sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Viagem à Procura de Mim, de David Arnold | Um livro «absolutamente sensacional.» - Publishers Weekly

Título: Viagem à Procura de Mim
N.º de Páginas: 272
PVP: 16,59€ 
Saída a 09 de novembro

David Arnold mora nos Estados Unidos com a mulher (adorável) e o filho (agitado). Já trabalhou como músico e produtor freelance, professor do pré-escolar, pai a tempo inteiro e empregado de café.
Acredita no poder da gentileza e da comunidade. Gosta de molho pesto, dos Arcade Fire, de livrarias independentes, da Terra Média, de Elliott Smith e do Natal. Não gosta de azeitonas, de mentirosos e de meias molhadas.
Tão comovente como hilariante, Viagem à Procura de Mi é o seu
romance de estreia. Uma narrativa plena de diferentes histórias,  tempos e lugares. Um livro aclamado pela crítica.
Após o súbito divórcio dos pais, Mim Malone é arrastada da sua casa no norte dos EUA para o desolado sul, no Mississípi, onde passa a morar com o pai e a madrasta. Como se não bastasse estar a dar-se mal com a mudança, ainda descobre que a mãe está doente e pode precisar da sua ajuda.
É então que decide fugir de casa e embarcar numa viagem de mais de 1500 quilómetros, de regresso à sua terra natal e à presença apaziguadora da mãe. Mas o caminho está repleto de perigos e de amizades inesperadas.
Para se reencontrar, Mim vai ter de enfrentar demónios pessoais, pôr e causa as suas verdades e pisar as fronteiras da normalidade.

Elogios:
«David captura a voz de uma adolescente de 16 anos com beleza e estilo. A sua prosa maravilha-nos à medida que revela as diferentes camadas da personagem principal durante a sua longa jornada.» - Book Page
«Absolutamente sensacional.» - PublishersWeekly
«Uma estreia surpreendente e hilariante.» -Wall Street Journal
«Será sem dúvida o livro favorito de muitos adolescentes e conquistará também bastantes adultos.» - USA Today
«Memorável.» - People
«Hipnotizante.» - Kirkus Reviews
«Resplandecente.» -Washington Post
«Cheio de personagens notáveis e de momentos que ficarão para o futuro como uma espécie de tatuagens literárias.» - The Huffington Post








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