sexta-feira, 24 de abril de 2009

Novidades Presença 2.ª quinzena de Abril

A Editorial Presença sugere, para a 2.ª quinzena de Abril novidades deliciosas. Desde de “Manhattan Transfer”, até ao “A máquina de Xadrez” passando pelo livro infanto- juvenil Sol Negro dos portugueses José Fanha e Luísa Beltrão.

Manhattan Transfer – John Dos Passos

P.V.P.: 20,00 €

Data 1ª Edição: 21/04/2009

Nº de Edição:

Nº de Páginas: 416

Dimensões: 150x230mm

Peso: 597g

Colecção: Obras Literárias Escolhidas

Sinopse: John Dos Passos é sem dúvida um nome incontornável da literatura norte-americana do século XX. Responsável pela introdução de técnicas literárias inovadoras e originais, inspirou toda uma nova geração de escritores e mereceu a crítica elogiosa dos seus contemporâneos. Manhattan Transfer, publicado pela primeira vez em 1925, é justamente considerado por muitos a obra mais importante do autor. Através deste livro John Dos Passos esboça um retrato fiel da América, captando o verdadeiro espírito da cidade de Nova Iorque pelo olhar, bastante próximo do registo cinematográfico, daqueles que a habitam.

Citações:

«Um romance de grande importância… o início de uma escola de escrita completamente nova.» | Sinclair Lewis

«O melhor livro moderno sobre Nova Iorque […] uma narrativa muito completa… sobre os vastos grupos de trabalhadores, vencedores e vencidos que são eles mesmos o espírito de Nova Iorque.» | D.H. Lawrence

«[Dos Passos] conseguiu mostrar aos europeus a América que eles encontram quando a visitam.» | Ernest Hemingway

«John Dos Passos é o melhor romancista do nosso tempo.» | Jean-Paul Sartre

«Uma obra poderosa e bem estruturada... [de] um Joyce americano.» | New York Times

«Se tem curiosidade em saber como é Nova Iorque, a que cheira... então este é o livro indicado para si.» | New York Herald Tribune

Pode ver um excerto aqui

A Máquina de Xadrez - Robert Löhr

P.V.P.: 17,00 €

Data 1ª Edição: 21/04/2009

Nº de Edição:

Nº de Páginas: 332

Dimensões: 150x230mm

Peso: 485g

Colecção: Grandes Narrativas

Sinopse: Baseado em factos verídicos, A Máquina de Xadrez é tanto um romance histórico como um thriller empolgante. Por volta de 1770, o barão Wolfgang von Kemplen tenta conquistar o favor da imperatriz austríaca Maria Teresa, apresentando em Viena um autómato vestido como um turco e pretensamente inteligente, capaz de derrotar os melhores jogadores de xadrez. De facto, no interior da máquina, um verdadeiro prodígio mecânico, esconde-se Tibor, o anão que Kemplen resgatou dos calabouços de Veneza. Depressa o Turco se torna famoso por toda a Europa, até que, nas celebrações do casamento de Maria Antonieta e Luís XVI, uma baronesa é encontrada morta em misteriosas circunstâncias.

Citações:

«Um sucesso esmagador, como não acontecia há muito.» | Der Spiegel

«Uma história real, com uma pesquisa bem feita e contada como se se tratasse de um policial.» | Bayern3

«O romance de Löhr desenvolve-se de maneira despretensiosa e revela detalhes históricos fascinantes. [...] Os diálogos são espirituosos e cheios de alusões históricas.» | Die Gazette

«Robert Löhr [...] conta-nos a história de uma mentalidade, de uma moral, de uma sociedade. Tudo de uma forma leve, fluida e viciante. Digam lá outra vez que os alemães não sabem escrever romances históricos.» | Die Welt

«O turco mecânico era uma fraude: o truque mais elaborado e com mais sucesso dos séculos XVIII e XIX. Agora é o tema de um maravilhoso romance de Robert Löhr. A Máquina de Xadrez começa com a história da carreia de Kempelen, mas Löhr adicionou ao enredo ingredientes como a intriga, o assassínio e o romance. Apesar da excitação e do humor, há uma emoção surpreendente por detrás da história. Löhr não a torna pesada com reflexões sérias, mas vai sempre dando a entender as alarmantes implicações da modernidade, o efeito metafísico das nossas ilusões tecnológicas.» | Washington Post

