segunda-feira, 9 de junho de 2014

Ana Marques conta como foi o nascimento das suas filhas

Título: As Minhas Gémeas: Crónica de Uma Gravidez Inesquecível
Autor: Ana Marques
N.º de Páginas: 208
PVP: 14,99 €
Nas livrarias a 18 de Junho
Guerra e Paz|Clube do Livro SIC

Sinopse:
O sonho chegou a parecer um pesadelo. Ana Marques, com carreira de sucesso na televisão, ia ser mãe de duas gémeas. Uma nuvem de felicidade tomara conta da sua vida. E, no entanto, como uma agulha, devagar e insidiosamente, as más notícias começaram a chegar. Pés inchadíssimos primeiro, uma tensão arterial descontrolada a seguir, uma entrada de urgência na Maternidade. A nuvem de felicidade ficou negra. Uma doença, a pré-eclâmpsia, punha em risco a mãe e punha em risco os bebés. Começou a luta entre a vida e a morte.

As Minhas Gémeas é o livro dramático mais divertido que algum dia já leu. Ana Marques conta os seus 33 dias de gravidez de alto risco com superior sentido de humor. Ri-se da sua própria desgraça. Faz-nos rir com as suas dores.

Prefácio da Dr.ª Lisa Ferreira Vicente, ginecologista e obstetra na Maternidade Alfredo da Costa

Sobre a autora:
Nasceu em Lisboa, mas cresceu em Setúbal.
Entrou em Sociologia aos 18 anos, já levava na bagagem dois anos de rádio pirata que lhe abriram o apetite para outros voos.
Quase licenciada, mudou de curso e fez Ciências da Comunicação. Única mulher da formação de operadores de câmara, por gentileza dos colegas acabava sempre à frente da objectiva. Foi o passo para um casting numa nova estação de televisão. Era a SIC. Entrou, dias antes da emissão inaugural.
Foi o rosto das co-produções internacionais, destacando-se o Bravo Bravissimo, Moda Roma e a Moda Paris. Apresentou mais de 20 diferentes programas e, na SIC Mulher, esteve seis anos no ar, diariamente, com o Sexto Sentido, Elas em Marte e Essência.
Já correu meio mundo, falta-lhe a outra metade. O medo de andar de avião nunca a travou.
A escrita corre-lhe no sangue, mas foi sempre adiada. Foi mãe em 2009 e agora diz: «vou ali num instante plantar uma oliveira!»



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