domingo, 1 de abril de 2018

Apagar Estocolmo - Jens Lapidus [Opinião]

Título: Apagar Estocolmo
Autor: Jens Lapidus
Editor: Suma de Letras
Páginas: 544

Sinopse:
Uma advogada, um ex-prisioneiro e o seu sobrinho uniram-se para resolver um terrível assassinato neste thriller explosivo de Jens Lapidus, o autor sueco aclamado internacionalmente.

Apagar Estocolmo é a história de pessoas que tentam apagar o seu passado e que estão dispostas a fazer qualquer coisa para fazer desaparecer os seus velhos eus. Fala de um mundo caprichoso que apaga algumas pessoas, em quanto concede a outras oportunidades incríveis.

A minha opinião: 
A sinopse atrativa fez-me pegar neste livro com muita curiosidade. Três personagens que pouco poderão ter em comum: uma advogada, um ex-prisioneiro (a personagem que mais gostei) e o sobrinho deste que acaba de sair da prisão, vão ser aliados na resolução de um crime. Mas mais personagens virão, o que acaba por tornar este livro demasiado confuso de ler e compreender. Este foi o primeiro entrave à sua leitura. 
Depois as diversas histórias secundárias (ou talvez não) que poderiam fazer-me ter mais curiosidade em relação ao passado das personagens, colocadas ali para que o leitor compreenda melhor a história na atualidade foi o segundo entrave na leitura para mim. 

Não criei qualquer empatia com a história, nem com as personagens, Teddy foi a excepção, o que fez com que a leitura acabasse por se tornar dolorosa e arrastada. Não conseguia ler mais nada enquanto não terminasse a leitura, mas esta parecia não ter fim. Até que por volta da página 352 desisti da sua leitura. Infelizmente este livro não foi para mim, embora não invalide que outro leitor qualquer, amante de thrillers suecos adore a sua leitura.
 



3 comentários:

Anónimo disse...

Estou completamente de acordo com o que disse.Esta a ser muito difícil para mim terminar de o ler.

Fátima C. disse...

Eu cá me vou arrastando pela pagina 217 e a olhar pra minha pilha de livros bem mais interessantes á minha espera... ta a ser um martírio este livro...

Maria Manuel Magalhães disse...

Este livro não foi definitivamente para nós.

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