quarta-feira, 26 de outubro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidades Planeta a partir de hoje nas livrarias

Título: O Teu Aroma a Pêssego
Autor: Megan Maxwell
N.º de Páginas: 464 
PVP: 18,85 €
Nas livrarias a partir de 26 de Outubro

Um romance sexy, cheio de ritmo, que fará com que se apaixone pela história e pelas personagens.
Uma história de amor, na mesma linha de Deixa-te levar, com cenas eróticas, bem ao estilo de Megan Maxwell, que conquistou as leitoras portuguesas com as séries eróticas Pede-me o que quiseres e Adivinha quem sou e ainda Surpreende-me, sendo a autora de romance erótico mais vendida em Portugal, depois de E.L. James.
Amor e sexo para ler sem moderação.
Ana e Nekane gerem um estúdio fotográfico na zona antiga de Madrid.
Um dia deflagra um incêndio no seu edifício e, apesar de estarem habituadas a trabalhar com modelos glamorosos, não podem deixar de se surpreender ante aqueles corajosos machões vestidos de azul que não se preocupam por o seu cabelo se encrespar ou por sujarem as mãos.
Quando a objectiva da máquina fotográfica de Ana se centra em Rodrigo, o seu coração indica-lhe que já nada voltará a ser igual. Ele dá-se conta da maneira apatetada como ela está a olhar para ele e, apesar de não simpatizar com ela, iniciam uma estranha amizade.
Tudo se complica quando Ana descobre que está grávida e Nekane a encoraja a cumprir a sua fantasia sexual com o bombeiro antes que a barriga, as estrias e os enjoos matinais se manifestem e o espantem.
No entanto, uma mentira de Ana aos pais dará origem a um sem-fim de enredos e situações alucinantes que deixarão Rodrigo sem fala.

Sobre a autora
Megan Maxwell é uma reconhecida e prolífica escritora do género romântico. Filha de mãe espanhola e pai americano, publicou vários romances.
Em 2010 ganhou o Premio Internacional Seseña de Novela Romántica; em 2010, 2011 e 2012 recebeu o Premio Dama de Clubromantica.com; e em 2013 o Aura Galardão do Encuentro Yo Leo RA.
Vive numa encantadora aldeia nos arredores de Madrid, na companhia do marido, dos filhos, do cão Drako e do gato Romeo. Encontrará mais informação sobre a autora e a sua obra em www.megan-maxwell.com

Título: A Primeira Pedra
Eu, padre gay, e a minha revolta contra a hipocrisia da Igreja
Autor: Krzysztof Charamsa
N.º de Páginas: 256 
PVP: 16,95€
Nas livrarias a partir de 26 de Outubro

Um testemunho sem precedentes: um alto prelado do Vaticano rompe o silêncio, revelando um rosto inquietante da Igreja.
«Rezava a Deus para que aquele homem verdadeiro nunca mais me deixasse sozinho. Mas como? Na verdade, ele deveria deixar me o mais rapidamente possível, porque eu… era padre. E ele não sabia. [...]
Naquela noite vira Deus que me amava, me abraçava, me aceitava, porque me compreendia. Eu, especialista em Deus e em tudo o que é divino e… homofóbico ao mesmo tempo, vira finalmente Deus. Encontrara um homem, mas vira Deus.
E, felizmente, estava a perder de vista a sua Igreja medíocre.»

Krzysztof Charamsa era Monsenhor e funcionário da Santa Sé (onde tinha substituído o padre Georg Gänswein, que se tornara secretário pessoal do Papa Bento XVI).
Em Outubro do ano passado, assumiu publicamente a sua homossexualidade. Foi suspenso pelo Vaticano, por quebra do voto de celibato.
O caso foi notícia nos principais meios de comunicação em todo o mundo.

