quinta-feira, 1 de maio de 2014

Maio vai mesmo ser um mês MEC

Paulo Portas, Maria de Lurdes Modesto, Pedro Ayres Magalhães, Rui Reininho e Zé Pedro participam em sessões dedicadas ao escritor
O novo livro de Miguel Esteves Cardoso, Amores e saudades de um português arreliado, está há uma semana nas livrarias e, tal como a Porto Editora anunciou, maio vai mesmo ser “um mês MEC”. Durante todo esse mês, personalidades como Paulo Portas, Maria de Lurdes Modesto, Pedro Ayres Magalhães, Rui Reininho e Zé Pedro participam em sessões dedicadas ao escritor.
Já este sábado, dia 3, às 17:00, acontece o lançamento oficial do novo livro, na loja A Vida Portuguesa, no largo do Intendente, em Lisboa. No Porto, a obra é apresentada, na Casa das Artes, a 10 de maio, às 18:00.
Mas o contacto de MEC com os leitores não se fica por aí. A Vida Portuguesa, com o apoio da Porto Editora, promove outras sessões: numa delas, MEC conversa com Paulo Portas sobre os tempos do jornal O Independente; noutra, debate a comida e a cozinha portuguesas com Maria de Lurdes Modesto; haverá ainda uma conversa entre Pedro Ayres Magalhães, Rui Reininho e Zé Pedro, lembrando Escrítica Pop e a música dos anos 80, bem como uma maratona de leitura de A Causa das Coisas, com 150 convidados (datas e horários disponíveis na página seguinte).
Em junho, Esteves Cardoso estará na Feira do Livro de Lisboa, nos dias 14 e 15, a partir das 15:00, para sessões de autógrafos.




quarta-feira, 30 de abril de 2014

Porto Editora publica "A Hipótese do Mal", de Donato Carrisi

Título: A Hipótese do Mal
Autor:
Donato Carrisi
Tradução: Carlos Aboim de Brito
Págs.: 424
Capa: mole com badanas
PVP: 16,60 €

Donato Carrisi é um dos escritores mais destacados em Itália e, ao terceiro livro, já ultrapassou a barreira do milhão de livros vendidos. Autor traduzido em muitos países e com grande sucesso em França ou na Alemanha, Carrisi vê agora o seu terceiro thriller editado em Portugal.
A Hipótese do Mal sucede a Sopro do Mal e O Tribunal das Almas e chega às livrarias a 9 de maio.
O Tribunal das Almas está em processo de adaptação televisiva por um importante grupo internacional e terá distribuição mundial.
Donato Carrisi vai estar presente na Feira do Livro de Lisboa 2014.

Sinopse:
Todos nós já sentimos, em algum momento, o desejo de desaparecer. De deixar tudo para trás. Para alguns, isso transforma-se numa obsessão que os consome e engole, até que acabam por desaparecer na escuridão. Todos se esquecem deles. Todos, menos Mila Vasquez, investigadora no Gabinete das Pessoas Desaparecidas.
Sem que ninguém o conseguisse prever, indivíduos que se esfumaram no vazio há vários anos regressam com intenções obscuras. Uma série de crimes, sem relação aparente entre si, traz consigo uma descoberta surpreendente: os seus autores são pessoas que se pensava desaparecidas para sempre. Onde estiveram durante tanto tempo? E porque regressaram? Qual o plano maléfico a que obedecem? Mila percebe que para travar este exército das trevas não lhe bastam os indícios. Tem de dar à escuridão uma forma, um sentido, precisa de formular uma hipótese sólida, convincente, racional… A Hipótese do Mal.

Sobre o autor:
Donato Carrisi nasceu em 1973 em Martina Franca (Itália). Licenciado em Direito, especializou-se em Criminologia e Ciências do Comportamento. Dedica-se, desde 1999, à carreira de argumentista de cinema e televisão, e escreve regularmente no Corriere della Sera.
A Hipótese do Mal é o seu terceiro livro, depois do enorme sucesso de Sopro do Mal e O Tribunal das Almas, já publicados pela Porto Editora.


Apresentação de "Do Primeiro Quilómetro à Maratona" de Jéssica Augusto



É a Guerra, de Aquilino Ribeiro, com prefácio de Mário Cláudio, a 2 de maio nas livrarias

Título: É a Guerra
Autor: Aquilino Ribeiro
Prefácio: Mário Cláudio
Género: Literatura / Memórias
Formato: 15 x 23,5 cm
N.º de páginas: 224
Data de lançamento: 2 de maio
PVP: 15,50 €

No ano em que se assinala o centenário do início da Primeira Guerra Mundial, a Bertrand Editora reedita É a Guerra, o diário de Aquilino Ribeiro, composto na fase inicial do conflito, em Paris, onde o autor então residia.
Um retrato pessoal e íntimo de Aquilino Ribeiro sobre um dos mais importantes acontecimentos da História mundial recente, com a qual a Bertrand dá continuidade à publicação das obras do grande escritor português. O livro integra também um conjunto de edições através do qual a Bertrand revisita a Primeira Guerra Mundial e o contexto em que a mesma se desenrolou.
«Assumindo-se como um «diário» dos quase dois primeiros meses da Grande Guerra, Aquilino Ribeiro procede ao trabalho original, e porventura árduo, de historiar na retaguarda parisiense um conjunto de lances, e de estados emocionais que lhes vão conexos. Com idêntica legitimidade rotularíamos de «reportagem» essa tarefa, uma vez que nela se descortina a palpitação da imprensa que cobre os acontecimentos, interpretando-os sempre, ou prevendo-os até, com a diligência que se insere na prodigalidade dos órgãos de comunicação social, editados em França, e de que o nosso autor não deixa de nos dar a devida notícia. Publicada duas décadas decorridas sobre o rebentamento das hostilidades, a obra sinistramente augura aquilo que o diarista não se coíbe de apontar, a emergência de uma segunda, e não menos catastrófica conflagração.»Mário Cláudio


Sobre o autor:
Aquilino Ribeiro nasceu na Beira Alta, em 1885, e morreu em Lisboa em 1963. Deixou uma vasta obra em que cultivou todos os géneros literários, partilhando com Fernando Pessoa, nas palavras de Óscar Lopes, lugar cimeiro nas Letras Portuguesas. Sócio da Academia das Ciências, foi reintegrado após o 25 de Abril, a título póstumo, na Biblioteca Nacional, condecorado com a Ordem da Liberdade e homenageado aquando do seu centenário pelo Ministério da Cultura. Em Setembro de 2007, por votação unânime da Assembleia da República, o seu corpo foi depositado no Panteão Nacional.


