sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Bertrand: O Cão da Marilyn Monroe sai hoje à Rua!

Título: A vida e as opiniões do Cão Maf e da sua Amiga Marilyn Monroe
Autor: Andrew O’Hagan
N.º de Páginas: 264
PVP: 16,95€

«Esplêndido» John Bashville
«Um tesouro» Toronto Globe and Mail
«Maravilhoso» Sunday Telegraph
«Um milagre» Edna O’Brien
«Absolutamente delicioso» Herald
«Encantador» Daily Telegraph

Em Novembro de 1960, Frank Sinatra ofereceu um cão a Marilyn Monroe. O seu nome era Maf. Tinha instinto para as celebridades. Para a política. Para a psicanálise. Para a literatura. Para a decoração de interiores. Para fígado com uma dose adicional de biscoitos. Nascido na casa de Vanessa Bell, trazido para os Estados Unidos pela mãe de Natalie Wood, dado como presente de Natal a Marilyn no Inverno que se seguiu à sua separação de Arthur Miller, Maf oferece-nos um vislumbre do mundo da maior estrela de Hollywood. Já para não falar de uma espreitadela hilariante para o cérebro de um herói canino opinativo, que leu muito, que é politicamente transviado e complexo.

Maf esteve com Marilyn durante os dois últimos anos da sua vida, primeiro em Nova Iorque, onde ela se relacionava com todas as pessoas que fossem alguém – o vendedor de arte Leo Castelli, Lee Strasberg e o pessoal de Actor’s Sudio, emigrantes de Upper West Side – e depois de regresso a Los Angeles. Levou-o a conhecer o presidente Kennedy e aos restaurantes de Hollywood, a lojas e entrevistas. Ao México, para o seu divórcio. Com estilo, brilhantismo, e panache, Andrew O’Hagan desenhou um retrato original da mulher por detrás do ícone, e do cão por detrás da mulher.

Imprensa Internacional

«O’Hagan superou-se a si mesmo com este romance, que traça a tragédia e a mesquinhez da fama através do olhar de um cão. As outras personagens não humanas, desde gatos poéticos até percevejos russos e ratos espertalhões, são uma delícia» The Bookseller
«Que cão, que vida... Esplêndido... Andrew O’Hagan assumiu a voz de um cão para escrever um estudo subtil, divertido e comovente sobre a América na véspera de um dos seus períodos de maior crise. O Cão Maf, à semelhança de Lolita, ou de O Grande Gatsby, é como um hino à inocência perdida. Maf é um observador astuto dos tempos modernos e do século americano, um verdadeiro Tocqueville dos nossos dias.» John Bashville, Guardian
«Este é um daqueles livros raros, escrito com uma tal firmeza rítmica e leveza de toque que quando nos damos conta já lemos cem páginas sem sequer erguer o olhar. Está repleto de piadas astutas, um saber divertido e um profundo sentido da personagem e da cena. Mas, mais do que tudo, é um livro profundamente alerta para o prazer do leitor; e esse prazer, tão absoluto e total, é o que torna este livro tão especial.» Colm Tóibín
«Nunca li uma obra tão interessante como O Cão Maf de Andrew O’Hagan. Este milagre-competência é conseguido por Cervantes e Nabokov, e o livro de O’Hagan é a obra-mestra do século XXI… Este livro é um tesouro encontrado e uma delícia literária.» The Toronto Globe and Mail
«Um dos melhores romances que li este ano... As suas ideias em massa, delirantes, maravilhosas e divertidas… O’Hagan é dono de uma fluência e de uma sanidade mental estupendas.» New Statesman
«Existe uma tradição pequena mas impressionante de narradores caninos, mas não imagino que alguma vez tenha existido um cão tão erudito e tão bem falante como o velho e querido Mafia Honey. Dominador.» Daily Telegraph

Sobre o Autor
:
Andrew O’Hagan nasceu em Glasgow em 1968. Os Nossos Avós, o seu romance de estreia, foi finalista do Booker Prize. O seu segundo romance, Personality, venceu o James Tait Black Memorial Prize for Fiction em 2003. No mesmo ano, foi-lhe concedido o prémio E. M. Forster e a Granta nomeou-o um dos melhores jovens romancistas britânicos. Vive em Londres.

Quetzal no XII Correntes D'Escritas

Faltam duas semanas e meia para a décima segunda edição do Correntes D’Escritas, organizado pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e a Quetzal marcará presença no mais importante encontro de literatura de expressão ibérica, desta vez com sete autores e seis livros novos aí lançados. E três deles à venda em exclusivo durante os primeiros dois dias, na Feira do Livro que decorre à margem do encontro - o público das Correntes será o primeiro a ter acesso a estes títulos.
Dois primeiros romances, o novo livro de um autor já conhecido do público português, e três romances traduzidos do castelhano, de dois espanhóis e uma cubana.

