segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

As apostas da Guerra & Paz para o primeiro semestre de 2017

Para 2017, a Guerra & Paz reforça as colecções que lançou em 2016:


Nos Livros Amarelos, a colecção que junta dois textos clássicos com um ensaio contemporâneo justificativo da escolha, vão já sair dois livros no primeiro trimestre: Apocalipse Segundo S. João / Apocalipse, de D. H. Lawrence, com ensaio de Helder Guégués; e José Matias, de Eça de Queiroz /Bartleby, de Herman Melville,com ensaio de Ricardo Vasconcelos, professor de literatura em San Diego, Califórnia.

Nos Clássicos Guerra e Paz, 2017 vai ser o ano de Moby Dick, de Herman Melville, com nova tradução de Maria João Madeira, de O Vermelho e o Negro, de Stendhal, em nova tradução de Rui Santana Brito, e Lord Jim, de Joseph Conrad, em nova tradução de Jorge Telles de Menezes. Nos títulos portugueses destacam-se As Pupilas do Senhor Reitor, de Júlio Diniz e El-Rei Junot, de Raul Brandão.

É tempo de nova ficção. Uma jornalista, Dulce Garcia, estreia-se no romance com Quando Perdes Tudo Não Tens Pressa de Ir a Lado Nenhum. O angolano Manuel Rui, de que a Guerra e Paz voltou a publicar Quem Me Dera Ser Onda, lança um inédito, O Kaputo Camionista, um conto que decorre em Angola, no tempo colonial, e em que Eusébio e o Portugal-Coreia de 1966 são os heróis. Outro angolano, Jonuel Gonçalves, publica A Ilha de Martim Vaz, um romance contemporâneo, mas em que se viaja também a dois outros tempos históricos.

Continuam as edições especiais, os livros de arte da Guerra e Paz. Ficam prometidos dois para o primeiro semestre: Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, com ilustrações inéditas de Rogério Ribeiro e prefácio inédito de Vasco Graça Moura será o primeiro. Depois, uma edição especial de O Físico Prodigioso, de Jorge de Sena, com ilustrações criadas agora expressamente para o livro por Mariana Viana.

Um livro de poemas, Sombras e Falésias, do romeno Dinu Flamand, com prefácio de António Lobo Antunes, é o segundo livro da colecção inaugurada por O Quotidiano a Secar em Verso, de Eugénia de Vasconcellos.

Um livro de ensaios, Zeca Afonso, O que Faz Falta, com autoria e organização de José Jorge Letria, a par de Os Grandes Discursos da História, com organização e textos de Henrique Monteiro, a que se junta O Negacionismo Económico, de Pierre Cahuc e André Zylberberg, bem como um Dicionário de Fátima, da autoria de Nuno Henrique Luz e Nuno Roby Amorim, são alguns dos livros de não-ficção a publicar no primeiro semestre.

Vai surgir uma nova colecção. Tem um título singelo:
Os Livros Estão Loucos. O que será?



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