Assírio & Alvim - Novidades - Ana Luísa Amaral e Eugénio de Andrade

Título: Aquela Nuvem e Outras
Autor:
Eugénio de Andrade
Ilustração: Cristina Valadas
N.º de Páginas: 48
Formato: 23 x 23 cm
Coleção: Assirinha
PVP: 14,40 €

No próximo dia 9 de maio chega às livrarias a novíssima edição de Aquela Nuvem e Outras, um dos dois pequenos livros infantojuvenis escritos por Eugénio de Andrade, cuja leitura está indicada para o 1.º ano de escolaridade, nas Metas Curriculares de Português. Um pequeno livro de poesia para os mais pequenos, pleno de beleza e de ensinamentos.

A FORMIGA
Sete palmos, sete metros,
anda a formiga por dia
(sete palmos a correr,
sete metros devagar),
só para lamber o mel
que lentamente escorria
quer da boca quer do pão
quer dos dedos do Miguel

Sobre os autores:
Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, nasceu a 19 de janeiro de 1923 no Fundão. Os seus livros foram traduzidos em muitos países e ao longo da sua vida foi distinguido com inúmeros prémios, entre eles o Prémio Camões, em 2001.

Artista plástica e ilustradora, Cristina Valadas licenciou-se em Pintura pela Escola Superior de Belas Artes do Porto e pós-graduou-se em Design Têxtil. Venceu o prestigiado Prémio Maluda, o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, em 2000 e o Prémio Nacional de Ilustração 2007. Em 2009, foi a única artista portuguesa a integrar a exposição internacional de ilustradores na Feira do Livro Infantil de Bolonha.



Título: Escuro
Autor:
Ana Luísa Amaral
N.º de Páginas: 72
PVP: 11,00 €
Coleção: Poesia Inédita Portuguesa

No próximo dia 9 de maio, a Assírio & Alvim publica o mais recente livro de poesia de Ana Luísa Amaral. Nele a autora reflete sobre a literatura e sobre as inquietações do nosso tempo e do nosso quotidiano. Surge aqui, com grande fulgor, um diálogo polifónico com Fernando Pessoa e o seu drama em gente. Porque «O lume que as sustenta, / a estas vozes, / é mais de dentro, e eu não o sei dizer».
[…]

Deixai-me o escuro, o meu.
Porque ao lado da minha,
a vossa ausência, essa que em mim plantastes,
nada é.
Tomáreis vós saber o que é ausência
Ausência eu: demorada nestas linhas.
Dizer com quanto escuro
a noite se desfaz
e se constrói —
[…]

Sobre a autora:
Ana Luísa Amaral ensinou na Faculdade de Letras do Porto e tem um doutoramento sobre Emily Dickinson. É autora de mais de duas dezenas de livros de poesia e livros infantis e traduziu diversos autores para a nossa língua, como John Updike ou Emily Dickinson.
A sua obra encontra-se traduzida e publicada em vários países, tendo obtido diversos prémios, de que destacamos o Prémio Literário Correntes d'Escritas, o Premio Letterario Poesia Giuseppe Acerbi ou o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores.


terça-feira, 29 de abril de 2014

8.ª edição do LeV - Literatura em Viagem de 9 a 11 de maio



Escritores, músicos e pensadores reunidos para analisar os mapas da literatura

A 8.ª edição do festival literário LeV — Literatura em Viagem, que se realiza em Matosinhos entre os dias 9 e 11 de maio, vai propiciar o debate sobre as várias geografias em que a literatura se move. Pelo edifício da Biblioteca Municipal Florbela Espanca vão passar três dezenas de autores de língua portuguesa.

Este ano o LeV decidiu apostar num registo mais intimista, transformando as suas habituais mesas de debate em diálogos mais curtos e intensos.

A história, a identidade, as ideias, o quotidiano, são alguns dos muitos cenários onde se constrói o nosso património literário, pelo que o LeV decidiu juntar especialistas em ciência, cinema, história ou música para dialogar com autores lusófonos.

Num festival em que se pretende viajar pela transdisciplinaridade da literatura, a conferência de abertura, na noite de dia 9 (sexta-feira), pelas 21.30, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Matosinhos, será protagonizada pelo ex-primeiro ministro José Sócrates. Os limites da palavra e do poder serão pontos de passagem de uma intervenção que se antevê marcante.

Nove mesas e mais de 30 convidados
Agendadas para sábado e domingo estão oito mesas de debate e uma mesa de encerramento. Os autores convidados serão desafiados a cartografar o quotidiano, o corpo, a identidade, as ideias, a história, a linguagem, até a própria literatura e viagem. Os debates serão protagonizados por Eduardo Lourenço, Carlos Fiolhais, Rui Ramos, António-Pedro Vasconcelos, Mafalda Veiga, Pedro Mexia, Miguel Araújo Jorge, Maria do Rosário Pedreira e Luís Miguel Rocha, entre muitos outros.

Homenagem a José Rentes de Carvalho
Esta edição do LeV será ainda marcada por uma homenagem a José Rentes de Carvalho, no dia 10, pelas 21.30. Francisco José Viegas, Carlos Nogueira e Bruno Vieira Amaral vão ajudar a conhecer melhor o autor de Ernestina.

LeVzinho leva autores às escolas
A pensar nos mais novos, o festival preparou o LeVzinho, com visitas dos escritores a escolas. Adélia Carvalho, José Pires e Manuela Ribeiro vão contagiar os jovens leitores com o entusiasmo da leitura.