Paulo Ferreira Pedro Vieira Francisco Duarte Mangas, Alberto Torres Blandina José Manuel Fajardo Karla Suarez e Manuel Jorge Marmelo

Estes são os autores que ligam a Quetzal ao Correntes D’Escritas, à Póvoa do Varzim, ao mundo. Quinta-feira, dia 24, às 22 horas, no Hotel Axis Vermar são apresentados os livros da Quetzal, mas estaremos presentes em todo o encontro.


Coisas Que Nunca Aconteceriam em Tóquio, de Alberto Torres Blandina. Salvador Fuensanta é empregado de limpeza de um aeroporto e está às portas da reforma. Este lugar tão impessoal – onde trabalha há mais de vinte anos – e os milhares de pessoas desconhecidas que diariamente cruzam o seu posto vão desenvolver nele uma capacidade especial – a de modelar a realidade, recriando histórias e julgando adivinhar as vidas dos passageiros anónimos. Além disso, Fuensanta conhece muito bem as outras pessoas que trabalham no aeroporto: Sara, a empregada da cafeteria; Joana, que trabalha no quiosque; Pau, um artista inconformado que inventa um poeta finlandês para se tornar famoso e se apaixona por uma rapariga que sofre de amnésia em consequência de uma acidente aéreo. Assim, este mundo cheio de conversas e histórias soltas, inacabadas, reais, inventadas, que se mesclam a um ritmo alucinante, vai-se transformando num relato de contornos invulgares, em que cada história oculta ou revela uma outra história.

Alberto Torres Blandina nasceu em Valencia, em 1976. É ficcionista, professor de literatura, dramaturgo e vocalista do grupo Niñamala. Os seus dois primeiros romances foram finalistas de vários prémios literários, e Coisas Que Nunca Aconteceriam em Tóquio, traduzido agora para português, foi galardoado em 2007 com o prémio de romance Las Dos Orillas. Alberto Torres Blandina participa na 6ª mesa do encontro, “Espalho sobre a página a tinta do passado”, às 15 horas, do dia 25 de Fevereiro.

A Rapariga dos Lábios Azuis, de Francisco Duarte Mangas
A Rapariga dos Lábios Azuis é uma história de mistério e vingança. E também de amor e morte – a da jovem forasteira que não podendo consumar o seu amor se envenena (ou deixa envenenar). Uma narrativa a duas vozes (avó e neto) e em dois tempos (o século XIX e os nossos dias), afinada pelos gestos e ciclos do Homem e da Terra, pelo silêncio dos pauis, o rumorejar dos bosques, o murmúrio dos ribeiros. Francisco Duarte Mangas regressa com A Rapariga dos Lábios Azuis, memória de uma mulher segregada de oitocentos, que percorre grande parte do século vinte. Memória das árvores (“são como homens”), e das palavras – derradeiro afecto contra a barbaridade.

Francisco Duarte Mangas nasceu em Vieira do Minho, em 1960. É jornalista, poeta, ficcionista, com uma extensa e premiada bibliografia – Prémio Carlos de Oliveira, Prémio Eixo Atlântico de Narrativa Galega e Portuguesa e Grande Prémio de Literatura ITF. A Rapariga dos Lábios Azuis é o seu primeiro romance a ser publicado na Quetzal. Francisco Duarte Mangas participa na 7ª mesa do encontro, “A obra que faço é minha”, às 17h30, do dia 25 de Fevereiro, sexta-feira.

O Meu Nome é Jamaica, de José Manuel Fajardo
Dana Serfati e Santiago Boroní, velhos amigos, ambos historiadores, encontram-se em Telavive, no decurso de um congresso. Santiago passou há pouco tempo por uma tragédia e está num estado de instabilidade psicológica extrema. Dana, chocada com os acontecimentos recentes na vida de Santiago, cede à ternura. Os dois passam a noite juntos. Na manhã seguinte, Santiago parte para Safede e, a meio do caminho, aparentemente, enlouquece – começa a falar uma língua desaparecida e afirma chamar-se Jamaica. A chave deste mistério estará num documento antigo que Dana vai encontar. Entre Israel, Paris e Granada, entre o século XVII e os nossos dias, O Meu Nome é Jamaica é uma viagem alucinante e comovedora ao coração da História. As suas personagens vão conhecer o amor, a loucura e a violência dos nossos dias e vão mergulhar no relato apaixonante de um obscuro episódio do descobrimento da América – o mesmo acontecerá ao leitor.

José Manuel Fajardo nasceu em Granada em 1957. Foi jornalista e escreveu livros de contornos históricos até se dedicar por inteiro à ficção literária. O Meu Nome é Jamaica é o seu décimo livro publicado. José Manuel Fajardo vive actualmente entre Paris e Lisboa. José Manuel Fajardo participa na 8ª mesa do encontro, “Não há palavras exactas”, às 10h30, do dia 26 de Fevereiro, sábado e encontra-se com os alunos da Escola Secundária Eça de Queirós às 10h00 de dia 25, sexta-feira.

