sexta-feira, 20 de julho de 2018

Eléctrico 28 chega às livrarias dia 31 de julho

Título: ELÉCTRICO 28 (dia 31 de Julho nas livrarias)
Autor: Nicola Davies
Editora: Nuvem de Letras
N.º de Páginas: 40
PVP 14,90€
Ilustrações: Magali Le Huche

Uma história sobre as pessoas que se cruzam no emblemático eléctrico 28, que cruz algumas das colinas de Lisboa

O Amadeo conduz elétricos em Lisboa.

No seu magnífico Eléctrico 28 mora a felicidade e a boa disposição, todos querem subir a bordo do elétrico amarelo e juntar-se à festa.

Anda para cima, para baixo, aos ziguezagues. Um simples passeio transforma-se numa viagem cheia de surpresas e de beijinho!

E a culpa é do Amadeo

Apanha o mítico Eléctrico 28 de Lisboa com os passageiros mais apaixonados da cidade para um passeio cheio de surpresas por uma das cidades mais românticas do mundo.

Sobre o livro:
Um livro para todas as idades ( a partir dos 6 anos)

Um guia ilustrado sobre as colinas da cidade de Lisboa. Uma homenagem a Lisboa, uma declaração de amor a uma das cidades mais trendy do momento

O elétrico 28 é um ícone de Lisboa, um percurso muito procurado pelos turistas.

Uma história de amor muito bonita e inocente, para todas as idades.

Sobre os autores:
Davide Cali é um autor italiano nascido na Suíça. Publicou vários livros infantis, caracterizados pelo seu sentido de humor transbordante e pela sua imaginação sem limites. A sua obra foi várias vezes premiada, destacando-se o prémio Baobab 2005, atribuído ao álbum ilustrado Eu Espero.
Magali Le Huche nasceu em 1979, em Paris. Depois de estudar Artes Decorativas em Estrasburgo, tornou-se uma ilustradora incontornável no mundo da edição infantil. Atualmente, conta com mais de cinquenta livros publicados. Magali adora viajar, e Lisboa é um dos seus destinos preferidos.Eléctrico 28 é a sua primeira colaboração com Davide Cali.


Já está nas livrarias o primeiro livro, publicado em Portugal, de Carmen Maria Machado

Título: CORPO DELA E OUTRAS PARTES
Autor: Carmen Maria Machado 
Alfaguara
N.º de Páginas: 288
PVP: 18,90€

«Nestas páginas, carregadas de um feminismo musculado, o corpo da mulher está envolto em sexo, poder, prazer e dor. Machado cria uma alquimia feroz.» The Boston Globe
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«Carmen Maria Machado usa uma lente vívida e original para mostrar a luta das mulheres por um lugar. Surpreendente!» The New Yorker
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«Um talento extraordinário que capta uma verdade vital mas até agora pouco falada sobre as mulheres.» Los Angeles Times
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FINALISTA DO NATIONAL BOOK AWARD 2017 FICÇÃO
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VENCEDOR:
Bard Fiction Prize / John Leonard Prize / Crawford Award / ABA's Indies Choice Book Awards / Shirley Jackson Award / Lambda Literary Award for Lesbian Fiction / Bisexual Book Award for Fiction
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UM DOS MELHORES LIVROS DO ANO 2017: Barnes & Noble * Book Riot * Boston Globe * Chicago Review of Books * Elle * Huffington Post * Kirkus Reviews * Library Journal * Los Angeles Times * New York Times * Paris Review * Publishers Weekly * Washington Post * Esquire

Sobre o livro:
«As mulheres reais têm corpo.»

Uma mulher recusa deixar o marido tirar-lhe o misterioso laço verde que ela traz ao pescoço, é um pedaço sagrado, inviolável, de si e ninguém pode tocar-lhe. Outra mulher, isolada numa ilha enquanto uma praga aniquiladora se espalha pela Terra, lista os seus encontros sexuais ao longo da vida, tentando identificar aquele que a condenou. Há ainda uma outra epidemia que torna invisíveis algumas mulheres (sobretudo as jovens e bonitas), que depois reaparecem numa loja de vestidos num centro comercial, assombrando a empregada de balcão.

As narrativas destas páginas misturam géneros, combinam realidade e cultura popular com mito, folclore e fábula, e assim desafiam fronteiras, questionam o género como identidade, e pelo caminho contribuem para mapear a vida das mulheres, a sua força e vulnerabilidade, os seus apetites e compulsões, as suas transgressões e agressões.

Histórias terrenas e surreais, excêntricas e sensuais, alegres e cáusticas, cómicas e profundamente sérias, em que o corpo pode ser inconsequente, os humanos podem ser monstros, e a raiva pode ser erótica. O corpo dela e outras partes é uma visão simultaneamente sombria e luminosa, simples e extravagante, sobre o mundo no feminino, estendendo ao leitor um espelho ligeiramente distorcido do mundo que conhecemos e um convite a repensarmos as escolhas e relações que nos definem.

O que diz a imprensa:
«Uma peça de ficção do outro mundo, coberta de lantejoulas e escamas…» New York Times

«Machado usa uma lente vívida e original para mostrar a luta das mulheres por um lugar. Surpreendente!» The New Yorker

«Um talento extraordinário que capta uma verdade vital mas até agora pouco falada sobre as mulheres.» Los Angeles Times

«Nestas páginas, carregadas de um feminismo musculado, o corpo da mulher está envolto em sexo, poder, prazer e dor. Machado cria uma alquimia feroz.» The Boston Globe

«Brilhante e inquietante… Machado está ao nível de Shirley Jackson e Margaret Atwood, e emprega todos os seus incríveis talentos para construir estas histórias sobre o tecido de que é feita a vida das mulheres.» Financial Times

«A fibra de Machado brilha nestas histórias que nunca são o que parecem e se revelam muito difíceis de esquecer.» Independent

«Simultaneamente excitantes e assustadoras, estas histórias abalam e encantam.» Chicago Tribune

«Machado esquece os tabus e trata a sexualidade das mulheres com lirismo e franqueza… Estas histórias são profundamente feministas, mas não de forma dogmática, revelando os momentos em que começamos a temer os nossos desejos e a desejar o que mais tememos.» Slate

«Nestas páginas está uma belíssima reflexão sobre o mundo em que vivemos, mas nelas tudo é um pouco mais sombrio, um pouco mais estranho, um pouco mais violento, e um pouco mais mágico do que aquilo a que estamos habituados.» Nylon

«Uma jóia literária e um manual de escrita num só livro. É um livro sem medo, que não será esquecido.» Los Angeles Review of Books

«Machado escreve com fúria e subtileza. Um primeiro livro excepcional, original e comovente.» Kirkus Reviews

«Machado cria mundos assustadores e diferentes, que espelham o nosso mundo, conseguindo com isso desafiar e comover o leitor.» Publishers Weekly

«A escrita é lírica, a narração é directa e refrescante, e o sexo abunda. Um livro que nos leva a repensar as escolhas e relações da nossa vida.» Booklist

«Uma nova voz literária, altamente recomendada.» Library Journal

Sobre a autora:
Carmen Maria Machado é uma escritora norte-americana. Os seus ensaios, contos e outros textos têm sido publicados em jornais e revistas como The New Yorker, New York Times, Granta, Tin House, VQR, McSweeney’s Quarterly Concern, The Believer, Guernica, entre outros. É Mestre pela prestigiada Iowa Writers’ Workshop. É escritora residente da Universidade da Pensilvânia, e vive em Filadélfia com a mulher. 





quinta-feira, 19 de julho de 2018

«As Inseparáveis», de Kristin Hannah, é um hino à amizade no feminino

Título: As Inseparáveis
Autor: Kristin Hannah
Género: Literatura / Romance 
Tradução: Joel Lima e Catarina Rocha Lima 
N.º de páginas: 550 
PVP: € 17,70

É sobre o vínculo da amizade que toda a narrativa de As Inseparáveis se desenrola, tendo Tully e Kate como as protagonistas de um romance que as acompanha desde a adolescência até a sua fase adulta. Kristin Hannah faz um retrato comovente e realista de uma amizade complexa e duradoura, com um final mais sombrio. Apesar do livro abordar um tema comum,  Kristin Hannah tem a habilidade de trazer riqueza à história pela forma como narra os acontecimentos, mas também pela capacidade de incluir detalhes autênticos das diferentes décadas que a história atravessa, tais como descrições de modas, músicas, entre outros.

Será, certamente, um livro com o qual muitas mulheres se irão identificar independemente da sua idade.

