quarta-feira, 29 de abril de 2015

Bolha fecha a trilogia O Jogo

Título: Bolha
Autor: Anders de la Motte
Género: Thriller
Tradução: Neil Smith/ Fernanda Oliveira
N.º de páginas: 424
Data de lançamento: 24 de abril
PVP: 17,70 €

Depois de O Jogo e Vibração, Bolha termina a trilogia sueca que mistura ação e os perigos da Internet.
HP encontra-se agora no meio de uma crise profunda, numa vida de grande isolamento, convencido de que está sob constante vigilância da polícia e do Mestre do Jogo. Vê sistematicamente pessoas das suas missões passadas e não tarda que a paranoia se transforme em loucura. Já não sabe em quem ou no que acreditar, e a fronteira entre o Jogo e a vida real é cada vez mais ténue. Ainda assim, está determinado a concluir uma derradeira missão que irá tornar o Jogo mais claro e desvendar a verdade que se esconde por detrás dele, sejam quais forem as consequências.
A vida de Rebecca mudou radicalmente desde que o irmão se envolveu no Jogo. Deixou a polícia e começou a trabalhar numa empresa privada de segurança. A sua relação está por um fio e ela tenta salvá-la. Quando depara com um cofre que em tempos pertenceu ao seu pai e que contém uma arma e vários passaportes, começa a sua própria investigação em busca da verdade. Pode haver uma relação entre o passado do seu pai, o Jogo e aquilo que está a acontecer ao seu irmão, HP…

Sobre o autor:
Nasceu em 1971 e fez a sua estreia literária em 2010 com O Jogo, vencedor do romance de estreia da Academia Sueca de Escritores de Crime. Foi investigador da polícia e, até recentemente, diretor de segurança de uma das maiores empresas de IT do mundo. Atualmente, é consultor de segurança internacional. Com a fusão de suspense, ação, humor e conhecimento de IT, Anders de la Motte é uma das vozes mais interessantes da literatura policial escandinava.

«Com um grande enfoque na sociedade digital, Anders de la Motte oferece uma vez mais aos seus leitores um thriller com um ritmo alucinante.» Metro
«Uma trilogia a não perder… Não é fácil concluir uma trilogia cujos primeiros dois volumes são tão fortes, mas Andres de la Motte faz uma escalada até um nível de cortar a respiração.» Dagens Nyheter
«Há ainda mais ação neste volume, os acontecimentos dramáticos sucedem-se sem parar… Não se pode confiar em ninguém e nada é aquilo que parece ser.» DAST Magazine




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