Havana, Ano Zero, de Karla Suárez
Pontos que se bifurcam no caos, emoções que se propagam na sociedade como objectos fractais até ao infinito. Em 1849 um italiano amigo de Garibaldi inventa um «telégrafo falante» em Havana. Chama-se Antonio Meucci e é um génio absolutamente desprovido de sorte. Uma série de infortúnios usurpa-lhe o direito ao reconhecimento histórico e Graham Bell passa para os anais da história como o pai do telefone. Até que em 1993, o ano zero de Cuba, o ano de todos os apagões e de todas as carências, o ano em que os sonhos e o sexo se convertem nos únicos desideratos e prazeres de uma sociedade agastada, duas mulheres e três homens decidem entregar-se à demanda de um documento que devolva o inventor ao pedestal onde merece estar. Um labirinto de vontades que confluem no objectivo de encontrar um manuscrito e divergem no fim que lhe pretendem dar.
Venda exclusiva na Feira do Livro na Casa da Juventude da Póvoa de Varzim de 23 de Fevereiro a 25 de Fevereiro.

Karla Suárez nasceu em Havana, em 1969. É licenciada em engenharia electrónica, profissão que continua a exercer. É autora de romances e contos e a sua obra está traduzida em vários idiomas. Algumas das suas obras foram adaptadas à televisão e ao teatro em Cuba e em França. Foi diversas vezes bolseira de criação literária, e em 2007 foi seleccionada entre os 39 jovens escritores mais representativos da América Latina. Depois de Roma e Paris, Karla Suárez vive actualmente em Lisboa. Karla Suaréz participa na 2ª mesa do encontro, “Eu começo depois da escrita”, às 10h30, do dia 24 de Fevereiro, quinta-feira.

Onde a Vida se Perde, de Paulo Ferreira
Seis meses de vida é tudo o que resta a Pedro para viver. A sua vida foi subitamente interrompida por um diagnóstico – uma sentença de morte: seis meses. O que pode, o que precisa de fazer nesses últimos dias? Não fará nada, senão cancelar as férias e organizar um jantar muito especial. Convidará quatro mulheres que são quatro percursos da sua caminhada sentimental. E o que pretende ao juntá-las? O perdão? A punição ritual da inconstância, do egoísmo, da insinceridade? Ou é apenas um reflexo, um impulso, o derradeiro gesto do náufrago que se agarra ao que está mais próximo? Durante esse tempo que o separa da morte, Pedro mantém um diálogo com Mia, Alice, Rita, e Carmen, enquanto se conta toda a história com quatro histórias lá dentro: de solidão, de frustração, de amor em estado bruto. Onde a Vida se Perde é um belíssimo e comovente romance. Venda exclusiva na Feira do Livro na Casa da Juventude da Póvoa de Varzim de 23 de Fevereiro a 25 de Fevereiro.

Paulo Ferreira nasceu em Lisboa, em 1980. Licenciado em Relações Internacionais, e com uma Pós-Graduação em Edição, trabalha no meio dos livros. Antes foi publicitário. Publicou um livro, contos, artigos vários. É colunista da revista LER. Participa regularmente em colóquios e seminários dedicados à edição de livros. É docente na área do marketing do livro e especialista convidado da Universidade de Aveiro, no mestrado em Edição. É director da revista B:Mag, e dinamiza o Blogtailors, inteiramente dedicado à edição de livros. Paulo Ferreira participa na 6ª mesa do encontro, “Espalho sobre a página a tinta do passado”, às 15h00, do dia 25 de Fevereiro, sexta-feira.

Última Paragem, Massamá, de Pedro Vieira
Esta é a história de um homem e de uma mulher, Lucas e Vanessa. Do seu amor trágico, como são todos, e de uma Cidade com vista para muitas vidas. Também é a história de uma doença e de uma saída de cena, de uma frustração que não se cura. Ontem, na Floresta de Teutoburgo, onde fracassaram as legiões de Públio Quintílio Varo, hoje, em Massamá, onde acaba de ruir uma hipótese de redenção. Nos dois casos, o mesmo desenlace, com mais ou menos Império em pano de fundo. No lugar do traidor Armínio, motivado pela ambição, apresenta-se João, portador de um evangelho com saída para lugar nenhum. A estação de comboio, o trabalho, o vaivém daqueles que vivem de par em par com aquilo que lhes está destinado. O acaso. Crónica de uma, duas mortes anunciadas, a segunda por decisão natural de Vanessa, mulher investida de toda a autoridade. Faltam dois minutos e picos, 127 segundos, pouca-terra, pouca-terra, é só o que ela pede. Ou pelo menos que lhe seja leve. Venda exclusiva na Feira do Livro na Casa da Juventude da Póvoa de Varzim de 23 de Fevereiro a 25 de Fevereiro.

