segunda-feira, 29 de maio de 2017

Planeta: Novidades Junho

Ficção

Título: Rebeldia
Autor: Cristina Carvalho
N.º de Páginas: 120
PVP: 14,90 €
Nas livrarias a partir de 7 de Junho

Cristina Carvalho está de regresso e escreve no seu território narrativo de eleição: a história de uma mulher forte e rebelde que luta pela própria liberdade.

O novo romance desta autora, depois de ter sido galardoada com o Prémio para Melhor Livro de Ficção Narrativa da SPA, 2016, com O Olhar e a Alma – Romance de Modigliani.

Mais uma vez, Cristina Carvalho cria uma personagem feminina de uma força única e original na literatura portuguesa contemporânea.
Uma história que poderia ser banal, da vida de uma mulher que luta desde a adolescência contra aquilo que lhe é imposto socialmente, transformada por Cristina Carvalho num romance poderoso e inesquecível em torno dos limites da violência e da liberdade.

Leninha conta-nos a sua história.
Uma mulher nascida na província que se rebela desde que tem memória contra tudo aquilo que lhe é imposto: a família, a estreiteza dos espaços e das vidinhas pequeno-burguesas, as pequeninas e grandes hipocrisias que mascaram com perfume barato a pocilga em que, afinal, todos chafurdam.
Leninha respira fundo no chiqueiro dos porcos, mas atabafa no quotidiano mascarado de normalidade. E conta-nos a sua história, sem complacência nem piedade.
Era nestes momentos que o cheiro das pocilgas me vinha à memória com tal intensidade que chegava a sentir uma espécie de felicidade. De repente, regressei onde nasci e cresci. O Luís Filipe dançava, agora, num palco improvisado mesmo à frente do meu rosto, e imaginei-me com ele, a subir e a descer as escadas lá da pensão, essas escadas que levavam ao piso por cima da sala de refeições onde o meu quarto se encontrava. Imaginei as caras dos hóspedes, alguns que me conheciam desde a infância, alguns dos que me davam conselhos e me abençoavam quando partiam e me faziam muitas recomendações e beijocavam a mãezinha e apertavam as mãos do paizinho e me esfregavam o alto da cabeça, emaranhando-me os cabelos numa prolongada festa. O que é que eu posso fazer se nasci assim, rebelde? E isto sou eu agora a falar, agora que já se passaram tantos anos.

Sobre a autora
Cristina Carvalho nasceu em Lisboa a 10 de Novembro de 1949. Durante a sua actividade profissional, contactou com milhares de pessoas e visitou inúmeros países, sendo a Escandinávia e o Oeste português as regiões que mais ama e que mais influência exercem sobre o seu imaginário e a sua personalidade enquanto transitório ser humano do sexo feminino, habitante do planeta Terra e, por acaso, escritora.
Não por acaso, nesta sua actividade a que não chama profissional é já autora de vários livros, e outros seguirão. Até à data, tem publicados: Até já não é Adeus (1989 e 2017); Momentos Misericordiosos (1992); Ana de Londres (1996); Estranhos Casos de Amor (2003); O Gato de Uppsala (2009); Nocturno: o Romance de Chopin (2009) e Lusco-Fusco (2012), (os três últimos seleccionados para o Plano Nacional de Leitura); Tarde Fantástica (2011); A Casa das Auroras (2011); Rómulo de Carvalho/António Gedeão – Príncipe Perfeito (2012), Marginal, 2013, Quatro Cantos do Mundo, (2014), O Olhar e a Alma, Romance de Modigliani (2015), As Fabulosas Histórias da Tapada de Mafra, (2016).

Título: Ruído Branco
Autor: Ana Carolina
N.º de Páginas: 144
PVP: 12,95 €
Nas livrarias a partir de 7 de Junho

A estreia na literatura da cantora Ana Carolina, uma das maiores figuras da música popular brasileira actual.

Um livro desassombrado de poemas, pensamentos, textos poéticos e pinturas da autora, de cariz autobiográfico, que olha o leitor nos olhos para lhe dizer: «O homem que há em mim se apaixonou perdidamente pela mulher que sou.»

