segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Sangue Derramado - Åsa Larsson [Opinião]



Título: Sangue Derramado
Autor: Åsa Larsson
N.º de Páginas: 400
PVP: 19,90€
Tradução: António Carlos Carvalho


Depois do êxito de Aurora Boreal, a consagrada escritora do policial escandinavo regressa com Sangue Derramado, vencedor do Prémio para Melhor Romance Negro Sueco.

Um policial de grande sucesso mundial publicado em mais de 16 países.

A história é construída como um thriller até ao fim, com cenas capazes de deixar o leitor sem fôlego.
Com Sangue Derramado, a autora volta a envolver-nos na inesquecível e inquietante atmosfera de Kiruna.
É Verão na Suécia, quando brilha o Sol da meia-noite e o longo Inverno foi esquecido.
Uma pastora protestante, Mildred, é encontrada morta com sinais de tortura, na cidade de Kiruna. Mildred era uma feminista, uma lutadora tão amada como odiada. É evidente que nem todos aceitam uma mulher na Igreja. Rebecka Martinsson regressa a Kiruna, o lugar onde cresceu, e vê-se envolvida neste caso misterioso: só ela é capaz de desmascarar os habitantes desta cidade gélida.

A minha opinião:
Mais uma vez não fiquei desiludida com Åsa Larsson. Depois de Aurora Boreal, livro que já tinha lido anteriormente e que tinha adorado, parti com grandes expectativas para este Sangue Derramado e estas foram largamente superadas. Sequela de Aurora Boreal, aconselho os estreantes de Åsa Larsson a lerem o primeiro livro antes deste, até porque a personagem principal Rebecka Martinsson volta novamente a estar em destaque na resolução dos homicídios que vão surgir na pequena localidade de Kiruna.
Figura polémica e, como tal, gerando relações de amor/ódio pela maior parte da população Mildred Nilsson, pastora daquela localidade é encontrada barbaramente assassinada. Bertil Stensson e Stefan Wikstron, pároco e sacerdote respectivamente, são os primeiros suspeitos da polícia visto terem criado inimizades com a pastora que poderiam levar ao seu afastamento e consequente morte. Mas será que é algum deles o assassino? Não seria demasiado óbvio? Ou muitas vezes o óbvio é que leva a que se afastem as suspeitas do leitor perante eles?
Pelo caminho surge ainda Lisa, que mostra ter tido uma relação bastante próxima com a vítima...
Os já conhecidos Rebecka (advogada) e Anna-Maria Mella e Sven-Erik Stalnacke (polícias) voltam a estar na investigação do crime e mais uma vez esta investigação torna-se numa experiência traumática para Rebecka. Estou curiosa para ler o próximo volume.

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