«Um livro comovente que irá agradar aos muitos fãs da autora.» Library Journal

«Um retrato comovente e realista de uma amizade longa e complexa.» Booklist

Sinopse:
Corre o ano de 1974 e o verão do amor está prestes a terminar. Os filhos das flores começam a perceber que não conseguem sobreviver apenas com paz e amor. Kate aceitou o seu lugar no fundo da cadeia alimentar social do liceu. Até que, para seu grande espanto, a «rapariga mais fixe do mundo», Tully, a rapariga que todos os rapazes querem conhecer, muda-se para a casa da frente e quer ser sua amiga. Tully e Kate tornam-se inseparáveis e, chegado o fim do verão, prometem ser «melhores amigas para sempre». Ao longo de trinta anos, Tully e Kate apoiam-se mutuamente, resistindo às tempestades próprias da amizade, do ciúme, da raiva, da dor e do ressentimento. Tully segue a sua ambição de conquistar o sucesso e a fama. Kate sabe que a única coisa que quer é apaixonar-se e ter uma família. O que ela não sabe é que ser mãe e esposa é algo que a vai mudar. Julgam ter sobrevivido a tudo, até que um ato singular de traição as separa. Mas será que os laços de amizade que antes as uniram serão mais fortes do que esse afastamento quando surge uma tragédia?

Sobre o autor:
Kristin Hannah é autora de inúmeros sucessos de vendas do New York Times. Nasceu em 1960 no sul da Califórnia, cresceu a brincar na praia e a fazer surf. Aos 8 anos a família mudou-se para o estado de Washington. Licenciou-se em Direito e trabalhou alguns anos em advocacia, em Seattle. Quando a gravidez a obrigou a ficar de cama durante vários meses, Kristin alguns uns textos antigos que tinha escrito em parceria com a falecida mãe, que sempre dissera que ela seria escritora. O marido encorajou-a e assim que o filho nasceu, Kristin abandonou a anterior atividade profissional e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. O primeiro êxito surgiu em 1990 e desde então que a sua profissão é escrever. A autora já publicou mais de 20 romances. Ganhou prestigiados prémios como um Rita Award (Romance Writers of America) em 2004 com Entre Irmãs, e o National Reader’s Choice. A sua obra está traduzida em várias línguas. Vive com o marido e filho na costa noroeste dos Estados Unidos.



Novidades Bizâncio nas livrarias

Título: O Messias das Plantas
Autor: Carlos Magdalena
Nº de páginas: 320 (inclui 16 de extratextos a cores)
PVP: 17,00
«Permitam que me apresente. Chamo-me Carlos Magdalena e sou apaixonado por plantas.

Em 2010 fui apelidado de «El Mesías de las Plantas» por Pablo Tuñón, um jornalista que escreveu sobre o meu trabalho no jornal espanhol La Nueva España. Suspeito de que o nome se inspirou em parte na minha barba e cabelo compridos pós-bíblicos, bem como no facto de eu dedicar uma grande parte do meu tempo a salvar plantas que se encontram à beira da extinção.» O Messias das Plantas - Introdução

O Messias das Plantas é a história inspiradora de um homem que dedicou a sua vida – e a arriscou – em prol da salvação de espécies ameaçadas, sempre com o desígnio de fazer do planeta Terra um sítio mais verde e feliz.


Título: Inofensivas, Como Tu
Autor: Rowan Hisayo Buchanan
Nº de páginas: 352
PVP: 16,50

Em 2016, Jay, o filho de Yuki, torna-se pai, convicto de que tem um casamento feliz. É o ano em que confrontará a sua mãe, que o abandonou quando tinha apenas dois anos.

Escrito com inquietante beleza, Inofensivas, Como Tu, é um romance pleno de suspense acerca das complexidades da identidade, da arte, das amizades da adolescência e dos laços de família que, em última instância, nos coloca perante a questão: Como abandona uma mãe o seu filho?


Uma narrativa brilhante de amor, solidão e reconciliação.

«Um romance elegante e comovente, cuja intensidade cresce à medida que a narrativa evolui, explorando as questões da pertença, alienação e desejo.» Daily Mail


Rachel Cusk: a verdade central da vida moderna

Título: Trânsito
Autor: Rachel Cusk
Género: Literatura | Romance
N.º de páginas: 232
PVP: € 17,70

Já chegou amanhã às livrarias o segundo volume da aclamada trilogia de Rachel Cusk, editado pela Quetzal. Depois de «A Contraluz», aquela que já é conside-rada uma das mais importantes escritoras britânicas da atualida-de, apresenta «Trânsito», distinguido como um dos melhores livros de ficção de 2017 pela revista Time.
Recém-divorciada e a braços com dois filhos, Faye, escritora e professora de escrita criativa, troca o campo pela agitação da vida na grande cidade de Londres, enquanto se esforça por construir uma nova realidade para si e para a sua família. Essa perturbação vai ser o catalisador de uma série de transições – pessoais, morais, artísticas e práticas. Em «Trânsito», Faye é confrontada com aspectos da realidade – aspetos de vulnerabili-dade e poder, de morte e renovação. E trava uma luta para se religar a si própria e à sua crença na vida.
Neste segundo livro de um preciso, curto e ainda assim épico ciclo, Rachel Cusk capta com inquietante contenção e honesti-dade o desejo de habitar uma vida e ao mesmo tempo abando-ná-la, e a tortuosa ambivalência que anima a nossa necessidade do real. «Trânsito» arrebata quatro estrelas e meia na crítica que Isabel Lucas escreve no Ípsilon: «Tudo [na sua escrita é] de uma nudez requintada e desarmante».

Sobre a autora:
Rachel Cusk é autora de nove romances – nomeados e galardoados com numerosos prémios –, três trabalhos de não ficção, uma peça de teatro e muitos pequenos ensai-os. Foi considerada pela revista Granta, em 2003, uma das melhores jovens romancis-tas britânicas.
Estudou Inglês em Oxford e publicou o primeiro romance aos 26 anos, e os seus temas relacionados com o feminino e a sátira social mantiveram-se centrais na sua obra durante toda a década seguinte. Também os seus relatos autobiográficos sobre a maternidade e o divórcio foram em simultâneo inovadores e controversos.
Mais recentemente, Rachel Cusk evoluiu para uma nova forma, que representa a ex-periência pessoal, evitando a subjetividade e o literalismo, e que se mantém liberta da convenção narrativa. Esse projeto transformou-se numa trilogia (Outline, Transit e Kudos). Outline, eleito um dos cinco melhores romances de 2015 pelo New York Times, foi publicado pela Quetzal, em 2017, com o título A Contraluz, a que se segue, agora, Trânsito.

Crítica literária:
«Cusk rasgou o livro das regras e, nesse processo, criou uma obra de uma beleza assombrosa, profunda perspicácia e grande originalidade. [Trânsito] é um trabalho extremamente ambicioso e digno do seu brilhante antecessor, A Contraluz.» Monica Ali, The New York Times
«Romance denso, aforístico, perspicaz, como um Iris Murdoch extremamente destilado.» Dwight Garner, The New York Times
«Muitos escritores experimentais rejeitaram os mecanismos comuns de uma narração, mas Cusk encontrou uma maneira de o fazer sem sacrificar a tensão narrativa. Quando a ação vagueia, a linguagem apropria-se da folga. As suas frases “zunem” de inteligência, como uma via neural.» Judith Thurman, The New Yorker
«Cusk tem um manifesto fascínio pela maneira como situações aparentemente civilizadas e altamente ritualizadas comportam em si uma carga latente de crueza e agressividade animal. A sua originalidade técnica está ao nível da natureza fascinante do tema.» The Guardian
«Cusk vislumbrou a verdade central da vida moderna. A sua prosa não é propriamente musical, é antes o que eu chamaria ritualística.» London Review of Books



quinta-feira, 12 de julho de 2018

No seguimento de «Sr. Mercedes» e «Perdido e Achado», a Bertrand Editora publica agora «Fim de Turno»

Título: Fim de Turno
Autor: Stephen King
Género: Literatura / Thriller
Tradução: Ana Lourenço
N.º de páginas: 368
PVP: € 18,80 |

Stephen King é um dos mais populares autores contemporâneos e os seus livros acompanham-lhe o sucesso. Na sequência do livro Sr. Mercedes e Perdido e Achado, chega agora Fim de Turno, um thriller que promete uma leitura imparável e emocionante.
«O carácter pragmático das investigações de Bill e Holly fazem brilhar o romance. Eu seguia estes dois para qualquer lado.»
Guardian
«É este o livro que eu escolheria no aeroporto para a viagem.»
Evening Standard
A série tem sido muito bem acolhida pelos leitores em todo o mundo, que a têm considerado uma experiência de leitura obrigatória ao atribuírem 5 estrelas, como é o caso através do Goodreads.
Fim de Turno é um livro que consegue ser emocionante, assustador, reconfortante e devastador... Muitas das vezes tudo ao mesmo tempo. Um livro que fala sobre a amizade, a perda, uma vida bem vivida e a diferença entre deixar estar e desistir.

Sinopse:
Bill Hodges, que agora gere uma agência com a colega Holly Gibney, fica intrigado com a letra Z escrita a marcador na cena de um crime para que são chamados. À medida que se vão acumulando casos idênticos, Hodges fica espantado ao perceber que as pistas apontam para Brady Hartsfield, o célebre «assassino do Mercedes» que eles ajudaram a condenar.
Devia ser impossível: Brady está confinado a um quarto de hospital num estado aparentemente vegetativo. Mas Brady Hartsfield tem novos poderes letais. E planeia uma vingança, não só contra Hodges e os seus amigos, mas contra a cidade inteira.

Sobre o autor:
Stephen King é um dos mais populares autores contemporâneos.
Escreveu mais de quarenta livros, incluindo A Cúpula e 22/11/63.
Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Bram Stoker Award, o World Fantasy Award, o Nebula Award e o prestigiado National Book Award. Conta hoje com mais de trezentos milhões de exemplares vendidos em cerca de trinta e cinco países.
Números e um currículo impressionantes a fazerem jus ao seu estatuto de escritor mais bem pago do mundo.


O Executor - A história de um dos maiores criminosos de sempre

Título: O Executor
Autor: Helmut Ortner
Tema: História Mundial
PVP: 17,45€
N.º de Páginas: 288
1.ª edição

Sinopse
Envolto em mistério até aos nossos dias, o nome do juiz Roland Freisler está fortemente ligado ao sistema judicial da Alemanha nazi. Além de Secretário de Estado do Ministério da Justiça do Reich, Freisler foi o presidente do Tribunal do Povo — o homem diretamente responsável por milhares de sentenças de morte. O Tribunal do Povo nazi escreveu um dos capítulos mais sombrios da história alemã, já que foi o tribunal que decretou a maioria das sentenças de morte na Alemanha de Hitler e tinha apenas uma função: liquidar toda a oposição ao regime de Hitler. O domínio das leis e a destreza verbal nos tribunais fizeram de Roland Freisler o juiz mais temido do terceiro Reich. Esta é a história, manchada de sangue, de um juiz implacável, numa época sem piedade, uma personagem enigmática, terrível e desprovida de coração.

Sobre o autor: 
Helmut Ortner nasceu na Alemanha em 1950, vive e trabalha em Frankfurt. Escreveu diversos livros de sucesso, publicados em mais de 14 países. Convidado pelo Instituto Goethe, realizou diversas digressões para divulgar o seu trabalho um pouco por todo o mundo. O Executor teve um forte impacto na Alemanha no momento da sua publicação e recebeu elogios nos principais jornais e revistas do país.


quarta-feira, 11 de julho de 2018

A Filha de Cayetana, a história verdadeira da filha negra adoptada pela Duquesa de Alba, de Carmen Posadas, já nas livrarias

A Casa das Letras edita A Filha de Caeytana, a história verdadeira da filha negra adoptada pela Duquesa de Alba na Espanha do século XVIII, um romance histórico escrito pela uruguaia Carmen Posadas (escritora de sucessos como Pequenas Infâmias).

María del Pilar Teresa Cayetana de Silva y Álvarez de Toledo era uma "estrela" na corte de Carlos IV. Protagonista de uma vida de excessos, era excêntrica, osbtinada e livre, tal como o foi uma sua descendente, a 18.ª Duquesa de Alba que, morreu, em 2014, depois de sucessivos escândalos nas revistas cor-de-rosa, o último dos quais o casamento com o jovem motorista, aos 85 anos.

Musa de Goya, Cayetana tinha uma saúde frágil, era casada com um primo que não lhe ligada nenhuma e como não podia conceber filhos, adoptou uma menina de raça negra, María de la Luz Álvarez de Toledo, de olhos cor de esmeralda, a quem deixou em testamento a sua fortuna (documento que ainda existe), mas sobre quem pouco se sabe .Julga-se também que seja ela a mulher representada no famoso quadro de Goya, A Maja Nua, que pode ser visitado no Prado, visto que ambos foram muito amigos e o pintor nutria por ela enorme paixão. Uma aguarela em que Cayetana surge com a menina nos braços é outro dos documentos que sustentam esta história.

Foi a partir destes episódios que a escritora uruguaia, radicada em Espanha, Carmen Posadas, relata as peripécias das duas mães: a adoptiva com os seus amores e dramas na corte e a biológica, a cubana Trinidad, que, sendo escrava em Espanha, luta por encontrar a bebé que lhe foi retirada após o nascimento.

Carmen Posadas vive em Madrid desde 1965, embora tenha passado longos períodos em Moscovo, Buenos Aires e Londres, cidades onde o pai exerceu cargos diplomáticos. Começou por escrever para crianças e, em 1984, recebeu o Prémio do Ministério da Cultura espanhol para o melhor livro infantil desse ano. É ainda autora de ensaios, guiões de cinema e de televisão, de relatos e de vários romances, entre os quais se destaca Pequenas Infâmias, galardoado com o Prémio Planeta de 1998, e que foi objeto de críticas excelentes no The New York Times e no The Washington Post. Os seus livros foram traduzidos em 23 línguas e são publicados em mais de 40 países. Em 2002, a revista Newsweek aclamou Carmen Posadas como “uma das autoras latino-americanas mais relevantes da sua geração”.