Lançamento de A Janela de Saramago e exposição de fotografia
«Lanzarote, a janela de Saramago» é o nome da exposição assinada por João Francisco Vilhena que vai estar patente na Galeria Municipal de Matosinhos. O trabalho fotográfico, que deu origem ao livro A Janela de Saramago, é editado pela Porto Editora e será lançado pelas 12.00 do dia 10 de maio, com a presença de Pilar del Río.


Porto Editora - Não Ficção - Uma janela para o refúgio (e vida) de José Saramago

Título: Lanzarote – A Janela de Saramago
Autores:
João Francisco Vilhena e José Saramago
Págs.: 104
Capa: Dura
PVP: 16,60

«Um súbito pensamento: será Lanzarote, nesta altura da vida, a Azinhaga recuperada?», questionava José Saramago nos seus Cadernos de Lanzarote. Em 1992, o escritor decidia mudar-se com Pilar del Río para essa ilha das Canárias, um local rodeado por vulcões onde encontrou a tranquilidade que procurava e onde ergueu a sua Casa e a sua Biblioteca. Há quinze anos, após o anúncio da atribuição do Prémio Nobel, recebeu o fotógrafo João Francisco Vilhena para um passeio de que resultariam fotografias surpreendentes, expostas em dezembro desse ano em Estocolmo, e agora reunidas no livro Lanzarote – A Janela de Saramago, a publicar pela Porto Editora a 9 de maio. Neste livro, as fotografias jogam em harmonia com os textos de José Saramago, presentes nos Cadernos de Lanzarote, sobre a terra, a paisagem, a vida: reflexões do Nobel português sobre os temas que o marcavam. Uma combinação que resulta num livro único.
Lanzarote – A Janela de Saramago será apresentado no festival LeV – Literatura em Viagem, no dia 10 de maio, às 12:00, na Galeria Municipal de Matosinhos, numa sessão que contará com a presença de João Francisco Vilhena e Pilar del Río. Posteriormente, será apresentado em Lisboa.

Sinopse:
Livro concebido pelo fotógrafo João Francisco Vilhena, com textos dos Cadernos de Lanzarote, de José Saramago, a partir do seu encontro com o escritor na ilha onde este fincará as raízes que darão lugar à segunda parte da sua vida literária, numa profunda ligação com a natureza – qual regresso às origens, narradas n’As Pequenas Memórias – e face à aproximação da velhice e da morte. Um livro belíssimo sobre o sentido da vida e da escrita, uma homenagem a Saramago no momento em que se comemoram os quinze anos da atribuição do Prémio Nobel.

Sobre os autores:
João Francisco Vilhena nasceu em Lisboa em 1965. Trabalhou como fotojornalista e colaborou com diversos jornais e revistas, em Portugal e no estrangeiro, tais como a Revista Ler, Elle, Máxima, Marie Claire, Oceanos, Visão, Grande Reportagem, Colóquio-Letras, Der Spiegel, Le Monde e o suplemento cultural DNA. Foi editor fotográfico do semanário O Independente e do semanário Sol, e diretor de arte da Tabacaria, a revista literária da Casa Fernando Pessoa. Tem realizado diversas exposições em Portugal e no estrangeiro. Assinou vários livros em coautoria e tem participado nos júris de diversos prémios de fotografia.
Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo.
José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel da Literatura em 1998.




Raquel Varela lança História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75, amanhã, no Porto



BOOKSMILE: A filha da Branca de Neve e a filha da Bruxa Má estão de volta

No outono passado, algo começou a agitar o previsível mundo dos contos clássicos. Os filhos adolescentes das mais famosas personagens começaram a reescrever os primeiros capítulos das suas próprias histórias. Apple White, a filha da Branca de Neve e a Raven Queen, a filha da Bruxa Má, vão decidir se querem seguir os passos dos seus pais ou se escolhem descobrir o seu próprio Final Feliz.

Depois do sucesso mundial alcançado pela série Monster High, chegou então a Portugal a coleção Ever After High com o lançamento, em novembro de 2013, do 1.º volume das histórias que deixaram, de imediato, as jovens leitoras (11+) encantadas.

E, às livrarias nacionais, chegou agora o segundo volume: Ever After High: Quem é Mais Rebelde do que Eu? (Booksmile I 336 pp I 15,98€). Bestseller fora de portas, em Portugal a marca Ever After High vai “explodir” ainda mais em maio, com o início em força da série na televisão. As bonecas, essas, já espalham magia nas lojas deste o Natal.

Sinopse:
Espelho meu, espelho meu… Quem é mais rebelde do que eu? O Dia da Sucessão, o dia em que os alunos de Ever After High juram seguir as pisadas dos seus pais, já terminou, e todos andam numa azáfama! Raven Queen, a filha da Bruxa Má, pôs em risco todas as histórias.
Para Apple White, a filha da Branca de Neve, as escolhas de Raven podem querer dizer que ela nunca virá a comer a maçã envenenada ou que nunca irá governar um reino. Apple White é apoiada pela Realeza, constituída por aqueles que juraram ser fiéis à sua história e cumprir o destino que lhes foi traçado. Com Raven estão os Rebeldes, que querem libertar-se das amarras do destino e traçar o seu próprio caminho.
O que ninguém esperava era que Realeza e Rebeldes tivessem de pôr de lado as suas diferenças e juntar forças para conseguirem salvar Maddie, que no meio de todo o caos e rivalidades se viu num sarilho que pode acabar com todos os Felizes para Sempre.
Ever After High é o liceu onde estudam os filhos das personagens dos contos clássicos, e onde alunas como a Apple White, a filha da Branca de Neve e a Raven Queen, a filha da Bruxa Má, irão decidir se querem seguir os passos dos seus pais ou se escolhem descobrir o seu próprio Final Feliz. A mensagem para as meninas em todo o mundo é clara: o destino nunca está escrito a tinta permanente, pode ser reescrito quantas vezes quisermos. Só há uma decisão a tomar: És da Realeza ou És Rebelde?
Em Ever After High, os alunos ficam a saber que o futuro vai muito mais além do que o destino, pois o primeiro pode ser reescrito e o segundo não. Neste liceu, os alunos vivem os mesmos desafios, dramas e alegrias que todos os adolescentes, enquanto tentam encontrar o caminho certo para as suas vidas.









