quinta-feira, 3 de novembro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Márquez, com prefácio de Alberto Manguel

Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Márquez, com prefácio de Alberto Manguel, é o novo livro da Coleção Essencial – Livros RTP

«Quando, depois de pôr um ponto final a Cem Anos de Solidão, em 1966, o manuscrito foi rejeitado pelo editor espanhol Carlos Barral que lhe disse que um romance como este “não se venderia”, García Márquez decidiu então propô-lo à editorial Sudamericana, de Buenos Aires, mas teve que enviá-lo por duas vezes, porque não tinha dinheiro bastante para pagar o envio do manuscrito completo.» Alberto Manguel, prefácio

Chega esta semana às livrarias portuguesas um novo livro da “Coleção Essencial – Livros RTP”. Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Márquez, prefaciado pelo ensaísta de origem argentina Alberto Manguel. é o sétimo volume da iniciativa conjunta da RTP e da LeYa. O livro está disponível em capa dura e pelo preço de 10 euros.



Sobre Cem Anos de Solidão
Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo.» Com estas palavras - tão célebres já como as palavras iniciais do Dom Quixote ou de À Procura do Tempo Perdido - começam estes Cem Anos de Solidão, obra-prima da literatura contemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Marquez como um dos maiores escritores do nosso tempo. A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro.

Sobre o autor:
Gabriel García Márquez nasceu a 6 de março de 1927, em Aracataca, Colômbia, e faleceu a 17 de abril de 2014, na Cidade do México. Considerado o pai do realismo mágico latino-americano, foi essencial para o reconhecimento da literatura americana em língua castelhana no resto do mundo, principalmente depois da atribuição do Prémio Nobel de Literatura, em 1982. O caráter universal da sua obra coloca-o entre os maiores escritores de sempre. É autor de uma vasta bibliografia que a LeYa/Dom Quixote tem vindo a publicar regularmente em Portugal, incluindo o primeiro volume da autobiografia Viver para Contá-la, O Aroma da Goiaba (conversas com Plinio Apuleyo de Mendoza) e a reedição de Olhos de Cão Azul, com três contos inéditos em Portugal, para além dos famosíssimos Cem Anos de Solidão e O Amor nos Tempos de Cólera.