«Mariana Vitória de Bourbon – A Rainha Discreta», de Paulo Drumond Braga, nas livrarias a 13 de julho

Título: Mariana Vitória de Bourbon
Autor: Paulo Drumond Braga
Género: Biografia
N.º de páginas: 384
Data de lançamento: 13 de julho
PVP: € 18,80

«Muito dedicada ao marido, às filhas e depois aos netos — como se esperava e desejava de uma rainha consorte do século XVIII —, foi, ao mesmo tempo, profundamente ligada à sua família de origem. Viu sempre os sucessivos reis de Espanha como os chefes de uma numerosa família de que fazia parte. Tal foi muito mais evidente com seu pai, Filipe V, e com seu irmão inteiro, Carlos III, do que com Fernando VI, seu meio-irmão, já que, em relação a este último, terá sido profundamente influenciada pela má vontade que Isabel Farnesio lhe votava. Aliás, sua mãe foi sempre uma figura tutelar na família, procurando manobrar filhos, enteados, noras, genros e netos. Mariana Vitória tentou sempre agradar ao pai, à mãe e ao irmão inteiro, nomeadamente no plano político, prestando-se a alguns papéis que lhe solicitaram, nomeadamente a luta diplomática em Roma pela extinção da Companhia de Jesus, que tanto mobilizou Carlos III e D. José I.»
Chegará às livrarias na próxima sexta-feira «Mariana Vitória de Bourbon – A Rainha Discreta», de Paulo Drumond Braga, a primeira a única biografia de uma rainha consorte que foi regente e promotora da paz.
Exemplarmente escrita e estruturada, esta nova obra de Paulo Drumond de Braga revela a vida desta Rainha que viveu entre Espanha e Portugal e que, ao longo do seu reinado, ajudou a evitar uma guerra entre as duas monarquias ibéricas e conseguiu a assinatura de um tratado de limites no continente americano muito favorável a Portugal. Desde o seu nascimento, ao casamento, maternidade e chegada ao trono, à governação, até aos últimos dos seus dias, esta biografia inédita conta a história singular de uma Rainha sem deixar de lado qualquer pormenor.

Sinopse:
A primeira a única biografia de uma rainha consorte que foi regente e promotora da paz
D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), mulher de D. José I, rainha consorte de Portugal, era filha de Filipe V de Espanha e de Isabel Farnesio. Viveu na corte de Versalhes, pois a sua mão esteve prometida a Luís XV, rei de França.
Casou aos 10 anos de idade por procuração em Madrid com o herdeiro da coroa portuguesa, futuro D. José I. O casamento foi consumado quatro anos depois, no dia em que completou 14 anos de idade. Foi mãe de quatro filhas, uma delas a futura D. Maria I.
Mulher decidida, prudente, sensata, devota, esmoler e culta, adorava divertir-se na caça, na equitação, nas touradas, na música e em jogos diversos ao uso do seu tempo. D. José I, que nela confiava plenamente, encarregou-a duas vezes do governo do reino. Conselheira de sua filha, a rainha D. Maria I, passou um ano em Espanha ajudando a selar a paz entre as duas monarquias ibéricas.

Sobre o autor:
Paulo Drumond Braga fez toda a sua formação académica na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa: licenciatura em História (1987), mestrado em História da Idade Média (1992), doutoramento em História (1997).
Lecionou durante duas décadas no ensino superior privado, sendo atualmente investigador da Cátedra Infante D. Henrique para os Estudos Insulares Atlânticos e a Globalização (CIDH)/Cátedra Convidada FCT/Universidade Aberta. É autor de mais de uma centena de artigos e comunicações a congressos, além de 22 livros, nomeadamente algumas biografias: D. João III (2002); D. Pedro II: Uma Biografia (2006); A Princesa na Sombra: D. Maria Francisca Benedita (1746-1829) (2007); O Príncipe D. Afonso, filho de D. João II: Uma Vida entre a Guerra e a Paz (2008); Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus: Maria Francisca Isabel de Saboia. Maria Sofia Isabel de  Neuburg (em colaboração com Isabel M. R. Mendes Drumond Braga) (2011); D. Maria (1521-1577), Uma Infanta no Portugal de Quinhentos (2013); D. Pedro III, o Rei Esquecido (2013) e Nas teias de Salazar. D. Duarte Nuno de Bragança (1907-1976) entre a esperança e a desilusão (2017).




Calvin Esparguete, a história extraordinária do gato mais famoso de Lisboa

Ainda não conhece a extraordinária história de Calvin Esparguete, o gato que anda de autocarro, descansa nas luxuosas lojas de marca da Avenida da Liberdade e adora fiambre, os bifes do vizinho do primeiro andar ou a comidinha da peixeira. Pode descobri-la no livro Diário de um Gato Citadino, escrito pela jornalista Filomena Lança, uma edição Dom Quixote, que já está à venda em todo o país.

Calvin é um gato cinzento, gordo, de olhos esverdeados e ar sério e maldisposto ou ternurento e simpático, consoante esteja ou não com fome e queira ou não que lhe abram a porta para ir à rua. Tem uma história que contada ninguém acredita. Mora numa colina de Santana, que fica do lado esquerdo da Avenida da Liberdade, perto da Baixa. Tem na coleira o número de telefone dos donos que, graças aos telefonemas dos novos amigos que vai fazendo, sabem sempre onde é que ele anda. Ou quase sempre. Já ficou meses fora de casa, perdeu-se nos subúrbios e tiveram de o ir buscar a Santo António dos Cavaleiros ( o que para um gato é o mesmo que viajar até à China), passeou-se pelo Metro, foi estrela na Net e fez amigos entre os turistas.Um estudante de Eramus achou que era um gato vadio e fez dele a sua companhia nos seis meses que viveu em Lisboa. E ainda hoje pergunta por ele. Mas os médicos da morgue de um conhecido hospital da zona já nem estranham a sua presença. Alimentam-no, deixam-no dormir e, depois, telefonam aos donos para o irem buscar.

Calvin Esparguete, Diário de um Gato Citadino é a história das suas aventuras pela cidade, contada como só ele o poderia fazer. Não pense que tudo isto é produto da imaginação delirante da dona, a jornalista Filomena Lança, porque se trata de uma história real, com fotos e vídeos para provar. Só Hollywood é que ainda não reparou nele, mas Calvin já se porta como uma verdadeira "estrela".


A grande lista de diabruras da pequena Sofia - Nas livrarias a 17 de julho

Título: Os Desastres de Sofia
Autor: Condessa de Ségur
N.º de Páginas: 208 
PVP: 13,90 €
Nas livrarias a 17 de Julho
Guerra e Paz Editores

Os Desastres de Sofia, da Condessa de Ségur, dão a conhecer a vida de uma miúda traquina de quatro anos. Sofia tem na sua vida um único prazer: desobedecer à mamã. Mente, faz pequenas patifarias, está sempre irrequieta. As peripécias deste pequeno diabinho chegam às livrarias a 17 de Julho.

Os animais não lhe sobrevivem: peixes, tartarugas, passarinhos, todos acabam mortos às suas mãos. Tira os olhos das bonecas, rapa as sobrancelhas, rouba doces. Enfim, a lista de diabruras da pequena Sofia não tem fim. Mas ela não o faz por mal, é boa menina, só que é muito desastrada… e faz sempre o contrário do que lhe dizem.

Juntamente com o priminho Paulo, obediente e bem-comportado, vai viver grandes aventuras e sofrer merecidos castigos.

Este é o livro com mais sucesso de Sophie Rostopchine, conhecida como Condessa de Ségur. A autora nasceu na Rússia, em 1799, mas cedo se mudou para França, onde morreu, em 1874. Começou por escrever para as suas filhas, que foram viver para Londres com o pai, embaixador francês. Mas Os Desastres de Sofia é dedicado à neta, Élisabeth Fresnau.

Este volume é o primeiro de uma nova colecção de clássicos infanto-juvenis que a Guerra e Paz está a preparar. O próximo título será As Meninas Exemplares, também da Condessa de Ségur.


segunda-feira, 9 de julho de 2018

À Beira do Colapso - B. A. Paris [Opinião]

Título: À Beira do Colapso
Autor: B. A. Paris
Editor: Editorial Presença
N.º de Páginas: 320

Sinopse:
Cass vive momentos difíceis desde o dia em que viu aquela mulher dentro de um carro estacionado no bosque. Agora sabe que a mulher foi assassinada e que ela nada fez para ajudar. Tenta afastar o caso da sua mente, mas o que poderia ela ter feito? Se tivesse parado, teria provavelmente acabado também por ser uma vítima.

