terça-feira, 3 de novembro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Assim se Pariu o Brasil - livro de Pedro Almeida Vieira publicado pela Saída de Emergência

Assim se Pariu o Brasil é um livro refrescante sobre a descoberta do Brasil, a sua construção e consolidação como uma das grandes colónias do século XVI ao XIX.

Numa prosa culta mas cheia de humor, Pedro Almeida Vieira mostra como um rato (Portugal), pariu uma montanha (o Brasil). A obra relata 25 episódios fundamentais da História do Brasil quando este era a mais rica colónia portuguesa.

Sinopse:
Há mais de 500 anos houve um pequeno povo, oriundo de um minúsculo pedaço da Europa, que descobriu um pedaço da costa sul-americana. E depois mandou para lá mais naus. E mais gentes. Por lá atacou índios e foi atacado por eles, procriou com índias, trouxe negros de África, procriou com negras, mandou jesuítas pregarem terra adentro, meteu-se em cultivos e garimpos, explorou o sertão, navegou por rios parecidos com o mar. Ainda lidou com a cobiça de outros países europeus sedentos em filar o seu quinhão. Tudo isso só poderia resultar em sangue e crueldade, porém bem misturado com coragem e sagacidade.

Numa prosa culta mas cheia de humor, Pedro Almeida Vieira mostra como um rato (Portugal), pariu uma montanha (o Brasil). Com ilustrações de Enio Squeff, a obra relata 25 episódios fundamentais da História do Brasil quando este era a mais rica colónia portuguesa.

Pedro_Almieda_Vieira.jpgSobre o autor:
Pedro Almeida Vieira nasceu na cidade portuguesa de Coimbra em 1969 e vive em Lisboa. Licenciado em Engenharia Biofísica Na Universidade de Évora, divide o seu tempo entre o jornalismo, a investigação académica e a escrita. Entre outros periódicos, colaborou na revista Grande Reportagem e no semanário Expresso. Além de ensaios na área ambiental, publicou quatro romances (Nove Mil Passos, O Profeta do Castigo Divino, A Mão Esquerda de Deus e Corja Maldita), dois volumes de narrativas históricas (Crime e Castigo no País dos Brandos Costumes e Crime e Castigo – O Povo Não É Sereno) e diversos contos em revistas ou antologias.