Pedro Vieira nasceu em Lisboa, em 1975, cidade onde reside. Licenciado em Publicidade e Marketing pela Escola Superior Comunicação Social, trabalha no Canal Q das Produções Fictícias como criativo, sendo actualmente um dos responsáveis pelo programa Ah, a Literatura! Trabalhou como livreiro nos grupos Almedina e Bulhosa Livreiros e como designer no Centro Cultural Olga Cadaval. Fez formação adicional na área da Ilustração, que exerce em regime free lance, em cursos promovidos pela Ar.Co e pela Fundação Calouste Gulbenkian. É ilustrador residente da revista LER. Blogger indefectível, criou o irmaolucia e é co-autor do Arrastão. Pedro Vieira participa na 8ª mesa do encontro, “Não há palavras exactas”, às 10h30, do dia 26 de Fevereiro, sábado e encontra-se com os alunos da Escola E-B 2.3 Dr. Flávio Gonçalves às 10h00 de dia 24, quinta-feira.

Manuel Jorge Marmelo Nasceu em 1971, na cidade do Porto. É jornalista desde 1989. Em 1994 ganhou o prémio de jornalismo da Lufthansa e em 1996 a menção honrosa dos Prémios Gazeta de Jornalismo do Clube de Jornalismo/ Press Club. O seu primeiro livro, "O Homem que Julgou Morrer de Amor" (novela e teatro), inaugurou, em 1996, a colecção Campo de Estreia, da Campo das Letras. Publicou, depois, "Portugués, Guapo y Matador" (romance, 1997), "Nome de Tango" (romance, 1998), "As Mulheres Deviam Vir Com Livro de Instruções" (romance, 1999), "O Amor é para os Parvos" (romance, 2000), "Palácio de Cristal, Jardim-Paraíso" (álbum, 2000), "Sertão Dourado" (romance, 2001), "Paixões & Embirrações" (crónicas, 2002), "Oito Cidades e Uma Carta de Amor" (contos e fotos, 2003), "A Menina Gigante" (infantil, 2003) e "Os Fantasmas de Pessoa" (romance, 2004). Tem publicado regularmente textos e contos em diversas antologias e publicações, em Portugal, no Brasil e em França. Alguns destes textos figuram neste livro. Desde Julho de 2001, o seu nome consta do "Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX", da Porto Editora, sendo o mais jovem dos nomes biografados. Em Junho de 2005, com o livro "O Silêncio de Um Homem Só", é-lhe atribuído o Grande Prémio do Conto "Camilo Castelo Branco", da Associação Portuguesa de Escritores em colaboração com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Publicou na Quetzal, As Sereias do Mindelo, em 2008. Manuel Jorge Marmelo participa na 3ª mesa do encontro, “A minha arte é uma espécie de pacto”, às 15h00, do dia 24 Fevereiro, quinta-feira.

Porto Editora e Sextante Editora estarão nas Correntes d’Escritas para celebrar a literatura

Aproxima-se o Correntes D’Escritas, o mais importante encontro literário realizado em Portugal, e, como não poderia deixar de ser, a Porto Editora e a Sextante Editora estarão presentes com novos livros e novos autores. Mas também com um prémio que incentiva novos leitores e, quem sabe, novos escritores.
Os vencedores da III edição do Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D’Escritas | Porto Editora vão ser conhecidos na Sessão de Abertura do evento, a 23 de Fevereiro próximo. A concurso estão cerca de 60 trabalhos de escolas do 1.º Ciclo do Ensino Básico – de sublinhar que este prémio tem características únicas, pois tem como objectivo distinguir trabalhos colectivos originais realizados por alunos do 4.º ano de escolaridade, promovendo, dessa forma, o gosto pela leitura e pela escrita nos mais pequenos.
No que toca à presença de escritores, a Porto Editora estará representada por três estrangeiros e três portugueses. Em evidência vão estar os jovens e talentosos espanhóis Ignacio del Valle e Ricardo Menéndez Salmón, que apresentam os derradeiros livros das respectivas trilogias, Os Demónios de Berlim e O Revisor. Os autores portugueses Yvette Centeno, Maria João Martins e Miguel Miranda, darão a conhecer as suas novas obras: Do Longe e do Perto (Sextante Editora), Como o Ar que Respiras e Dai-lhes, Senhor, o Eterno Repouso, respectivamente. Todos estes autores participarão em mesas de debate.
Destaque ainda para a presença de Luis Sepúlveda, escritor chileno que goza de uma enorme popularidade em Portugal e que ainda recentemente viu reeditada, pela Porto Editora, uma das suas obras mais emblemáticas, Patagónia Express.

Escritores em destaque nas Correntes d’Escritas
Ignacio del Valle
Ricardo Menéndez Salmón
Yvette Centeno
Maria João Martins
Miguel Miranda
Luis Sepúlveda


Francisco Pinto Balsemão, Prémio Máxima e outras novidades Clube do Autor

Título: O cão que perdeu o rebenho
Autor: Consol Iranzo
PVP: 11.95€
N.º de Páginas: 112