A PHDA - o que fazer em casa e na escola - no livro «Mais Forte do Que Eu!», dos especialistas Nuno Lobo Antunes e Ana Rodrigues. A obra será apresentada por Lia Pires, Presidente da Associação DAH!.


Holocausto Brasileiro - Daniela Arbex [Opinião]

Título: Holocausto Brasileiro
Autor: Daniela Arbex
N.º de Páginas: 256 páginas + 16 (extratexto)
PVP: 15,50 €

Guerra e Paz|Clube do Livro SIC

Sinopse:
Milhares de crianças, mulheres e homens foram violentamente torturados e mortos no hospício de Colônia, em Barbacena, fundado em 1903. A maioria foi internada sem diagnóstico de doença mental: eram meninas violadas que engravidaram dos patrões, homossexuais, epilépticos, mulheres que os maridos não queriam mais, alcoólicos, prostitutas. Ou simplesmente seres humanos em profunda tristeza. Sem documentos, sem roupa e sem destino, tornaram-se filhos de ninguém.

Em Holocausto Brasileiro, a premiada jornalista de investigação Daniela Arbex resgata do esquecimento esta chocante e macabra história do século XX brasileiro: um genocídio feito pelas mãos do Estado, com a conivência de médicos, funcionários e população, que roubou a dignidade e a vida a 60.000 pessoas.
Bebiam água do esgoto. Comiam ratos. Morriam ao frio e à fome. Eram exterminados com electrochoques tão fortes, que toda a cidade ficava sem luz, por sobrecarga da rede. Os bebés eram roubados às mães logo à nascença. Nos períodos de maior lotação, morriam 16 pessoas por dia dentro dos muros do Colônia. Ao morrer, davam lucro. Os cadáveres eram vendidos às faculdades de medicina. Quando o número de corpos excedia a procura, eram decompostos em ácido, no pátio, diante dos pacientes. Os ossos eram comercializados. Nada ali se perdia. Excepto a vida.
É a essas 60.000 pessoas que Daniela Arbex devolve agora o rosto e a identidade, num relato que recupera o testemunho dos poucos sobreviventes e dá voz aos milhares que já não podem contar a sua própria história. O hospício de Colônia só foi transformado em verdadeiro Centro Hospitalar Psiquiátrico em 1980.


A minha opinião:
"Nada se perdia, excepto a vida."
Barbacena é uma cidade situada no estado de Minas Gerais. Mas também foi guarida do maior hospício do Brasil. O campo de concentração como assim foi designado, estava situado em Colônia, e roubou a dignidade a mais de 60 mil pessoas, a maior parte delas morrendo por lá.

Daniela Arbex faz um relato impressionante sobre a vida degradante dos "prisioneiros" do Colônia. Desde à falta de higiene e comida, passando por terem de beber água do esgoto por não lhe darem água potável, comerem ratos e serem sujeitos a electrochoques e a lobotomias...

E se à partida pensamos que os doentes do Colônia eram todos com problemas psíquicos, desenganamo-nos logo. "Estima-se que 70% das pessoas internadas não tivessem sequer uma doença mental. Muitas vezes a tristeza era a causa para o internamento." O Colônia servia como uma prisão para aqueles cujas famílias queriam ver afastados de suas casas. Jovens grávidas, homossexuais, alcoólicos, mendigos, cegos.

"Começava a trabalhar num campo de concentração travestido de hospital."

Apesar de já ter lido muito sobre o holocausto nazi consegui impressionar-me com o que os pacientes do Colônia tiveram de passar. A morte estava sempre por parte, chegando a morrer, em média, 16 pessoas por dia. Das 60 mil internadas só 200 chegaram aos dias de hoje, praticamente todas retratadas por Daniela Arbex no seu livro. Das coisas que mais me chocaram foi o facto de não permitirem dos pacientes qualquer contacto com o exterior e os bebés que as mulheres tinham eram-lhes tirados. Mulheres completamente desgostosas morriam à espera de que um dia pudessem encontrar-se com os seus rebentos fora daquele local. A maior parte das vezes não aconteceu.

Não entendo como é que um local como esse nunca foi do interesse dos políticos. Nunca se mostraram interessados em desactivá-lo. Nem mesmo por parte dos médicos, tendo a maior parte sido conivente com as mortes e atrocidades que por lá existiam. Talvez porque os corpos dos indigentes lhes dessem de alguma forma jeito para os estudos nas aulas de medicina...

Daniel Arbex soube contar, de uma forma resumida mas tocante, acompanhado de fotografias de época e actuais, um dos livros que mais me impressionou ler este ano.
Recomendo a sua leitura.






segunda-feira, 28 de abril de 2014

Lançamento do livro «Comer Bem Sem Sacrifícios», de Andreia Santos e Hélio Loureiro. Apresentado por Fernando Póvoas ( Altis Grand Hotel, Lisboa)


Gradiva lança álbum de Banda-Desenhada sobre um dos acontecimentos mais marcantes da História de Portugal «A Batalha - 14 de Agosto de 1385» de Pedro Massano

Título: A Batalha - 14 de Agosto de 1385
Autor:
Pedro Massano
Colecção: «Fora de Colecção»
Páginas: 88
PVP: € 14,90

A obra A Batalha - 14 de Agosto de 1385 de Pedro Massano, será apresentada amanhã, dia 29 de Abril, pelas 18h30m, na LIVRARIA FÉRIN, na Rua Nova do Almada, 70-74 (ao Chiado), em Lisboa. A apresentação da obra estará a cargo de Carlos Pessoa.

O álbum A Batalha – 14 de Agosto de 1385 marca o regresso aos livros do jornalista, editor, ilustrador, crítico e autor e divulgador de banda desenhada, Pedro Massano. Neste seu livro, com pranchas arrebatadoras e de grande beleza, Pedro Massano ilustra um dos mais marcantes episódios da História de Portugal – a Batalha de Ajubarrota – recorrendo às palavras dos cronistas da época.

