quinta-feira, 26 de abril de 2018

Clube do Autor: Novas edições a partir de 3 de maio nas livrarias



Nova edição de Já Não se Escrevem Cartas de Amor, de Mário Zambujal;

Nova edição de Nos Passos de Magalhães, de Gonçalo Cadilhe;

2ª Edição do livro A Grande História do Mundo, de François Reynaert.

Nos Passos de Magalhães é a história de lugares mágicos contada pelos olhos de um viajante moderno. Ao mesmo tempo que nos guia pela Lisboa Manuelina, pelas cidades espanholas dos Descobrimentos, pelas fortalezas da Expansão Portuguesa no Oriente, pelas ilhas encantadas das Especiarias e pelas margens desoladas do Estreito de Magalhães, Gonçalo Cadilhe reinventa a viagem de um homem que conquistou o seu lugar no mundo. E provoca no leitor o desejo de partir.

De Lisboa às Filipinas, da Micronésia à Patagónia, de África à Insulíndia, um relato do périplo do português que descobriu a metade desconhecida do mundo. Quinhentos anos depois, importa recordar a primeira circum-navegação da Terra.

Já no livro A Grande História do Mundo viajamos por 5000 anos de História através de factos, conquistas e personalidades marcantes. Eleito um dos livros de 2017 e menos de 6 meses depois da primeira edição, a segunda edição deste bestseller volta agora às livrarias.

Dividido em etapas cronológicas, este livro segue a evolução das grandes civilizações e relaciona-as entre si, para percebermos melhor a nossa História. Esta abordagem original permite compreender o mundo globalizado de hoje e antecipar mudanças ao nível das potências mais relevantes no plano internacional.

Por fim, o eterno bom malandro e as suas novelas de prosa clara e original, pautadas de humor e imaginação. Eis mais um livro que nos transporta no tempo, neste caso à Lisboa dos anos 50, aos seus usos e costumes, quando ainda se escreviam cartas de amor.

Os chás dançantes eram, aliás, moda em vários locais de diversão e nunca deviam ter acabado. (…) Era à escolha do frequentador levar menina como seu par, ou ir à descoberta, o que oferecia o estímulo superior do imprevisto. Quem não viveu essa época ignora que apalpar a namorada na rua ou dar beijos glutões na boquinha dela era caso de polícia, por atentado ao pudor e à moralidade pública.



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