O Cão que Perdeu o Rebanho é um livro sobre coaching e técnicas de desenvolvimento pessoal. Consol Iranzo, especialista com mais de 20 anos de experiência na área dos Recursos Humanos e autora desta singular fábula, explica como identificar e realçar todas as capacidades individuais, mesmo aquelas que se desconhecem.
O coaching é entendido como um conjunto de ferramentas que salienta o que de melhor há em cada ser humano. Reconhecer talentos escondidos, tornar-se mais auto-confiante e ter uma atitude positiva perante as adversidades são as grandes linhas de orientação desta disciplina.
No livro O Cão que Perdeu o Rebanho, Socri é um cão que acaba de ser abandonado. Depois de longos anos dedicado a proteger o rebanho do seu dono, não sabe o que há-de fazer e parte em busca de alguém que o possa ajudar… Nesta viagem encontra outros animais e, juntos, vão aprender a valorizar os seus talentos – mesmo os mais ocultos -, a mudar os aspectos de que menos gostam em si próprios e a dar um novo rumo à sua vida. Protagonizada pelos habitantes de um bosque imaginário, cujos comportamentos são facilmente identificáveis no mundo dos humanos, a fábula O Cão que Perdeu o Rebanho narra as aventuras vividas por um grupo de animais – um cão, um leão, uma serpente e uma toupeira – até descobrirem algumas das suas habilidades ocultas e consequentemente um mundo de novas possibilidades.

Sobre a autora:

Consol Iranzo é licenciada em Psicologia pela Universidade de Barcelona. Fez o mestrado em Comércio Externo pela EAE Business School e frequentou um programa de Desenvolvimento de Directores Empresariais, na Universidade de Navarra. É ainda coach certificada pelas instituições norte-americanas The Coaches Training Institute e Newfield Network e pela Associação Espanhola de Coaching e Consultoria de Processos (AECOP). Conferencista habitual em fóruns e seminários de Recursos Humanos, é professora de coaching em diversas escolas de gestão empresarial. Com mais de vinte anos de experiência como consultora de Recursos Humanos, é actualmente sócia gerente de Karisma, uma consultora especializada em coaching.

Título: Encontro no teu olhar
Autor: Maria Teresa Loureiro
PVP: 12,95€
N.º de Páginas: 128

Maria Teresa Loureiro venceu o Prémio Máxima Revelação em 2001 com este Encontro no Teu Olhar, um livro inquietante sobre vidas reais e existências virtuais, afectos, ilusões, encontros e desencontros.

Uma estudante universitária, um grupo de velhotas, dois jovens enamorados, um café e uma estranha capacidade de ouvir vozes alheias são os ingredientes deste romance dividido em sete capítulos, tantos quantos os dias da semana.A protagonista, estudante universitária, consegue ouvir os pensamentos de todos eles.

Todos frequentam o mesmo café e ninguém parece importar-se com a presença daquela jovem que está cada vez mais interessada nas vidas de cada uma daquelas pessoas. Aquilo que começou por uma mera curiosidade acaba por se tornar um vício. Perceber as suas motivações, penetrar nas suas vidas e nos seus sentimentos, ao mesmo tempo que faz uma reflexão sobre si mesma, acaba por ser um desafio que ninguém sabe como vai terminar.

Sobre a autora:
Maria Teresa Loureiro iniciou a sua vida profissional no campo editorial e livreiro. Foi chefe de gabinete do vereador da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa (2001/2002) e, durante catorze anos, esteve ligada aos audiovisuais, na RTP, na SIC e no Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia como vice-presidente. Trabalhou, ainda, em publicidade e comunicação. O seu primeiro romance, que agora se reedita, obteve o Prémio Máxima Revelação, em 2001. Em 2006, publicou Memórias de Papel.


Título: O Grande Gatsby
Autor: F. Scott Fitzgerald
PVP: 11,95€
N.º de Páginas: 186

O Grande Gatsby, um dos principais romances da literatura norte-americana, de F. Scott Fitzgerald, é o novo título da colecção «Os Livros da Minha Vida».

Francisco Pinto Balsemão, que escreveu o prefácio da obra, vem assim juntar-se a Miguel Sousa Tavares e Eduardo Marçal Grilo que escolheram, respectivamente, A Ilha do Tesouro e O Corsário Negro. Esta é uma colecção que visa destacar alguns dos livros que ao longo dos séculos marcaram a sua época, entraram para a História da Literatura e, por qualquer razão, se tornaram especiais para determinada personalidade pública.


Escrito em 1925, O Grande Gatsby simboliza o sonho americano e reflecte acerca dos loucos anos vinte do século passado. Por muitos considerado o melhor livro de Scott Fitzgerald, é um romance sobre o amor e o desamor, sobre a maldade e as ambições humanas, sobre triunfos e deslumbramentos, sobre modas e excessos.