Mas, desde então, Cass anda perturbada, esquece-se das coisas mais básicas: Onde deixou o carro? Tomou a medicação? Qual o código do alarme de casa? Consumida por um profundo sentimento de culpa, a única coisa que não consegue esquecer é a imagem daquela mulher dentro do carro. e há ainda as chamadas telefónicas anónimas e a sensação de que alguém anda a observá-la. Mas quem poderá estar por detrás disso?

A minha opinião: 
É natural que quem leu o primeiro livro de B. A. Paris se sinta desiludido com À Beira do Abismo. Mas também é difícil de superar ou até igualar um livro tão bom como foi Ao Fechar a Porta. Até que o seu primeiro livro não foi apenas bom. Foi o melhor livro que li no ano passado. 

Eu não me senti nada defraudada com este livro. O mistério continua bem presente e, mais uma vez, a autora mostra que nem tudo o que parece é, fórmula que já tinha resultado tão bem no seu livro de estreia. 

Cass é uma mulher completamente transtornada. Depois de ter visto uma mulher parada numa estrada isolada, sob uma grande tempestade, e não ter conseguido ajudá-la vai fazer com que não consiga dormir com os remorsos. Tudo se agrava quando na manhã seguinte descobre que essa mulher foi assassinada e que a conhece. 

A par disso, começa a ter perdas de memória e teme que a doença que a sua mãe padeceu seja hereditária. E a agravar toda a situação existem umas chamadas anónimas que não deixam a jovem professora em paz. O facto de ninguém falar do outro lado ainda atemorizam mais Cass que tem medo que seja o assassino. 

Ao seu lado, tem o extremoso marido que tudo faz para a compreender, embora Cass não lhe conte tudo o que se anda a passar com ela desde aquela noite. O mesmo se passa com a sua melhor amiga que, apesar de a achar um pouco estranha, tenta de todo o modo vê-la feliz. 

Os dias passam e a situação de Cass agrava-se a olhos vistos. Enquanto leitora apreciei a forma como a história foi sendo construída, apesar de a  minha intuição ter estado certa desde o início. Porém, o facto de ter intuído que o desfecho da história seria esse não deixei de me ir surpreendendo com algumas passagens ao longo do livro. 

Como thriller psicológico este é um excelente livro a ler. E, se não leu nenhum dos dois da autora recomendava estava primeiro, porque apreciará melhor a leitura deste sem que o leve a fazer comparações com o anterior. 

Mais informações sobre o livro no site da Presença aqui





«Charlatães» é o mais recente thriller médico de Robin Cook

Título: Charlatães
Autor: Robin Cook
Género: Literatura / Thriller
N.º de páginas: 424
PVP: € 18,80

O mais recente livro assinado por Robin Cook, «Charlatães», chega hoje às livrarias portuguesas e garante uma história vertiginosa e aterradora. Médico e escritor, Cook combina a sua vasta experiência em ambas as áreas neste assombroso thriller, que manterá o leitor preso da primeira à última gota.
Misteriosos erros médicos – que acabaram na morte inesperada de vários pacientes – levam a que todo o pessoal médico do Hospital Universitário de Boston seja investigado. Num dos mais célebres e qualificados hospitais do mundo, diversos erros fatais não são apenas uma coincidência, tornando todos suspeitos e lançando os responsáveis do hospital numa desesperada e incessante busca pelo culpado.
Com uma narrativa intensa e cativante, o autor bestseller transporta o funcionamento interno e o treino médico de um dos mais conceituados centros hospitalares do mundo para uma intriga política, construindo personagens que denunciam o sistema corrompido e os interesses pessoais instituídos.

«Agarra-nos… Aterrador» - New York Times

Sinopse:
«Célebre pelos seus avanços na medicina, o hospital universitário de Boston tem diversas «salas de operações híbridas do futuro». Os tratamentos são mais bem-sucedidos e os riscos muito reduzidos. É por isso um choque quando um erro de anestesia durante uma operação de rotina resulta na morte do paciente. O Dr. Noah suspeita de William Mason, um cirurgião de renome internacional, narcisista e snobe. Mas Mason põe todas as culpas na anestesista Ava London.
Quando começam a surgir mais mortes associadas a erros nas anestesias, Noah é obrigado a investigar todo o seu pessoal médico, incluindo Ava, que pode muito bem não ser quem parecia ser. Mas, sobretudo, é preciso descobrir o culpado antes que mais mortes sucedam.»

Sobre o autor:
Robin Cook é médico e escritor. A sua ficção gira em torno da medicina e de temas relacionados com a saúde pública, sendo especialmente conhecido por combinar este género com o thriller.
Muitos dos seus livros são bestsellers do New York Times e venderam perto de 400 milhões de exemplares pelo mundo inteiro.