«Para romance de estreia, Robert Löhr conseguiu um golpe de mestre. A sua narrativa ofegante, que mergulha no mundo do xadrez, é tirada de uma autêntica fraude do Iluminismo. [...] A intriga [...] está construída como uma partida de xadrez. Longe de serem simples peões, os protagonistas estão habilmente colocados e fazem de A Máquina de Xadrez um thriller soberano [...]» | Le Figaro

Pode ver um excerto aqui



As Ruínas - Scott Smith

P.V.P.: 18,00 €

Relançamento

Data 1ª Edição: 06/06/2007

Nº de Edição:

Nº de Páginas: 336

Dimensões: 150x230mm

Peso: 500g

Colecção: Grandes Narrativas

Sinopse: O que acontece quando um grupo de pessoas vulgares se vê isolado numa situação extrema? Eram apenas umas férias descontraídas para Jeff, Amy, Eric, Stacy, Mathias e Pablo nas praias do México. Mas quando Mathias lhes confessa que está a pensar ir à procura do irmão, que desapareceu numas escavações arqueológicas na selva mexicana, em breve todos estarão a atravessar o ponto a partir do qual não poderão mais regressar, começando uma desesperada e inimaginável luta pela sobrevivência. Scott Smith explora com uma precisão impiedosa as tensões psicológicas e os medos insondáveis da natureza e das relações humanas à medida que o suspense ascende a um nível quase claustrofóbico. Um livro perturbador que conquistou os lugares cimeiros de diversas tabelas de vendas, foi traduzido em cerca de 30 línguas e vê a sua adaptação cinematográfica concretizada em 2009.

Citações:

«O livro de que todos falarão neste Verão.» | Stephen King

«O romance mais perturbador do ano.» | Lev Grossman, autor de O Códice Secreto

«Se gosta de ver a série televisiva Perdidos, não pode deixar de ler este livro.» | USA Today

«Neste livro, Scott Smith mostra aspectos de nós próprios e da natureza humana que preferíamos não admitir.» | www.salon.com

«As Ruínas é um livro que não se pode ler às escuras.» | www.bookslut.com


Sol Negro – José Fanha e Luísa Beltrão

P.V.P.: 8,00 €

Data 1ª Edição: 21/04/2009

Nº de Edição:

Nº de Páginas: 176

Dimensões: 140x225mm

Peso: 238g

Colecção: Os Quatro Cavaleiros

Sinopse: Neste segundo volume da série «Os Quatro Cavaleiros» voltas a encontrar os quatro amigos, o João Maria, a Emília, o Vasco e a Patanisca, que conheceste na Missão em Happy-Kosmos. Desta vez, é o Vasco que descobre que um livro muito antigo, um tesouro de sabedoria, está a perder letras, filas de letras, textos inteiros que caem das páginas e se desfazem em pó. Em breve serão chamados a participar numa verdadeira odisseia contra o Sol Negro e os seus servidores, que estão a fazer desaparecer as palavras que as pessoas se estão a esquecer de usar. Acompanha, por lugares fantásticos, os Quatro Cavaleiros Guardiões das Palavras. Encontrarás mundos que nunca terias imaginado, personagens que já conheceste na primeira aventura e outras muito importantes para a memória colectiva da humanidade.

Mini-Site:

http://www.presenca.pt/osquatrocavaleiros



A Rapariga das Laranjas - Jostein Gaarder

P.V.P.: 10,00 €

Relançamento

Data 1ª Edição: 07/10/2003

Nº de Edição:

Nº de Páginas: 128

Dimensões: 150x230mm

Peso: 293g

Colecção: Grandes Narrativas

Sinopse: Georg e o pai vão finalmente ter uma conversa de adultos, através de uma carta que o filho só poderia ler quando completasse 15 anos. O pai de Georg escreve-lhe acerca de uma bela rapariga que encontrou carregada com um saco de laranjas e que procura incansavelmente, enquanto imagina a razão que a leva a atribuir um valor tão grande às laranjas que ele, desastradamente, fez rolar pelo chão num primeiro encontro. A Rapariga das Laranjas é um romance sob a forma de uma belíssima carta de amor de um pai desaparecido demasiado cedo e que sabe não poder acompanhar o crescimento do filho, mas que lhe quer transmitir o seu amor à vida e aos mistérios da existência.