Sobre ele escreveu Francisco Pinto Balsemão que, no prefácio desta edição, diz tratar-se de «um dos livros que fica, um dos livros da nossa vida, por uma razão simples: é obra de um grande escritor e contém uma boa história»

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Civilização publica biografia A Biblioteca Privada de Hitler – Os Livros Que Moldaram a Sua Vida

Título: A Biblioteca Privada de Hitler – Os Livros Que Moldaram a Sua Vida
Autor: Timothy W. Ryback
Título original: Hitler’s Private Library
Tradução: Isabel Leite da Silva
Encadernação: Capa mole
Família: Literatura
Sub-família: Biografias e Memórias
PVP: 18,90 €
Lançamento: Fevereiro 2011

Sinopse:
Nesta brilhante e original exploração de algumas das influências na formação de Adolf Hitler, Timothy Ryback examina os livros que influenciaram o homem e o seu pensamento.
Hitler ficou mais conhecido por queimar livros do que por coleccioná-los, mas, como Ryback nos mostra de forma tão nítida, os livros foram uma presença constante na vida de Hitler. Acompanharam-no desde os seus anos como cabo na frente de guerra durante a Primeira Guerra Mundial até aos últimos dias antes do seu suicídio em Berlim. Ryback examina, dedicando uma extraordinária atenção ao pormenor, os volumes da colecção particular de Hitler que sobreviveram, e revela as ideias e obsessões que o absorviam nos seus momentos privados e as consequências que tiveram no mundo.
Um excelente trabalho de investigação académica e um retrato biográfico cativante, A Biblioteca Privada de Hitler é uma das obras mais pessoais e sombrias sobre Hitler que alguma vez foram escritas.

Imprensa Internacional:
Fascinante […] Graças à pesquisa imaginativa de Ryback […] aproximamo-nos de um dos homens mais difíceis de compreender que moldaram a história do mundo. The New Republic
Extremamente bem escrito […] Com uma abordagem singular […] Uma perspectiva inovadora sobre uma figura que originou inúmeras biografias mas que continua a ser um dos enigmas indecifráveis do século XX. Financial Times
Escrito com vivacidade […] Absolutamente cativante […]. Fascinante – e perturbador.
The Washington Post Book World
A Biblioteca Privada de Hitler constitui um aviso acerca dos perigos da adesão cega a uma ideologia e dos danos que muita leitura selectiva pode provocar. The Sunday Times
Um relato absorvente de um leitor que professava o amor pelos livros mas mesmo assim os queimava. Newsday
O retrato de Ryback é simultaneamente original e compensador […] irá certamente despertar uma curiosidade generalizada. New York Review of Books

Adolf Hitler era um leitor compulsivo, detentor de uma extensa colecção com mais de 16 mil volumes. Porém, no final da Segunda Guerra Mundial, o seu vasto espólio ficou reduzido a pouco mais de 1200 livros (guardados na Biblioteca do Congresso, em Washington). Timothy Ryback foi à procura dos livros perdidos e escreveu A Biblioteca Privada de Hitler – Os Livros Que Moldaram a Sua Vida, com a chancela da Civilização, uma análise profunda e arrepiante sobre a forma como os livros influenciaram Hitler e deram rumo aos eventos que resultaram na Segunda Guerra Mundial. O autor estará em Portugal em Fevereiro.
Para alguém conhecido pelas pilhas de livros queimados, A Biblioteca Privada de Hitler – Os Livros Que Moldaram a Sua Vida acaba por ser um relato perturbador – ou melhor, uma biografia – do homem que arquitectou o Holocausto. Afinal, ao longo da vida, mais que Goethe ou Schiller, o Führer tinha Dom Quixote e Robinson Crusoe por companheiros de cabeceira. A sua colecção ascendia a um total de 16 mil livros.
A imprensa internacional é unânime nas críticas invulgares à nova obra de Ryback, o primeiro historiador a estudar a ligação entre o homem, os livros e o regime nazi. “Extremamente bem escrito […] Com uma abordagem singular […] Uma perspectiva inovadora sobre uma figura que originou inúmeras biografias mas que continua a ser um dos enigmas indecifráveis do século XX”, refere o Financial Times. Já o Washington Post Book World refere que este é um livro “escrito com vivacidade […] Absolutamente cativante […]. Fascinante – e perturbador”. “Original e compensador”, acrescenta o New York Review of Books.

Sobre o autor:
Timothy W. Ryback é o autor de The Last Survivor: Legacies of Dachau, considerado pelo The New York Times um dos melhores livros de 1999. Escreve para a The Atlantic Monthly, a The New Yorker, o The Wall Street Journal, e o The New York Times. É co-fundador e co-director do Institute for Historical Justice and Reconciliation, em Haia, e vive em Paris com a mulher e os três filhos.

Novidades Chá das Cinco para Fevereiro

Título: Refém do Amor
Autor: Nora Roberts

Phoebe MacNamara é uma das melhores negociadoras de reféns da cidade, e a sua última missão consiste em impedir um suicida de saltar do topo de um edifício pertencente a Duncan Smith. Impressionado pela coragem e frieza da jovem, Duncan sente-se intrigado por Phoebe e tenta desarmá-la com o seu charme, convidando-a para uma bebida.
Como mãe solteira e mulher a tentar construir uma carreira num mundo dominado por homens, Phoebe não tem tempo na sua vida para romance,
mas nem todas as suas habilidades como negociadora conseguem convencer
Duncan a desistir dela. E quando Phoebe se torna alvo de um assassino
psicopata desejoso de destruir a sua vida profissional e pessoal, Duncan poderá ser o homem que Phoebe quer a seu lado.

Nora Roberts volta a encantar o leitor com mais uma irresistível combinação de suspense e romance.

