quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

José-Augusto França no fio da memória


Título: José-Augusto França: Com o O’Neill falava de janela para janela
Diálogo com José Jorge Letria
N.º de Páginas: 144
PVP: 13,99 €
Género: Não Ficção/Biografia
Nas livrarias a 18 de Fevereiro
Guerra e Paz Editores | o fio da memória

Sinopse:
Esta é a entrevista de um homem que viveu entre Paris e Lisboa. José-Augusto França revela a José Jorge Letria como formou o seu olhar crítico sobre as artes e o mundo. Numa conversa que percorre várias décadas, o professor, ensaísta e ficcionista José-Augusto França desvenda o seu mundo, as suas relações com o movimento surrealista, o seu brilhante percurso académico, a sua paixão pelas obras artísticas que ajudou a reconhecer e a pensar, de Amadeo a Bordallo Pinheiro, passando por Almada Negreiros. Como escreveu Letria no prefácio, o Professor França é «um mestre lúcido e interrogativo da História da Arte, um infatigável interrogador do seu tempo e desta pátria […] um coleccionador de sonhos deslumbrado pelo canto dos pássaros e pelo murmúrio dos rios».

Sobre o autor:
Nasceu em Tomar, a 16 de Novembro de 1922. Bastaria o pioneirismo e inovação da monografia que escreveu sobre Amadeo de Souza-Cardoso para inscrever o seu nome como uma figura-chave da historiografia e da crítica de Arte em Portugal. Mas França foi também um actor nos movimentos e correntes artísticas nacionais, a começar pela sua ligação aos grupos surrealistas, desde o final da década de 40. Leccionou na Sociedade Nacional de Belas-Artes e na Universidade Nova de Lisboa, cujo departamento de História de Arte dirigiu. Além de crítico e ensaísta, França é ficcionista, autor de obras como Natureza Morta e Despedida.





o fio da memória é uma colecção que procura preservar em livro um património cultural precioso: vida e obra de grandes artistas, escritores e pensadores portugueses.

Numa entrevista de José Jorge Letria, o professor, ensaísta e ficcionista José-Augusto França revisita os movimentos artísticos mais significativos da vida cultural portuguesa e as diferentes etapas da historiografia da arte em Portugal, de que ele é, pode dizer-se, um dos principais criadores.

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António Victorino D’Almeida