A Batalha – 14 de Agosto de 1385 descreve o que foi um dia decisivo para Portugal. A 14 de Agosto de 1385, o exército comandado pelo rei D. Juan de Castela foi derrotado, no campo de S. Jorge, por uma força muito inferior de portugueses. Os heróis dessa jornada memorável foram Nun’ Álvares Pereira, D. João I e a hoste heterogénea de quantos combateram sob as suas ordens.

O autor Pedro Massano procurou, de acordo com as fontes históricas da época – Froissart, Castañeda, o próprio D. Juan e, sobretudo, Fernão Lopes – fazer justiça a esses quantos que souberam dar na época uma nova vida e reinventar o seu país.

Sobre o autor:
Jornalista, editor, ilustrador, autor, crítico e divulgador de banda desenhada, Pedro Massano nasceu em Agosto de 1948, em Lisboa, tendo vivido durante alguns anos nos Açores onde fez quase toda a escola primária.
Contactou com a banda desenhada desde tenra idade, pois começou a ler precocemente (com 4 anos), iniciou-se como leitor do Cavaleiro Andante e mais tarde de outras revistas de BD, o que influenciou decisivamente a escolha desta Arte como sua grande paixão.
Frequentou o curso de Arquitetura na ESBAL (Escola Superior de Belas Artes de Lisboa), durante os anos 70, em simultâneo com trabalhos de banda desenhada, caricatura e ilustração, para jornais como Musicalíssimo, Observador, Volante e República.
A sua primeira banda desenhada publicada foi "BZZZ", que apareceu no suplemento Mosca, no Diário de Lisboa, em 1972.
Esteve associado ao aparecimento da revista Visão (1975-1976), inteiramente dedicada à banda desenhada e que pelas novas abordagens narrativas e gráficas marcou fortemente uma ruptura entre os autores e leitores de BD no nosso país, numa aventura que durou 12 números.
Na mesma época passou também por outra revista de BD, associada a um programa da RTP, o Fungagá da Bicharada e por jornais tão variados como Autosport, Portugal Hoje, Acção Socialista, O País, Cinéfilo, Negócios, Diário de Notícias ou a revista Match Magazine.
O seu primeiro álbum editado foi A Primeira Aventura no País de João, segundo textos de Maria Alberta Menéres, em 1977, pela Comissão Organizadora do Dia de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Seguiu-se o longo ciclo de O Abutre, uma série de breves tiras com um humor muito negro, iniciada no semanário A Luta, em 1978. Esta série teve continuação num conjunto de sete álbuns editados ao longo da década de 80, aos que se seguiram A Lei do Trabuco e do Punhal: Mataram-no Duas Vezes e A Missão H...orrível.
Realizou alguns trabalhos de BD na área da publicidade e do marketing, como é o caso d'As Aventuras do Capitão Iglo, uma colecção de cromos, em 1987, O Natal do Sabião, para os CTT, em 1991, O Vitaminas em Ação eco... logicamente, para a Sumol Néctar, em 1991 e O cliente é o nosso rei e patrão.
Em meados dos anos 90, Pedro Massano chegou a ter o seu próprio projecto editorial, com a PIM (Publicações Ilustradas Multicor), onde esperava editar os seus trabalhos, o que chegou a acontecer com um manual sobre as técnicas da BD, Como Fazer Banda Desenhada, e as tiras bem-humoradas de Os Passarinhos 1.
Em 1997 viu finalmente editado o primeiro volume de A Conquista de Lisboa, pelo Montepio Geral. O segundo volume, Por Vontade de Deus, saiu em 2002.
Por ocasião do 25.º aniversário da revolução dos cravos, Pedro Massano participou na exposição itinerante "Uma Revolução Desenhada: o 25 de abril e a BD", para a qual, realizou uma curta história baseada na revolução, o mesmo sucedendo a outros autores portugueses que também participaram nesta obra colectiva, de que resultou um notável livro/catálogo (da Bedeteca de Lisboa/Edições Afrontamento, 1999).
Mantendo a tónica na História de Portugal, Pedro Massano, juntamente com o argumentista Patrick Lizé, um francês que vive em Portugal, desenvolveu o primeiro título da minissérie Le Deuil Impossible, Le Chevalier du Christ, editado em 2001 pela Glénat (uma das mais importantes editoras de banda desenhada francófona).
Pedro Massano é um dos mais completos autores portugueses de banda desenhada, não só pelo razoável número de títulos que tem editados e pelas muitas colaborações na imprensa, mas pelo facto de dominar, com rara habilidade e resultado, diferentes estilos e técnicas gráficas. Eclético como poucos, Pedro Massano é um autor completo, por ser o argumentista, o desenhador e o colorista de grande parte dos seus trabalhos. Para além disso, tem-se dedicado à crítica e à divulgação da BD tendo também tido uma fugaz passagem como dirigente do Clube Português de Banda Desenhada.





Novidade Porto Editora: "Enquanto houver estrelas no céu"

Título: Enquanto houver estrelas no céu
Autor:
Kristin Harmel
Tradução: José Lima Ferreira
Págs.: 384
Capa: mole
PVP: 16,60 €

A 2 de maio, a Porto Editora publica Enquanto houver estrelas no céu, romance de Kristin Harmel, no qual a protagonista, ao procurar as raízes familiares, descobre a magnífica e até aí secreta história de amor vivada setenta anos antes pela avó.
Esta obra entrelaça duas épocas, a atual e os anos 40, e aborda também as relações entre várias gerações de mulheres e entre religiões durante a ocupação de Paris.
A autora, Kristin Harmel, é presença assídua nas televisões dos Estados Unidos e também nas listas de livros mais vendidos. Este título tem direitos de tradução vendidos para 15 países e já alcançou enorme sucesso na Europa, em países como a Itália, a Alemanha, a Holanda, a Noruega e o Reino Unido.