Este livro é a sua história, contada na primeira pessoa.
Uma autobiografia honesta e absolutamente invulgar que relata o que é ser homossexual por debaixo de uma batina. Charamsa decidiu denunciar ao mundo a hipocrisia da Igreja Católica, uma instituição que, considera, há séculos utiliza o sexo com a finalidade de impor o seu poder.
O autor debruça-se – com profundo conhecimento – sobre a posição da Igreja Católica sobre o tema ao longo dos últimos anos, apontando incongruências baseadas em factos que ele próprio viveu ou testemunhou.
Charamsa sustenta que mais de metade do clero é homossexual; defende que os evangelhos e a mensagem de Jesus não são homofóbicos; afirma que a homossexualidade é o dom de Deus para os homossexuais, como a heterossexualidade é para os heterossexuais; considera que a Igreja, que diz ser feita de homossexuais reprimidos, tem demonizado a homossexualidade para consolidar o seu próprio poder.
Tudo isto sedimentado na sua experiência pessoal no seio da estrutura da Igreja Católica, onde chegou a membro da Congregação para a Doutrina da Fé.
Num registo íntimo, tocante e incomum, Monsenhor Charamsa fala aberta e pungentemente de um tema tabu para a Igreja, num livro raro e incontornável que não vai deixar ninguém indiferente.

«No fundo, a congregação para a doutrina da fé (ex-santo ofício, exsanta inquisição) é uma espécie de departamento de serviços secretos. Vivi mais de doze anos naquela simpática e caótica sucursal católica do KGB. Hoje creio que deveria ser ilegalizada, tal como ela própria ilegalizou durante séculos os gays e as lésbicas: esta congregação não tem o mínimo direito de interferir na política dos Estados democráticos e deveria ser encerrada. Mas sei que tal não acontecerá.»

Com A Primeira Pedra, Charamsa pretende agitar consciências e criar as bases para uma necessária renovação da Igreja Católica, instituição na qual ainda hoje deseja acreditar.
Uma Igreja que, para continuar a existir como guia espiritual – como escreveu no dia em que se assumiu numa carta ao papa Francisco, publicada na íntegra pela primeira vez neste livro –, deve começar a respeitar cada pessoa na sua orientação sexual, encetando um diálogo profícuo com a ciência. A Igreja Católica do futuro.

«O que era verdadeiramente inacreditável no Santo Ofício era (e é) o ódio contra o papa Francisco, considerado um progressista irresponsável. O meu chefe deplorava aquele povinho que ficava na Praça de São Pedro à espera da audiência, batendo palmas ao novo pontífice. À homofobia juntava se uma curiosa espécie de Francescofobia Aos olhos do santo ofício não bastava sequer que Bergoglio, ainda cardeal, tivesse feito divagações – de mau gosto – sobre o carácter diabólico do amor matrimonial entre homossexuais. Agora aquele diabolismo voltava-se contra ele: agora era ele a representar o perigo infernal.
Agora, para o santo ofício, o demónio parecia vestir-se de branco…»

Sobre o autor
Krzysztof Charamsa nasceu em Gdynia, Polónia, em 1972.
Estudou filosofia, teologia e bioética na Polónia, na Suíça e em Itália, para depois empreender uma importante carreira nos mais elevados níveis da Igreja Católica, como oficial do gabinete mais importante do Vaticano: a Congregação para a Doutrina da Fé, ex-Santo Ofício, ex-Santa Inquisição. Foi segundo secretário da Comissão Teológica Internacional, organismo que reúne oficialmente os teólogos mais influentes da Igreja.
Autor de diversos livros e artigos ensinou teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana e no Pontifício Ateneu Regina Apostolorum de Roma.
Tudo isto até 3 de Outubro de 2015, dia em que assumiu a sua homossexualidade e lhe foram automaticamente retiradas todas as funções.
Hoje vive feliz com o seu companheiro Eduard Planas e dedica-se à defesa dos direitos humanos das mulheres e das pessoas LGBTIQ.