quinta-feira, 23 de junho de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Palavras há muitas. Oh, mas e se forem supimpas!

Título: Dicionário de Palavras Supimpas
Autor: José Alfredo Neto
N.º de Páginas: 144 páginas
PVP: 13,50 €
Não Ficção/Dicionários
Nas livrarias a 29 de Junho
Guerra e Paz Editores

Há palavras que falam por si, mas há palavras que são mais do que aquilo que são. Ciente da importância das palavras para expressar ideias e conceitos, José Alberto Neto, publicitário, pois claro, apresenta o Dicionário de Palavras Supimpas, uma compilação de vocábulos rigorosamente seleccionados e escandalosamente bem-dispostos, que vão permitir fazer boa figura em qualquer ocasião. Difícil será escolher. De abananado a zurzir, passando por espúrio e pusilânime, José Alberto Neto apresenta páginas inteiras de palavras como melífluo ou superveniência, um dicionário indispensável para quem gosta de falar bem em bom português.

Num dicionário convencional, entre sulipampa e surripiar surgem páginas inteiras de palavras como suor ou superveniência. Neste, a única que aparece é supimpa. As outras, há que reconhecê-lo, não são supimpas. Logo, não existem neste dicionário. Isto torna-o muito mais elegante, naturalmente, mas também muito mais útil. Porquê?

Porque no dia-a-dia, em casa, no trabalho, na escola, nos transportes públicos, nas redes sociais, a vida só tem a ganhar com um uso mais liberal da palavra supimpa. Seja pela sonoridade, pelo significado ou pela contradição entre ambos, a palavrasupimpa é aquela que abrilhanta o discurso de quem a usa e que alivia, mesmo que temporariamente, o ouvido de quem a escuta ou os olhos de quem a lê.

Para que seja de extrema utilidade no dia-a-dia, este dicionário inclui listas. Por exemplo a lista de insultos supimpas, que lhe permitem achincalhar quem tenha de achincalhar sem recorrer a banalidades. E muitas outras palavras que farão de si um gigante na vida quotidiana. A sessão de lançamento conta com apresentação – supimpa, claro – de Fernando Alves, da TSF, e está agendada para 28 de Junho, às 18h30, na Bertrand Picoas Plaza, em Lisboa.