Sinopse:
Desde sempre, Rose, ao entardecer, olhava o céu em busca da estrela da tarde. Era aquela estrela, agora que a sua memória a estava a abandonar, que lhe permitia recordar-se de quem era e de onde vinha; que a transportava para os seus dezassete anos, para uma confeitaria nas margens do Sena. Ninguém conhecia a sua história, nem sequer a sua neta, Hope. Num dos seus raros momentos de lucidez sente que é importante falar-lhe de um passado longínquo, que manteve em segredo durante setenta anos e que em breve ficará perdido para sempre.
Munida de uma lista de nomes e de fragmentos de uma vida, Hope parte para Paris em busca de respostas. Para Hope esta será também uma viagem de descoberta: de tradições religiosas há muito diluídas, de histórias vividas numa Paris ocupada onde o amor sobrevive e, sobretudo, da sua capacidade de recomeçar e acreditar em si mesma.

Sobre a autora:
Kristin Harmel formou-se em Jornalismo e Comunicação na Universidade da Florida. Tem exercido a profissão de jornalista na televisão e em revistas como People, Ladie’s Home Journal e Woman’s Day entre outras. Os seus livros estão traduzidos em inúmeros países, onde alcançaram notável sucesso. Atualmente vive em Orlando, na Florida.


OPINIÕES
Kristin Harmel escreve com tamanha perspicácia e emoção que as personagens que criou permanecem connosco
muito depois de terminarmos o livro.
Emily Giffin
Kristin Harmel apresenta-nos um livro magnífico sobre uma família e a sua luta para sobreviver em tempos difíceis.
Publishers Weekly

NASCENTE: Stress? Aprenda a descontrair-se e a libertar a tensão física, mental e emocional Ca




Num mundo cada vez mais rápido e exigente, as situações de conflito, ansiedade e stress são quase diárias e afetam a qualidade de vida. A perda de um ente querido, uma situação laboral conflituosa ou uma simples discussão no trânsito podem provocar desequilíbrios emocionais e afetar a saúde.

Aprender a descontrair e a libertar a tensão física, mental e emocional pode ser simples. É isso que ensina a especialista em relaxamento e meditação Patricia Tomoe Abella no seu novo livro Relaxamento Anti-Stress (Nascente I 176 pp I 14,99€). Um livro fundamental para todos os que querem aprender a relaxar e a viver sem stress.

Uma das chaves do relaxamento está em seguir uma série de hábitos simples, como ter uma alimentação saudável, praticar atividade física ligeira e dormir bem. Mas no seu dia a dia ocorrem muitas situações que lhe causam stress e ansiedade — a perda de um ente querido, uma situação laboral conflituosa ou uma discussão no trânsito —, provocando desequilíbrios no seu organismo e afetando a sua saúde.

Este guia, escrito pela especialista Patricia Tomoe Abella, apresenta- -lhe as mais conhecidas e poderosas técnicas de relaxamento anti-stress, recomendadas pela sua comprovada eficácia e facilidade de execução. Após a sua aplicação, em poucos minutos obterá resultados positivos. Saiba como alcançar a harmonia e o bem-estar com práticas de grande eficácia explicadas passo a passo:
Exercícios para distender os músculos.
Técnicas de respiração para aquietar a mente.
Métodos tradicionais alternativos (mudras/meditação).


NASCENTE: Aprenda a cuidar de si com a autora bestseller do New York Times Cheryl Richardson

Aprenda a viver melhor com a autora bestseller do New York Times Cheryl Richardson
Cuidar de Si: Técnicas Eficazes para Melhorar e Preservar a Sua Saúde, já à venda em todo o país (Nascente I 144 pp I 13,49€), é um livro que tem como ambição ajudar, em 21 lições, a melhorar e preservar a saúde mental, espiritual e física das pessoas que, no contexto social atual, têm pouco tempo para cuidar de si.
Aprenda, em 21 dias, a melhorar e preservar a sua saúde mental, espiritual e física.
Sente-se privada de sono, apoio emocional, tempo para si, energia física, companheirismo, paz, esperança e contacto físico? Não suporta a ideia de desapontar os outros, dizer-lhes que não ou revelar aquilo que realmente pensa?
Imagine uma vida completamente nova a partir da aplicação de técnicas e atitudes simples mas eficazes que pode aprender em apenas 21 dias. Este livro irá conduzi-la num processo de mudança para melhorar e preservar a sua saúde mental, espiritual e física.
Reencontre aquilo que realmente lhe faz falta * Descubra os benefícios de trabalhar com um espelho. * Conheça a arte do desapontamento
* Recupere um ritmo e rotina saudáveis * Delegue para renunciar ao controlo * Simplifique a sua vida
* Proteja a sua sensibilidade * Reacenda sonhos e paixões

A NASCENTE disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.

Cheryl Richarson dedicou os últimos vinte anos da sua vida pessoal e profissional ao tema do «autocuidado», divulgando, a partir da sua própria experiência, os benefícios desta prática e a razão pela qual ela pode pôr termo à espiral de loucura que percorre as vidas agitadas do século XXI.
Defensora de que o egoísmo conduz ao altruísmo, uma vez que nos leva a fazer escolhas que têm por base o amor e não a culpa ou a obrigação, Cheryl Richardson é autora de inúmeros bestsellers que têm gerado melhorias significativas na vida de milhões de pessoas. Foi a primeira presidente da International Coach Federation e tem visto o seu trabalho ser amplamente coberto pelos média.



TOPSELLER: Se o amor da tua vida te deixasse, o que farias?

«Uma história inspiradora.» - Publishers Weekly
«Um romance irónico e inteligente, que é também feliz, imprevisível e emocionante.» - USA Today
«Um romance muito divertido, com um final delicioso.» - Marie Claire
«Um livro leve e divertido sobre a busca da nossa alma gémea.» - People Magazine
«Laura Dave é o fenómeno do ano.» - Cosmopolitan

É com prazer que a Topseller dá a conhecer aos leitores portugueses a escritora norte-americana Laura Dave, autora dos romances The Divorce Party e London is the Best City in America, ambos em vias de ser adaptados ao cinema, e de O Primeiro Marido (Topseller I 256 pp I 15,98€), já à venda nas livrarias nacionais.
Trata-se de uma história romântica e divertida sobre uma mulher dividida entre o seu marido e o homem com quem ela julgava que se ia casar.
Annie Adams está a alguns dias de celebrar o seu 32.º aniversário e pensa que encontrou, finalmente, a felicidade. Jornalista, escreve uma coluna semanal sobre viagens e passa a vida a explorar os lugares mais exóticos e interessantes do mundo. Vive em Los Angeles com Nick, o namorado com quem já pensa casar, numa relação aparentemente feliz que já conta com cinco anos. Quando Nick chega um dia a casa e a informa de que, «segundo a terapeuta», talvez precisem de «um tempo», Annie fica destroçada.
Perdida num turbilhão de sentimentos, Annie acaba por conhecer Griffin, um charmoso chef, que de imediato a conquista. E em apenas três meses, Annie dá por si casada e a reconstruir a sua vida numa zona rural do Massachusetts. Mas quando Nick lhe pede uma segunda oportunidade, Annie fica dividida entre o seu marido e o homem com quem ela sente que deveria ter casado.