● Em 2010, Nora Roberts esteve mais de 4 meses nos tops nacionais.

Novidades Camões & Companhia para Fevereiro

Título: Rosalía de Bringas
Autor: Benito Pérez-Galdós

Na sociedade madrilena do século XIX, a história de uma mulher entregue ao pecado da vaidade.

Fazendo uso de uma fina ironia, Galdós retrata a sociedade de Madrid dos tempos da rainha Isabel II, do minada por homens, expondo os vícios e costumes de uma época onde as mulheres eram seduzidas pela moda e sucumbiam à obsessão pela aparência. Ao estilo das grandes tragicomédias do século XIX, Rosalía de Bringas personifica a condição de mulher oprimida num meio patriarcal, evocando as obras de mestres do realismo como Gustave Flaubert, Eça de Queirós ou Émile Zola. Considerado pela crítica como uma das melhores obras de Benito Pérez Gal dós, o leitor está perante um romance sobre a ambição e o poder numa sociedade baseada nas falsas aparências.

● Considerado pela crítica como um dos melhores romances de Benito Pérez-Galdós
● Benito Pérez-Galdós é um dos grandes mestres do realismo ao nível de Flaubert, Zola e Eça de Queirós

Título: O Reino deste Mundo
Autor: Alejo Carpentier

Uma novela classificada por Mario Vargas Llosa como “uma das mais acabadas que a língua espanhola já produziu.” O Reino deste Mundo recria de forma incomparável os acontecimentos que, entre os sec. XVIII e XIX, precederam e se seguiram à revolução haitiana. Estimulado pela história original e valendo-se de um magistral domínio dos recursos narrativos, Alejo Carpentier (1904-1980) transporta o leitor, usando o poder da sua palavra, para um mundo exuberante, desenfreado e legendário no qual
brilham com luz própria o “licantropo”Mackandal, em quem se conjugam a
rebelião popular e os poderes sobrenaturais, o ditador Henri Christophe, que reproduziu no seu palácio de Sans-Souci e na cidadela de La Ferrière, arquitecturas dignas de Piranesi…

“O melhor romance que apareceu na América Latina dos nossos tempos.”- LE FIGARO LITTÉRAIRE

“A escrita de Carpentier tem o poder de alcance de um órgão de catedral.”- THE NEW YORKER

Título: A Juventude de Mandela
Autor: David James Smith

Nelson Mandela é um dos maiores símbolos do mundo, universalmente reconhecido como um líder que representa autoridade moral. Muitos mitos foram criados em seu torno como o herói perfeito da liberdade. Mas como terão os primeiros anos de vida moldado o seu percurso pessoal e político e os triunfos que consagrariam o seu nome?
Este livro desvenda o mito e parte em busca do homem que as pessoas se esqueceram ou nunca conheceram – o jovem Mandela, o lutador pela liberdade, o inimigo “terrorista” de uma África do Sul racista e dominada pela supremacia branca, e que abandonou mulher e filhos para se tornar num fugitivo.
Os feitos históricos de Mandela custaram-lhe um preço elevado – esta biografia descreve a devastação emocional que o líder deixou no seu rasto. Após uma pesquisa meticulosa, o autor descobre detalhes surpreendentes, por vezes chocantes, que irão aumentar a nossa compreensão sobre este líder venerado.
Santificado, celebrizado, descobre-se que Mandela é afinal uma figura humana.
Com um acesso único a documentos e pessoas, culminando num encontro com o próprio Nelson Mandela, o jornalista David James Smith escreveu a mais importante contribuição para compreendermos melhor este ícone global.

● O herói já você conhece. Agora venha descobrir o rapaz que destruía corações e a quem chamavam de terrorista.

“Um relato fascinante do período mais turbulento da vida de Mandela.”-FINANCIAL TIMES


David James Smith trabalhou toda a sua vida como jornalista. Escreve para o Sunday Times Magazine e vive em Lewes, Sussex com os seus quatro filhos. É também autor de The Sleep of Reason – The James Bulger Case, All About Jill, Supper with the Crippens e One Morning Sarajevo – 28 June 1914.

Novidades Saída de Emergência para Fevereiro

Título: As Filhas do Rei
Autor: Nathalie Mallet

Alguém deseja assassinar as filhas do rei...

Bem para norte da escaldante terra desértica de Telfar jaz o gélido reino de Sorvinka. O Príncipe Amir viaja para lá, com o objectivo de pedir ao rei a mão da bela Princesa Eva em casamento.
Mas Sorvinka tornou-se perigosa durante a ausência da Princesa Eva e, à sua chegada, o acolhimento na fortaleza da família real é tão amargamente frio como a própria terra.
Acostumado à prisão dourada em que foi criado, o Príncipe Amir tem de lidar com os estranhos e cruéis costumes dos Sorvinkianos. Tem de enfrentar as agruras da vida no castelo e a brutal hierarquia da nobreza sorvinkiana. Para sobreviver tem de descobrir a verdade por trás do rapto da filha mais nova do rei, a Princesa Aurora.
Os desafios sucedem-se, a par dos mais macabros acontecimentos, e a magia paira no ar…
Mas o que pode fazer um estranho em terra estrangeira?