Ana Carolina, uma das vozes mais poderosas e populares da música brasileira, com 17 anos de carreira, mais de 5 milhões de discos vendidos, prémios e nomeações para os Grammy, é uma artista de múltiplos talentos.
Compositora, arranjadora musical, pintora, estreia-se, com Ruído Branco, como poeta. Num livro que espelha toda a diversidade do seu universo, onde brilha em diversos matizes a sua passionalidade lírica, como lhe chama o escritor Fabrício Carpinejar, os fãs de Ana Carolina, e agora os seus leitores, encontrarão a inconfundível marca da mulher e da artista que Ana Carolina é: forte e corajosa, grave e livre, sem concessões a moralismos de fachada e assumindo-se de verdade em tudo o que faz, como faz.
Uma estreia na poesia saudada por José Luís Peixoto, que assina um belíssimo prefácio à edição portuguesa, e por Fabrício Carpinejar, outro destacado escritor, da nova geração brasileira, que assina o prefácio da edição original.

No indizível, o tudo e o nada são feitos do mesmo absoluto.
Igualmente completos e indivisos, misturam-se. Assim, o ruído branco é o silêncio.
"Tantos nomes que não há para dizer o silêncio", escreveu Herberto Helder. Tenho este verso às voltas na cabeça há anos. Ana Carolina conhece bem o indizível, o silêncio, o ruído branco.
Esta é a minha maneira de lhe chamar poeta. José Luís Peixoto, do Prefácio à edição portuguesa

Eis Ruído Branco. Eis Ana Carolina. Por inteiro.
A cantora virá uma vez mais a Portugal para concertos em Lisboa e Porto, coincidindo com a altura do lançamento do livro – 12 de Junho, na Fnac do Chiado.
Com uma postura de frontalidade característica, Ana Carolina expõe a sua sexualidade, como os seus sentimentos, num livro a que ninguém ficará indiferente.

«O livro revela uma poetisa aguda, cortante, em profunda sintonia com a alma humana. […] A obra é muito mais do que um exercício de vaidade e proporciona a descoberta de uma escritora voraz, sensitiva e tão talentosa quanto a cantora que nós já conhecíamos.» Reinaldo Glioche in IG, 6-01-

Título: O Amor que nos une - As Guerreiras Maxwell – 2
Autor: Megan Maxwell

Segundo livro da nova série ambientada nas Highlands, da popular autora de romance sensual.

Esta nova série tem como protagonistas mulheres com um intrépido espírito guerreiro, que perseguem os seus ideais e conjuga o romance histórico com o erotismo.
Um novo género literário, diferente daquele a que a autora já nos habituou, que a catapultou para os tops nacionais, com mais de 50.000 exemplares vendidos, tendo conquistado uma legião de fãs portuguesas com as suas séries eróticas.
Esta nova série, que conjuga o romance histórico com erotismo, possui personagens bem construídas e uma intensa história de amor que fará as delícias das leitoras mais românticas.

A história, tal como no livro anterior, é passada na Inglaterra do século XIV.
Gillian é conhecida entre os membros do seu clã, como a Desafiadora. Apaixonada por Niall desde a infância, viveram uma linda história de amor que acabou quando ele partiu para a guerra sem se despedir dela. Gillian jurou que jamais o perdoaria. Niall, no entanto, é tão teimoso e orgulhoso como a amada. Agora que regressou, voltam a encontrar-se, mas nenhum está disposto a dar o braço a torcer.
Mas a vida é caprichosa e a paixão começa a apoderar-se outra vez deles. Serão capazes de resistir?
O próximo livro da série será publicado em Setembro.

Sobre a autora
É uma reconhecida e prolífica escritora do género romântico. Filha de mãe espanhola e pai americano, já publicou vários romances. Em 2010 ganhou o Prémio Internacional Seseña de Novela Romántica, e em 2010 e 2012 recebeu o Premio Dama de Clubromantica.com e em 2013 o Aura Galardão do Encuentro Yo Leo RA.
Vive numa encantadora aldeia nos arredores de Madrid, na companhia do marido, dos filhos, dos cães Drako e Pluty e das gatas Julieta, Coe e Peggy Sue.
Encontrará mais informação sobre a autora e a sua obra em
www.megan-maxwell.com

Título: O Milésimo Andar
Autor: Katharine McGee
N.º de Páginas: 384 
PVP: 17,95 €
Nas livrarias a partir de 7 de Junho