A Topseller disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.


Laura Dave escreveu para o New YorkTimes, o New York Observer e o Huffington Post e participou em programas da Fox News e da National Public Radio. A sua escrita aborda, em especial, as relações amorosas, familiares, e os laços afetivos. Nascida em Nova Iorque, vive atualmente com o marido em Los Angeles.


Nova aventura de Gabriel Allon, o herói criado por Daniel Silva, nas livrarias a 2 de maio

Título: A Rapariga Inglesa
Autor:
Daniel Silva
Género: Literatura / Thriller
Tradução:
Vasco Teles de Menezes
N.º de páginas:
469
Data de lançamento:
2 de maio
PVP:
17,70 €

Sete dias. Uma rapariga. Não há segundas oportunidades.
Os livros de Daniel Silva captam a imaginação de milhões de leitores do mundo inteiro. A sua série protagonizada pelo espião e restaurador de arte Gabriel Allon é número 1 do New York Times e tem conquistado os mais rasgados elogios da crítica e dos leitores.

«Como é habitual, Silva prende o leitor desde a primeira página com a sua mistura sagaz de espionagem e suspense.» Booklist

Madeline Hart é uma estrela ascendente no partido britânico no poder: bonita, inteligente, motivada para o sucesso por uma infância pobre. Mas Madeleine tem também um segredo sombrio: é amante do primeiro-ministro, Jonathan Lancaster. Os seus raptores descobriram o romance e decidiram que Lancaster deve pagar pelos seus pecados. Receoso de um escândalo que lhe destrua a carreira, ele decide lidar com o caso em privado, sem o envolvimento da polícia britânica. Trata-se de uma decisão arriscada, não só para si próprio, como para o agente que conduzirá as buscas.
Entra em cena Gabriel Allon — assassino implacável, restaurador de arte e espião —, para quem as missões perigosas e a intriga política não são novidade. Com o relógio a contar, Gabriel tenta desesperadamente trazer Madeleine de volta a casa em segurança. A sua missão leva-o do mundo criminoso de Marselha a um vale isolado nas montanhas da Provença, depois aos bastidores do poder londrino e, finalmente, a um clímax em Moscovo, uma cidade de espiões e violência, onde há uma longa lista de homens que desejam ver Gabriel morto.
Desde as páginas de abertura até ao chocante final, em que se revelam os verdadeiros motivos por detrás do desaparecimento de Madeleine, A Rapariga Inglesa irá deixar os leitores completamente mergulhados na história.


Porto Editora publica "A improvável viagem de Harold Fry"

Título: A improvável viagem de Harold Fry
Autor:
Rachel Joyce
Tradução: José Vieira de Lima
Págs.: 312
Capa: mole
PVP: 16,60 €

A improvável viagem de Harold Fry, extraordinário romance de estreia de Rachel Joyce, valeu à escritora britânica o National Book Award, na categoria New Writer of the Year, e ainda um lugar entre os finalistas do prestigiado Man Booker Prize. Em Portugal, a Porto Editora publica esta obra, da qual já se venderam mais de 2 milhões de exemplares em todo o mundo, a 9 de maio.
A originalidade tem sido apontada como um dos pontos mais fortes deste romance protagonizado por um reformado, Harold Fry, que recebe, de uma amiga de longa data, que vive na outra ponta de Inglaterra, uma carta com a notícia de que está a morrer de cancro. Harold decide responder-lhe, lamentando a tragédia, mas, quando vai colocar o envelope no marco do correio, acha esse gesto demasiado impessoal.
Opta, então, por ir entregar a carta em mão, iniciando aí uma longa caminhada.
A improvável viagem de Harold Fry tem direitos de tradução vendidos para 35 países e fez grande sucesso em vários países, nomeadamente na Alemanha, onde se venderam mais de 600 mil exemplares.

Sinopse:
Para Harold Fry os dias são todos iguais. Nada acontece na pequena aldeia onde vive com a mulher Maureen, que se irrita com quase tudo o que ele faz. Até que uma carta vem mudar tudo: Queenie Hennessy, uma amiga de longa data que não vê há vinte anos, e que está agora doente numa casa de saúde, decide dar notícias. Harold responde-lhe rapidamente e sai para colocar a carta no marco do correio. No entanto, está longe de imaginar que este curto percurso terminará mil quilómetros e 87 dias depois.
E assim começa esta viagem improvável de Harold Fry. Uma viagem que vai alterar a sua vida, que o leva ao encontro de si mesmo, a descobrir os seus verdadeiros anseios há tanto adormecidos e sobretudo vai ajudá-lo a exorcizar os seus fantasmas. Com este primeiro romance sobre o amor, a amizade e o arrependimento, A improvável viagem de Harold Fry, que recebeu o National Book Ward, para primeira obra, Rachel Joyce revela-se uma irresistível contadora de histórias.

Sobre a autora:
Rachel Joyce vive numa quinta do Gloucestershire, em Inglaterra. Durante vinte anos escreveu argumentos para rádio, televisão e teatro. Também passou pelo palco, experiência que lhe valeu alguns prémios. A improvável viagem de Harold Fry foi o seu primeiro romance. Este livro recebeu o National Book Award para primeira obra e foi considerado em vários meios de comunicação um dos melhores livros de 2012. Foi também finalista do Man Booker Prize desse ano.

