domingo, 3 de junho de 2018

Velhos contos para novos tempos. E boas piadas que nunca passam de moda

Título: Piadas À Portuguesa: Secas, Molhadas, Inocentes e Indecentes
N.º de Páginas: 208 páginas
Ficção/Humor
PVP: 15,90 €
Nas livrarias a 05 de Junho
Guerra e Paz Editores

Sinopse:
Não há ninguém a contar anedotas como os portugueses. É uma sina: rir-nos das nossas desgraças. Secas ou molhadas, inocentes ou indecentes, são o melhor remédio!

Ria-se como se não houvesse amanhã!
– Qual o cúmulo do egoísmo?
– Não digo!

– Conheces a piada do iogurte?
– Não.
– É natural.

Não vamos dizer qual o cúmulo do ridículo, mas damos a conhecer muitas anedotas, algumas calinadas e até deixamos umas dicas!

(RE)DESCUBRA AS ANEDOTAS PORTUGUESAS, DIVIDIDAS EM:

«MIÚDOS, OS TENEBROSOS DIABRETES» – as típicas anedotas do Joãozinho e companhia;

«Ó TINDER DOS MEUS AMORES» – anedotas picantes e sobre relacionamentos;

«PROLETÁRIOS DE TODO O MUNDO, RI-VOS!» – quem se lixa é o zé-povinho;

«LOIRAS, LOIRINHAS, LOIRAÇAS, LOIRONAS» – as anedotas que as morenas contam com dor de cotovelo;

«AVENTURAS E DESVENTURAS DE UM ARTISTA PORTUGUÊS» – entre ingleses, franceses, espanhóis… levamos sempre a melhor;

«DE SÃO BENTO PARA O MUNDO: AS REPÚBLICAS EM CUECAS» – chistes sobre quem governa;

«BOLAS ROLANTES E OUTROS FUTEBÓIS» – as piadas do desporto;

«QUID IURIS, OU O FORROBODÓ NA BARRA DO TRIBUNAL» – as anedotas sobre a Justiça;

«IN NOMINE DEI: GLÓRIAS DIVINAS, PRAZERES TERRENOS» – freiras, padres… ninguém escapa ao humor português;

«A ETERNA PLANÍCIE: ORAÇÕES SAPIENCIAIS ALENTEJANAS» – a boa disposição do Alentejo;

«METE-LHE ÁGUA, MUITA ÁGUA» – as secas que todos contam, mas fingem não gostar;

«WELCOME TO THE DARK SIDE OF THE FORCE» – o lado mais negro do humor.


Título: CONTOS TRADICIONAIS PORTUGUESES
Autores: Adolfo Coelho, Ana de Castro Osório, Consiglieri Pedroso, José Leite de Vasconcelos e Teófilo Braga
N.º de Páginas: 256
Ficção/Contos
PVP: 15,90 €
Nas livrarias a 05 de Junho
Guerra e Paz Editores

Sinopse:
E se voltássemos à literatura popular? E se voltássemos a contar de viva voz os velhos contos? Este Contos Tradicionais Portugueses aceita esse desafio, oferecendo-nos os mais belos contos pertencentes à tradição oral. São histórias conservadas e contadas pelo povo: a acção é simples predominando o elemento mágico sobrenatural, o sentimento, a jocosidade, o maravilhoso. Ah, sejamos claros, neles até os animais ganham vida e falam.
Estas histórias revelam muito do país que somos, da cultura popular, dos nossos costumes e tradições. Leia-as agora e volte a contá-las, ao calor da lareira ou aos seus amigos nas redes sociais, e como se diz correntemente «crescente um ponto».
Contos Tradicionais Portugueses reúne mais de 50 contos, escolhidos das obras de Adolfo Coelho, Ana de Castro Osório, Consiglieri Pedroso, José Leite de Vasconcelos e Teófilo Braga.
Por entretenimento ou consolo, como refere Eça, adentremos neste maravilhoso bosque do imaginário da cultura tradicional portuguesa e retiremos daí uma ou outra lição. Ou… talvez possamos apenas ler, sorrir e retirar alguma beleza do tesouro que aqui se compila.

Sobre os autores: 
Adolfo Coelho. Nasceu em 1847 e morreu em 1919. Filólogo, pedagogo, etnógrafo, historiador, crítico literário. Entre outras obras, publicou Contos Populares Portugueses, em 1879.
Ana De Castro Osório. Nasceu em 1872 e morreu em 1935. Escritora, feminista e activista republicana, é considerada pioneira da literatura infantil no nosso país. Entre outras obras, publicou Contos, Fábulas, Facécias e Exemplos da Tradição Popular Portuguesa, em 1962, em quatro volumes.
Consiglieri Pedroso. Nasceu em 1851 e morreu em 1910. Político, ensaísta, jornalista e professor universitário. Entre outras obras, publicou Contos Populares Portugueses, em 1910.
José Leite de Vasconcelos. Nasceu em 1858 e morreu em 1941. Filólogo, arqueólogo e etnógrafo. Tendo assinado centenas de obras, a sua recolha de Contos Populares e Lendas só vem a ser publicada na década de 60.
Teófilo Braga. Nasceu em 1843 e morreu em 1924. Político, ensaísta, professor universitário. Foi chefe de Estado provisório entre 1910 e 1911 e presidente da República em 1915. Entre outras obras, publicou Contos Tradicionais do Povo Português, em 1883, em dois volumes.




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