quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Mil noites de paixão - Madeline Hunter [Opinião]



Titulo: Mil Noites de Paixão
Autor: Madeline Hunter
Editora: ASA
N.º Páginas: 336
Preço: 16.90€
ISBN: 978-989-23-1672-7
1ª Edição: janeiro de 2012

Sinopse:  
Eles não têm absolutamente nada em comum. Lady Reyna é uma mulher virtuosa e erudita, que preferia morrer a quebrar uma promessa ou voto. Ian de Guilford é um sensual mercenário, um cavaleiro errante cujo temperamento fogoso lhe valeu a alcunha de Senhor das Mil Noites. Ela não conhecia a sua fama quando, fazendo-se passar por cortesã, transpôs as linhas inimigas com um plano desesperado para salvar o seu povo. Agora que está frente a frente com o guerreiro a cujos encantos, diz-se, é impossível resistir, Reyna apercebe-se de que subestimou o seu inimigo. Ele está decidido a tudo para subjugar a sua virtude. A bem do seu povo, ela não pode ceder... e a sua audácia leva-a a fazer algo com que nunca sonhou: pôr em jogo o seu coração.

A minha opinião:
Mais uma vez, Madeline Hunter coloca um homem e uma mulher como inimigos. Talvez seja essa a arma secreta para o sucesso dos seus romances, talvez o carácter erótico que está sempre presente, o que é certo é que resulta.
Desta vez, a autora transporta-nos para o século XIV, junto à fronteira escocesa onde Lady Reyna vai dar de caras com o inimigo. A sua missão é atraí-lo, em jeito de sedução, para nessa mesma noite, o matar. Só que, primeiro que tudo, o homem de quem anda à procura não se encontra naquele local, e, o que o substituí é lindo de morrer e experiente no campo da sedução. Logo, quem acaba seduzida é ela e não é por acaso que o seu apelido é: o homem das mil e uma noites...
Acusada de matar o seu marido, Reyna vê-se agora rendida à paixão pelo inimigo que quer a todo o custo tomar o castelo e também o seu coração. Levada com desconfiança pelos seus pares, detestada pela família, é em Ian que se vai sentir segura e encontrar a felicidade. É nele que vai sentir confiança para provar que todos estão errados e que nunca poderia ter sido ela a matar o seu mentor e amigo, o seu marido Robert.
Ao contrário do anterior livro da autora que não me arrebatou por aí além a leitura, gostei particularmente deste, talvez pela época retratada, talvez pela intriga que se foi avolumando, pelo amor-ódio dos protagonistas... Recomendo.

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