Pode ver um excerto da obra aqui

Porto Editora recomenda...As Vinhas da Ilusão

As Vinhas da Ilusão é o novo livro lançado pela Porto Editora. Uma obra de qualidade literária reconhecida, que apresenta uma escritora de talento cujo percurso merece ser acompanhado com atenção.


“O fundo do romance é histórico, o conteúdo é romântico – mas um romântico de elevada categoria dada a qualidade da escrita e a consistência da montagem do livro nos seus diferentes tempos narrativos.

Corriere della Sera

“As Vinhas da Ilusão lê-se num ápice. A utilização frequente de flashbacks estabelece a conexão entre as duas fases da vida da protagonista e é precisamente nessa consistência interior que reside todo o charme do livro.”

RAI Internacional


Está a chegar às livrarias o romance de estreia de Benedetta Cibrario, As Vinhas da Ilusão.

Distinguido em 2008 com o Prémio Campiello – que já consagrou autores como Primo Levi, Ignazio Silone ou Giorgio Bassani, As Vinhas da Ilusão promete surpreender e conquistar a atenção de muitos leitores.

A surpreendente estreia de Benedetta Cibrario

Um século de História. Um casamento fracassado. Uma paixão no coração da Europa. As Vinhas da Iusão é um romance que obteve, em 2008, um dos mais importantes prémios literários de Itália: o Campiello.

Turim, 1928. Uma mulher rebelde, que nunca nos revelará o seu nome, é criada num lar onde a elegância e o rigor da aristocracia piemontesa a constringem à infelicidade de um casamento combinado. Aos vinte anos é forçada a casar com o homem que lhe estava prometido, mas o destino insiste em colocar-lhe no caminho, em três inesperadas ocasiões, o fascinante e enigmático Trott e ela como que despertará de um encantamento. Demasiado moderna para se adaptar docilmente às convenções sociais, ela é, no entanto, muito frágil e pouco acostumada a dar voz aos seus sentimentos. Vivem-se tempos de mudança: na sociedade italiana e também dentro dela. Face às constantes traições desavergonhadas do marido, decide abandoná-lo e refugia-se sozinha em San Biagio, numa quinta nos arredores de Siena. Entretanto eclode a Segunda Guerra Mundial e dá-se a queda do Fascismo. O desejo de renascimento que acaba por invadir um país inteiro acaba por coincidir com o reaparecimento de Trotts.


A Autora

Benedetta Cibrario nasceu em Florença, mas cresceu em Turim. Nos anos noventa viajou para Inglaterra com o marido e os quatro filhos e dedicou-se exclusivamente à escrita. Em 2000 regressa a Itália e dá início a um projecto de produção olivícola, numa pequena herdade agrícola na Toscânia. Em Setembro de 2007 muda-se para Milão, e em Outubro publica Rossovermiglio. Em Maio de 2008 Rossovermiglio é seleccionado para o Prémio Viadana e em Junho integra a lista dos candidatos ao Prémio Berto. Em Agosto 2008 recebeu o Prémio Campiello.


Pode ver alguns excertos aqui


Título: As Vinhas da Ilusão

Autor: Benedetta Cibrario

N.º Págs.: 240

PVP: 16,50 €

PVP WOOK.pt: 14,85 €

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Bisleya está a oferecer 100 livros

O blogue da Colecção Bis (http://bisleya.blogs.sapo.pt) está a promover um passatempo para celebrar o Dia Mundial do Livro onde oeferecem 100 livros.
Para tal basta descobrirem os quinze novos títulos de Maio da BIS.
Os detalhes do passatempo estão em http://bisleya.blogs.sapo.pt/18033.html



Publicações Europa-América sugere...