Um livro que lhe vai causar tonturas e ficar ansioso por mais!
O primeiro romance de uma trilogia recheada de segredos, escândalos e traições numa Nova Iorque como nunca a viu.
Uma torre de mil andares.
A visão brilhante de um futuro onde tudo é possível se assim o desejarmos.
Bem-vindos a Manhattan, no ano de 2118.
Uma narrativa diferente em que a autora nos consegue manter agarrados ao livro num caleidoscópio de emoções, palavras, silêncios, segredos, amigos e família onde nada é o que parece.
Este romance feminino é uma história de amor entre ricos e pobres, onde as fraquezas e desejos humanos estão descritos ao longo do livro e onde o objectivo é fazer-nos pensar sobre o que desejamos.
O livro é passado em Nova Iorque, num futuro próximo daqui a cem anos, e a maior parte de Manhattan tornou-se um gigantesco arranha-céus de mil andares. Quanto mais elevado é o estrato social mais alto se vive.
Os capítulos são curtos e narrados do ponto de vista de cada personagem.
Embora se passe no futuro não deve ser de forma alguma confundido com um livro distópico, não há ditadores nem castas, ou batalhas até a morte. É o nosso mundo, e as pessoas continuam a passar pelas mesmas coisas: solidão, desejo, o desgosto e o amor.
Direitos vendidos para 29 países.
Os direitos de adaptação para filme já foram comprados pela ABC
Nova Iorque, cidade de sonhos e inovação daqui a cem anos. Todos querem qualquer coisa… e todos têm algo a perder.
O exterior impecável de Leda Cole esconde um vício secreto por uma droga que nunca devia ter experimentado e por um rapaz em quem nunca devia ter tocado.
A vida bela e descuidada de Eris Dodd-Radson desmorona-se quando uma traição lhe destrói a família.
O trabalho de Rylin Myers num dos andares mais altos mergulha-a num mundo e num romance inimaginável.
Watt Bakradi é um génio da informática com um segredo. O rapaz sabe tudo sobre todos, mas quando é contratado para espiar uma rapariga dos andares superiores, vê-se apanhado numa complicada rede de mentiras.
E a viver acima de todos, no milésimo andar, está Avery Fuller, uma rapariga geneticamente perfeita que parece ter tudo mas que vive atormentada pela única coisa que nunca poderá ter.
No meio de um progresso espantoso e de um luxo de alta tecnologia, cinco adolescentes tentam encontrar o seu lugar no topo do mundo, mas quanto mais se sobe, maior é a queda...

Sobre a autora
Katharine McGee nasceu em Houston no Texas. Estudou Literatura Inglesa e Francesa na Universidade de Princeton e um MBA pela Universidade de Stanford. Foi quando viveu em Nova Iorque, a trabalhar como editora de dia e a escrever à noite, que começou um manuscrito sobre a vida num arranha-céu futurista.
Thousandth Floor é o seu primeiro romance.

Não Ficção
Título: CARLOS ALEXANDRE
O JUÍZ
Autor: Inês David Bastos e Raquel Lito
N.º de Páginas: 368 + 8 páginas extratextos
PVP: 19,95 €
Nas livrarias a partir de 7 de Junho

A primeira e única biografia de um juiz determinado e determinante nos casos mais mediáticos da justiça portuguesa.
Contém histórias e fotos inéditas e exclusivas.
Este livro descreve as maneiras de pensar, agir e decidir de um magistrado que Portugal inteiro conhece como «superjuiz», pelo seu arrojo em desafiar os mais poderosos e por ter na mão os maiores e mais mediáticos processos da justiça portuguesa dos últimos anos.
Não será certamente um herói, mas um homem, falível, que é imperativo conhecer. Das sessões de acupunctura aos convívios em Mação, da forretice à bricolage, das ameaças que já sofreu à contemplação das estrelas: eis o juiz sem medo na intimidade.
Resultado de uma investigação exaustiva das autoras, ambas jornalistas, dezenas de conversas com amigos próximos, consulta de processos e entrevistas a elementos da classe jurídica críticos da sua actuação, aqui está o retrato do meticuloso juiz que tanto se esmera na elaboração dos seus despachos como pode ser visto no imaculado gabinete onde os redige de pano do pó na mão.
Além de José Sócrates e Ricardo Salgado, Carlos Alexandre já constituiu arguidos altos membros da elite política e económica do país, como os ex-ministros Armando Vara e Dias Loureiro, o antigo banqueiro Oliveira e Costa, o antigo administrador da PT Zeinal Bava, o ex-autarca Isaltino Morais e o então director do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Jarmela Palos.
Operação Marquês, Furacão, Labirinto, Monte Branco; casos Portucale, BPN, Submarinos e Freeport – todos passaram pelas mãos do juiz mais admirado e ao mesmo tempo mais criticado de Portugal.
Assumidamente viciado em trabalho e intolerante à mais leve suspeita de abuso de poder, é ténue a linha que separa a sua determinação dos excessos que muitos lhe apontam.
O que pode ler neste livro
A infância, em Mação, a escola, os seus primeiros trabalhos (foi carteiro e servente de pedreiro), as dificuldades económicas da sua família.
A faculdade: a estadia na pensão da Dona Catarina, o estilo de vida reservado e dedicado aos estudos, o dinheiro sempre contado.
Início da vida profissional: o arranque numa repartição de finanças – onde conheceu a mulher, Florbela – e os primeiros tribunais.
O que mudou desde que chegou ao tribunal dos grandes casos: as horas que passa nas suas noites e fins-de-semana a ouvir escutas e estudar processos; a segurança pessoal que passou a ter; hábitos e manias; as ameaças de que já foi alvo (o assalto à casa, o cão envenenado, a mulher atropelada).
Os problemas de saúde e o internamento de urgência que teve no rescaldo do inquérito e ordem de detenção ao ex-primeiro-ministro José Sócrates.
O percurso profissional e as decisões que começaram a dar nas vistas.
A chegada ao Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC, vulgo Ticão).
Os principais casos explicados passo a passo, com todas as decisões de Carlos Alexandre, que envolveram vários membros da elite política e económica e que agitaram o país como nunca antes.
As guerras que ‘compra’ com o resto da classe.
As suspeitas de que ele próprio está sob escuta dos serviços secretos.

