terça-feira, 1 de setembro de 2015

Eça de Queiroz na rentrée literária da Guerra e Paz

A casa que os Maias vieram habitar em Lisboa, no Outono de 1875, era conhecida na vizinhança da Rua de S. Francisco de Paula, e em todo o bairro das Janelas Verdes, pela casa do Ramalhete…

Este é, provavelmente, o arranque mais conhecido e reconhecido de qualquer romance português. A partir de 23 de Setembro, essa entrada e esse romance passam também a constar do catálogo da Guerra e Paz Editores. Os Maias, a mais importante obra de Eça de Queiroz, é primeiro livro de uma nova colecção de clássicos da Literatura que a Guerra e Paz se orgulha de inaugurar nesta rentrée literária.

A edição apresenta uma nova fixação do texto, da responsabilidade de Helder Guégués, actualizando o texto do romance segundo os mais rigorosos critérios ortográficos e tipográficos. Esta nova aposta da Guerra e Paz está ainda enriquecida com posfácio do bisneto de Eça, António Eça de Queiroz:

«A meu ver, em Os Maias, o seu autor consegue a façanha de construir um espantoso edifício literário e, em simultâneo, um mecanismo de sublimação do seu maior drama existencial. Estes são os meus Maias


Com capa de Ilídio Vasco, a obra faz parte do Plano Nacional de Leitura e inclui alguns preciosos auxiliares para o leitor: uma árvore geneológica da "família Maia", uma caracterização das principais personagens, a lista das personagens secundárias, e um descritivo dos principais locais em que se desenrola a acção.


1 comentário:

Tiago disse...

Li pela vez na escola e quando ando a arrumar a estante aproveito sempre para relembrar. Gostei bastante da capa! :)