150 Anos da publicação Um Conto de Duas Cidades de Charles Dickens

Em Maio comemorar-se-á os 150 anos da publicação de Um Conto das Duas Cidades (A Tale of Two Cities), de Charles Dickens.
Charles Dickens (1812-1870), jornalista e escritor, notabilizou-se em obras como Contos de Natal, Oliver Twist ou Grandes Esperanças, entre outras narrativas marcadas pela forte preocupação com as desigualdades sociais da época.
Tendo como pano de fundo a Revolução Francesa, Um Conto de Duas Cidades retrata uma sociedade em mudança.
Neste âmbito, a Europa-América aconselha a leitura desta novela histórica que demonstra como falharam os ideais da Revolução: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Dia Mundial do Livro

Hoje comemora-se o Dia Mundial do Livro. Um dia importante para os amantes da leitura que poderão adquirir os seus livros e autores preferidos a preços mais baixos, já que algumas livrarias estão a colocar descontos no preço editor. Casos como da Wook e Fnac são disso exemplo, onde livros dos mais diversos autores estão a 20% ou mais. Já a Bertrand vai assinalar a data de uma forma diferente: algumas das suas livraria vão organizar animações culturais e actividades especiais para os mais novos.

É bom que se comece a incutir gostos de leitura aos mais novos, e estas iniciativas contribuem para que cada vez mais portugueses possam ler. No entanto, continuo a dizer que o preço dos livros deveria baixar significativamente para que cada vez mais pessoas possam ter acesso à leitura. Tudo bem que existem as bibliotecas, mas nem todas estão actualizadas, além de muitas vezes os horários não serem compatíveis com um horário normal de trabalho dos seus leitores, o que impede muita gente de recorrer a essa forma salutar de compartilhar livros. Penso que ainda há muito para fazer no campo da leitura e do conhecimento.


Sobre a efeméride:

O Dia Mundial do Livro teve a sua origem na Catalunha. A data começou a ser celebrada em 7 de Outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes. A 6 de Fevereiro de 1926, o governo espanhol, presidido por Miguel Primo de Rivera, aceitou a data e o rei Alfonso XIII assinou o decreto real que instituiu a Festa do Livro Espanhol. No ano de 1930, a data comemorativa passou a ser o dia 23 de Abril, dia do falecimento de Cervantes.
Mais tarde, em 1996, a UNESCO instituiu 23 de Abril como o Dia Mundial do Livro e dos direitos dos autores, em virtude de a 23 de Abril se assinalar o falecimento de outros escritores, como Josep Pla, escritor catalão, e William Shakespeare, dramaturgo inglês.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Porto Editora lança Esperança em Movimento

Este domingo, 26 de Abril, a Porto Editora apresenta ao país o livro Esperança em Movimento, de Rui Marques, personalidade indissociável dos mais marcantes movimentos portugueses de solidariedade e actual líder do Movimento Esperança Portugal (MEP). O evento está marcado para as 18 horas e tem lugar no Teatro S. Luiz, em, Lisboa.

Vasco Teixeira, administrador do Grupo Porto Editora, vai estar presente e a apresentação é do ex-ministro Morais Sarmento, que também prefacia a obra.

Esperança em Movimento, que Rui Marques dedica aos «que abdicam de si para construir a esperança dos outros», é – em primeiro lugar – um valioso testemunho de um «construtor de esperança», como lhe chama Morais Sarmento no Prefácio. Mas constitui, também, uma fascinante viagem pelas experiências do Homem que demonstra, na prática, que é possível e necessário olhar para e pelos outros, ultrapassando todas as dificuldades e, com isso, obtendo a mais gratificante das recompensas. É, portanto, um relato apaixonado e, certamente, apaixonante para os leitores. Veicula uma mensagem cívica e social da máxima actualidade e que deve levar à reflexão.


