terça-feira, 20 de maio de 2014

A Porto Editora publica, a 23 de maio, À beira do abismo, o primeiro romance daquele que é o grande mestre da literatura policial, Raymond Chandler

Título: À beira do abismo
Autor:
Raymond Chandler
Tradução: Fernanda Pinto Rodrigues
Prefácio: António Mega Ferreira
Págs.: 240
PVP: 15,50 €

A Porto Editora publica, a 23 de maio, À beira do abismo, o primeiro romance daquele que é o grande mestre da literatura policial, Raymond Chandler, e onde nos é apresentada a personagem do lendário detetive privado Philip Marlowe, que Humphrey Bogart viria a consagrar no cinema. Esta edição conta com um prefácio de António Mega Ferreira.
À beira do abismo, originalmente publicado em 1939, é um marco decisivo da história da literatura mundial. Chandler instala-se a partir desse momento como uma referência máxima da literatura policial dura e realista, e a sua arte de escrita será admirada e imitada por todo o mundo, definindo as convenções deste género literário até aos dias de hoje.

Sinopse:
Desencantado com o mundo à sua volta, Marlowe caminha por entre a decadente e rica classe alta de Los Angeles, onde grassam a corrupção e o crime. Investigando um caso de chantagem sobre Carmen Sternwood, uma das filhas de um velho milionário, as suas ilusões de «cavaleiro andante» depressa se desvanecem face a um mundo sórdido onde o dinheiro, o sexo e o jogo juntam forças contra a lealdade e a honra.

Sobre o autor:
Raymond Thornton Chandler nasceu em Chicago em 1888. Aos sete anos, quando os pais se divorciaram, mudou-se com a mãe para Londres, onde se formou no Dulwich College. Durante a Primeira Guerra Mundial serviu no exército canadiano e na Royal Air Force. Regressou à América e prosperou como executivo de uma petrolífera, até que a Grande Depressão o forçou a mudar de rumo. Aos 45 anos começou a viver da escrita, publicou o seu primeiro conto em 1933 na revista Black Mask, escreveu sete romances protagonizados pelo mítico detetive Philip Marlowe e alguns guiões para Hollywood que se tornaram clássicos do noir e o levaram a trabalhar com o ator Humphrey Bogart e o realizador Howard Hawks, entre outros. Morreu em 1959 em La Jolla, Califórnia.

Imprensa:
Raymond Chandler é um mestre. New York Times
Raymond Chandler inventou uma nova maneira de falar da América e a América nunca mais nos pareceu a mesma desde então. Paul Auster
A sua prosa atinge uma extraordinária eloquência, e constatamos com entusiasmo que não se trata de um mero narrador de histórias de ação, mas de um estilista, de um escritor com uma visão… O leitor é completamente cativado pela prosa sedutora de Chandler. Joyce Carol Oates, New York Review of Books


Sem comentários: