETA, vence Prémio Giuseppe Tomasi di Lampedusa

O romance Pátria, do escritor basco Fernando Aramburu, que a Dom Quixote editou já este ano, venceu, ontem, 2 de julho, a XV.ª edição do prestigiado Prémio Literário Giuseppe Tomasi di Lampedusa International , que, em edições anteriores, premiou obras de escritores como Claudio Magris, Kazuo Ishiguro, Amos Oz, Mario Vargas Llosa, Javier Marías, Fleur Jaeggy, Emmanuel Carrère or Orhan Pamuk, entre outros.

Prémio Nacional da Crítica em Espanha, país onde vendeu 700 mil exemplares, Pátria foi descrito pelo júri como “comovente". O retábulo definitivo de mais de três décadas da vida no País Basco editado no ano em que se assinala meio século do primeiro atentado cometido pela organização terrorista ETA foi profusamente elogiado pela crítica. “Há muito tempo que não lia um livro tão convincente e tocante, tão inteligentemente concebido”, escreveu o Nobel da Literatura, Mario Vargas Llosa, no jornal El País, quando o romance foi publicado em Espanha.

“Chega-me, de novo, de Itália, uma alegria e uma honra. Estou muito feliz por ter sido premiado com o Prémio Giuseppe Tomasi di Lampedusa 2018”, escreveu o escritor nas redes sociais, que viajará, em Agosto, para receber o prémio que homenageia o autor de O Leopardo. Em Maio, Aramburu já tinha vencido o Premio Strega Europeu atribuído igualmente em Itália.

Pátria narra a luta da ETA pela voz de duas mulheres de famílias amigas que se tornam rivais. No dia em que a organização anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelo grupo, para lhe contar que decidira voltar à casa onde os dois tinham vivido. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes? Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.

Fernando Aramburu é já considerado um dos narradores mais destacados de língua espanhola. Vive desde 1985 na Alemanha, mas nasceu em San Sebastian.