Sobre o autor

Rui Marques liderou a fascinante viagem a Timor que foi a do Lusitânia Expresso; criou condições para o acolhimento de mães e crianças bósnias, no âmbito da Missão Crescer em Esperança; fundou a revista CAIS; esteve na origem do inovador – e reconhecido internacionalmente – CNAI (Centro Nacional de Apoio ao Imigrante); comandou, entre outros, o projecto Escolhas e foi Alto Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas, durante legislaturas de PSD e PS. Actualmente à frente do MEP, o agora autor e médico de formação é, como se vê, um homem de causas. E está determinado a mostrar que há alternativas, que é possível fazer melhor por Portugal. Foi também nesse sentido que o partido que encabeça apresentou queixa contra a RTP à Comissão Nacional de Eleições e à Entidade Reguladora para a Comunicação Social, por esta não ter convidado três dos oito partidos candidatos às eleições europeias para um debate no programa Prós e Contras. O MEP foi um dos excluídos pelo operador de serviço público. Curiosamente, foi até o primeiro a apresentar lista de candidatos e programa eleitoral. No final da apresentação de Esperança em Movimento, Rui Marques fará as primeiras declarações sobre este incidente.


Factos

Sabia que Rui Marques…

… liderou o Lusitânia Expresso, em 1992, rumo a Timor?

… fundou as revistas CAIS e Fórum Estudante?

… foi o principal dinamizador da construção de um Centro Juvenil em Dili?

… esteve envolvido no acolhimento, em Portugal, de refugiados bósnios?

… foi Alto Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas?

Rui Marques nasceu em Lisboa há 45 anos. Com as suas raízes familiares em terras de mar, divididas entre Ericeira e Sesimbra, foi crescendo entre sonhos de um mundo melhor e um permanente apelo para uma acção consequente. Escolheu Medicina como formação mas, já depois do curso concluído, acabou por fazer um desvio para o mundo da Comunicaçãosocial, área na qual trabalhou uma década.Cruzou-se com a causa da autodeterminação de Timor-Leste tendo ajudado a organizar, em 1992, a Missão Paz em Timor, com o navio Lusitânia Expresso. Já em 2001, com Timor livre, viveu a experiência da construção de um Centro Juvenil em Dili (CJPAV). Participou na fundação da revista Forum Estudante e do projecto CAIS (Circulo de Apoio à Integração dos Sem-abrigo). Em 1994, esteve envolvido no acolhimento de mães e crianças bósnias, refugiadas de guerra e, entre 2002 e 2008, foi um dos responsáveis pela política de acolhimento e integração de imigrantes em Portugal, no Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas (ACIME). Trabalhou pela inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos sócio-económicos mais desfavorecidos, através do Programa Escolhas. Actualmente desenvolve a sua actividade no mais recente partido político português, o Movimento Esperança Portugal (MEP), procurando ajudar a construir uma alternativa de esperança para o nosso País.


Excertos do prefácio de Nuno Morais Sarmento

O livro e a mensagem do autor

É uma demonstração tranquila, essa que o livro nos faz, do exemplo e da força da entrega aos outros, derrubando num segundo, numa página ou por vezes num parágrafo, anos de desculpas e justificações com que nos defendemos de olhar o mundo… e os outros.

(…)

Uma esperança que ele quer levar, especialmente, aos que não a podem conseguir por si, aos que são mais frágeis ou aos que estão sozinhos. Mesmo que se encontrem do outro lado do Mundo.


O livro e o MEP

Este livro é também sobre o MEP (Movimento Esperança Portugal), o que poderia parecer razão de dificuldade ou recusa em escrever o Prefácio, para quem tenha já outra militância política. A mim parece-me o contrário.

Se existe Encontro, se coincidimos no que é essencial, neste compromisso de esperança, de serviço, de amor, não importa a forma como escolhemos o caminho, porque ele é o mesmo.


