domingo, 30 de abril de 2017

O Quarto Enorme de E. E. Cummings e Colheita Sangrenta de Dashiell Hammett são novidades da Livros do Brasil e Vampiro

Título: Colheita Sangrenta
Autor: Dashiell Hammett
Tradução: Dora Reis
N.º de Páginas: 256
PVP: 7,70 €
Coleção: Vampiro

Colheita Sangrenta foi o primeiro romance escrito por Dashiell
Hammett e é muito mais do que um soberbo exemplo de ficção
policial – é também uma história magnífica sobre a corrupção e a
violência na América dos anos 20 e um texto revelador da
genialidade que viria a fazer de Hammett um dos grandes nomes
da história da literatura policial. Publicado originalmente em 1929,
é a 4 de maio lançado pela Livros do Brasil.
O agente da Continental, protagonista desta história, é contratado
para resolver um caso em Personville – também conhecida como
Poisonville –, mas o seu cliente, aquele que parece ser o único
homem honesto da cidade, é assassinado ainda antes de se encontrarem. Com o objetivo de controlar as greves dos trabalhadores, fora o próprio pai da vítima quem fizera entrar na cidade uma série de gangues que rapidamente se tornaram os seus senhores. Agora terá de ser o agente da Continental a tomar o assunto em mãos, ainda que para isso se veja obrigado a usar os mesmos métodos sangrentos dos seus adversários.

O Autor:
Dashiell Hammett nasceu em 1894, no estado de Maryland, EUA. Com vinte e um anos, foi contratado pela Agência de Detetives Pinkerton e este período serviu-lhe de inspiração para a escrita de policiais. A sua carreira literária iniciou-se com a publicação de contos na revista Black Mask, protagonizados desde logo pelo investigador Continental Op, que seria o herói do seu livro de estreia, Colheita Sangrenta. O Falcão de Malta, publicado em 1930, é a primeira obra onde surge outra das suas personagens marcantes, o detetive Sam Spade, e continua a ser até hoje o seu livro mais famoso, tendo sido frequentemente transposto para o cinema. Completam a obra essencial de Hammett os títulos A Maldição dos Dain (1929), A Chave de Cristal (1931) e O Homem Sombra (1934). Juntamente com Raymond Chandler, Dashiell Hammett introduziu o realismo as histórias de detetives e é considerado o pai do género hard-boiled. Faleceu em Nova Iorque a 10 de janeiro de 1961.

Título: O Quarto Enorme
Autor: E. E. Cummings
Tradução: José Lima
N.º de Páginas: 336
PVP: 17,70 €
Coleção: Dois Mundos

O Quarto Enorme é uma das grandes obras literárias norte americanas que emergiram da Primeira Guerra Mundial e o mais notável trabalho em prosa elaborado por E. E. Cummings. Voluntário em França como condutor de ambulâncias, Cummings foi preso durante três meses, em 1917, acusado de traição, e é sobre isso que escreve neste livro que a Livros do Brasil publica a 11 de maio, numa edição ilustrada com os desenhos feitos por Cummings durante a sua prisão e editado de acordo com os critérios estabelecidos pelo autor.
História de sofrimento e injustiça contada com um humor desarmante e com a exuberância linguística característica deste que é considerado um dos mais importantes poetas norte-americanos do século xx, O Quarto Enorme é a expressão de um espírito irreprimível perante a brutalidade da guerra. «De todos os trabalhos realizados por jovens surgidos desde 1920, apenas um livro sobrevive – O Quarto Enorme, de E. E. Cummings», assinalou F. Scott Fitzgerald.

O Autor:
Edward Estling Cummings nasceu a 14 de outubro de 1894 em Cambridge, Massachusetts. Foi poeta, artista plástico, ensaísta e dramaturgo, sendo considerado um dos principais poetas modernistas da língua inglesa. Formado na Universidade de Harvard em 1916, seguiu no ano seguinte para França, servindo na Primeira Guerra Mundial como condutor de ambulâncias. Acusado de traição, foi preso durante três meses e dessa experiência nasceu a sua primeira obra publicada, O Quarto Enorme (1922). Um vanguardista no uso da linguagem, lançaria ao longo da vida mais de duas dezenas de títulos, de que se destacam os livros de poesia Tulips and Chimneys (1923) e XLI Poems and & (1925), a peça Him (1927) e o volume de ensaios i:six nonlectures (1953, traduzido em Portugal com o título eu:seis inconferências). Recebeu, entre outras distinções, o Prémio Bollingen de Poesia em 1958. Faleceu a 3 de setembro de 1962.


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