terça-feira, 16 de fevereiro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

O Lugar das Fitas, as crónicas sobre cinema de Dinis Machado, nas livrarias a 19 de fevereiro

Título:  O Lugar das Fitas
Autor: Dinis Machado
Género: Crónicas
N.º de páginas: 136
Data de lançamento: 19 de fevereiro
PVP: 14,40€

Organizado por Marta Navarro, este livro inédito reúne um conjunto de grandes crónicas de Dinis Machado sobre cinema.

«O Lugar das Fitas é um livro de cinema. De cinema, de fitas, de personagens, de géneros e estilos, de cineastas, de salas de cinema, de actores e de crónicas e críticas que dão conta, numa cronologia com a configuração da memória, de uma espécie de história pessoal de Dinis Machado com o cinema. Muitos outros, de entre os seus textos publicados na comunicação social, poderiam contribuir para esta história, que começou, como ele conta numa crónica de A Liberdade do Drible (o livro de crónicas sobre futebol, irmão deste O Lugar das Fitas – que também se podia intitular «Faço Um Filme só com Uma Ruga de Bogart») assim: «Eu adormecia, alta noite, transportado para a cama ao colo da minha avó, levando, no princípio do sono e dos sonhos, a grandeza de gente generosa. Não conseguia encontrar esses homens à minha volta, começava a encontrá-los no cinema.» Da nota introdutória de Marta Navarro.

Sobre A Liberdade do Drible:
«A prosa de Dinis Machado é magnífica, com passes de escrita que rematam à baliza da perfeição do género da crónica.» João Céu e Silva, Diário de Notícias
«Estas crónicas ganharam a dignidade da edição em livro – e bem a merecem.» José Mário Silva, Expresso
«São textos ricos, com um vocabulário trabalhado, cheios de humor e imaginação que é impossível ver num jornal desportivo de hoje.» Luís Leal Miranda, Time Out

Sobre o autor:
Dinis Ramos e Machado nasceu em Março de 1930, em Lisboa, onde viveu, no Bairro Alto, até ao fim da sua juventude. Foi jornalista desportivo no Record, no Norte Desportivo, no Diário Ilustrado e no Diário de Lisboa. No início da década de 1960, organizou os primeiros ciclos de cinema da Casa da Imprensa e começou a escrever crítica para a revista Filme. Praticou de tudo um pouco, do poema à entrevista, e escreveu três livros policiais, com o pseudónimo Dennis McShade. Em 1977, publicou O Que Diz Molero, a sua obra-prima, um livro com um estrondoso sucesso (e mais de vinte edições até ao presente), que mudou definitivamente a maneira de fazer e de receber literatura em Portugal.