quinta-feira, 20 de março de 2014

Sempre o Diabo: uma nova voz da ficção norte-americana chega às livrarias a 11 de abril

Título: Sempre o Diabo
Autor: Donald Ray Pollock
Género: Romance
Tradução: Maria do Carmo Figueira
N.º de páginas: 328
Data de lançamento: 11 de abril
PVP: 17,70 €

«Isto é o grau máximo da crueza que a ficção americana pode atingir. É uma experiência inesquecível.» San Francisco Chronicle
«Tentem imaginar uma rixa de bêbados entre um Hemingway rústico e um Raymond Carver estimulado a anfetaminas.» Daily Telegraph

Localizado no sul rural do Ohio e da Virginia, Sempre o Diabo segue um elenco de magnéticas e bizarras personagens, desde o fim da Segunda Guerra Mundial até aos anos 60: Willard Russell – veterano atormentado pela carnificina no Pacífico Sul –, que não consegue salvar a sua bonita mulher, Charlotte, da morte agonizante de um cancro, apesar do sangue sacrificial que derrama sobre o tronco das orações. Carl e Sandy Henderson, a equipa de marido e mulher assassinos em série, rolando pelas autoestradas da América, em busca de modelos para fotografar e exterminar. Roy, o pregador tratador de aranhas, e o seu sócio, Theodore, deficiente e exímio guitarrista. No meio de tudo isto, Arvin Eugene Russell, o filho órfão de Charlotte, que cresce e se transforma num homem bom, mas também violento à sua maneira.
Ligando a perversão de um Oliver Stone (em Assassinos Natos) aos cambiantes religiosos e góticos de Flannery O’Connor, Donald Ray Pollock tece os fios da intriga de forma tensa e arrebatadora, revelando a enorme mestria de um novo narrador americano.

Sobre o autor:
Donald Ray Pollock teve a sua estreia literária em 2008, com a publicação de Knockemstiff, um conjunto de histórias que lhe valeu o aplauso da crítica. Em 2009, recebeu a bolsa PEN/Robert W. Bingham. Trabalhou como operário de uma fábrica de papel no Ohio, entre 1973 e 2005. Posteriormente, fez uma licenciatura na Universidade Estatal do Ohio. Sempre o Diabo é o seu primeiro romance e o seu primeiro livro a ser publicado pela Quetzal.


Sem comentários: