sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O Marcador de Livros deseja um Feliz Natal


Manuel Maria Barbosa du Bocage morreu a 21 de Dezembro de 1805 e Francis Scott Fitzgerald a 21 de Dezembro de 1940

"Morrer é pouco, é fácil; mas ter vida
Delirando de amor, sem fruto ardendo,
É padecer mil mortes, mil infernos."


"Basta, cega paixão, loucos amores;
Esqueçam-se os prazeres de algum dia,
Tão belos, tão duráveis como as flores."








“Não se escreve por se querer dizer alguma coisa, escreve-se porque se tem alguma coisa para dizer.”

“Precisamos decidir como podemos ser valiosos, em vez de pensar em quão valiosos somos.”



Apresentação de dois novos contos infantis da chancela Joaninhas

A Editora NOVA DELPHI vai apresentar dois novos contos infantis da chancela Joaninhas que detém um catálogo sobre as emoções infantis e promove a função terapêutica das fábulas.
A apresentação será feita sábado, dia 22 de dezembro, pelas 14h, na Fnac Madeira, por Arcangela Savino, Elisa Seixas e Paulo Sérgio BEJu.

Os livros são: Bruno, Bianca e a Estrela dos Desejos e O Gafanhoto Garoto não pode brincar

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

John Steinbeck morreu a 20 de Dezembro de 1968

"Acreditei sempre que um escritor é preciso lê-lo, não vê-lo."

"Pela grossura da camada de pó que cobre a lombada dos livros de uma biblioteca pública pode medir-se a cultura de um povo."

Pedro Abrunhosa nasceu a 20 de Dezembro de 1960

Imagem tirada da internet
Tu és todos os livros,
Todos os mares,
Todos os rios,
Todos os lugares.
Todos os dias,
Todo o pensamento,
Todas as horas
O teu corpo no vento.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Livro que alerta para obesidade infantil

O mais recente relatório sobre obesidade infantil em Portugal revela que metade das crianças até aos 5 anos é obesa.

http://m.expresso.sapo.pt/metade-das-criancas-portuguesas-ate-aos-5-anos-sao-obesas=f774862?skin=ex:m



Consciente desta realidade que afecta cada vez mais famílias portuguesas, Paulo Sousa Costa escreveu um livro indicado para os mais pequenos, mas muito útil para pais e educadores, onde aborda a obesidade infantil de forma educativa. Porque o mais importante é que, desde cedo, as nossas crianças interiorizem conceitos simples mas saudáveis, que os ajudem a tomar as decisões correctas.

Trata-se do primeiro livro português de ficção infantil que alerta os mais novos para as vantagens de uma alimentação saudável, este faz parte da colecção «As Aventuras do Dragãozinho Azul», e tem a colaboração da nutricionista Teresa Branco.

Branca de Neve com ilustrações de Benjamin Lacombe [Opinião]

Título: Branca de Neve
Autor: Jacob Wilhelm Grimm
Ilustração: Benjamin Lacombe
Editora: Paleta de Letras
N.º de Páginas: 46
Encadernação: Catornado

Sinopse:
Era uma vez, em pleno coração do inverno, uma rainha que bordava junto à janela. Através da moldura de ébano contemplava os flocos de neve que pairavam no ar, como se fossem penas. Subitamente, picou-se no dedo e três gotas de sangue caíram na neve. Sobre a brancura fulgurante da neve, o vermelho sobressaía de forma tão bela, que pensou: «Ah! Oxalá tivesse um filho com a pele branca como a neve, os lábios vermelhos como o sangue e o cabelo negro como o ébano!»


A minha opinião:
Quem pegar neste maravilhosa livro não lhe ficará indiferente. Benjamin Lamcombe pegou num clássico dos irmãos Grimm e fez uma obra de arte. As ilustrações são fantásticas, desde a bruxa má ao cenário de toda a vivência da Branca de Neve com os anões, passando para o desfecho final, casada já com o príncipe. Digo mais, só as imagens bastavam para contar toda a clássica história da Branca de Neve. Apreciei as serprentes em volta do pescoço da rainha má, até ao corpo de pavão mais à frente. folheando as páginas deste livro parece que estamos perante um álbum fotográfico dada a qualidade da impressão, em papel lustroso.
Do clássico nada há a contar porque de certeza que todos já conhecem a sua história contada repetidas vezes na infância. Mas para que quer adquirir um livro para guarda em lugar cativo depois de lido e relido, recomendo esta aposta da Paleta das Letras, que nos trouxe, pela primeira vez, um livro de Lancombe.