Primeiras Páginas

Disponíveis aqui


Título: Esperança em Movimento

Autor: Rui Marques

N.º de Págs.: 224

PVP: 16,00 €

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Mágoas da Escola - Daniel Pennac [Opinião]

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Em Mágoas da Escola, Daniel Pennac aborda os problemas da escola e da educação desde um ponto de vista insólito - o ponto de vista do mau aluno. Pennac, que foi ele próprio um péssimo estudante, analisa a figura do cábula outorgando-lhe a nobreza que merece e restituindo-lhe a carga de angústia e dor que inevitavelmente o acompanha.
Misturando recordações autobiográficas e reflexões acerca da pedagogia e das disfunções da instituição escolar, sobre a dor de ser um mau estudante e a sede de aprendizagem, sobre o sentimento de exclusão e o amor ao ensino, Daniel Pennac oferece-nos, com humor e ternura, uma brilhante e saborosa lição de inteligência.Mágoas da Escola é um livro único e irrepetível, que todos os pais e todos os professores não podem deixar de ler - e dar a ler.

Excertos
"Não há nada que impeça mais a assimilação do saber do que o desgosto. O riso, podemos extingui-lo com um olhar, mas as lágrimas…”
“É a sua velocidade de encarnação que distingue os bons alunos dos alunos problemáticos”
“As questões de simpatia ou antipatia por alguns deles (questões bem reais, contudo!) não entram em linha de conta. Seria muito esperto aquele que soubesse classificar o grau dos nossos sentimentos em relação a eles. Não é deste amor que se trata. Uma andorinha aturdida é uma andorinha a reanimar, ponto final!”
“Pessoalmente, concluí que mesmo o cão lá de casa compreendia mais depressa do que eu”.
“Todo o mal que se diz da escola esquece o número de crianças que salvou das taras, dos preconceitos, do desprezo, da ignorância, da estupidez, da cupidez, do imobilismo ou fatalismo das famílias”.

A minha opinião
Antes de começar a ler este livro pensei que poderia conter uma história à semelhança das de Daniel Sampaio, autor que aprecio bastante. No entanto, após começar a ler as primeiras páginas vi que o livro, além de nos dar uma história do ponto de vista do mau aluno, dava-nos essencialmente uma história de um mau aluno que se tornou professor, também ele professor de bons e maus alunos. Dá-nos assim uma lição de vida. O que à partida pode parecer uma criança condenada ao fracasso, por ter problemas de aprendizagem na escola, causados por vários aspectos da vida, essa criança pode vir a ser um adulto de sucesso e conseguir atingir um nível de aprendizagem igual ou superior aos seus colegas de estudo. Penso que o que autor mostra aqui é que, se um aluno, apesar de ter algumas dificuldades, for bem acompanhado por um bom professor, um professor interessado em saber os motivos pelos quais ele não dá rendimento, um professor interessado em dar a volta por cima e contornar os obstáculos, mostrando que se pode aprender de outras formas, esse aluno pode chegar longe. Porque antes de ser professor, aquela pessoa que está à frente das aulas, que nos ensina a saber cada vez mais, é um ser humano, uma pessoa que nos pode ajudar a enfrentar os problemas, uma pessoa que está lá quando precisamos, uma espécie de substituição dos pais, na escola.
Uma história vista do ponto de vista do professor, mas também do ponto de vista de aluno. Um aluno excluído da turma, um aluno incompreendido pelos colegas e pela maioria dos professores, que apenas precisa de um empurrãozinho para se tornar um aluno mais interessado e optimista. Um livro para reflectir sobre os problemas de insucesso de muitas crianças que muitas vezes surgem devido a anomalias de métodos de ensino.



Título: Mágoas da Escola | Autor: Daniel Pennac
N.º Págs.: 256 | PVP: 15,50 € Preço | WOOK.pt: 13,95 €

Porto Editora lança... A Breve e Assombrosa Vida de Oscar Wao

A Porto Editora vai publicar um dos livros mais aguardados do ano

A Breve e Assombrosa Vida de Oscar Wao – este é o título de um dos livros mais aguardados do ano, o vencedor do Pulitzer Prize 2008, e que a Porto Editora dá a conhecer no dia 30 de Abril. O autor é o dominicano Junot Díaz, que, graças a este assombroso romance, alcançou o estatuto de vedeta literária internacional.
Em finais de 2007, o jornal Público, através de um exclusivo do Los Angeles Times, afirmava que o livro de Junot Díaz seria «o primeiro romance mais falado do ano», salientando o facto de ter sido «aclamado» logo no mês em que foi publicado. Menos de um ano depois, a Porto Editora adquire os direitos de publicação em Portugal e vê o romance ser galardoado com o Pulitzer Prize for Fiction.
A 30 de Abril, o país vai poder perceber as razões do estrondoso sucesso internacional deste livro e do autor Junot Díaz, que já têm sido ansiosamente destacados por publicações portuguesas.