Imprensa:
Assombroso, inesperado e inspirador, Rachel Joyce faz-nos sentir que devíamos sair de casa, caminhar e descobrir a vida. Desde o momento em que encontrei Harold Fry, não consegui abandoná-lo. Impossível largar o livro. The Times
Um romance original e um testemunho corajoso em relação ao esforço humano para sermos normais. The Guardian
Distingue-se pela notável confiança. Polido até à perfeição. Ler sobre [Harold] é ser levado a segui-lo. Telegraph


TOPSELLER: O autor mais bem-sucedido da última década regressa com "NYPD Red: À Margem da Lei"

«Patterson parece ser imparável.» - USA Today
«James Patterson sabe como gerar emoçõese suspense.» - People
«Os romances de Patterson são máquinas de entretenimento engenhosas, os Porsches da ficção popular, escritos com habilidade e com um ritmo à velocidade da luz.» - Publishers Weekly
«Patterson é o melhor contador de histórias da América.» - Forbes

James Patterson, considerado o autor mais bem-sucedido da última década (mais informação sobre este dado, aqui), com mais de 300 milhões de livros vendidos, continua a somar tops de vendas. Com o lançamento de NYPD Red: À Margem da Lei, segundo volume da série policial NYPD Red, Patterson acrescentou mais um título à sua já extensa lista de bestsellers do New York Times registados no Guinness World Records.

Depois do sucesso de vendas nos EUA, já chegou então às livrarias nacionais NYPD Red: À Margem da Lei (Topseller I 336 pp I 18,79€).

Existem 35 mil polícias em Nova Iorque. Apenas 75 pertencem à NYPD Red, a unidade especial que protege os mais ricos e poderosos.
A NYPD Red enfrenta agora o seu inimigo mais perigoso de sempre.
Há um serial killer à solta em Nova Iorque, perseguindo e assassinando criminosos que conseguiram escapar à Justiça. À medida que o número de vítimas deste justiceiro por conta própria aumenta, cada vez mais nova-iorquinos o apoiam.
O detetive Zach Jordan e a sua parceira Kylie MacDonald são destacados para o caso quando mais uma pessoa, uma mulher ligada à campanha eleitoral de um dos candidatos à Câmara de Nova Iorque, é assassinada. Zach e Kylie têm de descobrir quais são as verdadeiras motivações deste assassino, uma vez que por detrás deste último crime se escondem segredos da ordem da vida pública e privada.
No entanto, Kylie tem agido de forma estranha, e Zach teme que o que quer que se esteja a passar com a sua parceira possa pôr em risco o maior caso das suas carreiras.



James Patterson já criou mais personagens inesquecíveis do que qualquer outro escritor da atualidade. É o autor dos policiais Alex Cross, os mais populares dos últimos 25 anos dentro do seu género. Entre os seus maiores êxitos estão também as coleções bestsellers NYPD Red, Private: Agência Internacional de Investigação, The Women's Murder Club (O Clube das Investigadoras) e Michael Bennett.
Patterson escreveu também diversos livros para jovens, entre os quais estão as séries Maximum Ride e Confissões de uma Suspeita de Assassínio (ed. Topseller) Escola e Eu Cómico (ed. Booksmile).
Ao gosto pela escrita e pela invenção de histórias, James Patterson junta uma outra paixão, a de ajudar o próximo. Em fevereiro passado, o autor disponibilizou 1 milhão de euros para ajudar livrarias tradicionais a sobreviverem à crise. Notícia sobre a qual pode ler mais em The New York Times.
Patterson oferece, ainda, através da sua fundação, dezenas de bolsas de estudo para jovens alunos e universitários, e ainda bolsas de estudo especiais para quem tenciona, terminado o curso universitário, abraçar a carreira de professor.


Quetzal lamenta morte de Vasco Graça Moura

"É com profunda tristeza que emitimos esta nota. Vasco Graça Moura morreu ao fim da manhã de ontem, em Lisboa."

Sobre ele, diz Francisco José Viegas, diretor editorial da Quetzal Editores:
«Pessoalmente, era um homem superiormente inteligente, sensível, dedicado à literatura, inquietado pela literatura. Vasco Graça Moura é um dos nossos grandes poetas europeus, um clássico que ultrapassou a fragilidade e as maldições do tempo – a sua obra, a sua intuição minuciosa e cheia de cultura, de erudição e de leveza, deviam ser motivo suficiente para relermos, também, a beleza terrível da sua Poesia Reunida.
Poucos conseguiram, como Vasco Graça Moura, recriar o cânone da nossa grande poesia e comover-nos tão profundamente, entre a ironia e a melancolia (seus instrumentos fundamentais), num equilíbrio de grande autor e de respeito pela tradição dos seus mestres que vêm do renascimento até hoje. O lugar de poeta não esconde, além disso, a sua figura de magnífico tradutor (o de Dante ou Shakespeare), de romancista, de ensaísta culto e exigente, de homem criativo e empenhado pelo seu país. Era um homem raro, com convicções fortes – e um espírito combativo.
 

A Quetzal, que publica a sua poesia e a sua ficção, bem como as inúmeras traduções premiadas que nos deixou, sofre com a perda de um autor sublime. Como o próprio Vasco Graça Moura dizia recentemente, “está a faltar poesia em Portugal”. Infelizmente, deixou-nos um dos nossos grandes poetas.»


domingo, 27 de abril de 2014

Morreu Vasco Graça Moura






Vasco Graça Mouro, escritor e tradutor, faleceu hoje, aos 72 anos.


soneto do amor e da morte 
quando eu morrer murmura esta canção
que escrevo para ti. quando eu morrer
fica junto de mim, não queiras ver
as aves pardas do anoitecer
a revoar na minha solidão.

quando eu morrer segura a minha mão,
põe os olhos nos meus se puder ser,
se inda neles a luz esmorecer,
e diz do nosso amor como se não

tivesse de acabar, sempre a doer,
sempre a doer de tanta perfeição
que ao deixar de bater-me o coração
fique por nós o teu inda a bater,
quando eu morrer segura a minha mão.

Vasco Graça Moura, in "Antologia dos Sessenta Anos"