Diz-me só a verdade - Luísa Castel-Branco [Opinião]

Título: Diz-me só a verdade
Autor:
Luísa Castel-Branco
PVP: 16,50 €
N.º de Páginas: 340

Sinopse:
Francisca tem quarenta e dois anos, três filhos e um casamento com o seu primeiro amor. Mas a sua vida aparentemente feliz encontra sombras do passado e um presente sem as luzes que sonhara para si.
A vida desta mulher cruza-se com a saga de duas famílias unidas pelo passado e divididas por um presente armadilhado por desejos de vingança e revelações esmagadoras. Entretanto, a chegada de uma carta inesperada denuncia um segredo e muda o destino de Francisca. Mas será que ainda acreditamos em finais felizes?
Nunca como hoje foi tão urgente retomarmos essa fantástica capacidade de voltar a sonhar. Um romance é isso mesmo. Páginas que nos levam a levantar voo, que nos transportam para um mundo que podia ser. Também nós merecemos essa frase mágica “Era uma vez.” Também nós temos direito a acreditar em finais felizes.
E este romance é isso mesmo. Um óasis do que podia ser, do que podia acontecer, algo para nos aconchegar a alma e nos fortalecer estes tempos de compasso de espera. O tempo que medeia entre o hoje e aquilo a que temos direito. 


A minha opinião:
Marcadamente feminino, Diz-me só a verdade relata a história de mulheres fortes, que se tornam as matricarcas da família, embora algumas delas, vivam completamente amarguradas até ao final das suas vidas. 
Francisca, a personagem principal, desde cedo se destacou no meio do seio familiar. Odiada pela mãe, que via nela a frustração para a sua própria existência, Francisca tornou-se numa mulher forte, lutadora, que viria a ter um lugar de destaque em termos profissionais. Apaixona-se por um homem de uma classe social diferente da sua e casa-se contra a vontade das matriarcas de ambas as famílias. É a vida deste casal que vamos "vivendo" ao mesmo tempo que temos conhecimento das vidas dos seus familiares. 
Através de vários espaços temporais vamos descobrindo os segredos de todas as famílias, mas também as suas fraquezas... e até a personagem principal guarda um segredo que a coloca muito bem baixo. 
O novo livro de Luísa Castel-Branco através da vida de todas estas famílias, que têm um laço entre si, faz-nos pensar na vida que levamos, faz-nos pensar que muitas vezes é preciso um grande desgosto para conseguirmos sobreviver à infelicidade. Muitas vezes uma decepção e um longo espaço de tempo podem curar um amor antigo e que estagnou. A monotonia é, muitas vezes, a desgraça para uma relação, assim como estarmos de olhos fechados para a realidade que nos envolve. 
Recomendo. 

Outras opiniões: 

http://marcadordelivros.blogspot.pt/2010/12/para-ti-luisa-castel-branco.html

Emily Brontë morreu em Haworth a 19 de dezembro de 1848

"As minhas grandes tristezas neste mundo, têm sido as tristezas de Heathcliff: ele é a minha finalidade de viver. Se tudo mais perecesse e ele ficasse, isto bastaria para que eu continuasse a viver."

Alexandre O'Neill nasce em Lisboa a 19 de Dezembro de 1924

O Amor é o Amor 

O amor é o amor — e depois?!
Vamos ficar os dois
a imaginar, a imaginar?...

O meu peito contra o teu peito,
cortando o mar, cortando o ar.
Num leito
há todo o espaço para amar!

Na nossa carne estamos
sem destino, sem medo, sem pudor
e trocamos — somos um? somos dois?
espírito e calor!

O amor é o amor — e depois?

Alexandre O'Neill, in 'Abandono Vigiado'



Os Convencidos da Vida 

Todos os dias os encontro. Evito-os. Às vezes sou obrigado a escutá-los, a dialogar com eles. Já não me confrangem. Contam-me vitórias. Querem vencer, querem, convencidos, convencer. Vençam lá, à vontade. Sobretudo, vençam sem me chatear.
Mas também os aturo por escrito. No livro, no jornal. Romancistas, poetas, ensaístas, críticos (de cinema, meu Deus, de cinema!). Será que voltaram os polígrafos? Voltaram, pois, e em força.
Convencidos da vida há-os, afinal, por toda a parte, em todos (e por todos) os meios. Eles estão convictos da sua excelência, da excelência das suas obras e manobras (as obras justificam as manobras), de que podem ser, se ainda não são, os melhores, os mais em vista.
Praticam, uns com os outros, nada de genuinamente indecente: apenas um espelhismo lisonjeador. Além de espectadores, o convencido precisa de irmãos-em-convencimento. Isolado, através de quem poderia continuar a convencer-se, a propagar-se?(...) No corre-que-corre, o convencido da vida não é um vaidoso à toa. Ele é o vaidoso que quer extrair da sua vaidade, que nunca é gratuita, todo o rendimento possível. Nos negócios, na política, no jornalismo, nas letras, nas artes. É tão capaz de aceitar uma condecoração como de rejeitá-la. Depende do que, na circunstância, ele julgar que lhe será mais útil.
Para quem o sabe observar, para quem tem a pachorra de lhe seguir a trajectória, o convencido da vida farta-se de cometer «gaffes». Não importa: o caminho é em frente e para cima. A pior das «gaffes», além daquelas, apenas formais, que decorrem da sua ignorância de certos sinais ou etiquetas de casta, de classe, e que o inculcam como um arrivista, um «parvenu», a pior das «gaffes» é o convencido da vida julgar-se mais hábil manobrador do que qualquer outro.
Daí que não seja tão raro como isso ver um convencido da vida fazer plof e descer, liquidado, para as profundas. Se tiver raça, pôr-se-á, imediatamente, a «refaire surface». Cá chegado, ei-lo a retomar, metamorfoseado ou não, o seu propósito de se convencer da vida - da sua, claro - para de novo ser, com toda a plenitude, o convencido da vida que, afinal... sempre foi.

Alexandre O'Neill, in "Uma Coisa em Forma de Assim"
 

Sessão de autógrafos - Domingo 23 Dez, às 16h30 na Fnac do Vasco da Gama


Lançamento exclusivo 20 anos de Moonspell

Dia 21 de Dezembro às 19 horas na sala TMN ao Vivo os Moonspell vão lançar um livro exclusivo 20 anos com a presença da banda e apresentação de José Luís Peixoto. Limitado a apenas 50 fãs!
Para poder participar tem de:
-Ter bilhete para o concerto do Fim do Mundo.
-Ser um dos primeiros 50 fãs a enviar email para geral@saidadeemergencia.com com o nome completo, número de BI e reserva do livro (edição normal ou especial) que pretende comprar no lançamento.

Será divulgada uma lista no Facebook da editora com os nomes dos vencedores até dia 20 de Dezembro.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

"Aprenducar com a Mãe Natureza" é o novo livro de Miguel Almeida

"Aprenducar com a Mãe Natureza" é o nono livro do escritor Miguel Almeida, e o segundo dedicado aos mais pequenos.

Est novo livro vai estar disponível já na próxima semana, ainda a tempo de deliciar uma criança com uma bonita prenda de Natal.

"Os brinquedos que ficam espalhados pela casa toda ao final do dia são apenas o ponto de partida para um conjunto de histórias que passam pelas brincadeiras de antigamente e pela importância de dar e partilhar, e que acabam na necessidade de reciclar e cuidar da Mãe Natureza.
De segunda-feira a domingo, um capítulo para cada um dos dias da semana.

Um livro para as crianças que gostam de aprender e para os pais que gostam de educar."

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Nuno Camarneiro, é o vencedor do Prémio LeYa 2012 com o romance inédito "Debaixo de Algum Céu"

Fotografia Leya
Nuno Camarneiro sagrou-se o vencedor do Prémio Leya 2012 com o romance inédito "Debaixo de Algum Céu". No entanto, já havia publicado o seu primeiro romance "No Meu Peito não Cabem Pássaros", publicado pela Dom Quixote.
Nuno Camarneiro é ainda autor do blogue: http://acordarumdia.blogspot.pt/

Érico Veríssimo nasce a 17 de Dezembro de 1905 e Marguerite Yourcenar morre a 17 de Dezembro de 1987

Imagem tirada da internet
"Felicidade é a certeza de que a nossa vida não se está a passar inutilmente."

"Nenhum escritor pode criar do nada. Mesmo quando ele não sabe, está usando experiências vividas, lidas ou ouvidas, e até mesmo pressentidas por uma espécie de sexto sentido."
 
Imagem tirada da internet
"Os defeitos são por vezes os melhores adversários que podemos opor aos vícios."

"A felicidade é provavelmente uma infelicidade que se suporta melhor."

"O amor é uma condenação que não se pode suportar sozinho." 

Prémio literário da Blogosfera


domingo, 16 de dezembro de 2012

Jane Austen (16 de Dezembro de 1775 - 18 de Julho de 1817)

"Não quero que as pessoas sejam muito gentis; pois tal poupa-me o trabalho de gostar muito delas."

"Uma metade do mundo não consegue entender os prazeres da outra metade."

"O negócio pode trazer dinheiro, mas a amizade raramente o faz."