O enredo
Oscar Wao é enorme. E dominicano.
Gozado pelos colegas e isolado do mundo, sonha com raparigas e aventuras extraordinárias, sente vergonha por não estar à altura da reputação viril dos machos dominicanos, mas não consegue mais do que uma vida de desilusões. Para Oscar, o drama é um fado demasiado familiar. A sua breve e assombrosa vida está marcada a ferro e fogo por uma maldição ancestral, o fukú, que, nascido em Santo Domingo, é transmitido de geração em geração, como uma semente ruim.
Alimentada pela sorte dos seus antepassados, quebrados pela tortura, pela prisão, pelo exílio e pelo amor impossível, a história de Oscar escreve-se fulgurante e catastrófica, e integra a grande História, a da ditadura de Trujillo, a da diáspora dominicana nos Estados Unidos e a das promessas incumpridas do Sonho Americano.
Em cada página, Junot Díaz cria uma obra de arte: a sua língua é uma manta de retalhos, uma canção, é uma fenda no muro entre as civilizações, as pessoas e idades, e os seus heróis perseguem, através do humor e da poesia, o objectivo último de todo o ser humano: o amor.

Sobre o autor:
Junot Díaz nasceu em Santo Domingo, na República Dominicana, mas também tem nacionalidade norteamericana. A Breve e Assombrosa Vida de Oscar Wao é o seu primeiro romance, produto de 11 anos de trabalho. Escreveu textos de ficção para publicações diversas, como The New Yorker, African Voices, Best American Short Stories (1996, 1997, 1999, 2000), Pushcart Prize XXII e The O'Henry Prize Stories 2009. Além do Pulitzer, o autor foi ainda contemplado com os prémios Eugene McDermott Award, Lila Acheson Wallace Readers Digest Award, 2002 Pen/Malamud Award e Rome Prize from the American Academy of Arts and Letters. Recebeu também as bolsas John Simon Guggenheim Memorial Foundation, 2003 US-Japan Creative Artist Fellowship, pelo National Endowment for the Arts e a bolsa oferecida pelo Radcliffe Institute for Advanced Study, na Universidade de Harvard.
É, actualmente, editor de ficção para o Boston Review e lecciona no Massachusetts Institute of Technology.

Factos
Vencedor do Pulitzer Prize for Fiction 2008 Melhor Romance de 2007, pela New York Magazine Vencedor do National Book Critics Circle Award (fiction) John Sargent Sr. First Novel Prize Anisfield-Wolf Book Award e Dayton Literary Peace Prize Eleito “Notable Book” pelo New York Times. “Best of the Month” na Amazon US (Setembro 2007) Mais de 25 semanas no top 10 da New York Times Best-seller List
Direitos de tradução vendidos para 18 países.

Críticas de imprensa
Parece destinado a ser o primeiro romance mais falado do ano.
Scott Timberg, exclusivo PÚBLICO/Los Angeles Times

Engraçado, urbano e muito bem observado… Um livro extraordinariamente vibrante, alimentado por uma prosa carregada de adrenalina...
Michiko Katutani, The New York Times

O romance de Díaz é um livro dos diabos… A sua discursividade ágil é impressionante. Mas, no final, é a ternura, a lealdade e melancolia da história que nos parte o coração.
Los Angeles Times

Obscuro e exuberante… rico e espirituoso… mas, acima de tudo, este livro ousado, divertido e trágico proporciona exactamente o que um leitor de Junot Díaz esperaria encontrar num romance seu.
Publishers Weekly

Título: A Breve e Assombrosa Vida de Oscar Wao
Autor: Junot Díaz
Tradução: Victor Cabral
N.º de Págs.: 296
PVP: 16,50 €

Pode ver ainda as primeiras páginas aqui