● «Mallet criou um mundo fascinante e alternativo, baseado em factos históricos... o ritmo é excelente!» - BOOKLIST

Título: Exílio (Elfo Negro Vol.2)
Autor: R. A. Salvatore
Chegou a Portugal uma das maiores lendas da fantasia: Drizzt, o elfo negro.

Após renegar a sua própria família e partir para longe de Menzoberranzan, a sua pátria, Drizzt tem que aprender a sobreviver e conquistar um novo lar no imenso labirinto dos túneis subterrâneos onde se ocultam criaturas das trevas. Mas o verdadeiro perigo parte da sua própria raça e Drizzt terá que estar atento a sinais de perseguição, pois os elfos negros não são um povo misericordioso…
Venha descobrir Drizzt, o elfo negro, uma das personagens mais lendárias da fantasia. E acompanhe-o na épica e intrépida jornada para longe de um mundo onde não tem lugar… em busca de outro, na superfície, onde talvez nunca o aceitem.

● Os leitores de Harry Potter cresceram. E esta é a série que vão ler

Título: Celestial
Autor: Cynthia Hand

Uma das grandes apostas de 2011
Tudo o que ela queria era ser uma rapariga normal...
Clara Gardner descobriu há pouco tempo que é uma sangue-de-anjo. Ter sangue de anjo a correr-lhe nas veias, faz com que fique mais inteligente, mais forte e mais rápida do que os humanos. Significa também, que tem um propósito. Uma razão para ter sido colocada na terra. No entanto, descobri-lo, não é fácil.
As suas visões de um enorme incêndio florestal e de um rapaz atraente que ela não reconhece, levam-na para uma nova escola, numa nova cidade.
Quando conhece Christian, o rapaz dos seus sonhos (literalmente), tudo parece encaixar no lugar – e, ao mesmo tempo, fora do lugar. Afinal, existe Tucker, outro rapaz que apela ao lado menos angélico de Clara.
Ela deseja apenas encontrar o seu caminho num mundo que já não compreende. Mas encontra perigos invisíveis e escolhas que nunca pensou ter de fazer – entre a honestidade e o engano, o amor e o dever, o bem e o mal. Quando o incêndio da sua visão finalmente acontecer, estará Clara preparada para enfrentar o seu destino?

Uma história comovente sobre o amor e o destino. Sobre a luta entre o desejo de cumprir as regras e o de seguir o coração.

«Um romance sobrenatural divino.» - Kirkus Reviews
«Completamente cativante. Um dos livros mais viciantes que li nos últimos tempos.» - Richelle Mead, autora do bestseller Academia de Vampiros

Título: O Quinto Mandamento
Autor: Barry Eisler

«Não Matarás.»
– O Quinto Mandamento da Lei de Deus (Ex 20,13)

John Rain só quer desaparecer para sempre. Mas um antigo némesis no FBI japonês quer que ele lhe faça um último favor: eliminar um assassino que mata sem remorsos e usa métodos semelhantes aos de Rain. Há demasiadas coisas em jogo – inclusive a vida dos poucos amigos que Rain tem e, especialmente, a vida de uma paixão do seu passado. Protegê-los implica mergulhar no meio de uma guerra entre a CIA e a máfia japonesa, na qual as diferenças entre amigos e inimigos, a verdade ou a mentira, são tão obscuras como as ruas regadas pelas chuvas nocturnas de Tóquio.
Será que Rain tem a frieza necessária para derrotar um inimigo que parece pensar como ele?

«Barry Eisler agarra o leitor e não o larga mais.» – New York Post
Um escritor que veio elevar o nível de exigência do género. John Rain é um assassino com alma de poeta - Library Journal

Título: O Pintor de Sombras
Autor: Esteban Martin

Quem quer incriminar Picasso?
Restará alguém em quem ela possa confiar?

Barcelona, finais do séc. XIX. Um dos maiores génios artísticos de todos os
tempos é revelado ao mundo: Picasso. Desde criança que o seu talento irrequieto é avassalador. Picasso é um jovem rebelde que cedo vê os seus estudos académicos serem prejudicados pela sua irreverência. Depois de se apaixonar loucamente por uma mulher, ela abandona-o sem deixar rasto. Ela era a sua musa, a sua inspiração, a primeira mulher que amou verdadeiramente na vida. De coração partido, Picasso começa a procurar consolo na vida boémia e nos bordéis da rua Avignon. Mas tudo se complica quando alguém parece seguir os seus passos, deixando entre as prostitutas um rasto de mortes violentas que apontam Picasso como o principal suspeito. Uma por uma, as estranhas mortes vão-se tornando cada vez mais violentas e assemelham-se em tudo às que 10 anos antes assombraram as ruas de Londres.
Poderá Jack, o Estripador, ter chegado a Barcelona?

● Autor que vendeu mais de 100 000 exemplares em Espanha com A Chave de Gaudí