segunda-feira, 22 de setembro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Guerra & Paz: João Abel Manta n'o fio da memória


Título: João Abel Manta: Não Se Distorce a Cara de Um Homem
Diálogo com José Jorge Letria
N.º de Páginas: 160 páginas
PVP: 13,99 €
Género: Não Ficção/Biografia
Nas livrarias a 24 de Setembro
Guerra e Paz Editores | o fio da memória

Sinopse:
João Abel Manta apresenta-se neste livro como ele é: um pintor liberto, um pintor que não defende nem pertence a grupos.

Numa entrevista apaixonada e sem rodeios, João Abel Manta fala das viagens de infância, do ambiente cultural vibrante em que foi criado, da passagem pelas Belas-Artes, pelo MUD, da arquitectura e da pintura: «Se me perguntarem quantos arquitectos bons é que há, eu digo que há 500 ou 600. E quantos pintores bons é que há? Eu começo a contar pelos dedos e não sei se chego aos dez.»

Um livro para saber como o autor avalia o seu próprio trabalho de cartoonista, que críticos e historiadores julgam ser o melhor retrato do ambiente social e político dos anos da Ditadura e dos anos da Revolução.

João Abel Manta
Pintor, arquitecto, ilustrador e cartoonista, a sua obra atravessa e marca o século XX português. Os seus cartoons são essenciais para compreender, quer o absurdo comportamental da ditadura a que Salazar vergou Portugal, quer o ambiente e as perplexidades que se seguiram à Revolução dos Cravos.

Desde os anos 80, tem-se centrado na pintura. Um pintor liberto, que não defende nem tem grupos, como a si mesmo se apresenta.

o fio da memória
o fio da memória é uma colecção que procura preservar em livro um património cultural precioso: vida e obra de grandes artistas, escritores e pensadores portugueses.

o fio da memória dá voz aos protagonistas da vida cultural portuguesa cujas obras se inscrevem já no nosso imaginário colectivo.

Numa entrevista de José Jorge Letria, o pintor e cartoonista João Abel Manta fala de si, da sua obra e do Portugal que a inspirou. A entrevista de um artista que se recusa a distorcer a cara de um homem.

Próximo volume
José-Augusto França