«Dentro da viatura, o silêncio. O momento é de tensão, embora apenas um dos ocupantes tenha noção do que está prestes a desenrolar-se [...] Param minutos depois no estacionamento frio e impessoal, passando despercebidos entre as centenas de outras viaturas que aí se encontram nesse dia cinzento. Os dois agentes não imaginam sequer que está em curso a mais inédita e melindrosa acção judicial realizada em Portugal na era democrática. Não sabem também que dentro de alguns minutos será dado o sinal verde para o arranque da mesma.
«No banco traseiro da viatura está sentado o mediático e polémico juiz de instrução Carlos Alexandre. O magistrado tem plena consciência do aparato (e choque) que a iminente operação vai desencadear no país. Das atenções que voltarão a estar concentradas sobre si, dos ataques de que vai ser alvo por parte de alguns, dos elogios de outros. Está acostumado.
«É assim há anos, desde que começou a ter em mãos alguns dos mais complexos processos de combate à grande criminalidade económica e financeira, pouco depois de ter assumido funções como juiz no Tribunal Central de Instrução Criminal, por onde passam os mais difíceis e intricados processos de âmbito nacional, muitos, se não a maioria, envolvendo altos quadros do Estado e outras figuras de peso do panorama político, empresarial e financeiro do país.»

Sobre as autoras
Licenciada em Direito desde 1995, Inês David Bastos enveredou pelo jornalismo em 1998, depois de três anos dedicados à advocacia. Na Agência Lusa foi repórter parlamentar e jornalista de Política. Em 2003, começou a trabalhar no jornal Diário de Notícias, onde integrou a equipa de Política, acompanhou a área de Justiça, coordenadou a secção de Media e também de Sociedade.
Após uma breve passagem pela LPM Comunicações, em 2009, em 2010 regressou ao jornalismo. No Diário Económico, foi coordenadora das áreas de Economia e Política e acompanhou as áreas de Política e Justiça.
Após o fecho do jornal, em 2016, tornou-se freelancer, publicando trabalhos em vários órgãos de comunicação. Tem 45 anos e actualmente coordena um projecto de Economia na Agência Lusa.
Raquel Lito nasceu em Lisboa, em 1977. Concluiu a licenciatura em Comunicação Social no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), da Universidade Técnica de Lisboa, em 1999. No ano seguinte, fez o curso de Aperfeiçoamento de Imprensa no Cenjor (Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas).
Entre 1996 e 2000 passou pelas redacções do Público, da Lusa, do Diário Económico e do Semanário. Nos cinco anos seguintes trabalhou no jornal 24horas, onde exerceu funções de subeditora.
Em 2005 integrou a equipa da Sábado como subeditora de Sociedade. Mantém-se na revista até hoje.
É também autora do livro O Terceiro Sexo.

Título: O INSPECTOR DA PIDE QUE MORREU DUAS VEZES
Autor: Gonçalo Pereira Rosa
N.º de Páginas: 312 
PVP: 16,95 €

As proezas e os ‘furos’, as manchetes bombásticas e os erros calamitosos nas primeiras páginas de jornais que atravessam todo o século XX.

