quinta-feira, 26 de abril de 2018

Porto vs. Lisboa. Uma batalha campal em livro

Título: PORTO VERSUS LISBOA
Autores: António Eça de Queiroz e António Costa Santos
N.º de Páginas: 264
PVP: 15,90 €
Não Ficção/Lazer
Nas livrarias a 2 de Maio
Guerra e Paz Editores

Sinopse: 
Qual é melhor, o Porto ou Lisboa? O que é que o Porto tem que Lisboa não tenha? O que é que se faz em Lisboa que nunca se fará no Porto? Neste livro, o leitor vai encontrar uma batalha feroz – divertida, mas feroz – de defesa e elogio de cada uma das cidades. Ao mesmo tempo, vai poder deliciar-se com os mais violentos ataques que já se fizeram a Lisboa e ao Porto. Os responsáveis por estes elogios e por estes ataques são dois autores cujos direitos de livre circulação pelo país ficaram suspensos há dez anos. Mas eles estão de volta! António Eça de Queiroz é o paladino do Porto e o dragão vingador que se abate sobre Lisboa. António Costa Santos é o santo protector de Lisboa e a águia negra que ataca o fígado do Porto.
De que é que se fala? Nada mais, nada menos do que dos mais destacados símbolos das duas mui nobres cidades. Temos, por conseguinte, uma inédita luta entre Santo António e São João, a inevitável «grande guerra» que opõe o FCP ao SLB, uma batalha fluvial entre o Douro e o Tejo, entre muitas outras picardias que têm por cenário os campos gastronómico, arquitectónico, histórico, musical e até anedótico de cada uma das metrópoles.
Não fica pedra sobre pedra? Fica. No essencial, este livro é um hino às duas belas urbes que, evi-denciando as respectivas riquezas e diferenças, permite concluir, como canta esse protótipo de tripeiro-alfacinha chamado Rui Veloso, «muito mais é o que nos une que aquilo que nos separa».

Sobre os autores: 
António Eça de Queiroz. É do início da segunda metade do último século do milénio passado. Nasceu na Casa do Mar, na Praia da Granja (distrito do Porto!) e conhece Lisboa de ginjeira. Depois dum périplo angolano pós-25 de Abril, estabeleceu-se no Porto, teve uma filha (que espia agora em Lisboa) e entrou para o jornalismo n’O Comércio do Porto. Mourejou depois em semanários lisboetas por mais de 20 anos e fez mais um filho. Publicou uma breve colectânea de contos e um ensaio sobre um parente chegado. Numa fase tardia, passou a gostar de futebol – do que se joga no Porto, no que é acompanhado pela aguerrida prole. Tem família na capital.

António Costa Santos. Nasceu já em meados do século passado em Lisboa, na rua da antiga sede do Sporting. É, porém, do Benfica e frequenta a piscina do Belenenses. Pai de quatro lisboetas, tem também três sobrinhos naturais do Porto, facto a que é obviamente alheio, de quem gosta como se fossem alfacinhas, porque, segundo afirma, «as crianças não têm culpa». É jornalista há mais de 40 anos e passou por várias redacções da capital, tendo tido apenas um contacto, fugaz e para esquecer, com uma delegação lisboeta de um jornal do Porto. Escreve desde os cinco anos, ultimamente guiões para TV e cinema e livros como este.


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