«Resumindo o projecto numa só frase, o Inspector da PIDE Que Morreu Duas Vezes é um livro que procura documentar, em episódios singulares, as pressões de todas as épocas, interpretando-as à luz de cada contexto e sugerindo ao leitor contemporâneo a complexidade desta função social exercida pelos
jornalistas – atreita ao erro, volátil, muitas vezes sobranceira, mas ainda fundamental para a interpretação do quotidiano e para a atribuição de sentido aos eventos que se desenrolam à nossa volta.» 
Introdução

Sabia que o Diário de Notícias minimizou a notícia da morte do escritor Marcel Proust sob pretexto que ninguém o conhecia?
E que o Diário Popular descobriu um contrabandista que trabalhara para Al Capone durante os anos da Lei Seca?
Ou que uma jornalista intrépida se lançou de pára-quedas no inferno da guerra da Coreia para que ninguém pudesse dizer que lhe escapara um «furo»?
Este livro recupera a memória de 26 episódios do século xx, contando, com recurso às palavras dos próprios ou dos seus contemporâneos, casos memoráveis… não fosse a memória pregar a partida de tudo esquecer.
Como os protagonistas da obra, também o autor, também jornalista, se especializou a contar as estórias dos outros, historiando o quotidiano distante e fazendo figas para que estes estudos de caso possam lançar luz sobre um século decisivo da nossa cultura e constituam, em simultâneo, uma leitura fácil e agradável.

Sobre o autor
Jornalista desde 1994, Gonçalo Pereira Rosa é o director da edição portuguesa da National Geographic. Docente e investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da Universidade Católica Portuguesa, escreve sobre a história do jornalismo português.
É autor de três livros, um guião de banda desenhada e do blogue Ecosfera. Tem em curso uma investigação sobre a história do Diário Popular.
Nas livrarias a partir de 7 de Junho
Título: A ORGIA DO PODER
Autor: Pippo Russo
N.º de Páginas: 472
PVP: 20,95 €

Nas livrarias a partir de 7 de Junho

Forte, acutilante, directo, arrojado.
Incómodo.
Revelador e polémico.
Um livro que vai fazer mudar a forma como cada um de nós olha para o futebol mundial.
Como se tornou este português numa das mais proeminentes figuras da economia global do futebol?
Ao longo de mais de 400 páginas, fundamentando a sua argumentação em milhares de notícias e documentos, Pippo Russo, jornalista italiano e sociólogo do futebol, especialista na economia paralela do futebol mundial, traça a meteórica ascensão de Jorge Mendes: do anonimato ao estrelato.
Jorge Mendes é o maior empresário de futebol do mundo.
A revista Forbes calcula que em 2016 ganhou 60 milhões de euros em comissões de transferências e que em 2015 foram quase 85 milhões. Entre os seus cerca de 80 clientes estão Cristiano Ronaldo, James Rodriguez, Renato Sanches, Diego Costa, Thiago Silva, Ángel Di María, Radamel Falcao e José Mourinho.
A que recursos e estratégias recorre para valorizar astronomicamente os seus jogadores?
Que influência exerce nos três grandes, Benfica, Porto e Sporting?
Que importância têm os mais pequenos Rio Ave, Sporting de Braga e Vitória de Guimarães?
E por que são cruciais para o seu «sistema» o Manchester United, o Mónaco, o Atlético de Madrid?

Descrevendo acontecimentos, relacionando factos e sublinhando coincidências, Russo traça um impressionante e absolutamente imperdível retrato da forma como Mendes conduz os seus negócios, em todos os aspectos, incluindo os menos conhecidos e os nunca contados.
Depois de ler este livro, vai olhar para o futebol mundial com outros olhos.

Sobre o autor
Pippo Russo (Agrigento, 1965) é professor de Sociologia na Universidade de Florença, onde dá aulas de Sociologia do Desporto. Jornalista, ensaísta, romancista, já publicou 19 livros. Enquanto jornalista escreve para o La Repubblica, as revistas Panorama, Soccer Illustrated e Panenka, e os jornais on line Calciomercato.com e Lettera43.
Nos últimos anos tem vindo a especializar-se na economia paralela do futebol mundial.
A Orgia do Poder é o seu segundo livro que se insere nesse âmbito de investigação.
Desde 1997 que vive em Florença, uma cidade que ama incondicionalmente, e desde 2001 que, sempre que pode, vem a Portugal, uma terra que lhe toca as cordas da alma.




Sem comentários: